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Iná Camargo Costa é professora aposentada da FFLCH-USP, autora de vários ensaios e livros sobre teatro brasileiro e reconhecida pesquisadora da obra de Bertolt Brecht. Militou em vários grupos de teatro de São Paulo; é assessora da Coordenação de Cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
COSTA, Iná Camargo. A Hora do Teatro Épico no Brasil. São Paulo, Expressão Popular.
PEIXOTO, Fernando (Org.) O Melhor Teatro do CPC da UNE. São Paulo, Global Editora.
Auto dos 99% . Vídeo de 1991 no Teatro de Arena da UFRJ . Homenagem ao CPC da UNE na XLIII Reunião da SBPC (youtube.com/watch?v=cyBKXAMXES0&t=1s)
O episódio foi ao ar em 14 de agosto de 2020.
No sétimo episódio do Sala TUSP, podcast do Teatro da USP que conta histórias da História do Teatro, nossa convidada mais do que especial foi a diretora, atriz e pesquisadora de teatro Johana Albuquerque, que conversou com a gente sobre a Geração 80 do teatro nacional.
Johana é pós-doutora em artes cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da USP, com a pesquisa "Estudos, Ensaios e Aulas sobre Pedagogia da Encenação", sob supervisão de Maria Thais; doutora em artes cênicas também pela ECA, com a tese "Teatro Experimental (1967/1978): Pioneirismo e Loucura à Margem da Agonia da Esquerda", com orientação de João Roberto Gomes de Faria, 2012; e mestre em direção teatral pela Unirio, com a dissertação "Estudo de Redação de Verbetes sobre Diretores de Teatro", orientada por Tânia Brandão da Silva (2002). Tem formação como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro.
Dirige desde 2000 a Cia. Bendita Trupe que tem 17 espetáculos encenados, entre adultos e infantis, em São Paulo. Coordenou a Enciclopédia Itaú Cultural Teatro, que reúne verbetes de personalidades, grupos, espetáculos e conceitos de teatro brasileiro no período de 1938 a 2000. Ganhadora da Bolsa VITAE de Artes (1999/2000), em que iniciou continuidade à Enciclopédia do Teatro Brasileiro Contemporâneo, último projeto de Yan Michalski, falecido crítico carioca. Colaborou na pesquisa e publicação do livro Ziembinski e o Teatro Brasileiro, também de Yan Michalski, 1996. Tem escritos publicados nas revistas Sala Preta; AParte XXI; A[L]Berto, entre outras.
Referências:
CAVALCANTI, Johana de Albuquerque. “Teatro Experimental (1967/1978) – pioneirismo e loucura à margem da agonia da esquerda” Tese de doutoramento. Orientação: João Roberto Gomes de Faria. ECA-USP. 2012. (https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-08032013-143628)
ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL DE ARTES E CULTURA BRASILEIRAS (http://www.enciclopedia.itaucultural.org.br)
O episódio foi ao ar em 5 de agosto de 2020. #Tusp #TeatrodaUSP #TuspEmCasa
No sexto Sala TUSP, o podcast do Teatro da USP, recebemos Ilion Troya no episódio "Living Theater, Histórias de Anarquismo e Ativismo".
Brasileiro de Rio Claro, Ilion Troya é ator, escritor, ativista, ex-estudante de ciências sociais, e membro do Living Theater desde 1970. Foi um dos colaboradores cruciais na criação da exposição "Living Theater, Presente!", realizada em 2017 no SESC Consolação. Ele traduziu e publicou no Brasil Notas Sobre Piscator - Teatro Político e Arte Inclusiva", a partir dos escritos de Judith Malina. Ilion é do Conselho Internacional do The Living Theatre, além de atuar traduzindo e escrevendo sobre as realizações do grupo.
Referência:
MALINA; Judith. Notas Sobre Piscator - Teatro Político e Arte Inclusiva. Tradução de Ilion Troya. São Paulo, Edições SESC, 2017.
O episódio foi ao ar em 31 de julho de 2020.
José Fernando Peixoto de Azevedo é dramaturgo, roteirista, diretor de teatro e de filmes, pesquisador e ensaísta, professor. Nasceu em São Paulo, em 29 de Julho de 1974. Cursou cinema na FAAP e graduou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP), onde também realizou seu doutorado, sob orientação de Paulo Eduardo Arantes, com o título “Brecht: experiência e engajamento”. Desde 2004 professor-orientador de arte dramática da Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP), é também seu atual diretor. É ainda professor orientador no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas ECA-USP e docente no curso superior do audiovisual (CTR-ECA-USP). Entre 1997 e 2016 foi diretor artístico do grupo Teatro de Narradores, do qual foi um dos fundadores e atuou como dramaturgo e encenador. Escreveu e dirigiu peças com o grupo de teatro negro Os Crespos, além de trabalhos com outros artistas e coletivos. Como pesquisador e ensaísta, tem trabalhado acerca das relações entre teatro e capitalismo, a experiência colonial e as formas do teatro negro, teatro e filosofia.
Este 5o episódio do Sala TUSP foi ao ar em 22 de julho de 2020.
Referências:
AZEVEDO, José .F. P. “Entre o gatilho e a tempestade”: Racismo, Capitalismo, Teatro e a Capacidade Mimética de um Vírus (Notas de Trabalho para desdobramentos futuros, na encruzilhada-Brasil): https://n-1edicoes.org/108
BRECHT, Bertolt. “As Cenas de Rua”
FINTER, Helga, “Teatro de Grupo”: issuu.com/itaucultural/docs/proximoato
MACHADO DE ASSIS. “Pai contra Mãe”: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000245.pdf
No novo episódio do Sala TUSP, o podcast do Teatro da USP, quem conversa com a gente é Humberto Pio, arquiteto, poeta, expografista e curador. O assunto do bate-papo é o cenógrafo, arquiteto e artista visual Flávio Império, e sua presença em diversos momentos da história recente do teatro, da arte e da política do Brasil.
Em 2018, Humberto e o Estúdio Risco, em conjunto com Vera Imperio Hamburger, Rogério Marcondes Machado e o TUSP, realizaram a exposição Os Fuzis da Dona Tereza Carrar no prédio da USP na Maria Antonia. A exposição foi parte da programação Ecos de 1968, coordenada pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, com participação do TUSP, do Centro Universitário Maria Antonia, Cinusp, Coral USP e FFLCH-USP.
Humberto Pio é arquiteto e poeta, com formação em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo (1999) e mestrado em arquitetura e urbanismo pela Escola de Engenharia de São Carlos (2006). Sócio-fundador do Estúdio Risco, onde atua nas áreas de arquitetura, expografia, cenografia, desenho gráfico e produção cultural é também curador de Arquitetura e Ensino do site Flávio Império. É professor da disciplina Arquitetura Efêmera na pós-graduação em Design de Interiores do IED-São Paulo. Colaborador em diversas coletâneas e revistas literárias, seu livro "Coágulo" (Editora Reformatório, 2019) recebeu o Prêmio Maraã de Poesia (2018).
Acervo Flávio Império: http://flavioimperio.com.br/
O episódio foi ao ar em 14 de julho de 2020.
Neste episódio do SALA TUSP, nossa convidada é a prof. dra. Maria Silvia Betti, em uma conversa sobre a militância política e cultural de Vianinha na oposição à ditadura militar.
Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, é um dos mais importantes nomes do teatro brasileiro. Dramaturgo, ensaísta, diretor e ator de teatro, cinema e tevê, foi integrante do Teatro de Arena em SP, do Grupo Opinião no Rio e do CPC (Centro Popular de Cultura) da UNE, onde teve importante atuação no desenvolvimento do teatro político de rua.
O episódio foi ao ar em 7 de julho de 2020.
Maria Silvia Betti é livre docente e professora sênior no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês (FFLCH-USP) e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (ECA-USP). Em 2016 apresentou trabalho de Livre Docência intitulado "Três Estudos de Dramaturgia e Teatro Norte-americanos", publicado em 2017 com o título "Dramaturgia Comparada Estados Unidos/Brasil. Três estudos", pela Editora Cia Fagulha. Fez doutorado em literatura brasileira pela USP sob a orientação de. Flávio Wolf de Aguiar (1994), mestrado sob a orientação de Décio de Almeida Prado (1985), e realizou pós-doutorado na New York University (2003-2004).
Referências:
- FILHO, Oduvaldo Vianna. A Longa Noite de Cristal. São Paulo, Ed. Temporal, 2019.
- FILHO, Oduvaldo Vianna. Papa Highirte. São Paulo, Ed. Temporal, 2019.
- FILHO, Oduvaldo Vianna. Rasga Coração – Edição Especial. São Paulo, Ed. Temporal, 2018.
- BETTI, Maria Silvia. Oduvaldo Vianna Filho. Coleção Artistas Brasileiros. São Paulo, EDUSP, 1997.
Neste Sala TUSP, conversamos com Luiz Pimentel sobre aspectos genealógicos do espectador do teatro no Brasil e sobre sua pesquisa “Do governo das patas: um estudo sobre a emergência do espectador crítico no teatro brasileiro”, que aborda a existência das pateadas no séc. XIX nos teatros do país e o surgimento da crítica especializada.
Luiz Pimentel é ator, dramaturgo e pesquisador em artes cênicas. Formado em interpretação teatral pela ECA-USP, é mestre em filosofia e educação pela Faculdade de Educação da USP, sob a orientação do Prof. Dr. Julio Groppa Aquino. Atualmente, é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da ECA, sob orientação da Profa. Silvia Fernandes Telesi.
Bem-vindos ao Sala TUSP, o podcast do Teatro da Universidade de São Paulo – uma sala virtual onde a gente conta histórias da História do Teatro!
Neste primeiro Sala TUSP, Maria Tendlau e Xyko Peres conversam com a pesquisadora, dramaturga, poeta, jornalista e professora Paula Autran.
De Paula Autran:
- Teoria e Prática do Seminário de Dramaturgia do Teatro de Arena (Dobra Editorial);
- O pensamento dramatúrgico de Augusto Boal – As lições de dramaturgia da Escola de Arte Dramática (Desconcertos Editora);
- Projeto “A Linguagem e a Pandemia”, no instagram: @paula.autran.
Livros citados e referências:
- Instituto Augusto Boal;
- BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas (várias edições);
- BOAL, Augusto. Hamlet e o Filho do Padeiro: Memórias Imaginadas. Autobiografia do autor e diretor teatral Augusto Boal (Ed. Record);
- FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido (várias edições);
- XAVIER, Nelson. Mutirão em Novo Sol, coautoria de Augusto Boal (Livraria Expressão Popular);
- PIACENTINI, Ney. Eugenio Kusnet, do ator ao professor (Hucitec Editora).
Outros nomes citados:
- John Gassner foi um dos mais importantes críticos e historiadores do teatro norte-americano. Tem dois livros publicados pela Editora Perspectiva, Mestres do Teatro I e Mestres do Teatro II.
- Movimento de Cultura Popular (MCP), criado no dia 13 de maio de 1960, como uma instituição sem fins lucrativos, durante a primeira gestão Miguel Arraes na Prefeitura do Recife. Era constituído por estudantes universitários, artistas e intelectuais e tinha como objetivo realizar uma ação comunitária de educação popular, a partir de uma pluralidade de perspectivas, com ênfase na cultura popular, além de formar uma consciência política e social nos trabalhadores, preparando-os para uma efetiva participação na vida política do País. (basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar)
SALA TUSP é uma produção do TUSP – Teatro da Universidade de São Paulo
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