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SALA TUSP #58 - GRUPO DE TEATRO DA ESCOLA POLITÉCNICA DA USP com Néia Barbosa
O GTP – Grupo de Teatro da Poli é um grupo de teatro não profissional que existe desde a década de 40, na Escola Politécnica da USP e pertence ao Departamento de Cultura do Grêmio Politécnico. O Grêmio atualmente é o sustentáculo financeiro do GTP, pois propicia a remuneração necessária aos profissionais da área de artes cênicas que faz parte do Grupo: uma coordenadora e quatro diretores de núcleo. Desde 2011 o GTP é coordenado por Néia Barbosa.
Néia Barbosa é formada em Relações Públicas, na Faculdade Cásper Líbero, mestre em Comunicação e Mídia e possui pós graduação em Psicodrama eе Artes Cênicas. Atua como coordenadora de relação sócioemocional no GTP - Grupo de Teatro da Poli/ Universidade de São Paulo. Trabalhou, entre outras faculdades, no Insper - Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia, desde 2018 a 2023, na área de Softskills, Relação sócio emocional, Storytelling e Comunicação Corporativa. Tem uma trajetória que abrange experiências em diversas áreas, desde instituições acadêmicas e nas artes cênicas até gestão de negócios.
Os Causos do Cadopô - podcast do Grupo de Teatro da Poli
SALA TUSP #57: OS FESTIVAIS DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DO TUSP NA DÉCADA DE 1990.
Este episódio da temporada especial Teatro Universitário, falamos com Abílio Tavares sobre o TUSP e seus festivais universitários.
Os festivais de Teatro do TUSP ocorreram na década de 1990 e, como conta Abílio, foi uma iniciativa do órgão para promover o teatro universitário.
Abilio Tavares é diretor e ator teatral, pesquisador e professor. Professor convidado do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes CAC - ECA USP, de 2012 a 2017. Mestrado em Artes (2008) e Doutorado em Artes (2013), pela ECA USP, (Menção Honrosa no Prêmio Tese Destaque USP 2013) Membro do Conselho Acadêmico da Cátedra Ingmar Bergman en Cine y Teatro da Universidade Nacional Autonoma de México - UNAM (2012 - 2014). Foi diretor do TUSP - TEATRO DA USP (1989 a 2006) e de seu conjunto artístico - Grupo TUSP -(1997)-(2005). Coordenou o Projeto Ademar Guerra de Estímulo ao Teatro no Interior do Estado, da Secretaria de Estado da Cultura de são Paulo (2008 - 2010) e o Projeto Tenda Cultural Ortega y Gasset (2013 - 2014) da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, onde atua na Assessoria Para Projetos Especiais (2010 - 2016). Atua, desde 2017, na assessoria para projetos especiais da Faculdade de Filosofia, letras e Ciências Humanas - FFLCH / USP e colabora, a partir de 2022 na Vice-Reitoria da Universidade de São Paulo com a implantação de Projetos Especiais.
Livro citado:
LIRA, José Tavares Correia de (org.). HISTÓRIA E CULTURA ESTUDANTIL: Revistas na USP. EDUSP; CPC, São Paulo, 2012.
Neste episódio da temporada especial Teatro Universitário, falamos com Pita Belli sobre o histórico Festival Internacional de Teatro de Blumenau.
O FITUB, com 28 edições anuais desde 1987, é um dos mais importantes eventos de ensino, pesquisa e extensão do calendário do teatro universitário brasileiro e sul-americano, seja pela sua natureza arrojada seja pela sua permanência e regularidade. As apresentações dos espetáculos estão vinculadas a debates e análises, que por seu elevado nível didático pedagógico, graças ao corpo de professores-artistas, cumpre papel decisivo no estímulo à criação e à indução de novas experiências cênicas por meio de uma crítica fortemente reflexiva de caráter eminentemente construtivo.
https://www.furb.br/web/3686/fitub-festival-internacional-de-teatro-universitario-de-blumenau/o-festival/fitub
Pita Belli (Patrícia de Borba) é atriz e diretora teatral. Graduada em Direção Teatral pela PUC/PR, especialista em Ensino da Arte pela Universidade de Blumenau - FURB, mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina -UDESC, pesquisa com ênfase em Improvisação Teatral. Foi coordenadora e professora do Curso de Teatro da FURB, diretora do Grupo Teatral Phoenix e coordenadora do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau por 15 edições. Atualmente integra o corpo da revista Olhares do Escola Superior de Artes Célia Helena, São Paulo.
Neste primeiro episódio da temporada especial do Sala USP sobre o teatro universitário, trazemos a reprodução de dois artigos publicados na revista Dyonisos, número 23, em 1978. São artigos sobre dois dos principais grupos universitários das décadas de 1940 e 1950, nas palavras de Paschoal Carlos Magno e Jerusa Simões.
Teatro Universitário - TU : Grupo existente, no Rio de Janeiro, de 1938 a 1950. Reunia alunos de diversos cursos e era ligado aos diretórios acadêmicos e a UNE.
Teatro do Estudante do Brasil - TEB : Fundado por Paschoal Carlos Magno, sediado no Rio de Janeiro de 1938 a 1952. Era mais livre em participação, integrado também por quem não era estudante. Para saber mais sobre Paschoal Carlos Magno, escute o episódio 45 deste podcast.
https://funartemaisdigital.funarte.gov.br/revistadionysos/?order=ASC&orderby=date&view_mode=cards&perpage=12&fetch_only_meta=&paged=1&fetch_only=thumbnail%2Ccreation_date%2Ctitle%2Cdescription
Daniel Schenker é graduado em jornalismo pela Faculdade da Cidade (1995), mestrado (2007) e doutorado (2013) pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), onde, nesse momento, cursa pós-doutorado. É autor do livro "Teatro dos 4 - A Cerimônia do Adeus do Teatro Moderno" (7Letras), resultado de sua pesquisa de doutorado. Atualmente é professor de teoria do teatro da Faculdade CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), crítico de cinema do jornal O Globo e em seu blog danielschenker.wordpress.com.
É membro do júri dos prêmios da Associação dos Produtores de Teatro (APTR), Cesgranrio e Questão de Crítica. Integrou as comissões de seleção da Eletrobras (Audiovisual/Longa-metragem), do FATE (Fundo de Apoio ao Teatro), do FOCA (Programa de Fomento à Cultura Carioca), do edital de teatro da Secretaria de Cultura do Estado e da mostra Seleção Brasil em Cena. Fez parte do júri da Fipresci (Fédération Internationale de la Présse Cinématografique) nos festivais de cinema de Fribourg, Miami, Montreal e Rio de Janeiro.
Este episódio do Sala TUSP foi ao ar em 24 de junho de 2022.
Luiz Felipe Batista Genú possui graduação em história pela Universidade Federal de Pernambuco (2011) e mestrado em história pelo Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (2016). Ao longo do mestrado, desenvolveu pesquisas sobre as articulações entre o teatro e a política em Pernambuco na década de 1960, tendo como referencial a trajetória do Teatro de Cultura Popular (TCP) do Movimento de Cultura Popular (MCP). Atualmente desenvolve pesquisas sobre o papel político dos intelectuais no desenvolvimento de políticas públicas para as áreas da cultura e educação.
GENU, Luiz Felipe Batista. “Atos Cênicos e Atos Revolucionários: O teatro de cultura popular do Recife (1960-1964)”. Recife, Editora Universitária da UFPE, 2020.
Este episódio foi ao ar em 03/06/2022.
Alexandre dal Farra é doutor pelo PPGAC da ECA/USP, mestre pelo DLM - FFLCH, USP, e bacharel pela Associação Santa Marcelina/Faculdades Santa Marcelina. Vencedor do XXV prêmio Shell de melhor autor em 2012, pela peça "Mateus, 10", é escritor, dramaturgo e diretor. Por suas peças, foi indicado diversas vezes para prêmios importantes de São Paulo e de todo Brasil, tais quais APCA, Aplauso Brasil, Prêmio Governador do Estado de São Paulo, Shell, Questão de Crítica. Recentemente, escreveu as seguintes peças, todas indicadas a prêmios: Trilogia Abnegação (que também dirigiu: Abnegação 1, 2014; Abnegação 2, 2015 e Abnegação 3, 2016); Teorema XXI (para o grupo XIX, em 2015); O Filho (para o grupo Teatro da Vertigem, em 2016); Ele escreveu uma peça sobre jovens (para o projeto Conexões, a convite do British Council); Conversas com meu pai (que dirigiu em conjunto com Janaina Leite, em 2014); BRUTO (em 2015, a convite do SESI-SP). Lançou em 2013 o seu primeiro romance, "Manual da Destruição" (Hedra). Fundou em 2001 o grupo Tablado de Arruar da Cooperativa Paulista de Teatro.
Tem experiência na área de Letras, com ênfase em línguas estrangeiras modernas, atuando principalmente nos temas: teatro, trabalho coletivo, literatura, luta de classes e cinema marginal. Em 2008 escreveu a peça Novos Argonautas / MEDEA, em parceria com a autora alemã Tina Rahel Völcker, em um projeto de intercâmbio criativo. Em 2011 participou, como convidado, do Theatertreffen, mais importante festival de teatro alemão. Tem mais de 15 peças teatrais encenadas por diversos diretores brasileiros e internacionais, com o apoio de importantes leis de incentivo, como a Lei de Fomento ao Teatro, Prêmio Myriam Muniz, Proac e Fundo de Cultura Alemão, entre outros. Colabora com inúmeros grupos de teatro do Brasil, como provocador, dramaturgo e dramaturgista. Dá oficinas em diversos locais, e trabalha como professor na Escola Livre de Teatro de Santo André, e na SP Escola de Teatro. Atualmente, integra o corpo docente da Faculdade de Artes do Corpo na PUC-SP.
Este episódio foi ao ar em 29 de abril de 2022. #TUSPemCasa
Viviane Becker Narvaes possui graduação (2004), licenciatura (2008) e mestrado (2007) em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com doutorado pela USP (2020). Atualmente é professora adjunta IV da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Chefe do Departamento de Ensino de Teatro. Coordena em parceria com outros docentes o Programa de Extensão Cultura na Prisão. Integra o Fuga Coletiv@ teatral. Tem experiência na área de artes, com ênfase em teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: história do teatro, espetáculo teatral, ensino de teatro, teatro e encarceramento.
Referências Bibliográficas:
NARVAES, Viviane. "O Teatro do Sentenciado de Abdias Nascimento: classe e raça na modernização do teatro do brasileiro". Tese de Doutoramento em Artes Cênicas. ECA-USP. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-19022021-183344/pt-br.php
URDIMENTO – Revista de Estudos em Artes Cênicas. Nº 39
O episódio foi ao ar em 31.03.2022.
O SALA TUSP, podcast que é uma sala virtual em que a gente conta histórias da História do Teatro, chega em 18 de março de 2022 a seu 50º episódio, após ter surgido como ação do #TUSPemCasa, programa que reuniu as atividades online do Teatro da USP desde o início da pandemia do Covid-19.
Karine Jansen possui graduação em direito pela Universidade Federal do Pará (1989), especialização pela Universidade de São Paulo (1992), mestrado em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2004) e doutorado em Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2008). Pertence a carreira do ensino básico, técnico e tecnológico da Universidade Federal do Pará, atuando nos cursos técnicos, tecnológicos, graduação e pós-graduação. Tem experiência na área de artes, com ênfase em ensino em artes cênicas, atuando principalmente com os temas de performance, artes cênicas, teatro, ensino das artes e memória.
Referência bibliográfica:
AMORIN, Ana Karine Jansen de. “Um fogo que se deita no mar, Um estudo sobre a marujada do município Quatipuru do Estado do Pará” (tese). Universidade Federal da Bahia, 2008.
O Sala TUSP começa 2022 em contato direto com Recife, Pernambuco, mais uma vez explorando a história do nosso teatro. Numa animada conversa com Rodrigo Dourado, pesquisador, tradutor e fundador/diretor do grupo Teatro de Fronteira, falamos sobre o grupo Vivencial Diversiones, gênero, a experiência teatral e a cena queer pernambucanas, e muito mais. Vem pra nossa sala!!!
O Vivencial Diversiones foi um grupo teatral de Olinda, Pernambuco, que surge em 1974 sob a influência do tropicalismo e da contracultura. Regido pelo sistema de produção cooperativada e pela criação coletiva, desenvolvendo uma espécie de teatralização da subjetividade de seus integrantes, o Vivencial se torna um marco de irreverência e transgressão na cena cultural pernambucana dos anos 1970 e 1980. (Enciclopédia Itaú Cultural).
Rodrigo Dourado é professor do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutor em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia, mestre em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, desenvolve pesquisa na área de performatividade e teatro contemporâneo; sexualidades e teatro; identidades e teatro; estudos queer. É também tradutor, dramaturgista e fundador/diretor do Teatro de Fronteira, com atuação em Recife (PE).
O episódio foi ao ar em 04 de março de 2022. #TUSPemCasa
Referências:
“Tatuagem”, filme de Hilton Lacerda. https://www.youtube.com/watch?v=UwSX2SlHpEg
DOURADO, Rodrigo Carvalho Marques. “Bonecas Falando para o Mundo: Identidades Sexuais 'Desviantes' e Teatro Contemporâneo”. https://repositorio.ufba.br/handle/ri/16487
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