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By Teatro da Universidade de São Paulo | TUSPArtsPerforming Arts
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Sala TUSP episodes

  • SALA TUSP #48: TEATRO E TERRA – A EXPERIÊNCIA DA CENA NO MST, com Douglas Estevam da Silva

    Neste último episódio de 2021, nosso convidado é Douglas Estevam, integrante da Coordenação Nacional de Cultura do MST e da Brigada Patativa do Assaré de Teatro. Ele é mestrando em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre Serguéi Tretiakóv, Bertolt Brecht e Walter Benjamin orientada pelo Prof. Dr. Paulo Arantes.  Graduado em História pela Universidade Federal da Fronteira Sul (2017). 

    Desenvolve pesquisas sobre a relação entre arte e sociedade e tem experiência nas áreas de teatro e história, com ênfase nos seguintes temas: arte, teatro, cultura política e cultura.

    O episódio foi ao ar em 17 de dezembro de 2021.

    1 hr 4 min
  • SALA TUSP #47: TEATRO COM ADOLESCENTES RECLUSOS EM CENTROS SOCIOEDUCATIVOS, com Karina Yamamoto

    Karina Ribeiro Yamamoto possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2003) e mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2009). Atualmente é professora de magistério superior da Universidade Federal do Tocantins. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, pedagogia do teatro, teatro educação, performance e dança.

    Referência Bibliográfica:

    YAMAMOTO, Karina Ribeiro, "Riso e Temor: Trajetórias Teatrais no Internato Pirituba – Fundação Casa". Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), 2009. (https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27155/tde-19112010-090557/pt-br.php)

    O episódio foi ao ar em 03/12/2021. #TUSPemCasa

    51 min
  • SALA TUSP #46: DIÁLOGOS DO TEATRO EM ESPAÇOS DE PRIVAÇÃO DE LIBERDADE, com Vicente Concílio

    Vicente Concílio é ator, diretor e professor da área de Teatro-Educação do Departamento de Artes Cênicas da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), integrando também o Programa de Pós-graduação em Teatro e o Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes) - CAPES da mesma instituição. É licenciado, mestre (2006) e doutor (2013) em artes cênicas pela USP. Sua pesquisa de mestrado refere-se a sua atuação como professor de teatro em contextos prisionais em São Paulo e foi publicada pela Ed. Hucitec, na coleção Pedagogia do Teatro. Seu doutorado, orientado por Ingrid Koudela, está publicado sob o título de "BadenBaden. Modelo de Ação e Encenação no Processo com a Peça Didática de Bertolt Brecht". Possui experiência na área de artes com ênfase em teatro, principalmente em pedagogia do teatro, jogos teatrais, teatro em contextos escolares, teatro em prisão e peças didáticas de Brecht. Coordenou a Área de Teatro do Programa de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) - Capes da UDESC entre 2011 e 2018 e o GT Pedagogia das Artes Cênicas da ABRACE (Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas) em 2017-2018.

    O episódio foi ao ar em 12 de novembro de 2021. #TUSPemCasa

    Referências: 

    CONCÍLIO, Vicente. “Teatro e Prisão: Dilemas da Liberdade Artística”. SP, HUCITEC, 2008.

    LUCAS, Ashley E. “Teatro em Prisões e a Crise Global do Encarceramento”. SP, HUCITEC, 2021.

    1 hr 7 min
  • SALA TUSP #45: PASCHOAL CARLOS MAGNO, O GIGANTE, com Fabiana Fontana

    Fabiana Siqueira Fontana possui bacharelado em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO (2005), mestrado pelo Programa de Pós Graduação em Teatro (2009) e doutorado também pela UNIRIO (2014). Formada também em arquivologia pela Universidade Federal Fluminense (2017). Professora na Universidade Federal de Santa Maria, no Departamento de Artes Cênicas, e autora do livro "Teatro do Estudante do Brasil de Paschoal Carlos Magno", e uma das organizadoras de "Arquivos e Coleções Privados Cedoc/Funarte: Guia Geral", ambos publicados, em 2016, pela Funarte. Tem experiência na preservação de acervos teatrais. Como pesquisadora, dedica-se às questões relativas à memória e história do teatro brasileiro, com ênfase no patrimônio documental das artes cênicas e no movimento amador.

    Referência Bibliográfica: 

    FONTANA, Fabiana Siqueira. Teatro do Estudante do Brasil de Paschoal Carlos Magno. Rio de Janeiro, Funarte, 2016.  (https://antigo.funarte.gov.br/edicoes-online/teb-o-teatro-do-estudante-do-brasil-de-paschoal-carlos-magno/?perpage=96&order=DESC&orderby=date&pos=11&source_list=collection&ref=%2Fedicoes-online%2F)

    55 min
  • SALA TUSP #44: TEATRO E POLÍTICA EM BRASÍLIA CONTRA O "PESADUME" DO MUNDO, com Fernando Villar

    Fernando Villar é autor, encenador, diretor e professor. Graduado com licenciatura em educação. artística e artes plásticas na Universidade de Brasília (1983), pós-graduação em direção no Drama Studio London (1991) e Ph.D em teatro no Queen Mary College, University of London (2001). 

    Artista fundador, diretor, autor, encenador e ator do Grupo Vidas Erradas (1983-89), do TUCAN (1992-2008) e CHIA, LIIAA! (2007)! e Chia Lia Jr. (2008). É professor do Departamento de Artes Cênicas da UnB desde outubro de 1991 e do Mestrado e Doutorado em Arte Contemporânea do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da UnB de 2002 a 2010, atualmente no Mestrado em Artes Cênicas da UnB, criado em 2014. 

    Professor visitante na Unicamp (2007) e University of Manchester (1994). Coordena e dirige o Laboratório Interdisciplinar de Investigação e Ação Artística (LIIAA), desde 2007, com seus braços artísticos, o coletivo CHIA, LIIAA! e o Chia Lia Jr.. Membro da Direção da ABRACE, Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas (2003-10). Vice-coordenador (2001-03) e Coordenador do GT Territórios e Fronteiras da ABRACE (2003-08). Pesquisa interpretação e encenação, teatro performance, interdisciplinaridades e indisciplinaridades artísticas contemporâneas, teatro brasiliense e William Shakespeare –  prática e teoricamente.

    Este episódio foi ao ar em 15 de outubro de 2021. #TUSPemCasa

    1 hr 8 min
  • SALA TUSP #43: CRÍTICA DA CULTURA, TEATRO MODERNO E A METRÓPOLE PAULISTA, com Heloísa Pontes

    Heloísa André Pontes é professora Titular do Departamento de Antropologia da Unicamp. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1980), mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1986), doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1996), pós-doutorado pela Stanford University (2002), livre-docente pela Unicamp (2008). Pesquisadora do Pagu, Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, bolsista de produtividade em pesquisa do Cnpq. Suas pesquisas se voltam à antropologia urbana, sociologia e etnografia da vida intelectual, história social do teatro brasileiro, e relações entre gênero e corporalidade.

    É membro do Comitê Acadêmico de Ciências Humanas da Fapesp (a partir de agosto de 2014). Foi membro do comitê acadêmico da Anpocs (2009-2010) e do comitê editorial dos Cadernos Pagu e da Revista Brasileira de Ciências Sociais. É autora, entre outras publicações, de "Destinos Mistos: os críticos do Grupo Clima em São Paulo" (Companhia das Letras, prêmio Cnpq-Anpocs de melhor obra científica em ciências sociais de 1998; prêmio “Alejandro Cabassa” concedido pela União Brasileira de Escritores em 2000] e "Intérpretes da Metrópole. História social e relações de gênero no teatro e no campo intelectual". [Edusp/Fapesp, prêmio Anpocs de melhor obra científica, 2011; finalista do Prêmio Jabuti em Ciências Humanas; menção honrosa na categoria "Literatura brasilena" (não ficção) do Premio Literario Casa de Las Americas 2012], publicado em 2016 na Argentina, pela Universidad Nacional de Quilmes.

    Já supervisionou 2 pós-doutorados e orientou 9 doutorados (dois deles premiados pela Capes, um pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular), 15 mestrados (um deles premiado pela Anpocs), 8 monografias de graduação (uma delas premiada pelo IFCH da Unicamp), 16 projetos de iniciação científica (dois deles premiados pela Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp) . É pesquisadora IC do Cnpq. Em 2016, recebeu o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz da UNICAMP por sua atuação como docente, pesquisadora e orientadora.

    O episódio foi ao ar em 2 de outubro de 2021.

    1 hr 6 min
  • SALA TUSP #42: ITÁLIA FAUSTA E MARIA DELLA COSTA, PIONEIRAS DO TEATRO MODERNO BRASILEIRO, com Tânia Brandão

    Tânia Brandão é graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É Livre Docente em Direção Teatral pela UNIRIO. Exerceu a função de crítica de teatro em diversos periódicos. Atualmente, é professora aposentada colaboradora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGAC/UNIRIO), integra diversas comissões de premiação, curadoria e de organização de eventos teatrais. É pesquisadora de História do Teatro Brasileiro e orientadora de pesquisas de Mestrado e Doutorado. É professora de Teoria e História do Teatro. Coordenou o GT Teatro Brasileiro da ABRACE até o VI Congresso (2010). Integrou o Júri do Prêmio Shell de Teatro RJ (2005-2010). Integra os Prêmios APTR de Teatro (2006), CESGRANRIO e Reverência Musical. Integrou o Fórum Mensal de Crítica de Teatro de O Globo (2008-2009). Atuou como crítica de teatro assistente de O Globo (2010/2014). Foi co-curadora do Festival de Teatro de Curitiba (2005/2015). Publica críticas de teatro e crônicas sobre a cultura carioca no Blog Folias Teatrais - http://foliasteatrais.com.br/

    Este episódio foi ao ar em 17 de setembro de 2021. #TUSPemCasa

    1 hr 24 min
  • SALA TUSP #41: TEATRO TRANSATLÂNTICO – BRASIL E PORTUGAL (Parte II), com Jorge Louraço Figueira

    Está no ar a segunda parte de nossa conversa com o dramaturgo, crítico e pesquisador Jorge Louraço Figueira, sobre teatro de grupo, memória e os cruzamentos dramatúrgicos entre os países lusófonos dos dois lados do Atlântico.

    Jorge Louraço Figueira é doutorando em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra (bolseiro da FCT), dramaturgo residente d’ O Teatrão (Coimbra), docente da ESMAE e crítico de teatro do jornal Público. É dramaturgo e escreveu Cassandra de Balaclava (Cão Danado, 2013), Teleganza (Nova Europa, 2011), Êxodos (Folias, São Paulo, 2008), Xmas qd Kiseres* (O Teatrão, 2002) e O Espantalho Teso (TNSJ, 2001); dirigiu Conta-me Como É, de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro (O Teatrão, 2014) e Pequena História Trágico-Marítima (TAGV, 2012); traduziu Cidadania, de Mark Ravenhill, Senti um Vazio, de Lucy Kirkwood, Onde É que Esconderam as Respostas, dos Third Angel, e Ricardo III, de Shakespeare; fez a Oficina de Escrita Teatral de A. Mercado no TNSJ, o Seminário Traverse Theatre nos Artistas Unidos, a Residência Internacional do Royal Court Theatre, e o Seminário de Escrita Teatral de J. S. Sinisterra no TNDM II; é doutorando em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra (bolseiro da FCT), dramaturgo residente d’ O Teatrão (Coimbra), docente da ESMAE e crítico de teatro do jornal Público.

    O episódio foi ao ar em 20 de agosto de 2021.

    55 min
  • SALA TUSP #40: AMIR HADDAD, TEATRO E UTOPIA, com Amir Haddad

    Amir Haddad é ator e diretor. À frente de grupos alternativos da década de 1970, fundamentou uma linha de trabalho que foi pesquisada significativamente por essa geração: disposição não-convencional da cena; desconstrução da dramaturgia; utilização aberta dos espaços cênicos; e interação entre atores e espectadores. Essa linha de pesquisa se sedimentará no seu trabalho como diretor a partir da fundação do Tá na Rua, em 1980, grupo que encabeça até hoje. 

    Em 1957, interrompe a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde tem como colegas José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, que o convidam para dirigir Cândida, de Bernard Shaw. Participa da criação do Teatro Oficina, trabalhando em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa, ambas em 1958. Em 1959, ainda com o Oficina, participa, entre outras, de A Incubadeira, de José Celso Martinez Corrêa, que lhe vale seu primeiro prêmio de melhor direção. Desligando-se do Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. 

    Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Lá é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no MAM - RJ que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau.  Com Tango, uma produção da atriz Tereza Raquel, Amir ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974, espetáculo que continua as experimentações do A Comunidade, chamando a atenção por colocar a plateia no palco, adotando a improvisação como um dos motores fundamentais da cena. 

    Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Em 1984 estreia com o grupo o espetáculo Morrer pela Pátria, de Carlos Cavaco, encenado por mais de três anos, contribuindo para a pesquisa de demolição da linguagem do teatro convencional do conjunto, que desemboca no seu trabalho de teatro de rua. 

    A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua. A capacidade de transitar com a mesma desenvoltura entre produções convencionais e megaespetáculos populares faz de Amir um diretor singular no cenário do teatro brasileiro contemporâneo.

    Realiza também trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000. 

    Como professor trabalha de 1961 a 1964 na Escola de Teatro do Pará, em Belém. A partir daí sua atividade docente é permanente. De 1966 a 1973 dá aulas na Escola de Teatro da Federação das Escolas Federais Isoladas no Estado do Rio de Janeiro, atual Universidade do Rio de Janeiro, e entre 1965 e 1978 na Escola de Teatro Martins Pena. Trabalha na Formação do Núcleo de Teatro da UERJ, de 1992 a 1995, além de aplicar cursos em muitos eventos de artes cênicas no país e no exterior, sendo, inclusive, pedagogo convidado da Escola Internacional de Teatro Latino-Americano e Caribe, em Havana. 

    (Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural)

    O episódio foi ao ar em 6 de agosto de 2021. #TUSPemCasa

    1 hr 2 min
  • SALA TUSP #39: TEATRO TRANSATLÂNTICO – BRASIL E PORTUGAL (Parte I), com Jorge Louraço Figueira

    Jorge Louraço Figueira é dramaturgo residente d’O Teatrão (Coimbra), docente da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto), crítico de teatro do jornal "Público" e doutorando em estudos artísticos na Universidade de Coimbra, com bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Como dramaturgo, escreveu "Cassandra de Balaclava" (Cão Danado, 2013), "Teleganza" (Nova Europa, 2011), "Êxodos" (Folias, São Paulo, 2008), "Xmas qd Kiseres*" (O Teatrão, 2002) e "O Espantalho Teso" (TNSJ, 2001); dirigiu "Conta-me Como é", de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro (O Teatrão, 2014) e "Pequena História Trágico-Marítima" (TAGV, 2012); traduziu "Cidadania", de Mark Ravenhill, "Senti um Vazio", de Lucy Kirkwood, "Onde É que Esconderam as Respostas", dos Third Angel, e "Ricardo III", de Shakespeare; fez a Oficina de Escrita Teatral de A. Mercado no TNSJ, o Seminário Traverse Theatre nos Artistas Unidos, a Residência Internacional do Royal Court Theatre, e o Seminário de Escrita Teatral de J. S. Sinisterra no TNDM II.

    O episódio foi ao ar em 23 de julho de 2021. #TUSPemCasa

    1 hr 15 min

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