Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • O novo rosto do parlamento francês
    Este é um dos raros dias onde a mesma manchete se pode ler nas primeiras páginas de jornais diferentes. Em causa o novo rosto da assembleia francesa após as eleições legislativas de domingo passado.
    A República centro-africana, os migrantes no norte da França ou o novo álbum da maliana Oumou Sangaré são também destaque na imprensa francesa.
    3 min
  • França: maioria absoluta sem adesão popular
    A segunda volta das legislativas francesas, que confirma a vitória de Emmanuel Macron na recente eleição presidencial,domina as colunas, páginas, comentários e análises e debates, na maioria dos diários de segunda-feira.O outro foco de actualidade , é o início das negociações entre o Governo de Londres e a Comissão de Bruxelas para a concretização do Brexit.
    5 min
  • França: haverá oposição?
    A segunda volta das eleições legislativas em França, questões sobre o macronismo e a reconfiguração política na França,a experiência da esquerda portuguesa em matéria de governação,as alegações de obstrução à justiça por parte do Presidente Donald Trump e a dívida pública da Grécia ,estão entre os destaques dos jornais desta sexta-feira.
    5 min
  • Moral, Justiça, Lei laboral, Terrorismo, Futebol...
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa estão dominadas por assuntos de política interna, nomeadamente, justiça e moral, mas também, reforma da lei laboral e ainda futebol.
    LE MONDE, titula Bayrou defende, na tormenta, a sua lei de moralização da vida política. Numa entrevista a este vespertino, o ministro francês da Justiça, explica o conteúdo da proposta de lei, que defende no conselho de ministros, para que haja mais confiança na vida democrática.
    Situações duvidosas vão encontrar uma resposta decisiva e será posta fim a práticas ou facilidades de tempos antigos, considera o ministro.
    Sobre o escândalo de assistentes parlamentares envolvendo o seu partido, MoDem, Bayrou afirma que nunca o seu partido teve uma prática criticável nesta matéria, nota LE MONDE.
    Moral e Política, o caso Bayrou, é o principal título do jornal LE PARISIEN, que nota que o ministro da Justiça, apresenta hoje a sua proposta de lei sobre a moralização da vida política, numa altura em que a justiça investiga sobre o financiamento de assistentes parlamentares do MoDem.
    Lei de "moralização", entre aspas: o mau exemplo dos candidatos Em Marcha, titula o jornal L'HUMANITÉ. Refundar a via democrática e suas velhas prágticas políticas, tais são as missões do governo de Macron, que durante a campanha presidencial afirmou que essa lei seria a base sólida da sua acção.
    Uma base toda rachada desde as revelações em catadupa sobre o seu ministro da coesão Territorial, Richard Ferrand e suspeitas judiciárias à volta de candidatos a deputados. A exigência de exemplaridade e de probidade é de geometria variável no mundo moderno promovido pelo Presidente Macron, nota L'HUMANITÉ.
    LIBÉRATION, por seu lado, titula Lei do trabalho 2, ilustrada por uma foto do Presidente e seu Primeiro-ministro, para sublinhar que eles estão dispostos a tudo. Motivos de despedimentos, acordos sectoriais, contratos de trabalhos... As primeiras pistas já estão sobre a mesa, confirmando assim as nossas precendentes revelações, nota LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, mas ainda ficando, na Europa, LA CROIX,  titula, Erasmus mudou a vida deles. Uma referência a esse progrma de intercâmbio, criada em 1987 e que devia abrager 10 por cento de estudantes europeus. 30 anos depois, o objectivo é duplicar esta percentagem.
    Um programa de bolsas de estudo e intercâmbio aos melhores estudantes, Erasmus  é a prova dos 9 de que a diversidade de línguas não é um obstáculo à comunicação. O obstáculo é que o programa Erasmus, é praticamente único do seu género no balanço europeu.
    Há que haver outras iniciativas deste calibre, nota LA CROIX, para a promoção da consciência de um património comum entre todos os cidadãos da União europeia. Um programa Erasmus para aprendizagem de um ofício está a dar os primeiros passos, mas chegou altura de lhe imprimir uma nova dimensão, acrescenta LA CROIX.
    Por seu lado, o grande título do jornal LE FIGARO, vai para imigrantes: a Europa frente a um novo desafio vindo de África. Como por altura das primaveras, a União europeia é confrontada com este desafio e 2017 é marcado por um aumento de refugiados económicos vindos do continente africano.
    Submersa, a Itália tenta canalizar a chegada de novos imigrantes enquanto sem renegar os seus valores de acolhimento, a Europa não deve apresentar-se ao continente vizinho como o espelho de um Eldorado sem limites nem fronteiras.
    A mentira é assassina e a África esvazia-se de um precioso sangue, sublinha LE FIGARO, no seu editorial, intitulado, Tragédia sem fim.
    Enfim, ainda o mesmo jornal, destaca igualmente o anúncio de um plano comum antiterrorista, em Paris, pelo presidente Macron e a primeira-ministra inglesa, May.
    Os dois estadistas que estiveram a assistir o jogo amigável de futebol ontem noite no Estádio S. Dinis, entre os seus dois países, com a França a ganhar por 3/2, um vento de frescura para a selecção francesa, titula L'ÉQUIPE.
    5 min
  • Euforia e choque após 1.ª volta das legislativas francesas
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por reacções à primeira volta das eleições legislativas e a estrondosa vaga do partido do Presidente Macron e aliados, enquanto a esquerda e a direita tradicionas estão à deriva.
    Exactamente, Neidy, as incógnitas do parlamento Macron, é o título do vespertino LE MONDE, que fará o Presidente sobre os postos chave da Assembleia nacional no dia 19 depois das legislativas? Várias centenas de deputados estreantes vão entrar na nova Assembleia, mas o partido República em Marcha do Presidente, Macron, já disse que não serão abandonados nesse mundo novo.
    Após a  vaga República em Marcha!, direita, esquerda e Frente nacional estão sob choque, replica LE FIGARO. O sucesso esmagador do movimento de Emmanuel Macron, provoca fortes turbulências em todos os partidos. 
    O panorama pós-primeira volta é uma República em Marcha, perante a sua vitória, uma direita apanhada pelas suas divisões, a esquerda afunda-se na crise e ajuste de contas na Frente, nota LE FIGARO.
    Esquerda e o desafio de mobilizar o eleitorado popular, titula L'HUMANITÉ. A esperança nascida nas presidenciais com o voto a favor de Jean-Luc Mélenchon, não pesou o suficiente para sacudir o jogo político. Contrariamente à vaga da República em Marcha, que aliada com os centrista do MoDem, poderão ocupar 70% da nova Assembleia com apenas 15,39 por cento dos votos da primeira volta.
    Foi a abstenção mas também a divisão dos seus adversários que amplicaram os resultados dos candidatos da coligação que ganhou a primeira volta, afirma o secretário-geral do Partido comunista, Pierre Laurent, ao jornal L'HUMANITÉ.
    Esquerda, varrida pelo vento, relança LIBÉRATION. Insubmissos, Partido socialista, Partido comunista, Ecologistas... serão um pouco mais de 50 deputados na futura Assembleia, num mapa político inteiramente redesenhado.
    Os riscos de uma hiper-maioria, é o título do jornal LA CROIX. A República em Marcha, em marcha, aliada ao MoDem, domina a primeira volta das legislativas, marcada por uma taxa de abstenção récorde.
    No seu editorial, intitulado o Paradoxo de um triumfo, LA CROIX, nota que a posteriori, pode-se ver na vitória do partido de Macron, um sinal anunciador da muita fraca taxa de participação na primeira volta. Mais de metade dos eleitores não foram votar e todos os paritidos políticos sofrem o impacto.
    Sem excepção: o total de votos da República em Marcha e do seu aliado, MoDem, é de um 1 milhão a menos do que o número de boletins de votos que votaram por Macron, na primeira volta das presidenciais, observa, LA CROIX.
    Mudando de assunto,  LE MONDE, por exemplo, Neidy, destaca o Clima e Trump que continua isolado. As discussões do G7 sobre o ambiente, ocorridas a 11 e 12 de julho, em Bolonha, Itália, resultaram numa declaração conjunta com aparência encorajadora mas que mascara a obstrução de Washington na luta contra o aquecimento global.
    Numa nota de roda-pé da declaração, pode-se ler que os Estados Unidos recusam associar-se ao esforço de redução de emissões de dióxido carbono, devido a prioridades internas. Confirma-se assim que Trump está isolado no seio da comunidade internacional, sublinha LE MONDE. 
    Enfim, em relação à África, LE FIGARO, dê relevo ao G20: Merkel coloca o continente africano no coração das preocupações, querendo favorecer investimentos privados nos países africanos, apoiando aqueles que registam sucessos.
    Reunidos em Berlim, no quadro duma conferência do G20 com a África, os participantes reafirmaram que o desenvolvimento mundial não será possível sem a participação de todos.
    Assim, ajudados pelas instituições financeiras internacionais e os parceiros do G20, que lhes fornecem peritos e lhes dão garantias, os países africanos que respeitarem o compromisso proposto pela chanceler alemã, Merkel, e que alguns chamaram, Plano Merkel, definiram os seus próprios projectos que favorecerão o seu desenvolvimento, nota LE FIGARO.
    5 min
  • Legislativas em França: vitória estrondosa para Emmanuel Macron
    O partido La Republique En Marche do Presidente Emmanuel Macron, grande vencedor da primeira volta das eleições legislativas, poderá obter no próximo domingo mais de 400 deputados num total de 577, a oposição foi aniquilada e os partidos tradicionais assolados por querelas internas foram despedaçados, esta a tónica dominante nos editoriais dos diários desta segunda-feira.
    6 min
  • França, eleições, Reino Unido e ex-patrão do FBI no Senado
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pelo fim de campanha para a primeira volta das legislativas em França e a nível internacional, a vitória com maioria relativa dos conservadores no Reino Unido e reacções à audição do ex-director do FBI pelo Senado americano.
    Educação: Macron corrige o ponto de Hollande, é o principal título do jornal LE FIGARO. Os anúncios do ministro da Educação, Blanquer, soam como uma correcção a medidas do ex-presidente Hollande, nomeadamente, o calendário escolar, a não repetência do ano, reposição de turmas bilingues e líguas clássicos como o latim e o grego.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula face à regressão em marcha, vamos eleger deputados de combate. No domingo, 11 de junho, os cidadãos podem escolher representantes que defenderão o interesse geral contra os planos anti-sociais anunciados.
    Que maioria para Macron?, replica em jeito de pergunta, o jornal LA CROIX. A primeira volta das legislativas de domingo ineicará a maioria do novo presidente da República na Assembleia nacional. O mesmo jornal, sublinha no seu editorial, que ninguém parece duvidar que Emmanuel Macron terá uma larga maioria após as eleições legislativas.
    Contra o estado de emergência permanente, pertence ao jornal LIBÉRATION, acrescentando que Macron tinha prometido sair desse estado de excepção, instalando-se  agora na moldura que belisca as liberdades individuais.
    É a excepção que confirma a regra do estado de emergência, sublinha LIBÉRATION, que teve acesso a um ante-projecto duma lei que Macron, estaria a preparar na matéria, espezinhando as suas promessas de campanha.
    Mudando de assunto, na política internacional, LE MONDE, faz o seu principal título com Reino Unido: a aposta perdida de Theresa May. Os conservadores deixaram de ter a sua maioria no Westminster, após eleições antecipadas, que May organizou para reforçar a sua base parlamentar.
    A 11 dias da abertura de negociações com Bruxelas sobre o Brexit, este resultado mergulha o Reino Unido em plena crise política . A afronta feita a Theresa May pode ser lida como uma recusa do seu Brexit duro que ela defende e que contesta o partido trabalhista em nome da defesa do emprego.
    É uma Primavera cruel que começa para a primeira-ministra britânica, sublinha LE MONDE no seu editorial.
    O segundo título mais importante deste vespertrino vai para a audição do exdirector do FBI, James Comey, ontem perante o Senado americano. No depoimento Comey esteve na pele de testemunha de acusação contra Trump. Ouvido pelo Senado sobre o inquérito russo, o ex-chefe do FBI, alimentou as suspeitas de intervenção russa nas eleições americanas, sem fornecer provas decisivas, acrescenta LE MONDE.
    Comey acusa publicamente Trump de "mentiras"; a administração escolheu difamar a sua pessoa e ainda mais grave difamar o FBI, sublinha Comey, citado pelo jornal LE FIGARO. 
    Ouvido pelo Senado, o ex-patrão do FBI, cujo depoimento passava em directo na televisão, lançou uma bomba reconhecendo ter orquestradas fugas à imprensa, através de um amigo a quem entregou o memorando escrito sobre as suas conversas com o Presidente Trump, com o objectivo deliberado de provocar a nomeação de um procurador especial.
    Senti-me obrigado a escrever o documento sobre os meus encontros com o Presidente, pois tive medo que ele mentisse, escreve por seu lado LIBÉRATION, citando James Comey. Um LIBÉRATION, que na introdução do seu artigo, escreve, que COMEY acusou Trump de ter mentido e de lhe ter ordenado a abandonar parte do inquérito sobre as relações de um ex-conselheiro, Flynn, com a Rússia.
    5 min
  • Desfecho incerto para eleições britânicas
    Com em pano de fundo o terrorismo e o Brexit, os britânicos votam nesta quinta-feira para eleger um novo Parlamento, que a Primeira-ministra cessante, Theresa May espera que seja a confirmação do plebiscito a maioria conservadora , que tem governado o Reino Unido nos últimos dez anos.Na França que vai às urnas para escolher igualmente uma nova Assembleia, à partir de domingo dia 11 de Junho,o debate tornou-se acérrimo em redor da reforma do código de trabalho, que serve de oportunidade para que os detractores do projecto de lei acusem o Presidente Macron de falta de transparência. A tensão nos países do Golfo e o Irão, vítima do terrorismo islamista.Estes são alguns dos focos de actualidade,nas edições de quinta-feira dos diários franceses.
    5 min
  • Crise no Golfo embaraça França
    O big-bang social que está a preparar o executivo chefiado pelo Emmanuel Macron em França,a crise entre os chitas e os sunitas na região do Golfo que leva a Arábia Saudita e os seus parceiros a ostracizar o Qatar, acusado de cumplicidade com o Irão xiita, o braço de ferro anunciado entre o Presidente Rohani e os guardiões da revolução no Irão, o terrorismo com mais um ataque à um polícia em Paris no adro da catedral Notre-Dame e as legislativas em França, estão entre os focos de actualidade nos jornais desta quarta-feira.
    5 min
  • Europa perante terrorismo islamista
    As eleições legislativas em França, a reforma da lei do trabalho e da gestão das relações entre patronato e sindicatos,as repercussões do ataque terrorista de sábado em Londres à escala europeia, a frente anti-Qatar na região do Golfo, estão entre os destaques nas edições dos diários de terça-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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