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No 3 em 1 desta terça-feira (07), o destaque foi o presidente Donald Trump que subiu o tom contra Teerã ao afirmar que "uma civilização inteira morrerá" caso o Irã não reabra o Estreito de Ormuz até o prazo final desta terça-feira (07).
O Conselho de Segurança da ONU rejeitou o uso da força militar para a reabertura do Estreito de Ormuz, contrariando o ultimato do presidente Donald Trump. Enquanto Teerã convoca a população para resistir a possíveis ataques, a diplomacia internacional busca evitar um conflito de larga escala.
O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, defendeu que a sucessão no governo do Rio de Janeiro ocorra via eleição direta. O Supremo Tribunal Federal deve analisar o caso nesta quarta-feira (08).
O presidente da Câmara, Hugo Motta (REPUBLICANOS-PB), sinalizou que o governo do presidente Lula (PT-SP) não deve conferir regime de urgência à proposta que altera a escala 6x1.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP), decidiu não prorrogar a CPI do Crime Organizado por mais 60 dias, apesar do esforço do relator Alessandro Vieira (MDB-SE).
Alcolumbre sinalizou um avanço na articulação para a aprovação de Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal. O movimento é visto como um aceno estratégico ao governo do presidente Lula (PT-SP).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) acelerou a articulação de um novo pacote econômico focado no alívio financeiro das famílias brasileiras. A estratégia visa recuperar a aprovação do governo através de medidas de renegociação de dívidas e ampliação do crédito.
O governador Romeu Zema (NOVO-MG) negou ter recebido convite para compor a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. A declaração reforça rumores de que a direita busca uma liderança feminina para ampliar o eleitorado contra o presidente Lula (PT-SP).
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No 3 em 1 desta segunda-feira (06), o destaque foi o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabeleceu um ultimato decisivo ao regime do Irã, estipulando o prazo de terça-feira (07) para um acordo sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Em tom assertivo, o líder americano afirmou que a infraestrutura civil do Irã pode ser neutralizada em uma única noite.
O presidente Donald Trump rejeitou a proposta de cessar-fogo temporário e deu 48 horas para o Irã reabrir o Estreito de Ormuz. O líder americano alertou que, caso o fluxo de petróleo não seja restabelecido até terça-feira (07), a infraestrutura iraniana será alvo de ataques severos.
O governo anunciou nesta segunda-feira (06) a redução a zero das alíquotas de impostos sobre querosene de aviação e biodiesel. A medida do Palácio do Planalto visa mitigar a escalada de preços decorrente do conflito entre os Estados Unidos e o Irã.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) reforçou o pedido de prorrogação da CPI do Crime Organizado por mais 60 dias, visando aprofundar as investigações sobre o avanço de facções. O requerimento, que já conta com as assinaturas necessárias, aguarda leitura pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) reuniu a equipe econômica para acelerar um pacote de medidas sociais às vésperas do período eleitoral. Entre as ações, destaca-se uma nova versão do programa Desenrola e o corte de impostos sobre combustíveis para aliviar o bolso das famílias.
O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) disparou críticas contundentes, afirmando que o PT "roubou o futuro do Brasil" e defendendo anistia para pacificar o país. Paralelamente, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, interveio para estancar atritos entre Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG).
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No 3 em 1 desta quinta-feira (02), o destaque foi o presidente Lula que subiu o tom contra o governo de Donald Trump ao defender o Pix como uma conquista soberana do Brasil. Após os EUA classificarem o sistema como uma "barreira comercial" que prejudica operadoras de cartão estadunidenses, o petista afirmou na Bahia que o programa não sofrerá alterações.
O programa 3 em 1 analisa o aniversário de um ano do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump, que taxou 185 nações. Os comentaristas debatem se a medida foi efetiva para os EUA ou se gerou inflação e perda de espaço para a China. Além disso, a polêmica envolvendo as críticas americanas ao PIX e o impacto político dessa agenda nas eleições brasileiras.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, intensifica a busca por um vice para Flávio Bolsonaro em 2026. Enquanto o nome de Ronaldo Caiado perde força devido às suas próprias pretensões presidenciais, a senadora Tereza Cristina surge como a favorita para atrair o voto feminino e do agronegócio.
O 3 em 1 repercute a entrevista exclusiva de Ronaldo Caiado à Jovem Pan, onde o pré-candidato afirma com convicção que o atual presidente Lula será derrotado no segundo turno de 2026. Os comentaristas debatem a confiança do governador de Goiás e as manobras do PSD.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a saída de Pam Bondi do cargo de Procuradora-Geral. A decisão ocorre em um momento de alta tensão, com rumores de frustração de Trump sobre a condução de processos e pressões envolvendo o caso Epstein. O 3 em 1 analisa como essa troca no comando da Justiça estadunidense, com a entrada de Todd Blanche, pode impactar as investigações e a estabilidade da Casa Branca.
O programa 3 em 1 detalha o racha diplomático entre Emmanuel Macron e Donald Trump sobre o conflito no Oriente Médio. Enquanto o governo estadunidense planeja ações no Estreito de Ormuz, a França classifica a medida como ineficaz. Os comentaristas debatem as ameaças mútuas entre EUA e Irã, o esgarçamento das relações na OTAN e o perigo de uma nova corrida armamentista nuclear.
O vice-presidente Geraldo Alckmin endureceu o discurso contra grupos que, segundo ele, flertam com o autoritarismo. Em evento oficial, Alckmin afirmou que quem defende a ditadura não deveria sequer participar do processo eleitoral.
O governo Lula pagou apenas 0,6% das emendas parlamentares previstas para o primeiro semestre de 2026, totalizando pouco mais de R$102 milhões de um montante de R$17,3 bilhões. A retenção desses recursos acende o alerta no Congresso Nacional e pode travar a pauta de votações do Executivo.
O senador Carlos Viana oficializou a sua ida ao PSD, enquanto Eliziane Gama migra para o PT após a consolidação de Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência da República. O 3 em 1 debate como essas trocas de partidos, envolvendo nomes de peso como Rodrigo Pacheco e Mateus Simões, impactam as estratégias do governo e da oposição para as próximas disputas nas urnas.
Uma nova pesquisa Atlas Intel/Arko Advice revela que o presidente Lula lidera o ranking de rejeição política com 50,6%, seguido por Flávio Bolsonaro, 24%, e Jair Bolsonaro, 16,3%. O 3 em 1 debate o impacto desses números na governabilidade e como a alta resistência ao nome do atual mandatário pode moldar as alianças da oposição.
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No 3 em 1 desta quarta-feira (01), o destaque foi o presidente dos Estados Unidos Donald Trump que deve fazer um pronunciamento oficial sobre o conflito no Oriente Médio. A expectativa é que ele traga atualizações sobre a guerra envolvendo Irã, Israel e aliados na região. Trump afirmou recentemente que o conflito pode terminar nas próximas semanas e que novas decisões estratégicas devem ser anunciadas.
O presidente Lula (PT) afirmou que os Estados Unidos usaram uma “mentira” sobre armas nucleares para justificar o ataque ao Irã. Durante declaração, o petista relembrou negociações realizadas em 2010 e disse que havia alternativas diplomáticas para lidar com o programa nuclear iraniano. A fala ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e às discussões internacionais sobre o conflito.
Lula enviou ao Senado a mensagem oficial que indica o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O recebimento do documento destrava o processo de sabatina no Congresso. Agora, cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), dar andamento à análise da indicação.
O presidente Lula afirmou que senadores com mandato de oito anos “pensam que são Deus” ao comentar a importância de construir maioria no Congresso Nacional. A declaração foi feita durante agenda no Nordeste e ocorreu em meio às discussões sobre articulação política e base de apoio no Senado.
O aumento no preço do querosene de aviação anunciado pela Petrobras pode impactar diretamente o valor das passagens aéreas no Brasil. O combustível é um dos principais custos das companhias aéreas e o reajuste gera preocupação no setor. A expectativa é que parte do aumento seja repassada ao consumidor.
O conselheiro de Donald Trump, Jason Miller, voltou a declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial de 2026. A manifestação foi feita por meio de publicação nas redes sociais, dias após um encontro com Flávio e Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Esta é a segunda vez que Miller se posiciona a favor da pré-candidatura.
A pesquisa Atlas divulgada pelo Estadão mostra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente de Lula (PT) em um cenário de primeiro turno entre eleitores do estado de São Paulo. O senador aparece com 38% das intenções de voto, contra 37% do presidente. O levantamento também aponta cenários de segundo turno entre os dois.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que pode avaliar um eventual convite para ser candidata a vice-presidente em uma chapa com Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. O nome da parlamentar é citado como um dos favoritos dentro do PL, especialmente por sua força política no agronegócio e no Congresso.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou ter utilizado aviões ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para viagens particulares. A declaração foi feita após reportagem apontar supostos voos realizados em aeronaves associadas a empresas do empresário. O gabinete do ministro classificou as informações como falsas e sem relação com Vorcaro.
A defesa de Daniel Vorcaro trabalha para acelerar a negociação de um acordo de delação premiada no caso Banco Master. O material reunido pelos advogados deve ser apresentado à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República antes de ser analisado pelo ministro André Mendonça, relator do processo no STF.
O senador Rodrigo Pacheco se filiou ao PSB após deixar o PSD. A mudança de partido ocorre em meio às articulações políticas para as eleições de 2026 e pode viabilizar uma candidatura ao governo de Minas Gerais com apoio do presidente Lula.
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No 3 em 1 desta terça-feira (31), o destaque foi o ministro Alexandre de Moraes (STF) que fixou a data de 14 de abril de 2026 para o depoimento do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O interrogatório ocorre no âmbito do inquérito que apura a articulação de parlamentares brasileiros com o governo de Donald Trump para a aplicação de sanções.
O presidente Lula (PT) deve encaminhar nesta terça-feira (31) a mensagem oficial ao Senado com a indicação de Jorge Messias para o STF. O envio encerra um impasse de quatro meses e dá início ao rito de sabatina na CCJ para preencher a vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Reportagem: André Anelli.
O presidente Lula (PT) confirmou nesta terça-feira (31), durante a reunião ministerial, que Geraldo Alckmin (PSB) será novamente seu candidato à vice-presidência em 2026. O anúncio encerra as especulações sobre uma possível vaga para o MDB na chapa e marca a saída de Alckmin do Ministério do Desenvolvimento para a disputa. Reportagem: André Anelli.
Em seu discurso na reunião ministerial desta terça-feira (31), o presidente Lula (PT) cobrou que seus ministros abandonem o que chamou de "promiscuidade política". O mandatário falou que a política também virou um "balcão de negócios" e exigiu mais seriedade no Congresso. Reportagem: André Anelli.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, negou nesta terça-feira (31) que o governador Ronaldo Caiado (PSD) vá desistir de sua pré-candidatura à Presidência. Misael Mainetti comentou sobre o assunto.
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No 3 em 1 desta segunda-feira (30), o destaque foi a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que defendeu a legalidade dos discursos de Eduardo Bolsonaro (PL) durante a CPAC, nos EUA. Além disso, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro negou qualquer violação de medidas cautelares após rumores envolvendo suposto uso de celular pelo ex-presidente. Reportagem: Janaína Camelo.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República nesta segunda-feira (30). O anúncio ocorre após a desistência de Ratinho Jr. (PSD) e consolida Caiado como o nome da sigla para 2026. Entre suas principais bandeiras, o governador prometeu conceder anistia ampla, geral e irrestrita aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Durante o evento, Caiado afirmou que "em Goiás, bandido não se cria" e declarou que vencer o PT nas urnas é uma tarefa "fácil", mirando a polarização nacional.
O deputado federal e presidente do PT-SP, Kiko Celeguim, defendeu que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, ocupe a vaga de vice na chapa de Lula (PT) em 2026. Segundo Celeguim, o PSD seria a chave para a disputa eleitoral.
Bruno Pinheiro comenta os desafios do governo Lula (PT) para manter a unidade do MDB na base aliada. Com o foco nas eleições de 2026, o Planalto enfrenta dificuldades para evitar um racha, que possui alas inclinadas a candidaturas próprias ou apoios à oposição.
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No 3 em 1 desta sexta-feira (27), o destaque foi o deputado Alfredo Gaspar (UNIÃO-AL) que apresentou hoje o relatório final da CPMI do INSS, pedindo o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", e do empresário Daniel Vorcaro.
Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, o deputado Rogério Correia (PT-MG) classificou o relatório final da CPMI do INSS como uma “peça partidária eleitoral”. O documento pede o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", filho de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e outras 200 pessoas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) deixou o hospital DF Star nesta sexta-feira para cumprir prisão domiciliar de 90 dias com tornozeleira eletrônica. A bancada avalia que o isolamento busca esfriar o capital político do líder da direita, enquanto o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) observa o cerco judicial.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), protocolou hoje uma queixa-crime contra o ministro Gilmar Mendes (STF). A reação ocorre após o decano classificar como “criminoso” o vazamento de dados do banqueiro Daniel Vorcaro pela CPMI do INSS.
Em entrevista ao 3 em 1, o presidente da CONFEA, Vinícius Marchese, destacou que o Brasil investe apenas 2% do PIB em infraestrutura, quando o ideal seria 4,5%. Marchese também destacou que a iniciativa privada responde por grande parte dos aportes, evidenciando a incapacidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em tracionar obras públicas.
O chanceler Mauro Vieira encontrou-se hoje com o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, durante a cúpula do G7. Em pauta, a cooperação contra o crime organizado e as barreiras comerciais impostas pelo governo Donald Trump (EUA).
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou estar "preparada" para compor a chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou até disputar o Planalto. A ex-ministra é a favorita de Valdemar Costa Neto para atrair o voto feminino e consolidar o apoio do agronegócio.
O STF formou maioria hoje para garantir que a eleição do novo governador do Rio de Janeiro seja indireta e por voto secreto. Com a renúncia de Cláudio Castro (PL-RJ), o estado segue sob comando interino do Tribunal de Justiça.
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No 3 em 1 desta quinta-feira (26), o destaque foi o Plenário do STF que analisa nesta quinta-feira (26) se mantém a decisão de André Mendonça sobre a CPMI do INSS, com impasse entre os prazos de 60 ou 120 dias. O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da comissão, acompanha a sessão e já anunciou a prorrogação dos trabalhos. Reportagem: Beatriz Souza.
Durante a sessão, os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes apresentaram criticaram as quebras de sigilo. O julgamento define se o caso deve ser prorrogado. Reportagem: Beatriz Souza.
A Justiça italiana autorizou a extradição de Carla Zambelli, condenada a 10 anos de prisão por invadir o sistema do CNJ em 2023. A defesa informou que vai recorrer da decisão. O processo segue agora para o Ministro da Justiça da Itália, responsável pela decisão final sobre o envio da ex-deputada ao Brasil. Reportagem: Julia Fermino.
Em tempo real, o Supremo Tribunal Federal tem 4 votos a 1 contra a prorrogação da CPMI do INSS nesta quinta-feira (26). O relator André Mendonça defendeu que o direito de prorrogar cabe à minoria parlamentar, mas os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Nunes Marques divergiram. A sessão continua em curso.
O presidente Lula (PT) afirmou que a população costuma atribuir ao governo a responsabilidade pelo endividamento. Durante sua fala, ele destacou que “a somatória do pouquinho vira grande”, referindo-se ao acúmulo de pequenas dívidas que comprometem o orçamento doméstico. O líder brasileiro ainda ressaltou que pediu ao ministro da Fazenda para resolverem o problema.
A Polícia Federal investiga possíveis omissões do Banco Central na fiscalização do Banco Master, liquidado após indícios de fraudes bilionárias. O foco recai sobre as gestões de Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo, que devem prestar esclarecimentos.
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No 3 em 1 desta quarta-feira (25), o destaque foi Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro também envolvido no Caso Banco Master, que trocou de advogado, o que pode acelerar um acordo de delação premiada. A nova defesa é assumida por Celso Vilardi, que também defende Jair Bolsonaro e atuou em casos do Mensalão e da Lava Jato. Reportagem: Janaína Camelo.
A Casa Branca afirmou que as negociações com o Irã seguem em curso e classificou as conversas como “produtivas”, contradizendo a mídia estatal iraniana que declarou que o plano havia sido negado. O impasse gera instabilidade nos mercados, com previsões de que a inflação global possa saltar de 2% para 6%. Reportagem: Luca Bassani.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), tem até esta quarta-feira (25) para ler o requerimento de prorrogação da CPMI do INSS, conforme determinação do ministro André Mendonça. A decisão será analisada pelo Plenário do STF nesta quinta-feira (26). Nos bastidores, os governistas querem limitar o tempo da nova prorrogação. Reportagem: Beatriz Souza.
A bancada do PT (Partido dos Trabalhadores) protocolou um pedido de suspeição contra o senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS. Os deputados criticam o envio de R$ 3,6 milhões em emendas para a Igreja da Lagoinha. Reportagem: Cassius Zeilmann.
O STF (Supremo Tribunal Federal) analisa nesta quarta-feira (25) a validade dos chamados penduricalhos. Ministros propõem que esses benefícios sejam limitados a 35% do teto constitucional para evitar supersalários. Reportagem: Janaína Camelo.
Nas redes sociais, Gilberto Kassab (PSD) oficializou sua saída da Secretaria de Governo e Relações Institucionais de Tarcísio de Freitas (Republicanos) nesta quarta-feira (25). O presidente do PSD afirmou que o cargo é “incompatível com atividade política e eleitoral”.
Apesar de ter recebido a prisão domiciliar humanitária do ministro Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro (PL) segue internado e sem previsão de alta médica. O ex-presidente continua em tratamento para uma pneumonia bacteriana e, pelas regras da decisão, não poderá receber visitas de aliados ou outros investigados em casa. Reportagem: Beatriz Souza.
O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta quarta-feira (25) para limitar o pagamento de penduricalhos a 35% do teto do funcionalismo público. A decisão estabelece um limite objetivo para verbas indenizatórias.
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No 3 em 1 desta terça-feira (24), o destaque foi o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar por 90 dias. A decisão considera o estado de saúde de Bolsonaro após quadro de pneumonia e estabelece uma série de restrições, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de comunicação e controle rígido de visitas na residência.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a proibição de acampamentos, manifestações ou qualquer tipo de aglomeração em um raio de 1 quilômetro da residência de Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. A medida faz parte das regras impostas na decisão que autorizou a domiciliar temporária do ex-presidente por 90 dias, com monitoramento e restrições de visitas.
Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL) por 90 dias, filhos e aliados do ex-presidente se manifestaram nas redes sociais.
Os comentaristas analisaram se a mudança na relatoria do caso Banco Master pode ter alterado o ambiente no STF. O processo saiu de Dias Toffoli e passou para André Mendonça. Analistas avaliam que o avanço das investigações mudou o clima em Brasília. No debate, surgiu a hipótese de impacto na decisão que concedeu domiciliar a Jair Bolsonaro.
O Irã negou qualquer acordo de cessar-fogo e segue lançando ataques contra Israel, apesar das declarações de Donald Trump sobre uma possível trégua. Enquanto isso, Israel intensificou a ofensiva contra posições do Hezbollah no sul do Líbano. A escalada militar aumenta as tensões no Oriente Médio e levanta dúvidas sobre uma possível ampliação do conflito.
Após a desistência de Ratinho Júnior (PSD) da disputa presidencial, o presidente do PSD, Gilberto Kassab (PSD), afirmou que a definição do candidato do partido será tomada por critérios políticos. Os nomes em discussão são os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSDB). Kassab disse que ambos são quadros qualificados e que a decisão final deve ocorrer até o fim do mês.
O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que é “mentira” dizer que o presidente Lula (PT) foi inocentado. Durante declaração, Moro disse que Lula teve condenações confirmadas em diferentes instâncias da Justiça e criticou a narrativa de que o presidente teria sido declarado inocente. A fala ocorreu em meio ao debate político sobre as decisões judiciais relacionadas à Operação Lava Jato.
O presidente Lula (PT) sancionou o chamado “PL Antifacção”, que cria um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil. O texto endurece penas para integrantes de facções criminosas, mas dois pontos aprovados pelo Congresso foram vetados. A decisão gerou debate político sobre o alcance das mudanças na nova lei.
Em entrevista ao 3 em 1, o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP), relator do PL Antifacção na Câmara, criticou os vetos do presidente Lula ao projeto que endurece penas contra o crime organizado. Derrite afirmou que os trechos vetados enfraquecem o combate às facções e disse que o Congresso deve trabalhar para derrubar as decisões presidenciais.
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