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Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política. Hoje, em tela o "pix" do Senado feito pelo vice-líder de Bolsonaro, o Chico da Rachadinha Rica, as eleições municipais e o desemprego em alta num País desgovernado.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política nacional. O pânico da garota de São José do Egito (PE) expõe a face mais terrível de um país que está a sofrer com o presidente que açula os limites das instituições por método. Este será um tema em tela e também: Trump com Covid, Amazônia internacionalizada? E Kássio Nunes no Supremo, o que significa?
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política nacional. O jornalista Alberto Villas, graduado no Instituto de Imprensa de Paris em 1974 com a tese "Dez Anos de Censura no Brasil" é o convidado especial de hoje. Villas foi editor do Jornal Nacional e do Fantástico, da Rede Globo. Dirigiu o jornalismo no SBT (quando ele existiu naquele canal) e na Rede Manchete. Trabalhou na Bandeirantes e na Abril Vídeo. É autor de "O mundo acabou!" que ficou várias semanas em todas as listas dos mais vendidos. Em seguida lançou "Afinal, o que viemos fazer em Paris?", "Admirável mundo velho!", "Onde foi parar nosso tempo?" , "Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Morta" e "A Alma do Negócio", todos pela Editora Globo. Em 2008 lançou pela Contexto o livro "Carmo", a história do bairro onde nasceu em Belo Horizonte, para a coleção BH - A cidade de cada um. Em 2013, lançou pela editora e-galáxia o e-book "The book is on the tablet" que reúne 45 crônicas publicadas no site da revista "Carta Capital", onde escreve semanalmente. Em 2016, lançou também pela e-galáxia, o e-book "Mil Tons - o meu Millôr", uma biografia bem particular de Millôr Fernandes. Atualmente, além de colaborar semanalmente para a revista "Carta Capital", colabora também para várias revistas e sites. Faz palestras sobre Jornalismo em diversas universidades brasileiras e participou diariamente, durante seis meses, do programa Contraponto, Rádio Trianon AM740, retransmitido ao vivo pelo Facebook e pelos sites Jornalistas Livres e O Cafezinho. Atualmente está escrevendo o livro "O ano em que você nasceu", com previsão de lançamento em 2021. É o editor do blog O Sol, a melhor curadoria de notícias da Internet brasileira.
O Princípio da Desigualdade tem de governar a cobertura dessas eleições municipais. Celebrizado por aqui desde a Oração aos Moços, de Rui Barbosa, ele preconiza que é necessário tratar desigualmente os desiguais. E, para o jornalismo político, o que isso quer dizer? Ora, que não se pode cobrir um Celso Russomano, em São Paulo, ou um Crivella ou Luiz Lima, no Rio de Janeiro, ou a "delegada Patrícia", no Recife, ou mesmo o capitão Wagner, em Fortaleza, como se eles fossem iguais aos outros. As contradições, os esquemas, as idiossincrasias deles - e seus grupos, e seu "donos" e seus apoiadores que usam redes sociais para disseminar ódio e assassinar reputações - têm de ser muito mais expostos que os demais candidatos. Em 2018, tratou-se Bolsonaro com as mesmas regras dadas aos demais. Ele desdenhou das regras, usou a suposta "igualdade" a seu favor, escondeu-se do debate público e venceu a eleição trazendo-nos a essa tragédia brasileira atual. Há pouco tempo, mas há tempo para a imprensa agir e reagir.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política nacional. O fotógrafo Orlando Brito é o convidado especial de hoje. Protagonista do documentário "Não nasci para deixar meus olhos perderem tempo", selecionado para o festival É Tudo Verdade, Brito é um dos mais experiente profissionais de imprensa do País. Especialista na cobertura do poder, tem no prelo o livro "Do Marechal ao Capitão" que pretende contar, por meio de fotografias simbólicas, as turbulências e transições da política. Brito dirá se já é possível dizer que há uma iconografia desses tempos estranhos vividos pelo Brasil e pelos brasileiros de 2016 para cá.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política nacional. Em pauta: as mentiras de Jair Bolsonaro na ONU e por que a imprensa brasileira não diz, sem dribles, que ele mentiu? O panorama das eleições municipais e a polêmica possibilidade do retorno de torcida às arquibancadas dos estádios de futebol (isso, sim, é polêmica).
Carol Sohlberg não pode ficar só. Ao gritar um sonoro "Fora Bolsonaro" no microfone do SporTV e marcar uma posição política correta e louvável contra uma gestão que desmonta a imagem do Brasil no mundo, contra um governo ausente que compactua com a destruição da Amazônia e do Pantanal, ela precisa da companhia de outros atletas dentro de quadras, campos e caixas de areia. Bolsonaro, de resto, destrói todas as instituições da sociedade democrática que construímos com denodo há 35 anos, desde o fim da ditadura. Carol Sohlberg precisa ter iniciado um movimento de reação também no esporte, e ele tem de ser político. Esporte é política, é reflexo da sociedade.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política e recebem o jornalista Manoel Fernandes, criador e diretor da Bites, a maior e mais acreditada empresa brasileira de análise de dados nas redes sociais. Debate sobre a campanha eleitoral na internet, o uso das redes para disseminação de mentiras e assassinatos de reputação.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política e recebem o jornalista Gilberto Nascimento, autor de O Reino: a história de Edir Macedo e uma radiografia da Igreja Universal.
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