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By Teatro da Universidade de São Paulo | TUSPArtsPerforming Arts
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Sala TUSP episodes

  • SALA TUSP #38: O OLHAR AFIADO DE JOÃO DAS NEVES, com Roberta Carbone

    Roberta Carbone possui graduação em educação artística, com habilitação em artes cênicas (2009) e mestrado em História do Teatro (2014), ambos na USP. Atualmente é doutoranda do Programa De Pós-Graduação em Artes Cênicas vinculado à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, sob a orientação da professora doutora Maria Silvia Betti e financiamento para pesquisa da CAPES/CNPQ.


    CARBONE, Roberta. “O trabalho crítico de João das Neves no jornal Novos Rumos em 1960: perspectivas sobre a construção de um fazer teatral épico-dialético no Brasil” Dissertação. ECA-USP, SP, 2014. (www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-20012015-152056/pt-br.php)

    O episódio foi ao ar em 8 de julho de 2021.

    56 min
  • SALA TUSP #37: A CENA INQUIETA, com Silvana Garcia

    Silvana Garcia é teórica, ensaísta e professora.  Pesquisadora que acompanha as atividades cênicas paulistas nos anos 1990, dedica-se a perceber o trabalho de grupo continuado junto às pesquisas experimentais e a dramaturgia contemporânea brasileira. Formou-se em direção teatral na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), em 1973, e teve a dissertação de mestrado Teatro da Militância, sobre o teatro de resistência no período da ditadura, lançada em 1990, assim como a tese de doutorado As Trombetas de Jericó, em 1997, dedicada ao teatro de vanguarda. Torna-se professora de matérias teóricas na Escola de Arte Dramática (EAD), assumindo sua direção de 1997 a 2000.

    Como dramaturgista, acumula algumas significativas realizações, como os espetáculos: "Farsas e Improviso", de Molière, e "Em Lugar Algum", adaptação do livro "Tempo de Despertar", de Oliver Sacks, ambos com direção de Beth Lopes; "Luzes da Boemia", de Ramón del Valle-Inclán, e "A Casa de Bernarda Alba", de Federico García Lorca, ambos em direção de William Pereira, Projeto Sesc Lorca na Rua, São Paulo, 1998; adapta o romance Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro para o Teatro Vila Velha, do baiano Márcio Meirelles, texto lido em Salvador, 2001.

    Sua produção ensaística registra contribuições internacionais importantes, como: "...Yet there is method in't. Ham-let. José Celso Martinez Corrêa", em "Gestos", University of California/Irvine (1995); "Vau da Sarapalha: la poética de Guimarães Rosa en escena", em "Teatro al Sur", Buenos Aires (1995);  "Jó, su cuerpo y Diós...", em "Teatro al Sur (1996); "Éxubérance et pluralité théâtrales. Bilan de la production théâtrale de São Paulo", em Teatro al Sur, edição especial em língua francesa (1996); "Production, Diffusion Et Public des Spetacles à São Paulo", surgida em "La Mediation Théâtrale", Bélgica (1998); "Un homme de spetacle bien brésilien: Antonio Nóbrega (1952)", em Teatro al Sur, edição especial em língua francesa/Festival de Avignon (1999).

    Junto às publicações brasileiras possui diversas contribuições, com destaque para "De Büchner a Bread & Puppet: Sendas do Teatro Político Moderno", no livro de J. Guinsburg, "Diálogos sobre Teatro", de 1992; "A Cena Classicista", na obra "O Classicismo", também de J. Guinsburg (1999), e "Do Sagrado ao Profano: O Percurso do Teatro da Vertigem", análise sobre o trabalho do grupo presente no livro "Teatro da Vertigem: Trilogia Bíblica" (2002).

    Em 2001, passa a dirigir a Divisão de Pesquisas do Centro Cultural São Paulo (CCSP) e lança no ano seguinte "Uma Odisséia do Teatro Brasileiro", que agrupou depoimentos dos mais expressivos criadores da cena brasileira contemporânea, numa série de encontros promovidos pelo Ágora - Centro para o Desenvolvimento Teatral.

    Silvana Garcia é assiduamente convocada como debatedora, curadora e integrante de comissão julgadora de encontros, eventos, festivais, premiações e editais em torno da produção teatral paulista.

    Referências:

    GARCIA, Silvana. "Teatro da Militância". SP, Perspectiva, 1990.

    GARCIA, Silvana. "As Trombetas de Jericó: Teatro das Vanguardas Históricas". SP, Hucitec, 1997.

    O episódio foi ao ar em 25 de junho de 2021. #TUSPemCasa

    58 min
  • SALA TUSP #36: GRUPO IMBUAÇA E A RUA NORDESTINA, com Lindolfo Amaral

    Diretamente de Sergipe, Lindolfo Amaral está conosco no SALA TUSP de hoje, neste primeiro episódio de junho. Vem cá ouvir com a gente! Já está no ar, no Anchor e nos principais agregadores de podcast! 

    Ator e professor do Grupo Imbuaça desde 1978, Lindolfo é graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Sergipe (1983). Possui Pós-graduação Educação Artística, com especialização em Teatro, pela Universidade Federal da Paraíba (1984). Fez o Curso Interamericano de Política e Administração Cultural de Pós-graduação na Universidade Federal da Bahia, com convênio OEA (1984). Tem mestrado (2005) e doutorado em Artes Cênicas (2013) e pós-doutorado (2016) pela UFBA. Sua atuação é principalmente na área de educação, com ênfase em artes e comunicação, teatro de rua, teatro popular, teatro brasileiro, dramaturgia e cordel.

    https://www.imbuaca.com.br/

    https://www.youtube.com/channel/UCR3vW1j6iQYnSKShJheZnRA

    O episódio foi ao ar em 11 de junho de 2021. #TUSPemCasa

    58 min
  • SALA TUSP #35: TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE NA AMERICA LATINA, com Luvel Garcia Leyva

    Luvel Garcia Leyva é pedagogo, critico e pesquisador teatral. Pós-doutorando da Faculdade de Educação da USP. Doutor em Ciências sobre Arte (história, teoria e critica do teatro) pela Universidade das Artes (ISA), Cuba. Doutor em Artes Cênicas (Pedagogia do Teatro) pela USP, com apoio da Fapesp (2016-2020) e mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, com apoio Capes (2013-2014) e Fapesp (2014-2015). Possui graduação em Arte Teatral, perfil em teatrologia, pela Faculdade de Artes Cênicas do Instituto Superior da Arte de Cuba (2004), diploma homologado pela Universidade de São Paulo como bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Teoria do Teatro; e especialização em Trabalho Comunitário na Educação Popular pela Associação de Pedagogos de Cuba (2007). 

    Tem trabalhado no campo da cooperação internacional em projetos de desenvolvimento cultural e educativo infantil e juvenil com entidades internacionais (IDEA), com a ONG suíça Zunzún (em parceria com a Academia Suíça para o Desenvolvimento) e com a ONG italiana GVC ONLUS - Gruppo di Volontariato Civile (em parceria com a União Europeia), dentre outras. 

    Foi professor em várias instituições da Educação Artística em Cuba e tem sido assessor dramático da televisão cubana. Durante doze anos atuou como especialista de teatro infantil no Teatro Nacional de Cuba. Foi Membro do Comitê Executivo Mundial da Associação Internacional de Teatro/Drama e Educação e Diretor de Jovem (IDEA) entre 2010-2013. Tem dado oficinas, cursos de formação de formadores e palestras sobre o trabalho teatral com crianças em Centros de Estudos em Arte, Universidades, Institutos, Centros Comunitários, ONGs de Cuba, México, Hong Kong, Coreia do Sul, Colômbia, Reino Unido, França, Guatemala, Brasil, Uruguai, Peru, Bolívia, Estados Unidos, entre outros. 

    Como critico e pesquisador teatral atua principalmente em torno dos seguintes temas: infância e cena contemporânea, ação cultural, processos artísticos com crianças em contextos vulneráveis da América Latina, subjetividade infantil. 

    O episódio foi ao ar em 29 de maio de 2021. #TUSPemcasa

    Referências: 

    LEYVA, Luvel Garcia. “Escenarios Infantiles Latinoamericanos: teatralidades y performatividades emergentes de la acción cultural”. ECA/USP, 2020.(https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27155/tde-02032021-130636/es.php)

    1 hr 12 min
  • SALA TUSP #34: SEBASTIÃO COMO PRATA, AQUELE QUE FOI GRANDE OTELO, com Tadeu Pereira dos Santos

    Tadeu Pereira dos Santos possui bacharelado (2005), licenciatura plena (2006) e mestrado (2009) em história pela Universidade Federal de Uberlândia e especialização em história africana e cultura afro-brasileira (2011). É doutor (2012-2016) e pós-doutor em história (2017-2018), também pela Universidade Federal de Uberlândia. Tem experiência na área de história, com ênfase em história do Brasil, principalmente nos temas: Ensino de História, Grande Otelo, Cultura popular, Negro, Cinema e História, educação e linguagens urbanas. Trabalhou como professor-substituto na área do Ensino de História na UFG/Regional Jataí e é aluno do Curso de Pedagogia à Distância da Universidade de Uberaba. Atualmente é professor efetivo do magistério superior da Fundação Universidade Federal de Rondônia, local em que desenvolve atividades no âmbito do Ensino de História. O episódio foi ao ar 20 de maio de 2021. #TUSPemCasa

    Referências Bibliográficas:

    SANTOS, Tadeu Pereira dos. “Entre Grande Otelo e Sebastião: tramas, representações e memórias.” UFU, Tese, 2016 (repositorio.ufu.br/handle/123456789/17715).

    53 min
  • SALA TUSP #33: O BUMBA-MEU-BOI DO MARANHÃO, com Itaercio Rocha

    Nosso convidado da semana é Itaercio Rocha, artista e estudioso das manifestações populares brasileiras, diretor, ator, escritor e cantor. Nascido no Maranhão em Humberto de Campos, município com o maior bumba-meu-boi do Brasil, Itaercio Rocha já viveu em Olinda (PE), São Luís (MA), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ) e Maringá (PR), antes de parar em Curitiba em 1996. 

    O interesse pelas culturas populares vem de berço: desde pequeno, recebeu influências culturais da família: seu pai, músico prático, tocava nas procissões, bumba-bois e bailes do interior; sua mãe fazia e regia a festa de coroação da Nossa Senhora e pastoris, além de participar de outras festividades populares e religiosas. 

    Dirigiu espetáculos junto ao grupo Mundaréu, tais como: "Guarnicê: uma singela opereta popular", "As Aventuras de uma Viúva Alucinada", "Cortejo Natalino", "Embala Eu", "Bambaê da Bicharada", "No Pé do Lajero", "A História do Homem que Saiu pelo Mundo Afora para Aprender a Tremer e se Arrepiar" e "Adamastô". Tem especialização em Estudos Contemporâneos em Dança – UFBA e FAV (2009), é graduado em Educação Artística com habilitação em artes cênicas pela FAP – Faculdades de Artes do Paraná (2000).

    Em 2006 lançou seu primeiro CD solo e autoral "Chegadim" e, em 2008, o Livro/Cd "Como é Bom Festa Junina III", em parceria com Mara Fontoura, com quem ainda escreveu o livro "Como Diz o Ditado". Lançou também o CD "Cancioneiro Popular", junto ao Hospital Pequeno Príncipe em 2009 e "Encanto de Brincar", junto ao mesmo hospital em 2013 . Desde 1999 coordena o Bloco Pré-Carnavalesco Garibaldis e Sacis, em Curitiba. Preside a Associação Recreativa e Cultural Amigos do Garibaldis e Sacis – ARCAGS, Curitiba. É professor da disciplina Relações Entre Arte Cultura e Currículo Escolar no curso de pós-graduação lato sensu promovido pelo ITDE (Instituto Tecnológico de Desenvolvimento Educacional). 

    No Instagram: @rochaitaercio 

    No Youtube: www.youtube.com/channel/UCze6nq8C-wXzBjEvuEAxTDw

    Referências: 

    CARVALHO, Luciana Gonçalves de. “A Graça De Contar: Um Pai Francisco No Bumba Meu Boi Do Maranhão”. São Paulo, Editora Aeroplano, 2011.

    Comédias do Bumba Meu Boi: behance.net/gallery/20054433/Comdias-do-Bumba-meu-boi-do-Maranhao

    57 min
  • SALA TUSP #32: GRUPO BAGACEIRA DE TEATRO, com Rogério Mesquita e Yuri Yamamoto

    O Grupo Bagaceira de Teatro é um grupo cearense de teatro experimental que completa 21 anos de existência em 2021. Através de espetáculos autorais, vem construindo uma linguagem peculiar.  Misturando referências plurais de forma inusitada, o grupo conseguiu associar suas provocações conceituais a uma comunicação acessível, conquistando assim a simpatia de público e crítica.

    Hoje, o grupo tem como integrantes Rafael Martins, Ricardo Tabosa, Rogério Mesquita, Tatiana Amorim e Yuri Yamamoto, tendo passado por diversos outros palcos de Fortaleza, como o Theatro José de Alencar, Cucas, Teatro do Dragão do Mar, Sesc, além dos palcos em vários outros estados do País. No repertório, peças como Lesados, O Realejo, Fishman, O Sr. Ventilador etc. 

    Aventurando-se também pelo audiovisual, o coletivo teve participação criativa e de produção no longa-metragem Inferninho, dirigido por Pedro Diógenes e Guto Parente e eleito o melhor longa-metragem cearense de 2019 pela Aceccine.

    O episódio foi ao ar em 07 de maio de 2021. #TUSPemCasa

    52 min
  • SALA TUSP #31: KUSNET, CAMINHOS DA INTERPRETAÇÃO – BRECHT E STANISLAVSKI, com Ney Piacentini

    Ator com 40 anos de ofício, Ney Piacentini, é integrante da Companhia do Latão desde a sua fundação em 1997. Em 2016 foi Indicado ao Prêmio de Melhor Ator pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por seu solo ESPELHOS. Em 2018 foi indicado ao Prêmio Aplauso Brasil pelo livro O ATOR DIALÉTICO e ao Prêmio Botequim Cultural - RJ como Melhor Ator Coadjuvante por LUGAR NENHUM, da Companhia do Latão. É professor, pesquisador teatral e ator e autor de livros sobre atuação e em 2014 recebeu o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro pela sua contribuição ao Teatro Paulista. 

    É pós-doutorando no Instituto de Artes da UNESP, com o projeto "A História da Atuação no Brasil". É professor temporário na Escola de Comunicação e Artes da USP, na disciplina Poéticas da Atuação II e atuou como orientador na Pós-Graduação de Direção e Atuação na Célia Helena Centro de Artes e Educação. Foi professor substituto no Instituto de Artes da UNESP na disciplina Laboratório de Atuação e de Processos da Performance V e VI e trabalhou como professor de Direção de Atores na Pós-Graduação em Direção Teatral na Faculdade Paulista de Artes. Possui doutorado e mestrado em Pedagogia Teatral pela ECA/USP. Publicou os livros O ATOR DIALÉTICO: VINTE ANOS DE APRENDIZADO NA COMPANHIA DO LATÃO (fruto do doutorado) e EUGÊNIO KUSNET: DO ATOR AO PROFESSOR (fruto do seu mestrado) e STANISLAVSKI REVIVIDO (Org. com Paulo Fávari). 

    O episódio foi ao ar em 30 de abril de 2021. #TUSPemCasa

    Para adquirir os livros de Ney Piacentini acesse:

    https://lojahucitec.com.br/

    1 hr 11 min
  • SALA TUSP #30: RUTH ESCOBAR, UMA MULHER DE TEATRO, com Alvaro Machado

    Alvaro Machado é doutorando em Artes Cênicas (História do Teatro) pela Escola de Comunicação e Artes da USP, com bolsa Capes/CNPq. Pesquisador na área de teoria crítica teatral e literária, em especial teatro brasileiro e cinema internacional. Possui graduação em Jornalismo/Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1983). Exerceu crítica nas áreas de teatro, cinema, artes visuais e música entre 1989 e 2000 nos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo. Participou como autor, colaborador e organizador em cerca de 60 edições de livros desde 1987. Entre 2000 e 2010 foi editor da Cosac Naify Edições nas áreas de cinema, fotografia e literatura. Exerceu crítica teatral semanal na revista Carta Capital de 2012 a 2016. Colabora em curadoria de artes cênicas com órgãos municipais de cultura de São Paulo.

    Referência bibliográfica:

    MACHADO, Alvaro. METADE É VERDADE — RUTH ESCOBAR. Edições Sesc, São Paulo, 2020.

    1 hr 6 min
  • SALA TUSP #29: A ESCOLA INTERNACIONAL DE TEATRO DA AMÉRICA LATINA E CARIBE, com Ileana Dieguez

    Ileana Diéguez Caballero é professora-pesquisadora do Departamento de Humanidades da Universidade Autônoma Metropolitana (UAM) – Cuajimalpa, na Cidade do México. Membro do Sistema Nacional de Pesquisadores do México, doutora em letras (2006) com pós-doutorado em história da arte (Unam), com apoio do Conacyt (2008-2009). 

    Ileana trabalha questões sobre arte, memória, representações de violência, luto, teatralidade e performatividades expandidas e sociais. É curadora independente de exposições ligadas a essas questões e, em particular, às relações entre arte, morte violenta e desaparecimento forçado na América Latina. Nesta linha, curou exposições de artistas latino-americanos na Cidade do México, Monterrey, Medellín-Antioquia, São Paulo e Salvador (Bahia). Curadora dos projetos "Des/montar a re/presentação" (realizado na UAM-Cuajimalpa) e "Desmontagens: processos de pesquisa e criação cênica" (realizado no Citru-Inba entre 2003 e 2009). 

    É autora dos livros "Cuerpos sin duelo: iconografías y teatralidades del dolor" (Córdoba-Argentina, DocumentA/Escénicas, 2013; México, Universidad Autónoma de Nuevo León, 2016, revisada e ampliada); "Poéticas del dolor: hacer del trabajo de muerte un trabajo de mirada" (Santiago de Chile, Oxímoron, 2017); "Des-tejiendo escenas: desmontajes: procesos de investigación y creación" (México, Universidad Iberoamericana-Citru/Inba/Conaculta, 2009); "Escenarios liminales: teatralidades, performances y política" (Buenos Aires, Atuel, 2007; México, Toma, Ediciones y Producciones Escénicas y Cinematográficas, A. C., 2014, revisado e ampliado, e Uberlândia, Edufu, 2011 e 2016, revisado e ampliado, em português). Também encontra-se publicado no Brasil o livro "Corpos sem Luto: Iconografias e Teatralidades da Dor", na tradução de Marlucia Mendes da Rocha (Bahia, Editora do Teatro Popular de Ilhéus).

    Referências:

    Documentário sobre o encontro da EITALC em Machurrucutu, Cuba. https://youtu.be/b7wfr_OGCCw

    58 min

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