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Monilson dos Santos é nego fugido, quilombola de Acupe, antigo quilombo Vai-Quem-Quer, em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. Também é doutorando em Artes Cênicas pela ECA-USP, mestre em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2014, e integrante dos grupos de pesquisas NAPEDRA: Núcleo de Antropologia, Performance e Drama-USP; Terreiro de Investigações Cênicas: Teatro, Brincadeiras, Rituais e Vadiagens-UNESP e do grupo Cachuera de Artes da Associação Cultural Cachuera-SP.
É ator/dançarino (brincador) e coordenador das atividades de arte-educação da Associação Cultural Nego Fugido-BA; seu conhecimento prático em dança, teatro e objetos performáticos é proveniente da vivência e pesquisa com as expressões populares da cultura do Recôncavo Baiano.
PINTO, Monilson dos Santos. O Nego Fugido: O Teatro das Aparições. UNESP, São Paulo, 2014 | repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/115853/000806554.pdf
Nego Fugido: https://youtu.be/syLTtH2M6CA
Caretas de Papelão: https://youtu.be/pICQhAIKRXA
O episódio foi ao ar em 23 de outubro de 2020.
Ermínia Silva possui graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1980), graduação e mestrado em História pela UNICAMP (1993) e doutorado em História da Cultura também pela UNICAMP (2003). Escreveu dois livros: Circo-teatro: Benjamim de Oliveira e a teatralidade circense no Brasil (Altana, 2007); e Respeitável Público... o circo em cena, em coautoria com Luiz Alberto de Abreu (Funarte, 2009). Desenvolve atividades de formação e de pesquisa na Escola Nacional de Circo - Funarte (RJ); é co-coordenadora do Grupo Circus - FEF-Unicamp, e coordenadora, com Daniel de Carvalho Lopes do site www.circonteudo.com.br, um vasto banco de dados sobre a arte circense no Brasil e que tem sido referência para trabalhos acadêmicos no campo da história da cultura e das artes cênicas.
Tem experiência de atuação na área de História, com ênfase em cultura, com foco nas temáticas do circo, circo-teatro, artes cênicas, cômico, teatro-filosofia e formação de ator. Vem produzindo conhecimento na interface entre a história do circo, com ênfase no Brasil, e a construção da memória, científica ou não, da produção cultural na sociedade brasileira do séc. XIX até hoje. Tem debatido a produção do circo-teatro e os estudos acadêmicos brasileiros sobre teatro, música, rádio, cinema e televisão, utilizando-se da teatralidade circense como analisador dessa construção.
Referências:
SILVA, Erminia. Circo-teatro: Benjamim de Oliveira e a teatralidade circense no Brasil. Editora Altana. São Paulo, 2007.
TAMAOKI, Verônica e AVANZI, Roger. Circo Nerino. Editora Codex. São Paulo, 2004.
www.circonteudo.com/autor-do-artigo/robson-correa-de-camargo/
www.circonteudo.com
O episódio foi ao ar em 16 de outubro de 2020.
Neste episódio do SALA TUSP, recebemos com orgulho em nossa sala virtual Márcio Meirelles, encenador, dramaturgo e gestor cultural baiano, criador do Bando de Teatro Olodum e diretor do Teatro Vila Velha.
Arquiteto de formação, ligado às artes visuais, Marcio Meirelles começa sua atuação junto ao teatro em 1972. Funda em 1976 o Grupo de Teatro Avelãz & Avestruz, importante e inovador coletivo da cena baiana, que trazia em seu elenco figuras que seriam fundamentais ao nosso teatro, como Maria Eugênia Millet, Fernando Fulco e Hebe Alves.
Em 1982, funda “A Fábrica”, espaço cultural e de formação. Na mesma época desenvolve projeto para a Fundação Gregório de Matos e monta "Gregório de Matos de Guerras", sua primeira incursão mais aprofundada na pesquisa de uma identidade baiana ligada à tradição afro-brasileira.
Em 1987, assume a direção do Teatro Castro Alves, e em seguida, cria o Bando de Teatro Olodum apoiado pelo bloco afro de mesmo nome, levando o resto do país a reconhecer a identidade negra e própria do teatro baiano. Em 1992, Meirelles trabalha ao lado do cineasta alemão Werner Herzog na montagem de um espetáculo grandioso: "Floresta Amazônica em Sonho de Uma Noite de Verão", adaptação de Shakespeare por ocasião da ECO 92 no Rio. Em 1995, escreve com o Bando e Aninha Franco, além de criar cenário e figurinos, o texto "Zumbi", encenado pelo Black Theater Co-op em Londres.
Em 1994, passa a coordenar o Teatro Vila Velha. Ao assumir a coordenação do Projeto Novo Vila, Márcio prevê a revitalização do teatro histórico no Passeio Público de Salvador. Marcio foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia de 2007 a 2011. Em 2019, encenou o espetáculo “Embarque Imediato” em comemoração aos 80 anos de Antonio Pitanga. No mesmo ano, recebe o título de Doutor Honoris Causa pela universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
https://www.teatrovilavelha.com.br/
Programação das próximas semanas do Teatro Vila Velha:
TEATRO DECOMPOSTO | De 16 a 18/10, a Companhia Teatro dos Novos apresenta a terceira temporada de "Fragmentos de um Teatro Decomposto". O livro de peças curtas do dramaturgo Matéi Visniec foi traduzido por Alexandre David e encenado por Marcio Meirelles totalmente à distância. A montagem reúne monólogos que tratam de cidades invadidas por pragas, isolamento, solidão. A banalidade do dia a dia, destruída por eventos inexplicáveis. Ingressos à venda no Sympla (sympla.com.br/teatrovilavelha) e custam R$10, R$20 e R$ 50 (a critério do comprador).
AS PALAVRAS DE JÓ | De 23 a 25/10, sempre às 20h, Marcio Meirelles, apresenta ao vivo a leitura de "As Palavras de Jó", de Matéi Visniec. Marcio já protagonizou este monólogo em 2015, retomou o texto no formato leitura em janeiro de 2020 no palco do Vila e agora o apresenta no formato web teatro. Jó é um personagem bíblico que atravessa terríveis provações sem perder a fé em Deus. Ao contrário dele, o Jó de Visniec confessa constantemente ao público sua fé no ser humano e narra as violências que sofreu por conta dessa crença. Ingressos à venda no Sympla (sympla.com.br/teatrovilavelha) e custam R$10, R$20 e R$ 50 (a critério do comprador).
O episódio foi ao ar em 9 de outubro de 2020.
Neste episódio visitamos as salas de Orquidéa Abril Marinho e Cíntia Di Giorgi, em Praia de Pipa/Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, para uma conversa sobre o drama potiguar, uma tradição oral essencialmente comunitária – e feminina – dessa região.
Orquidéa Abril Marinho é líder do Drama da Praia de Pipa, musicista e presidente da ONG Educapipa (www.fb.com/Educapipa/).
Cíntia Di Giorgi, diretora e pesquisadora, desenvolve pesquisa com atores desde 1998. Sua experiência profissional começa no teatro e, em 1998, inicia pesquisa com atores dentro da TV Globo, onde permaneceu por oito anos trabalhando também com dramaturgia. Preparou e pesquisou atores para longas-metragens como “Cama de Gato” de Alexandre Stockler, “Carandiru” de Hector Babenco, “Quanto Vale ou é por Quilo” de Sergio Bianchi. Estudou na Escola de Arte Dramática de Moscou - GITIS entre outras, e aprofundou seus conhecimentos em interpretação com Augusto Boal no Teatro do Oprimido, direção cinematográfica com Fernando Meirelles, dramaturgia com Samir Yazbek, e Técnica Stanisláviski com Valentin Tepliákov. No decorrer de sua pesquisa como preparadora de elenco, acompanhou no Brasil os trabalhos do russo Adolf Shapiro e do espanhol José Sanchis Sinisterra . Em 2010, o curta “Aphasia”, que assina como diretora-assistente, foi selecionado para o Mostra Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Atualmente desenvolve pesquisa em antropologia visual.
TEASER: https://youtu.be/2qPZ-01H67E
Neste episódio do Sala TUSP, nossa convidada é Raissa Gregori, atriz, professora e pesquisadora, que conversa com a gente sobre a vida e as lutas de Dulcina de Moraes, atriz, empresária teatral e criadora da Fundação Brasileira de Teatro. O episódio foi ao ar em 25 de setembro de 2020.
Raissa Gregori é atriz, formada pelo Teatro-escola Célia Helena e pelo CPT – Centro de Pesquisa Teatral, de Antunes Filho; graduou-se em filosofia na USP em 2005; e é mestre em Literatura pela Universidade de Brasília. É presidente do conselho da Fundação Brasileira de Teatro, em Brasília, criada por Dulcina.
Estudou com grandes atrizes brasileiras como Cleyde Yáconis, Juliana Carneiro da Cunha e Fernanda Montenegro. Atuou nas peças Hysteria (Grupo XIX de Teatro), Guerra Cega Simplex (Coletivo Bruto), O Que Você Foi Quando Era Criança (Cia. da Mentira), Mateus, 10 e A Farsa do Monumento (Tablado de Arruar), e é fundadora dessas respectivas companhias. Integrou também a Cia. Ocamorana de Márcio Boaro e Iná Camargo Costa. No cinema, integrou o elenco dos filmes Corpo Presente (dir. Marcelo Toledo e Paolo Gregori) pelo qual concorreu ao prêmio Sesi-Fiesp de cinema, A Encarnação do Demônio (dir. José Mojica Marins), O Dilema do Prisioneiro (dir. Ángel Garcia Crespo) e Filmefobia (dir Kiko Goifman) e do média-metragem Coisas Perigosas e Belas (dir. Marcelo Toledo e Juliana Rojas). Em televisão atuou no telefilme Irina (dir. Sabrina Greve) exibido na TV Cultura. Preparou o elenco e atuou no longa Invasores (dir. Marcelo Toledo).
Foi artista-orientadora de teatro no Programa Vocacional da Prefeitura de São Paulo desde sua implementação. Por três anos foi preparadora de atores e docente de história do cinema no Studio Fátima Toledo. Atualmente coordena um curso de atuação para Cinema e TV na AIC, Academia Internacional de Cinema de São Paulo; e colabora com a Cia. Coletivo de Quartas, ligada ao departamento de Literatura da UnB.
Links:
https://www.dulcina.art.br/fundacao-brasileira-de-teatro
Eduardo Moreira, nosso convidado neste SALA TUSP, fundou em 1982 o Grupo Galpão, do qual é um dos alicerces e seu diretor artístico. Ao longo destes quase 38 anos, ele participou de todas as 24 montagens do grupo, tendo ganhado prêmios por suas atuações em espetáculos como “De Olhos Fechados” (ator-revelação em 1983), “O Inspetor Geral” (ator coadjuvante em 2003), “Um Molière Imaginário” (melhor diretor em 1998), tendo sido ainda indicado ao prêmio Molière no Rio por sua atuação em “A Rua da Amargura” (1995) e prêmios SESC/SATED por trabalhos de ator em “Álbum de Família” (1991), “Um Trem Chamado Desejo” (2000), “Um Homem é um Homem” (2007) e “Tio Vânia” (2012).
Dirigiu também inúmeros espetáculos em parceria com diferentes grupos no Brasil e no exterior, com o Dell’Arte Company da Califórnia (EUA); Clowns de Shakespeare, de Natal (RN); Teatro da Cidade e Teatro da Aldeia, de São José dos Campos (SP); grupo Boca de Cena de Aracaju (SE) e os grupos mineiros Grupontapé de Uberlândia e Maria Cutia, Malarrumada e Galpão Cine Horto de BH.
Como dramaturgo escreveu vários textos como “De Tempo Somos”, “Nós” e “Outros”, montados pelo Galpão, além de adaptações de “Os Gigantes da Montanha”, de Luigi Pirandello, e “Um Molière Imaginário”, a partir de “O Doente Imaginário” de Molière.
Escreveu os livros “Grupo Galpão: 25 anos de Encontros” e sete volumes da coleção de diários das montagens do grupo, relatando o dia a dia de ensaio dos espetáculos “A Rua da Amargura”, “Encontro com Paulo José”, “O Inspetor Geral”, “Um Homem é um Homem”, “Till, a Saga de um Herói Torto”, “Tio Vânia” e “Os Gigantes da Montanha”.
Site: https://www.grupogalpao.com.br/
O episódio foi ao ar em 18 de setembro de 2020. #TUSPemCasa #grupogalpão
O coreógrafo, diretor e ator Ciro Barcelos é nosso convidado mais que especial neste episódio do Sala TUSP, o podcast do Teatro da USP. Ele conversa com a gente sobre a trajetória e a influência do Dzi Croquettes, desde seu surgimento até os dias de hoje.
Ciro Barcelos iniciou carreira aos 8 anos de idade apresentando-se no programa infantil de calouros da Rádio Gaúcha, O Clube do Guri, ao lado de Elis Regina, também menina. Estreou no teatro profissional aos 17 anos no musical Hair (1970). Fez parte do grupo Dzi Croquettes em sua formação original. Exilado com o Dzi, permaneceu 8 anos na França onde completou estudos de balé clássico e teatro. Como bailarino trabalhou com grandes companhias internacionais, entre elas Pina Bausch e Maurice Bejárt (ballet do Século XX). Filmou com os cineastas franceses Claude Lelouche e Jaques D'emy. De volta ao Brasil em 1980, fundou a Cia. Balé do Terceiro Mundo. Contratado pela Globo como coreógrafo, criou e coreografou a famosa abertura do Fantástico na qual emergia das águas. Coreografou shows de Ney Matogrosso e Gal Costa, é autor e diretor de vários espetáculos de sucesso, entre eles o musical Francisco de Assis que ficou 12 anos em cartaz. Em 2012, remonta o Dzi Croquettes com elenco de jovens atores bailarinos. Desde então vem se dedicando a propagação do Dzi Croquettes como linguagem teatral por eles desenvolvida, que ainda hoje influencia atores no Brasil e no exterior.
O episódio foi ao ar em 11 de setembro de 2020. #TUSPemCasa
- Documentário Dzi Croquettes (2009, dir. Tatiana Issa e Raphael Alvarez, roteiro de Tatiana Issa): www.youtube.com/watch?v=OGrIMj-4UWc
Numa conversa sobre o besteirol no teatro brasileiro, o pesquisador Luís Francisco Wasilewski é o nosso convidado esta semana no Sala TUSP – o podcast do Teatro da USP em que a gente conta histórias da História do Teatro.
Luís Francisco Wasilewski é pós-doutor em Estudos Culturais pelo Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ, sob supervisão de Heloísa Buarque de Hollanda (2019). Doutor e mestre em Literatura Brasileira pela USP (2009), possui graduação em Letras, licenciatura em Português e Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004). Em 2010, lançou o livro "Isto é Besteirol: O Teatro de Vicente Pereira". No ano de 2011 trabalhou no Rio de Janeiro, onde foi o curador da exposição "Assim Era o Besteirol", no Centro Cultural Candido Mendes. Em 2016, trabalhou como pesquisador na reedição de Caio Fernando Abreu: Cartas publicada pela e-galáxia. Desde 2007 atua como repórter e crítico teatral do site Aplauso Brasil. Atualmente colabora com a Revista Quero Teatro.
O episódio foi ao ar em 4 de setembro de 2020.
WASILEWSKI, Luís Francisco. “Isto é Besteirol: a dramaturgia de Vicente Pereira no âmbito do Teatro Besteirol” (https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-16042009-151758/pt-br.php)
WASILEWSKI, Luís Francisco. “A receita do sucesso do dramaturgo no Teatro Besteirol: o estudo da comicidade na obra dramatúrgica de Mauro Rasi entre os anos de 1978 e 1985” (https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-17092015-153049/pt-br.php)
TATUAGEM, de Hilton Lacerda. (https://globosatplay.globo.com/assistir/c/p/v/6421857/)
Está no ar o décimo episódio do SALA TUSP, o podcast do Teatro da USP, com nosso convidado especial, o professor, pesquisador e músico Salloma Salomão. O episódio foi ao ar em 27 de agosto de 2020.
Músico, professor e pesquisador de Cultura Negras, Afrodiaspóricas e História da África, Salomão Jovino da Silva, o Salloma, tem graduação (1997), mestrado (2000) e doutorado (2005) em História pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), com estágio no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
Tem 6 CDs gravados, 3 DVDs, dois livros sob sua autoria e é colaborador em revistas e grupos de pesquisa artístico-acadêmica sobre culturas musicais africanas e afro-brasileiras, dramaturgia e teatro negros. Produz e executa eventos artísticos de temática negra e afrodiaspórica, atua na Fundação Santo André, ministrando aulas na graduação e pós-graduação em História e Relações internacionais, e é consultor em Secretarias Municipais e Estaduais de Educação para projetos de formação continuada de professores, desenvolvendo os seguintes temas: Culturas musicais de origem africanas, Dramaturgia e teatro negros, Políticas e práticas culturais negras no século XIX e XX, Identidades étnicas e movimentos negros urbanos, Sociabilidades negras em São Paulo e Musicalidades africanas.
Autor-encenador de A Arca de Ébano (2015), 3 Miltons (2016) e Agosto na Cidade Murada (2018), com estreia prevista para o corrente ano, no Instituto Itaú. Recebeu o Prêmio Ruth de Souza de Dramaturgia Negra em 2006. É consultor de grupos teatrais como Cia. Capulanas de Arte Negra, Coletivo Negro, Coletivo Quizumba, Grupos Clariô, As Benditas, Cia do Faroeste, Os Crespos e, mais recentemente, do grupo Trança de Teatro, de Sorocaba, do grupo Treme Terra de danças negras contemporâneas, e do Espaço Cultural Aparelha Luzia.
Referências:
CENA INQUIETA – TV SESC: https://www.youtube.com/watch?v=jK1WXUN7xgY
SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: Cientistas, instituições e questão racial no Brasil do século XIX. Companhia das Letras, São Paulo, 1993.
No nono episódio do Sala TUSP, podcast do Teatro da USP, a nossa convidada é a chilena Sara Rojo, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, que fala um pouco pra gente da cena teatral no Chile e de suas relações com a história do país e também com o teatro brasileiro.
Sara Rojo possui graduação em Letras pela Pontificia Universidad Católica de Chile (1979), mestrado (Master of Arts) pela State University of New York (1989), mestrado (Magister en Letras Hispánicas) pela Pontificia Universidad Católica de Chile (1985) e doutorado em Literaturas Hispânicas pela State University of New York (1991). Realizou pós-doutorados na Università degli Studi di Bologna (2001) e na Universidad de Chile (2007), e na Cineteca Nacional de Chile (2019). É professora titular da UFMG e bolsista de produtividade do CNPQ . Pós-Doutorado . Publicou seu último livro no 2016, Teatro Latino-Americano em diálogo: produção e visibilidade. Tem experiência na área de Letras e Artes, com ênfase em Crítica e Direção Teatral.
CORDEIRO, Felipe e ROJO, Sara (orgs.). Mulheres Míticas em Performance. Dramaturgias: O Deszerto e Classe. Ed. Javali, Belo Horizonte, 2020.
Teatro e Tradução de Teatro v. II: monólogos de Isidora Stevenson, Stefano Benni, Enzo Moscato, Dario Fo e Franca Rame. Ana Maria Chiarini, Anna Palma, Tereza Virginia Ribeiro Barbosa (Orgs.). Relicário Edições, Belo Horizonte.
O episódio foi ao ar em 21 de agosto de 2020.
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