Quando nos tornamos invisíveis, ou quando esperamos que os outros puxem por nós, venham atrás de nós, ou nos façam sugestões, não estamos a assumir o nosso papel no mundo. Cada um de nós é único, importante e faz a diferença. Como é que estamos a assumir a responsabilidade perante a nossa vida e, consequentemente, perante a vida dos outros? É que a não decisão, o não dito, o não feito também tem um impacto sobre os outros.