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A vetar o perdão de dívidas tributárias para igrejas - sobretudo as evangélicas neopentecostais - e pedir ao Congresso que derrube seu veto, Bolsonaro revelou seu viés absurdo e bizarro. É o ser mais vil, inapto, inepto e despreparado a sentar na cadeira presidencial. O veto medroso reafirma quão frouxo ele é.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva recebem o filósofo e cientista político Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação, para debater o pronunciamento de Lula no dia 7 de Setembro e as entrelinhas do discurso do ex-presidente da República.
Luís Costa Pinto e Eumano Silva recebem o jornalista Vandeck Santiago, um dos mais premiados profissionais do País, para debater os rumos da imprensa brasileira nesses tempos esquisitos de necessária resistência a avanços autoritários.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política. Convidado especial: Hélio Doyle, jornalista, ex-secretário da Casa Civil e de Comunicação do Distrito Federal, diretor da Associação Brasileira de Imprensa.
Se é possível crer que a direita brasileira, ou a centro-direita, têm uma parcela de integrantes que ainda se portam de maneira democrática, é necessário adverti-los: a adesão que vêm professando ao bolsonarismo está ponto o país numa zona de risco iminente. Bolsonaro só tem um projeto: construir uma autocracia. A direita liberal, ao admitir mexer no teto de gastos para fazer com que o governo Bolsonaro conserve programas de transferência de renda desenhados na pandemia é dar ao autocrata a ferramenta necessária para se conservar no poder e chegar a 2022 com condições de vencer uma nova eleição e dar sequência à agenda autoritária.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política na semana em que Paulo Guedes balança, Rodrigo Maia é solução e o xilindró parece ser o habitat natural de governadores e líderes evangélicos do Rio de Janeiro
Não é mais hora de perguntar "como chegamos até aqui?" para revelar repulsa a Jair Bolsonaro, um homem desqualificado e despreparado para exercer a Presidência da República. O país chegou até esse momento paradoxal para a República porque as instituições e a mídia tradicional adotaram transitoriamente Bolsonaro como projeto de poder. Bolsonaro tem não só de explicar por que o ex-assessor Fabrício Queiroz, um corrupto, depositou R$ 89 mil na conta da primeira-dama Michelle: ele precisa compreender que a democracia exige adoção de figurinos e ritos democráticos. O melhor para o país é expelir Bolsonaro do cargo que ele ocupa, e que não merece. Mas instituições e mídia tradicional, que colaboraram para esse desastre, têm de fazer necessário mea culpa.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura nacional
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a conjuntura política
A semana começa impondo uma pergunta: que país esse em que uma criança de 10 anos é acusada de "criminosa" porque vai abortar legalmente um embrião gerado a partir de estupros continuados cometidos por quatro anos? Que país é esse em que boçais, travestidos de bispos evangélicos, escondidos em mandatos de deputado ou vereador, protegidos por jalecos de médicos, tentam impedir que se tente resgatar a dignidade e a humanidade para uma criança de 10 anos estuprada, violada, violentada? Que país é esse em que o ignorante e vil personagem que ocupa a cadeira de presidente sonha estar a costurar uma "pax política" que o viabilize eleitoralmente para um segundo mandato quando ele é o responsável pela tragédia sanitária e humanitária do país neste momento, no tempo presente? Na verdade, que país foi este que chegou até aqui, no lugar do Brasil sonhado por minha geração? Que Brasil era aquele?
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