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Chamamos de processo ativo de morte as últimas horas ou dias de vida, em que as funções fisiológicas do paciente declinam progressiva e irreversivelmente.
Ás vezes o plantão está corrido e fica faltando algo que você sabe que é importante. Ás vezes a gente tem dificuldade em uma situação específico ou não consegue entender porque um paciente não está melhorando. Pedir ajuda é sinal de cuidado. É reconhecer o conhecimento dos colegas e os nossos próprios vieses e dificuldades. É ser um bom profissional.
Uma parte essencial do atendimento do paciente grave é a comunicação com familiares. Acionar uma pessoa próxima assim que você reconhece a possibilidade de uma morte em horas é essencial. Priorizar e proporcionar um encontro (que muitas vezes pode ser uma despedida) também.
Ás vezes, atendemos em nossas salas de emergência, enfermarias ou UTIs um paciente muito grave. Com sinais de má perfusão, agitado, taquipneico, hipoxêmico. Como tomar as melhores condutas e se organizar da melhor forma como equipe?
O paciente que eu não consegui paliar.
Que vacinas fazem mal à saúde, ou que a indústria farmacêutica está "escondendo a cura natural do câncer"... Neste episódio damos algumas dicas sobre como se portar nessa situação tão desafiadora, que é infelizmente cada vez mais comum. Referência:https://www.mypcnow.org/fast-fact/responding-to-medical-conspiracy-theories/
Ora, se o profissional de saúde diz que precisa… Precisa, uai!
Mariela era portadora de fibrose pulmonar avançada e foi intubada.
Neste episódio discutimos uma pergunta recebida por WhatsApp (compartilhada com permissão) em que uma pessoa com doença grave em fase terminal corre o risco de ser submetida a um procedimento considerado pela familiar profissional de saúde como inadequado e potencialmente gerador de sofrimento. Como lidar com essa situação?
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