O Ibovespa fechou estável na última sexta-feira (11), mas na semana teve uma relevante valorização de 1,21%, a sexta consecutiva, algo que não ocorria desde o período entre o final de 2018 e começo de 2019.
O Ibovespa fechou em alta de 1,9% nesta quinta-feira atingindo os 115.128 pontos, o seu maior valor nominal desde 19 de fevereiro. A alta foi puxada pelas empresas ligados a commodities e do setor bancário que se beneficiam de uma melhor perspectiva sobre a recuperação global e doméstica. O dólar comercial também continuou seu processo de apreciação e teve queda de 2,6% cotado agora ao R$/US$ 5,03.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em baixa de 0,70%, fechando em 113.001 pontos, num pregão marcado pela deterioração do cenário externo, somado à preocupação com o risco fiscal no Brasil, decorrente do aumento de casos de Covid-19 e a possibilidade da ampliação do estado de calamidade e do auxílio emergencial.
O Ibovespa fechou em leve alta nesta terça-feira, depois de subir até 114.381 pontos pela manhã. É a segunda vez em que o benchmark atinge esse patamar, mas devolve os ganhos à tarde depois de notícias sobre as discussões fiscais no Congresso – ontem, foi a vez da entrega da PEC Emergencial.
A notícia de que a PEC Emergencial colaria em dúvida a construção de um orçamento dentro do teto de gastos para o ano que vem foi mal recebida pelos mercados.
O Ibovespa fechou em alta de 1,3% a 113.750 pontos na última sexta-feira (4), terminando a semana marcada pelos cronogramas de vacinação contra a Covid-19 e pela disparada das commodities com ganhos de 2,87%.
Mesmo amenizando a alta depois da notícia de que a Pfizer deve enviar somente metade das doses da vacina contra a covid-19 previstas para esse ano, o Ibovespa teve alta ontem de 0,37%, aos 112.291 pontos. O dólar comercial caiu 1,94%, a R$ 5,13 na compra e R$ 5,14 na venda.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em alta de 0,43%, fechando em 111.879 pontos, após dia de forte volatilidade e favorecido pelas novas notícias de desenvolvimento de vacinas contra COVID-19 e de normalização econômica ao longo de 2021.
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, em meio a uma conjunção de fatores positivos. Estes incluíram dados fortes da economia chinesa e pedidos de autorização para uso das vacinas da Moderna e da Pfizer/BioNTech contra o coronavírus nos EUA e na Europa.
O Ibovespa fechou em queda de 1,52% nesta segunda-feira aos 108.893 pontos fechando o mês de novembro com alta de 15,9%, melhor desempenho para o mês desde 1999. Acompanhado de uma apreciação cambial, um dos motivos para o resultado foi a entrada de R$ 30 bilhões de investimento estrangeiro no período.
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