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Com uma carreira iniciada em 2000 e nove discos editados até 2014 (entre os quais uma gravação ao vivo no Olympia de Paris), a fadista Katia Guerreiro experimentou ao décimo disco trabalhar com o cantor, compositor e arranjador José Mário Branco, que até agora, no âmbito do fado, trabalhara quase em exclusivo com Camané. Foi um encontro improvável entre uma voz (a dela) e um método (o dele), que acabou por resultar em Sempre, um disco digno de boa nota que, na discografia de Katia, sucedeu a Até Ao Fim, produzido por Tiago Bettencourt. Fruto de “muitas conversas, muitas horas de trabalho, muitas discussões”, a primeira escolheu reuniu 33 temas, acabando por ficar 16, com um prólogo e um epílogo (A minha vida é) a fecharem um lote de fados apurados ao pormenor, como Quem diria, Fora de cena, Distante, Aqui, Dia não, Fado Pessoa, Na volta ou Sempre, o tema-título.
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Cantor e compositor, Rogério Charraz iniciou uma carreira a solo em 2011, após vários anos no grupo Boémia, onde participou nos discos Madrigal (1999) e Semente (2003). Nascido em Lisboa, no dia 10 de Março de 1978, diz que é e nunca deixará de ser um cantautor. Nessa qualidade, lançou a solo já quatro discos: A Chave (2011), Espelho (2014), Não Tenhas Medo do Escuro (2016) e 4.0, Ao Vivo No Cinema S. Jorge (2018). No primeiro disco, teve por convidados Ana Laíns, José Mário Branco e Rui Veloso; no segundo Dany Silva, Luanda Cozetti, Sensi e Miguel Calhaz; no terceiro António Caixeiro, Buba Espinho, Eduardo Espinho, Edu Miranda, João Gentil, Júlio Resende, Katia Guerreiro e Marta Pereira da Costa; e no quarto, onde celebra 40 anos de vida revisitando quatro temas de cada um dos discos anteriores, participaram António Caixeiro, Jorge Benvinda, Júlio Resende e Ricardo Ribeiro.
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Nasceu em Braga, há 33 anos, e o primeiro disco, "Dentro", gravou-o fora, em São Paulo, Brasil, em colaboração com o pianista Tiago Costa (que acompanhou a filha de Elis Regina, Maria Rita, nos primeiros trabalhos). Isso foi em 2013 e, no disco, tinha versões de temas de Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Maria Gadú, Caetano Veloso, Vinicius de Moraes e Baden Powell ou Chico Buarque e Edu Lobo, todas elas cantadas em português de Portugal, a par de três temas escritos inteiramente por ela. Cinco anos passados, Cati Freitas voltou ao Brasil para gravar um disco que, diz ela, “é totalmente um olhar para dentro” e onde assina grande parte das composições, letra e música. E deu-lhe o nome "Estrangeira". Tem, de novo, a participação do pianista Tiago Costa (com quem divide a produção) e conta com vários músicos brasileiros, entre eles, Jaques Morelenbaum. Com influências do jazz, da pop e também da música tradicional portuguesa, "Estrangeira" define com maior clareza o seu caminho na música.
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Foi o mais jovem guitarrista a apresentar um concerto em nome próprio no ciclo Há Fado no Cais, parceria do Museu do Fado com o CCB. Isso foi em 24 de Novembro, porque agora o “palco” é outro: Gaspar Varela, bisneto de Celeste Rodrigues, lança aos 15 anos o seu disco de estreia onde mostra do que é capaz na guitarra portuguesa, instrumento que quis aprender desde muito cedo para acompanhar a bisavó. Tocou no auditório do PÚBLICO a 11 de Dezembro de 2018.
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Ao terceiro disco, os portuenses Salto fazem justiça ao nome. Férias em Família não é ainda a prometida incursão no território da electrónica, iniciada em 2014 com o episódico Can’t you see me (Beat Oven #01), mas uma incursão mais madura no rock e na pop que desde o início lhes alimenta a chama. Tocaram no auditório do PÚBLICO a 27 de Novembro de 2018.
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Ex-vocalista do grupo Toranja, Tiago Bettencourt já editou até à data seis discos a solo: O Jardim (2007), Em Fuga (2010), Tiago Na Toca & Os Poetas (2011), Acústico (2012), Do Princípio (2014) e A Procura (2017). E a cada novo disco, ele apela a que o oiçam como se fosse sempre a primeira vez. A este desejo acrescentou mais tarde, por escrito: “Quero, como sempre, que as canções resistam ao corroer do tempo, e envelheçam humanas.” Tocou no auditório do Público a 22 de Novembro de 2018.
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Nascido em São Paulo há 26 anos, Tim Bernardes é vocalista e guitarrista do trio Terno, com quem gravou três álbuns. Entre eles foi compondo canções a solo, reunidas em Recomeçar. O disco a solo apresenta "memórias, diálogos e divagações visitados com uma nostalgia melancólica – de instrumentos quase rudimentares, timbres 'lo-fi', melodias de cantiga –, permeados por momentos de fuga da realidade", escreveu a revista Rolling Stone brasileira. Actua a 24 de Novembro no festival Super Bock em Stock em Lisboa. Antes disso, Tim Bernardes interpretou alguns temas no Auditório do PÚBLICO, falando do seu trabalho com o jornalista Vítor Belanciano, no dia 21 de Novembro de 2018.
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Maria Emília esteve no Auditório do PÚBLICO no dia 14 de Novembro de 2018 para apresentar alguns temas do disco e para falar do seu trabalho com o jornalista Nuno Pacheco.
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Sofia Ribeiro ficou conhecida no mundo da música como a teclista dos WE TRUST e dos There Must Be A Place (a banda de André Tentúgal com os Best Youth). A solo, escolheu o nome LINCE para assinar as canções que compõe e interpreta. No Verão de 2017 lançou o EP Drops, cinco faixas onde se incluíam os temas que foram conquistando terreno na Internet desde o ano anterior, nomeadamente Call Me Home e Earth Space. As actuações ao vivo, incluindo nos festivais de verão, têm vindo a reforçar a solidez do projecto, pop eletrónica feita ao piano num registo contemplativo. Esta sexta-feira edita o primeiro álbum, Hold To Gold, que foi apresentado ontem no Porto, no Maus Hábitos; sexta-feira dia 19 será a vez de Lisboa, no Musicbox. Entretanto, nesta quinta-feira, LINCE passa pelo auditório do PÚBLICO para apresentar alguns temas novos e para uma conversa com o jornalista Pedro Esteves.
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Dos Afonsinhos do Condado aos Irmãos Catita, do seu trabalho a solo até às suas participações na televisão, não há quem não conheça Eugénio Lopes, popularizado como Gimba. Com um único disco em nome próprio lançado há já duas décadas (Funky, Punky, Trunky, 1997), voltou agora aos estúdios para gravar, como cantor e compositor, novo disco seu, Ponto G. Sem dispensar a ironia mas levando-a mais a sério, centra as suas canções no quotidiano de Lisboa, a sua cidade, em títulos como Chiado, São Bento, Rumo ao Sul, Ruiveloseando ou As praias de Lisboa ou Vá lá!!, este com as vozes convidadas de Ana Bacalhau, António Zambujo, Camané, José Cid, JP Simões, Manuel João Vieira, Márcia, Mário Mata, Marisa Liz, Rita Redshoes, Samuel Úria e Tim. Dia 23 Gimba vem cantar ao Auditório do PÚBLICO e falar sobre Ponto G com o jornalista Nuno Pacheco.
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