Podcast Página Cinco

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By Rodrigo CasarinArts
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Podcast Página Cinco episodes

  • #169 – As muitas faces da literatura de Italo Calvino
    Italo Calvino nasceu em outubro de 1923 em Santiago de las Vegas, em Cuba. Ainda pequeno foi morar com a família na Itália. Por lá que tocou a sua vida e construiu a obra que faz com que nos lembremos dele nesse centenário.
    Calvino foi um dos grandes escritores do século 20. Ele é dono de uma produção vasta e diversa. Na ficção, deixou livros como “O Visconde Partido ao Meio”, “As Cosmicômicas”, “Se Um Viajante Numa Noite de Inverno” e “As Cidades Invisíveis”, títulos marcados por características bem diferentes, como vocês poderão ouvir no papo a seguir.
    De sua não ficção, destacam-se coleções de ensaios como “Por Que Ler os Clássicos” e “Seis Propostas Para o Próximo Milênio”. Por conta da efeméride, a obra de Calvino vem ganhando novas edições pela Companhia das Letras, casa do autor no Brasil.
    Quem eu convidei para conversa a respeito da obra do italiano foi Adriana Iozzi Klein. Ela é doutora em teoria literária e literatura comparada pela USP, onde dá aulas, e fez especialização em literatura italiana na Universidade de Florença.
    Pesquisadora apaixonada pelo trabalho do autor, recentemente lançou “A Poética da Reescritura em As Cidades Invisíveis de Italo Calvino”. Publicado pela Nova Alexandria, é um estudo a respeito de um dos livros favoritos de Adriana, apontado por muitos como a obra-prima do italiano.
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    ** E aqui A Biblioteca no Fim do Túnel: https://www.livrariaarquipelago.com.br/a-biblioteca-no-fim-do-tunel-rodrigo-casarin
    1 hr 20 min
  • #168 – Cidinha da Silva: A crônica está muito viva porque o mundo está muito vivo
    “Forte é quem sabe ouvir, quem sabe dialogar, quem se comove com a dor das outras pessoas. Essa pessoa é forte”.
    É o que escreve Cidinha da Silva em “Foi Mesmo Ontem, Não Faz Tanto Tempo”, uma das crônicas de “Tecnologias Ancestrais de Produção de Infinitos”, publicado na virada de 2022 para 2023 pela Martelo.
    A obra é uma coletânea de textos nos quais a autora olha para questões mais duras de nossa sociedade, reflete a respeito aspectos do mercado editorial e, num momento mais leve, também escreve, dentre outras coisas, sobre o amor.
    Arapucas da profissão de escritora, o olhar da cronista e a vitalidade da crônica como gênero são assuntos do papo que batemos a partir de “Tecnologias Ancestrais de Produção de Infinitos”.
    Cidinha é uma autora de vasta produção. Como contista, venceu o Prêmio Clarice Lispector da Biblioteca Nacional em 2019 com “Um Exu em Nova York”. Já o infantil “O Mar de Manu” lhe valeu o Prêmio APCA de 2021.
    De sua obra ainda se destacam títulos como “Sobre-viventes”, “Oh, Margem! Reinventa os Rios” e “”Os Nove Pentes d’África”.
    A foto de Cidinha usada na arte do podcast foi feita por Vincent Bosson.
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    38 min
  • #167 – João Barone e a guerra contra nazifascistas do passado e do presente
    Como o filho de um pracinha, de um soldado que cruzou o Atlântico para lutar contra nazistas e fascistas na Segunda Guerra Mundial, se sentiu vendo as Forças Armadas do Brasil se aliando e servindo de pilar de sustentação para um governo de extrema-direita que frequentemente se valia de símbolos e de ideias nazifascistas?
    Essa era uma pergunta que tinha em mente quando convidei João Barone para uma conversa. Falamos sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, mas também conversamos a respeito da atuação do exército num passado mais recente e no presente do nosso país.
    Vocês certamente conhecem o Barone pela carreira musical. Ele é o baterista dos Paralamas do Sucesso, uma das maiores bandas de rock de nossa história. Fora dos palcos, inspirado pela trajetória do pai, o artista pesquisa e escreve sobre a participação brasileira na Segunda Guerra. São de Barone os livros “1942: O Brasil e Sua Guerra Quase Desconhecida” e “A Minha Segunda Guerra”.
    João lançou há pouco o que talvez seja seu último trabalho nessa área. Falo de “Soldado Silva, a Jornada de um Brasileiro na Segunda Guerra Mundial” (Livros de Guerra/ Panda Books), espécie de fotobiografia afetiva sobre a ida do pai para o conflito. Foi a desculpa para convidar o Barone pro papo que vocês ouvem agora.
    A foto de Barone usada na arte do podcast foi feita por Ricardo Borges/ Uol.
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    44 min
  • #166 – Presidente pornô: um romance lisérgico e sacana sobre nossa política
    Uma pornochanchada sobre a República brasileira. Uma literatura não histórica, mas histérica, escrita por uma autora que vê a ficção como o gozo da liberdade. Estou falando de “O Presidente Pornô” (Companhia das Letras), primeiro romance de Bruna Kalil Othero.
    Nele, Bruna incorpora em seu personagem principal, o Segundo-Sarnento Bráulio Garrazazuis Bestianelli, mandatário de um país chamado Plazil, aspectos de todos os homens que já passaram pela presidência do Brasil. Sublinho: homens. O romance é dedicado “às presidentas que vieram e que virão”.
    É a imaginação, a criatividade, a recusa da literatura domada e realista que permite à autora carregar nas tintas das baixarias públicas e imaginar as sacanagens privadas da política. O caminho para achar o equilíbrio num trabalho marcado pelos excessos, pelo escracho, foi um dos assuntos do papo que bati com a escritora.
    Bruna também escreveu livros como “Carne”, uma reunião de ficções”, e “Oswald Pede a Tarsila que Lave Suas Cuecas”, um dos seus três títulos de poesia. Mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal de Minas Gerais, também é professora e faz doutorado na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos.
    Na conversa nós passamos por essa experiência fora do país. Bruna ainda falou, dentre outras coisas, sobre a transgressão na arte, a admiração por Hilda Hilst e a necessidade de nos preocuparmos com a alfabetização artística das pessoas.
    A foto de Bruna usada na arte do podcast foi feita por Mauro Figa.
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    51 min
  • #165 – Todo entretenimento é político – papo com Samir Machado de Machado
    “O equilíbrio correto entre entretenimento e política pode resultar em ação prática”.
    Pesco a citação de “O Crime do Bom Nazista”, novo romance de Samir Machado de Machado (Todavia).
    A frase me parece ser um ponto de partida interessante para entendermos a obra de Samir, também autor de títulos como “Tupinilândia”, “Homens Elegantes” e “Quatro Soldados”
    Samir é um romancista que bebe em fontes como Agatha Christie e Arthur Conan Doyle para entregar aos leitores romances que tocam em temas como a discriminação histórica aos homossexuais e o fascismo que segue a atormentar a sociedade.
    São dois traços presentes nesse novo trabalho, aliás, um romance policial que se passa no começo dos anos 1930 dentro de um Zepelim.
    A investigação de um crime misterioso move a obra que espelha a ascensão do nazismo na Alemanha com o que vivemos nos últimos anos no Brasil. Da boca ou da letra de figuras públicas de nosso tempo que Samir pegou frases que se encaixam perfeitamente nas ideias dos personagens nazis de quase um século atrás.
    Falamos sobre isso no papo. Também passamos pelas pesquisas históricas que marcam o trabalho do autor e pelo fascínio que Samir segue tendo pelo Brasil colonial.
    Avisos:
    Já temos os primeiros lançamentos de “A Biblioteca no Fim do Túnel: Um Leitor em Seu Tempo”, livro que lanço pela Arquipélago. No dia 17 de agosto estarei na Livraria da Travessa de Pinheiros, na Fradique Coutinho, em São Paulo. Os autógrafos começarão às 18h30 e irão até umas 21h30, 22h. Vai ter bebidas? Se vocês levarem, com certeza!
    Já no dia 24 de agosto será a vez de Porto Alegre. Por lá, além dos autógrafos, rolará um papo com a Luciana Thomé. O encontro será no Instituto Goethe, a conversa começará às 19h. Também teremos algo em Salvador durante a Flipelô. Contarei mais detalhes nas redes sociais assim que estiver tudo certinho.
    E como esse segundo semestre será bem corrido por aqui, até o final do ano o podcast será publicado a cada duas semanas. Numa semana teremos a newsletter, na outra o podcast.
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    49 min
  • Pré-venda: “A Biblioteca no Fim do Túnel: Um Leitor em Seu Tempo”
    Começou a pré-venda de “A Biblioteca no Fim do Túnel: Um Leitor em Seu Tempo”, livro que lanço pela Arquipélago. Por enquanto, é pelo site da editora que a obra está disponível. Aqui o caminho: https://www.livrariaarquipelago.com.br/a-biblioteca-no-fim-do-tunel-rodrigo-casarin
    Quem comprar por lá, além de aproveitar um desconto e receber o trabalho antes dos demais leitores, também terá o exemplar autografado por mim. Prometo tentar caprichar para que a letra fique razoavelmente compreensível.
    Como a sinopse indica, “A Biblioteca no Fim do Túnel” é uma conversa descontraída em que a literatura é inseparável do cotidiano, da sociedade, do tempo que nos falta, das manias de cada um, da mesa de bar, do futebol, das eternas inquietações humanas e da imprescindível busca por prazer.
    Nessa conversa passeio por nomes como Umberto Eco, Carolina Maria de Jesus, Clarice Lispector e Murilo Rubião, além de títulos como “Cem Anos de Solidão”, “O Menino Maluquinho” e “Dom Quixote”.
    A crítica literária, pesquisadora e escritora Maria Esther Maciel, que assina a orelha, aponta que “A Biblioteca no Fim do Túnel” reúne “grandes bibliófilos do passado e do presente, sem deixar também de abordar a cultura pop, os quadrinhos, as polêmicas literárias, a literatura no boteco e as interseções entre ela e o futebol, evidenciando que os livros não se separam da vida prosaica”.
    Na arte do episódio está a capa inteira de “A Biblioteca no Fim do Túnel: Um Leitor em Seu Tempo”, com ilustração de Luísa Fantinel e design de Paula Hentges.
    Estou muito feliz com o resultado. É, de fato, um apanhado coeso sobre meu trabalho com os livros e a literatura. Também estou curioso para saber o que vocês, leitores, acharão dele.
    A pré-venda é uma etapa fundamental para que a editora tenha uma ideia de quanto o público está interessado na obra. Espero poder contar com a sua força nesse momento tão importante da minha carreira.
    3 min
  • #164 – O desafio de biografar Machado de Assis
    Quem é leitor e está pelo Twitter provavelmente acompanha ou, pelo menos, já trombou com alguma postagem do Machado de Assis Online - twitter.com/mdassisonline. A pessoa por trás dessa conta é o editor, escritor e jornalista Cláudio Soares.
    O Cláudio está há mais de década metido num trabalho hercúleo: escrever uma nova biografia de ninguém menos que Machado de Assis.
    O trabalho de Claudio já está bem encaminhado. A trajetória do autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e de “Dom Casmurro” deverá ser contada em três volumes, que começarão a ser publicados num futuro próximo, se tudo caminhar como previsto.
    É esse desafio de biografar o Bruxo do Cosme Velho que está no centro do papo que bati com o Cláudio. Vocês poderão ter uma ideia da dimensão da empreitada e de como a tecnologia tem auxiliado o biógrafo em algumas situações.
    Também falamos a respeito da recepção da obra de Machado após sua morte, o jeito como os leitores do século 21 olham para a sua literatura e conversamos sobre a forma como Cláudio mergulha em outros clássicos de nosso cânone nas caprichadas e bem detalhadas edições que publica pela Obliq, a sua editora.
    Um aviso: Como sempre, farei uma pausa no podcast no mês de julho. Momento de descansar um pouco e também de dar mais atenção a outros projetos, como o livro que estou para publicar.
    Estão sabendo? Vai se chamar “A Biblioteca no Fim do Túnel – Um Leitor em Seu Tempo” e sairá pela Arquipélago.
    Já tem texto a respeito dele na newsletter, aliás: https://paginacinco.substack.com/p/o-trabalho-que-da-escrever-um-livro
    E o podcast voltará, claro. Prometo novos episódios para agosto.
    * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/’
    ** E dois dos artigos citados por Cláudio no nosso papo:
    - https://www.brasildefato.com.br/2021/09/29/analise-a-invencao-do-bruxo-do-cosme-velho
    - https://www.brasildefato.com.br/2023/06/21/machado-de-assis-e-os-segredos-ocultos-de-dom-casmurro-o-que-ficou-de-fora-do-romance
    1 hr 11 min
  • #163 – As encrencas e a diversidade da língua: papo com Ana Elisa Ribeiro
    Ana Elisa não é da guarda patrulheira. É alguém que valoriza as nuances do idioma, o seu colorido, os seus desvios brincalhões. Ela vai na contramão da assepsia.
    É o que escreve Mariana Ianelli no prefácio de “Nossa Língua & Outras Encrencas”, novo livro de crônicas de Ana Elisa Ribeiro (Parábola). Como o título entrega, o foco do trabalho está na relação da autora com a língua portuguesa. O volume é uma reunião de textos que Ana escreveu ao longo de anos para a Revista Pessoa.
    Apresentar a Ana é uma tarefa ingrata. Profissional que atua em muitas frentes, ela dá aulas para turmas do ensino médio ao doutorado. Como escritora, dedica-se não só às crônicas, mas também à poesia, ao conto, aos livros infantis e aos juvenis, categoria que lhe valeu um Jabuti em 2022 graças a “Romieta e Julieu – Tecnotragédia Amorosa” (RHJ).
    Também pesquisa tecnologias ligadas à leitura e à editoração e atua como editora. É uma das cabeças por trás do selo Autêntica Contemporânea, por exemplo, atividade que fez parte do nosso papo. Nessa conversa falamos ainda sobre o momento dos autores latino-americanos, a literatura na sala de aula, caminhos para a edição e, claro, a relação com a linguagem, com as palavras.
    * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/’
    40 min
  • #162 – Carol Bensimon e a tal família tradicional brasileira
    Em junho de 1988, o radialista José Antônio Daudt foi assassinado com tiros de espingarda na frente do prédio onde morava. A suspeita é que o crime tenha sido cometido por um amigo: o médico Antônio Dexheimer, que estaria enciumado pela relação de Daudt com sua esposa.
    Tanto José quanto Antônio eram deputados estaduais no Rio Grande do Sul. Não é por acaso que o crime se tornou um dos mais famosos de Porto Alegre. É dessa história real que Carol Bensimon parte para criar o seu novo romance.
    Com as liberdades propiciadas pela ficção, em “Diorama” (Companhia das Letras) acompanhamos uma história semelhante àquela dos anos 80 se mesclar com o país embrutecido dos últimos anos. No centro da trama, Cecília, taxidermista que vive nos Estados Unidos assombrada tanto pelo passado quanto pelo presente de sua família no Brasil.
    Esse é o quarto romance de Carol, que estreou no gênero com “Sinuca Embaixo D’Água”, publicado em 2009. Depois vieram “Todos Nós Adorávamos Caubóis” e “O Clube dos Jardineiros de Fumaça”, que lhe valeu um Jabuti em 2018. Também contista, há pouco o seu primeiro livro voltou às livrarias. Falo de “Pó de Parede” (Dublinense), do qual tratamos no papo que vocês ouvirão a seguir.
    Há quase cinco anos morando nos Estados Unidos, também falamos sobre como a experiência tem influenciado a sua literatura e passamos por nomes como Cormac McCarthy, que morreu nesta semana.
    Aproveito, então, para sugerir que ouçam o episódio 156 do podcast. Nele há um papo com Daniel Galera sobre a obra de McCarthy, autor, dentre outros, do “Meridiano de Sangue”: https://open.spotify.com/episode/0jVwbRTwDy1HGxvQWr671v?si=p-csPHZYRVakK-f-o1FoOw
    * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/’
    1 hr 1 min
  • #161 – Histórias de um livreiro acidental: papo com José Luiz Tahan
    Enquanto Saraiva e Cultura, gigantes do setor, vivem suas pindaíbas, diversas livrarias de rua aparecem pelo país. Já escrevi sobre essa tendência numa edição da newsletter. Eis o caminho: https://paginacinco.substack.com/p/nao-contem-com-o-fim-das-livrarias
    José Luiz Tahan é um veterano nessa praia. Há 32 anos que ele toca a Realejo, livraria de rua de Santos que já se aventurou também pelos shopping centers da vida, onde não vingou.
    São principalmente as lembranças do negócio com a porta na calçada que estão em “Um Intrépido Livreiro nos Trópicos – Crônicas, Causos e Resmungos”, livro que Tahan lançou há alguns meses pela Vento Leste. Tem resenha dele na coluna, aliás: https://www.uol.com.br/splash/colunas/pagina-cinco/2023/04/05/crise-livrarias-historias-realejo-jose-luiz-tahan-livreiro-tropicos.htm
    Na obra, passeamos por recordações que envolvem gente como Pepe, ex-craque do Santos, e Chorão, ex-vocalista do Charlie Brown Jr., enquanto nos deparamos com olhares sobre os recentes caminhos do mercado editorial.
    Para dividir um pouco de suas memórias e observações sobre esse meio que convidei Tahan para a conversa que vocês ouvirão a seguir. Mas, antes, dois avisos.
    Primeiro, o áudio não está com a qualidade que costumo entregar para vocês. Peço desculpas, mas a internet não colaborou no dia da gravação.
    Segundo, essa gravação aconteceu já tem um tempo. Papeamos no começo de abril, então haverá uma referência ou outra sobre o que acontecia naquele momento – o São Paulo voltando para me fazer passar raiva após um longo período sem jogos, por exemplo.
    A foto de Tahan usada na arte do podcast foi feita por Flávio Sampaio.
    38 min

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O Página Cinco fala de livros. Dos clássicos aos últimos sucessos comerciais, dos impressos aos e-books, das obras com letras miúdas, quase ilegíveis, aos balões das histórias em quadrinhos.

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