
Sign up to save your podcasts
Or


O ator, professor e diretor teatral Celso Frateschi foi um dos fundadores dos grupos Teatro Núcleo Independente, Teatro Pequeno e Ágora – Centro para o Desenvolvimento Teatral de São Paulo, trabalhando com os principais nomes do teatro brasileiro.
Teve sua estreia no Teatro de Arena de São Paulo em 1970, em Teatro Jornal 1ª Edição, de Augusto Boal. Escreveu A Epidemia, com Paulo Maurício, e Os Imigrantes, com o qual estreou como diretor e recebeu, em 1978, o Prêmio Mambembe de melhor ator. Por Eras, de Heiner Müller, recebeu o Prêmio Shell de melhor ator em 1988.
De 1980 à 2015 foi professor licenciado da Escola de Arte Dramática da USP, período em que foi também duas vezes diretor do Teatro da USP – entre 2006 e 2007, e novamente entre 2010 e 2014.
Foi Secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Santo André por duas vezes , Secretário Municipal da Cultura de São Paulo em 2003 e 2004, e Secretário de Cultura de São Bernardo em 2009 e presidiu a Fundação Nacional de Artes (Funarte) até outubro de 2008.
Para acessar a programação imperdível do Ágora Teatro, acesse: https://www.sympla.com.br/produtor/agorateatro
O episódio foi ao ar em 02 de abril de 2021.
Mariana França Soutto Mayor é doutora em Teoria e Prática do Teatro pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação e Artes da USP (2020), com a tese "Espetáculo Disforme: o Trabalho Teatral da Casa da Ópera de Vila Rica (1769-1793)". É mestre pelo mesmo programa (2012-2014) e graduada em artes cênicas com habilitação em Teoria Teatral (Dramaturgia e Crítica) pela USP (2007-2011). Atuou como investigadora na Universidade de Coimbra, em Portugal, com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (2018-2019). É integrante do Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade, da USP, coordenado pelo prof. Dr. Sérgio de Carvalho. Organiza a revista bilíngue Teatro Situado: Revista de Artes Cênicas com Olhos Latino-americanos (desde 2020) e é professora substituta do curso de artes cênicas do Instituto de Artes da UNESP.
Referências:
MAYOR, M. F. S. "Espetáculo Disforme: O Trabalho Teatral da Casa da Ópera de Vila Rica (1769-1793)"
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-10032021-005427/pt-br.php
_____. "Triunfo Eucarístico como Forma de Teatralidade no Brasil Colônia."
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-02032015-103351/pt-br.php
O episódio foi ao ar em 19 de março de 2021. #TUSPemCasa
A Palipalan Arte e Cultura é um empresa de artistas e produtores que concebe e realiza projetos artístico-culturais, fundada em 2008 por Patrícia Braga Alves e Maria Fernanda Coelho.
Maria Fernanda Coelho é atriz, diretora, produtora. Iniciou suas atividades teatrais em Bauru-SP e transferiu-se para Londrina em 1981, onde integrou o Grupo Proteu. Atuou em diversas montagens do grupo, recebendo em alguns dos trabalhos prêmios e destaque da crítica especializada, sob a direção de Nitis Jacon. Foi chefe da Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura UEL da comissão organizadora do Festival Internacional de Londrina. Em 1988, foi convidada pela Reitoria da UEL para compor a comissão de criação do curso de Artes Cênicas da instituição. Em 2005 mudou para a Europa e criou em Antuérpia (Bélgica) o grupo Noisette, que em dois anos e meio de atividades produziu quatro espetáculos e em 2008 funda a produtora Palipalan.
Patricia Braga Alves é sócia-fundadora da Palipalan Arte e Cultura. Foi produtora do FILO – Festival Internacional de Londrina, de 1988 a 1991, quando muda para a Dinamarca. De 1993 até 2007 atua como tour manager no Odin Teatret, dirigido por Eugenio Barba. Traduziu para o português o livro "A Canoa de Papel" de Eugenio Barba. De volta ao Brasil, faz produção para o Lume Teatro por quase dois anos até fundar a Palipalan.
O episódio foi ao ar em 12 de março de 2021. #TUSPemCasa
Neste primeiro Sala TUSP de março, estivemos com Renato Ferracini, ator-pesquisador-colaborador do LUME Teatro – o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da Unicamp. Ali ele desenvolve desde 1993 pesquisas na codificação, sistematização e teatralização de técnicas corpóreas e vocais não-interpretativas para o ator dentro das linhas de trabalho do Lume: Treinamento Cotidiano Corpóreo e Vocal para o Ator, Clown e a Utilização Cômica do Corpo, Mimesis Corpórea, Dança Pessoal e Teatralização de Espaços Não-convencionais, além de trabalhar na criação de uma metodologia didática e sua transmissão.
É graduado em artes cênicas pela Unicamp, mestre e doutor pelo Departamento de Multimeios da mesma universidade, onde também é pós-doutorando e coordena o projeto “Aspectos Orgânicos na Dramaturgia de Ator”, que congrega atores-pesquisadores do LUME e da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, por meio do fomento à pesquisa da Fapesp. Desde 1990 vem fazendo intercâmbios com profissionais no Brasil e outros países: Teatro Ïntimo Sunil (Suíça), Lee Bou Ning (China), Kai Bredholt e Yan Ferslev (Odin Teatret – Dinamarca), Anzu Furukawa, Natsu Nakajima e Tadashi Endo (Japão), Família Colombaioni e Via Rossi Teatro (Itália), Sue Morrison (Canadá), Mamu Butoh Centrum (Alemanha) e Espaço Evoé (Portugal). É editor da Revista do LUME e autor dos livros: “Arte de Não Interpretar como Poesia Corpórea do Ator” (2003, Ed. Unicamp) e “Café com Queijo – Corpos em Criação” (2006, Editora Hucitec e Fapesp) e organizador do livro “Corpos em Fuga – Corpos em Arte”, pelas mesmas editoras.
http://www.lumeteatro.com.br/
O episódio foi ao ar em 05 de março de 2021. #TUSPemCasa
Helder Vasconcelos nasceu em Garanhuns - PE , cresceu em Caruaru – PE. Mora em Recife. É músico, ator e dançarino, tudo em ser junto.
Formou-se artisticamente com o Lume Teatro entre 2001 e 2003, e na infância na Vila Kennedy, em Caruaru; com rock'n'roll na adolescência e cavalo marinho e maracatu rural de 1992 até hoje.
Realizou os solos “Espiral Brinquedo Meu” (2004) e “Por Si Só". Foi integrante e um dos fundadores da banda Mestre Ambrósio (1992-2003). No cinema, participou como ator dos filmes “Baile Perfumado”, “O Homem Que Desafiou o Diabo” e “A Luneta do Tempo”. Em teatro/dança participou do Coletivo Pernambuco. Na Tradição faz parte, de 1992 até hoje, do Maracatu Rural Piaba de Ouro e de Cavalo Marinho de PE. De 1992 a 1999 fez parte do Boi da Gurita Seca e, de 2000 até hoje, do Boi Marinho.
Ao final, “Festa de Terreiro” com o Grupo Bongar em homenagem a Guitinho da Xambá:
https://www.revistacontinente.com.br/secoes/entrevista/rdeveriamos-levar-os-principios-da-cultura-popular-para-a-educacao-formalr?fbclid=IwAR3tm0m2mRry4a8GGl2NDNv3RQcR1uUrHuLhdkCIOVTvjgGiFPYCL8Je12I
Este episódio de Sala TUSP foi ao ar em 26 de fevereiro. #TUSPemCasa
Alexandre Mate é professor aposentado dos cursos de bacharelado e licenciatura do Instituto de Artes da Unesp e professor-pesquisador do Programa de Pós-graduação da mesma instituição. Doutor em História Social (FFLCH-USP) com a tese "A Produção Teatral Paulistana dos Anos 1980: R(Ab)Iscando com Faca o Chão da História: Tempo de Contar os (Pré)Juízos em Percursos de Andança" e mestre em artes cênicas com a dissertação "O Teatro na Educação: Sob a Consigna do Espanto” (ECA-USP). Publicou como autor e organizador diversos livros, dentre eles “Antologia do Teatro Brasileiro: séc. XIX – Comédia”, com Pedro Moritz Schwarcz (Cia das Letras, 2012), “1980 - uma década de lutas nas ruas e na cena teatral da cidade de São Paulo” (UNESP, 2014), “30 Anos da Cooperativa Paulista de Teatro: uma História de Tantos (ou Mais Quantos, Sempre Juntos) Trabalhadores Fazedores de Teatro” (IMESP, 2009); “Algazarra Teatral apresenta no meio dos caminhos: um almanaque-experiência registrado em livro da história do teatro” (2013). Lançou recentemente “Teatro de Grupo na Cidade de São Paulo e na Grande São Paulo: Criações Coletivas, Sentidos e Manifestações em Processos de Lutas e de Travessias” junto à SP Escola de Teatro, Associação dos Artistas Amigos da Praça e o Selo Lucias. O episódio foi ao ar em 19 de fevereiro de 2021.
Referências:
ADORNO, Theodor. “A Educação após Auschwitz”. In: Educação e Emancipação. Tradução Wolfgang Leo Maar. Ed. Paz e Terra.
Neste 21o episódio do SALA TUSP, o podcast do Teatro da USP, nosso convidado é o professor, pesquisador e crítico Paulo Bio Toledo. A conversa foi sobre os diferentes caminhos seguidos pelo Teatro Oficina na resistência ao recrudescimento da ditadura no Brasil. Ouça!
Paulo Bio Toledo é bacharel em artes cênicas (2010), mestre (2013) e doutorado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2018). Foi professor conferencista no curso de artes Cênicas da ECA-USP e professor substituto no Instituto de Artes da Unesp. Atualmente é professor de Literatura e Teatro e coordenador do Núcleo de Estudos em Letras e Artes Performáticas (NELAP) da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É critico de teatro colaborador da Folha de São Paulo desde 2017.
Referências:
SCHWARZ, Roberto. "Cultura e Política, 1964-1969". In Pai de Família. Editora Paz e terra, 1978.
O episódio foi ao ar em 12 de fevereiro de 2021.
Está no ar o SALA TUSP #21: O TEATRO DE REVISTA, mais novo episódio do nosso podcast que é uma sala virtual em que a gente conta histórias da História do Teatro.
No primeiro episódio de 2021, nossa convidada é Neyde Veneziano, a grande especialista em teatro de revista no Brasil, graduada em Letras pela Universidade Católica de Santos (1967), com mestrado (1989) e doutorado (1993) em artes pela Universidade de São Paulo. Fez seu pós-doutorado sobre Dario Fo (2000/2001) em Milão e na Universidade de Bolonha, na Itália, e defendeu livre docência na USP em 2002. Publicou cinco livros sobre teatro de revista e é autora do único livro em língua portuguesa sobre Dario Fo.
Publicações:
Mistero Buffo, de Dario Fo (tradução). Editora SESI, 2015.
O Teatro de Revista no Brasil: Dramaturgia e Convenções, SESI, 2013, 2ª edição.
As Grandes Vedetes do Brasil. Coleção Aplauso, 2010.
De Pernas para o Ar: Teatro de Revista em São Paulo. Coleção Aplauso, 2008.
A Cena de Dario Fo: o Exercício da Imaginação, Editora Nobel, 2002.
Não Adianta Chorar - Teatro de Revista Brasileiro. Editora da Unicamp, 1996.
O Teatro de Revista no Brasil: Dramaturgia e Convenções, Editora Pontes, 1990.
Documentário Mamãe quero Ser Vedete: vimeo.com/lokomotivstudio/vedetes
No Facebook: https://www.facebook.com/Mam%C3%A3e-quero-ser-Vedete-1404532296316183/
No vigésimo episódio do SALA TUSP, o podcast que é nossa sala virtual em que a gente conta histórias da História do Teatro, nossa convidada é a pesquisadora Nina Hotimsky. A conversa fala da encenação dirigida por Fernando Peixoto de "Calabar", peça de Chico Buarque e Ruy Guerra em 1973.
Nina Hotimsky é doutoranda pela Escola de Comunicação e Artes da USP, com mestrado e licenciatura em artes cênicas também pela ECA. Realizou iniciação científica com o apoio da FAPESP (2011), quando recebeu Menção Honrosa no 19º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo (SIICUSP). Formada em acordeão pela Escola de Música do Estado de São Paulo (2016). Trabalha como sonoplasta em espetáculos teatrais e é professora de História das Artes Cênicas Brasileiras da Escola Técnica Estadual (ETEC) de Artes.
Indicações bibliográficas:
HOTIMSKY, Nina. "O trabalho de encenação em Calabar (1973): o espetáculo censurado e as reflexões de Fernando Peixoto". ECA/USP, 2019.
PEIXOTO, Fernando. "Teatro em Pedaços 1959-1977". Hucitec, SP, 1980.
___. "Teatro em Movimento". Ed. Brasiliense, SP, 1985.
___. "Teatro em Questão". Hucitec, SP, 1989.
___. "Teatro em Aberto". Hucitec, SP, 1997.
ROSENFELD, Anatol. "O Mito e o Herói no Moderno Teatro Brasileiro". SP, Perspectiva, 1982.
"Cobra de Vidro", canção de Chico Buarque para Calabar.
https://www.youtube.com/watch?v=j6kNNm68D7U
No 19o episódio do SALA TUSP, podcast do Teatro da USP, nosso convidado é o ator, diretor e dramaturgo Márcio Abreu. Natural do Rio de Janeiro, sua formação passou pela EITALC (Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe) e pela ISTA, (Escola Internacional de Antropologia Teatral).
Nos anos 1990, em Curitiba, fundou o Grupo Resistência de Teatro, com o qual trabalhou por 6 anos. Diretor da companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba, desenvolve pesquisas e processos criativos em intercâmbio com artistas de várias partes do Brasil e de outros países.
Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio Shell RJ de melhor direção pelo espetáculo Esta criança. A peça "Isso te interessa?", de Noëlle Renaude, recebe em 2012 o Prêmio APCA e o Prêmio Bravo! de melhor espetáculo do ano, além de 5 indicações ao Prêmio Questão de Crítica, levando o prêmio de melhor diretor. Em 2013 colaborou na direção da peça "Cine Monstro", de Daniel MacIvor, dirigida e interpretada por Enrique Diaz. Dirigiu "Nus, ferozes e antropófagos", em colaboração com a companhia francesa Jakart/Mugiscué e o Centro Dramático Nacional de Limousin. Em 2015 dirigiu "KRUM" de Hanock Levin numa segunda parceria de produção com a atriz Renata Sorrah, que renderam prêmios como os de melhor espetáculo (Cesgranrio e Questão de Crítica). Em 2015, também escreveu e dirigiu "PROJETO bRASIL" com os parceiros da companhia brasileira de teatro. Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo "Nós", escrito em parceria com Eduardo Moreira. Em 2017 coordenou e dirigiu o projeto "Preto" da companhia brasileira de teatro, parceria com a atriz e dramaturga Grace Passô e com a atriz Renata Sorrah.
Orienta regularmente desde os anos 1990, oficinas, cursos, seminários e palestras relacionados ao trabalho do ator e à criação dramatúrgica. Atualmente é orientador do Núcleo de Direção do SESI/PR. Segue ministrando oficinas de dramaturgia em diversas partes do país, além de atividades de curadoria e intercâmbio com outros artistas nacionais e internacionais. Em 2012, teve seu texto "Vida" e "Maré" traduzido para o francês pela Maison Antoine Vitez. Em 2016, publicou pela Editora Cobogó os textos "PROJETO bRASIL" e "Maré".
http://www.companhiabrasileira.art.br/
ABREU, Márcio. MARÉ / PROJETO bRASIL. Ed. Cobogó. Rio de Janeiro, 2016.
From the publisher's feed