O Ibovespa fechou em alta de 2,82% nesta terça-feira, diante do fôlego otimista no cenário político, que acabou por ofuscar completamente o dado abaixo do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em queda de -2,72% aos 99.369 pontos, terminando o mês de agosto em queda de -3,44% e perdendo a marca dos 100 mil pontos.
Após uma semana conturbada no cenário doméstico, marcada por tensões políticas, o Ibovespa encerrou a última sexta-feira em alta de 1,5% na esteira de certo arrefecimento no noticiário e otimismo internacional.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em patamar estável, aos 100.623 pontos, mas com um razoável grau de dispersão entre os componentes do índice. Entre as maiores altas, destacamos Gol (+4,27%) e Azul (+3,61%), e entre as maiores quedas, YDUQS (-7,8%) e Minerva (-3,27%). O dólar comercial fechou em leve queda de -0,73%, aos R$5,57.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em queda de 1,46%, a 100.627 pontos, após piora no clima em Brasília com as divergências em relação ao programa Renda Brasil. As taxas futuras de juros fecharam a sessão de ontem em alta, elevando a inclinação. Porém, além dos vencimentos mais longos sofrerem pressão de alta com a maior percepção de risco fiscal, as taxas curtas passaram a precificar possibilidade de alta na Selic na próxima reunião do Copom. DI jan/21 subiu para 1,99%; DI jan/23 encerrou em 4,11%; DI jan/25 foi para 5,98%; e DI jan/27 fechou em 6,98%.
O Ibovespa fechou em queda de 0,18% nesta terça-feira, diante de incertezas sobre o pacote econômico do governo. Já na renda fixa, as taxas de juros recuaram levemente ao fim na sessão de ontem após uma manhã de alta, mantendo porém a inclinação da curva em função dos ainda latentes riscos fiscais. DI jan/21 fechou em 1,95%; DI jan/23 encerrou em 3,95%; DI jan/25 foi para 5,76%; e DI jan/27 encerrou em 6,77%.
Nesta segunda-feira o Ibovespa fechou em alta de 0,77% aos 102.297 pontos puxados pelo cenário externo mais positivo graças a notícias de novos tratamentos para o coronavírus nos Estados Unidos. O noticiário internacional se sobrepôs a desistência do governo brasileiro de anunciar nesta terça-feira o megapacote de medidas econômicas e sociais.
Em semana que terminou em tom de cautela nos mercados domésticos, o Ibovespa fechou praticamente estável na sexta-feira aos 101.521 pontos, na esteira do desempenho positivo no exterior.
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira depois de chegar a perder os 100 mil pontos no início manhã. O principal fator da bolsa foi a votação na Câmara que manteve o veto do presidente Jair Bolsonaro ao reajuste de servidores públicos.
O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em queda de 1,19%, fechando em 100.853,7 pontos. Após dia sem direção definida, as taxas futuras de juros fecharam em alta.
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