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Com a pandemia mudamos hábitos e pontos de vista.
Com a ajuda da semiótica vamos em busca de sinais e sintomas dessa mudança.
O vírus não mudou só o panorama da saúde. Teve igualmente um impacto importante na linguagem, nos significados e na razão das coisas.
Signos, sinais, significados, tabuletas, etiquetas, expressões. Tudo isto mudou. Criaram-se neologismos, modificaram-se significados e adaptaram-se expressões.A ideia do tóxico. A de que o outro podia ser uma ameaça. Nos podia pegar o bicho.
O medo da Covid-19, a esperança na vacina, a fé na proteção da máscara cirúrgica azul, a branca espacial FP2 ou as de pano de mil cores.
Mas sempre, ou quase sempre a dois metros.
Com beijos e abraços cancelados. Congelados. Amedrontados. Depois envergonhados.
Como se tudo fosse um pecado lesa-saúde.E depois os jovens, fartos de tudo isto, que mandaram às urtigas todas as regras e atiraram-se de cabeça para viver de novo. Porque precisamos de viver.Todos nós seguimos esse caminho. E com isso os números voltaram a subir. É sobre este iô-iô de comportamentos e linguagem que resolvi realizar este programa.
Pode ser que nas palavras e frases encontre o sentido das coisas.
Uma edição com a especialista em semiótica Sónia Marques. Para nos ajudar a ler os sinais.
By Jorge CorreiaCom a pandemia mudamos hábitos e pontos de vista.
Com a ajuda da semiótica vamos em busca de sinais e sintomas dessa mudança.
O vírus não mudou só o panorama da saúde. Teve igualmente um impacto importante na linguagem, nos significados e na razão das coisas.
Signos, sinais, significados, tabuletas, etiquetas, expressões. Tudo isto mudou. Criaram-se neologismos, modificaram-se significados e adaptaram-se expressões.A ideia do tóxico. A de que o outro podia ser uma ameaça. Nos podia pegar o bicho.
O medo da Covid-19, a esperança na vacina, a fé na proteção da máscara cirúrgica azul, a branca espacial FP2 ou as de pano de mil cores.
Mas sempre, ou quase sempre a dois metros.
Com beijos e abraços cancelados. Congelados. Amedrontados. Depois envergonhados.
Como se tudo fosse um pecado lesa-saúde.E depois os jovens, fartos de tudo isto, que mandaram às urtigas todas as regras e atiraram-se de cabeça para viver de novo. Porque precisamos de viver.Todos nós seguimos esse caminho. E com isso os números voltaram a subir. É sobre este iô-iô de comportamentos e linguagem que resolvi realizar este programa.
Pode ser que nas palavras e frases encontre o sentido das coisas.
Uma edição com a especialista em semiótica Sónia Marques. Para nos ajudar a ler os sinais.

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![Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente by Fundação Francisco Manuel dos Santos](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
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