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É um comunicador nato e explica como o faz todos os dias.
Tribunais, aulas ou televisão são os seus palcos naturais.
E partilha alguns dos seus truques principais para manter a audiência interessada.
Hoje falamos de quem nasceu para falar.
Todos conhecemos pessoas que falam bem.
Que falam muito bem mesmo.
Será que nasceram assim?
Será que treinaram arduamente para chegar a um nível superior?
Exploramos estas pistas no episódio de hoje.
Tenho sempre uma lista atualizada das pessoas que me apetece ouvir falar.
Pessoas que seriam, potencialmente bons conversadores para partilhar com a audiência.
Mas a minha lista não uma simples sequência de nome e papéis.
Além do nome e da função social ou motivo para a conversa escrevo uma pequena descrição e logo a seguir a pergunta inicial, a curiosidade inicial que me fez pensar que aquela pessoa deve ser convidada.
Neste caso particular podia ter escrito:
Rogério Alves, advogado.
Mas não escrevi.
Porque me interessava falar com ele sobre comunicação pura.
Em particular sobre comunicação oral.
Sobre a arte da oratória.
Por isso escrevi no meu caderninho:
“Rogério Alves, um homem que sabe falar”
E parti em busca de saber como é que ele se organiza mentalmente para que depois apenas nos sirva palavras ordenadas, simples, rápidas e facilmente percebidas.
Claro que a conversa não fica só numa reflexão sobre a arte de comunicar.
Seria impossível ficar só aqui.
E lá fomos nós desfiando palavras e pensamentos sobre a ética, a governação do mundo e a maneira de se ser humano.
O talento natural para falar é uma bênção.
E o treino dá uma boa ajuda.
Quem nasceu com o dom da comunicação pode atingir mais rapidamente a excelência. Quem for menos dotado tem de aprender e repetir mais vezes para chegar à mesma bitola.
Mas nada dispensa o saber da matéria sobre a qual se fala.
É que falar sem conteúdo é propaganda vazia.
Comunicar mal um bom conteúdo é uma perda de tempo.
Esta edição tem múltiplas dicas de como bem comunicar.
A mais relevante de todas: a audiência é quem manda.
O comunicador está ao serviço da audiência e não de si próprio.
Quem não seguir esta regra arrisca fazer monólogos para o seu espelho. E isso não é comunicar. É autoestimulação do ego.
By Jorge CorreiaÉ um comunicador nato e explica como o faz todos os dias.
Tribunais, aulas ou televisão são os seus palcos naturais.
E partilha alguns dos seus truques principais para manter a audiência interessada.
Hoje falamos de quem nasceu para falar.
Todos conhecemos pessoas que falam bem.
Que falam muito bem mesmo.
Será que nasceram assim?
Será que treinaram arduamente para chegar a um nível superior?
Exploramos estas pistas no episódio de hoje.
Tenho sempre uma lista atualizada das pessoas que me apetece ouvir falar.
Pessoas que seriam, potencialmente bons conversadores para partilhar com a audiência.
Mas a minha lista não uma simples sequência de nome e papéis.
Além do nome e da função social ou motivo para a conversa escrevo uma pequena descrição e logo a seguir a pergunta inicial, a curiosidade inicial que me fez pensar que aquela pessoa deve ser convidada.
Neste caso particular podia ter escrito:
Rogério Alves, advogado.
Mas não escrevi.
Porque me interessava falar com ele sobre comunicação pura.
Em particular sobre comunicação oral.
Sobre a arte da oratória.
Por isso escrevi no meu caderninho:
“Rogério Alves, um homem que sabe falar”
E parti em busca de saber como é que ele se organiza mentalmente para que depois apenas nos sirva palavras ordenadas, simples, rápidas e facilmente percebidas.
Claro que a conversa não fica só numa reflexão sobre a arte de comunicar.
Seria impossível ficar só aqui.
E lá fomos nós desfiando palavras e pensamentos sobre a ética, a governação do mundo e a maneira de se ser humano.
O talento natural para falar é uma bênção.
E o treino dá uma boa ajuda.
Quem nasceu com o dom da comunicação pode atingir mais rapidamente a excelência. Quem for menos dotado tem de aprender e repetir mais vezes para chegar à mesma bitola.
Mas nada dispensa o saber da matéria sobre a qual se fala.
É que falar sem conteúdo é propaganda vazia.
Comunicar mal um bom conteúdo é uma perda de tempo.
Esta edição tem múltiplas dicas de como bem comunicar.
A mais relevante de todas: a audiência é quem manda.
O comunicador está ao serviço da audiência e não de si próprio.
Quem não seguir esta regra arrisca fazer monólogos para o seu espelho. E isso não é comunicar. É autoestimulação do ego.

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![Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente by Fundação Francisco Manuel dos Santos](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
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