
Sign up to save your podcasts
Or


Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
A 20 de julho de 1969 seiscentos milhões de pessoas estiveram quase sem respirar durante 12 minutos e meio. A dramática descida dos astronautas para a Lua teve de tudo: começou com quebras de comunicações, prosseguiu com alarmes do computador de bordo e terminou com o combustível no limite. E, no final, Neil Armstrong e Buzz Aldrin deram um novo mundo ao mundo
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
Não tinha cadeiras, os motores eram mais pequenos do que os de um carro normal, e as janelas dois exíguos triângulos. Mas, ainda assim, “Eagle” aterrou dois homens na Lua há 50 anos e era, na altura, a nave mais sofisticada alguma vez construída. Neste episódio de “Magnífica Desolação” vamos perceber como foi construído o módulo lunar e contar ainda a história da qual, décadas depois, quase ninguém fala: quando a Apollo 11 chegou à Lua não estava sozinha
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
Durante vários anos as mulheres não puderam ser astronautas, mas sem elas os homens nunca teriam ido ao Espaço em primeiro lugar. Seja na área da matemática e análise de órbitas e trajectórias, da programação e utilização dos primeiros computadores, ou mesmo em mundos masculinos como as salas de controlo, as mulheres foram fundamentais para o programa espacial. E quando chegou o dia de pôr um homem na Lua pela primeira vez, elas também estavam lá para marcar a diferença
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
Em janeiro de 1967, um trágico acidente vitimou os três astronautas da Apollo 1, após um incêndio dentro da cápsula ainda em terra. O programa espacial teve de ser completamente reformulado, mas pouco mais de dois anos depois a Apollo 11 estava a caminho da Lua. Neste episódio acompanhamos os acontecimentos do segundo dia de viagem dos astronautas e conhecemos a história das várias missões Apollo, desde o início trágico à conquista final do Homem caminhar na superfície lunar
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
A 16 de julho de 1969, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins partiram rumo ao Espaço no foguetão Saturno V. Anos mais tarde, Armstrong falou da sensação de se afastar do planeta Terra: "Foi espetacular. Do nosso ponto de vista parecia que estávamos parados e que a Terra é que se estava a afundar". Os três astronautas viajaram no maior e mais potente foguetão alguma vez construído. Mas os Estados Unidos não teriam conseguido chegar lá sem a ajuda de um cientista da Alemanha nazi que, após a II Guerra Mundial, se tornou quase tão mediático quanto os próprios astronautas
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.
“Esta é a nossa prioridade, de outra forma não devíamos estar a gastar esta quantidade de dinheiro, porque eu não estou assim tão interessado no Espaço”. Em setembro de 1962, numa reunião na Casa Branca, o Presidente John F. Kennedy teve de convencer o administrador da NASA de que era preciso ir à Lua custasse o que custasse. Os Estados Unidos não poderiam voltar a ser humilhados pela União Soviética na corrida ao Espaço.
Nesse mesmo ano, Neil Armstrong entrou no programa de astronautas da NASA. O primeiro episódio de “Magnífica Desolação” acompanha as histórias de vida de John F. Kennedy e Neil Armstrong, duas figuras decisivas para a missão Apollo 11, que levou o Homem à Lua pela primeira vez.
“Magnífica Desolação”, afirmou o astronauta Buzz Aldrin ao ver a superfície lunar pela primeira vez a 20 de julho de 1969. Aldrin foi o segundo homem a pisar a Lua e fez parte da histórica tripulação da Apollo 11, juntamente com Neil Armstrong e Michael Collins. Meio século depois, o Expresso entra novamente a bordo da Apollo e segue, dia após dia, a maior aventura da história da Humanidade. Acompanhamos as comunicações entre os astronautas e Houston, ouvimos o testemunho de quem viveu de perto aqueles momentos, a explicação de especialistas e entusiastas do Espaço, mas também histórias menos conhecidas da viagem que marcou o século XX
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho conversam com o historiador Joaquim Boiça e relembram o audacioso desembarque das tropas de Filipe II, no final de Julho de 1580, a norte do Cabo Raso. Para o sucesso desta delicada operação foram fundamentais as informações enviadas para Espanha pelos espiões do Duque de Alba e o apoio assumido de D. António de Castro, senhor de Cascais, que acompanhava as tropas espanholas. Numa operação que séculos mais tarde — mal comparando – se assemelharia ao desembarque da Normandia, o Duque de Alba e o Marquês de Santa Cruz usariam uma manobra de diversão para enganar as tropas portuguesas chefiadas por D. Diogo de Menezes, indo depois desembarcar em praias improváveis e de difícil acesso. A rapidez com que tudo se passou, a conquista de Cascais e de S. Julião da Barra e a derrota do Prior do Crato em Alcântara abriram as portas do reino a Filipe II. A facilidade com que o exército espanhol chegou a Lisboa mostrou como a capital estava pouco fortificada — Francisco De Holanda já tinha alertado D. Sebastião na sua obra “Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa”. Consciente dessa fragilidade e temendo, com razão, ataques ingleses dos aliados do Prior do Crato, Filipe II vai dedicar especial importância à defesa da Barra do Tejo. Seria, no entanto, só após a Restauração que, por vontade de D. João VI, se reforça de modo consistente a Barra do Tejo e o litoral português.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida Magalhães Ramalho conversam com a professora e investigadora Manuela Niza, autora do livro “Terra de Ninguém”, sobre os caminhos do contrabando na raia portuguesa. Perdida a sua razão de existência com a abertura das fronteiras, em 1995, o contrabando foi, durante séculos, uma forma de subsistir em terras madrastas onde baixos salários e uma agricultura pobre levavam famílias inteiras a enfrentar de noite caminhos ínvios, intempéries e a Guarda Fiscal que, de bastão sempre pronto, podia vergastar aqueles, novos ou velhos que conseguisse apanhar. Para além de transportarem mercadorias, nos dois sentidos da fronteira, os contrabandistas e os seus trilhos auxiliaram muita gente nos seus caminhos de fuga: republicanos que tentavam escapar à sanha franquista, refugiados europeus que fugiam ao nazismo e, no sentido inverso, a emigração clandestina e exilados políticos. Como se sabe, a partir dos anos 50 intensificou-se um fluxo migratório das aldeias do interior em direção a França, Alemanha e Luxemburgo. O começo da Guerra Colonial e o endurecimento do regime, na década seguinte, também fariam sair do país muita gente, sobretudo jovens que se recusavam a combater em África. Tanto uns como os outros usariam os caminhos e as “manhas” dos contrabandistas. Mais de trinta anos passados sobre o fim do contrabando, as suas rotas e as suas aventuras tornaram-se, em muitos municípios da raia, atração turística através da oferta (de Norte a Sul do país) de Rotas dos Contrabandistas ou espaços museológicos. Pese embora as diversas motivações de quem escolheu viver com um pé fora da lei, a história do contrabando é um dos aspectos mais evidentes da história lunar do país que, ainda hoje, não conseguiu inverter as assimetrias entre o Interior e o Litoral.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Lourenço Pereira Coutinho e Margarida de Magalhães Ramalho conversam com o professor Henrique Leitão sobre os importantes contributos para a Ciência europeia das navegações portuguesas e de como estas desfizeram mitos e medos. Até ao século XV, o mundo medieval tinha os pés sobretudo bem assentes na terra. O mar que navegavam tinha de ser o que estava ao alcance do olhar. O longínquo, aquele que se perdia para além do horizonte, era, pensava-se, povoado de fábulas terríveis e monstros assustadores. As viagens marítimas dos séculos XV e XVI, contudo, vieram mostrar como estavam errados. E pela primeira vez na história do Ocidente o mar oceânico torna-se a estrada de circulação e transporte que unia continentes e oceanos a uma escala planetária. Também o conhecimento trazido dessas viagens acabaria por ter repercussões na Cartografia, Antropologia, Botânica, Zoologia, Medicina, Farmacopeia, Astronomia etc. Do esforço conjunto de matemáticos e astrónomos com os que navegavam sairia a navegação astronómica, estudos sobre a variação magnética da terra, o aperfeiçoamento de instrumentos científicos e uma construção naval adaptada a uma nova realidade. Esse conhecimento não ficaria confinado a Portugal, sendo reconhecido em toda a Europa. Sobre ele escreveria Tomé Cano, em 1611, no seu livro “Arte para Fabricar y Aparejar Naos”: “o que sabem o devem aos Portugueses que os instruíram e ensinaram a navegar no alto mar e em províncias remotas […] lhes deve não apenas a Espanha, mas toda a Europa, Franceses, Ingleses, Holandeses.”
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho viajam pela milenar e singular História da Escócia. Qual a importância da influência Celta? E que inimigo comum motivou as tribos dos highlands a unirem-se? Qual o impacto na Escócia da invasão normanda da Inglaterra? Como funcionavam os clãs escoceses e que papel desempenharam nas guerras de independência contra a Inglaterra? Como foi a reforma protestante na Escócia? E como foi o processo que culminou com a união de Escócia e Inglaterra no reino da Grã-Bretanha (1707) e, depois, no Reino Unido de Inglaterra, Escócia e Irlanda (1800)? Por fim, como evoluiu a Escócia até à atualidade e o que se preserva da sua cultura milenar?
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed
Um diálogo descontraído em torno da História, dos seus maiores personagens e acontecimentos. 'A História repete-se' não é uma aula, mas quer suscitar curiosidade pelo passado e construir pontes com…

1 Listeners

0 Listeners

5 Listeners

17 Listeners

6 Listeners

16 Listeners

6 Listeners

3 Listeners

20 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

1 Listeners

8 Listeners

1 Listeners

32 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

4 Listeners

9 Listeners

1 Listeners

0 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

0 Listeners

0 Listeners