
Sign up to save your podcasts
Or


Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, entre 1998 e 2009. Foi também curador da Ellipse Foundation entre 2004 e 2009. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as quais se destacam André Romão. Fauna (2019); Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura (2016); História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas (2015); Arte Portuguesa do Século XX (1910-1960), James Coleman. Mediaespectrologias (2005).
Comissariou muitas exposições, das quais se destacam Amadeo de Souza-Cardoso (Museu Pushkin, Moscovo), James Coleman (MNAC-MC), Stan Douglas, Interregnum (Museu Coleção Berardo, Lisboa), Alexandre Estrela. Star Gate (MNAC-MC) ou as coletivas More Works About Buildings and Food (Hangar K7, Oeiras), João Maria Gusmão e Pedro Paiva. Intrusão: The Red Square (MNAC-MC), Disseminações (Culturgest, Lisboa), Ângela Ferreira. Em sítio algum (MNAC-MC) Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à 49ª Bienal de Veneza com o artista João Penalva.
Foi co-autor, em 1999, do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 pelo seu ensaio Columbano Bordalo Pinheiro, uma arqueologia da modernidade. Em 2010 o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras.
Os projetos atuais em realização consistem num livro sobre arte moderna em Portugal, bem como um livro sobre Alexandre Estrela, um artista cujo trabalho acompanha desde os primeiros anos de emergência da sua obra.
Links:
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/
https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ
https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa
http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481
https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3
https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946
https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661
https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html
https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029
Episódio gravado a 18.03.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Steve Reich, Music for a Large Ensemble
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Joana P. R. Neves é uma escritora e curadora independente sediada em Londres. Entre 1994 e 1998 obteve a licenciatura em Filosofia em França. Concluiu o mestrado em estudos curatoriais na Universidade de Belas Artes de Lisboa em 2002. Nesse mesmo anos foi nomeada curadora de vídeo no C.A.V. (Coimbra, Portugal), onde trabalhou com Julião Sarmento, Maria Lusitano e Gabriel Orozco, entre outros.
Entre 2003 e 2014 trabalhou como diretora das galerias comerciais Chantal Crousel, scleicher+lange (Paris, França), e ajudou a lançar a Marlborough Contemporary, (Londres, Reino Unido). Entre 2015 e 2020, fez o seu doutoramento em História da Arte na Kingston University intitulado: “Seguindo a Linha Indexical, Etienne-Jules Marey, Douglas Huebler, Sol LeWitt.” enquanto desenvolvia um trabalho de pesquisa paralelo sobre a obra da artista alemã sediada em Milão, Irma Blank. Esta investigação deu origem à co-curadoria, entre 2019 e 2023, da exposição itinerante BLANK, (Culturgest Lisboa, MAMCO Genève, CAPC Bordeaux, CCA Tel Aviv, ICA Milano, Museu Villa dei Cedri, Bellinzona, Bombas Gens Valencia) e para a qual co-editou o catálogo homónimo (Koenig Books). Como curadora independente, trabalha para museus e galerias; a sua mais recente exposição colectiva, “Our Ancestors Bloom” Overground, teve lugar na galeria Patrick Heide (Londres).
É Diretora Artística da Feira de Arte DRAWING NOW desde 2018, e co-lançou o projeto de residências e exposições Worlding em Elephant and Castle, Londres, em dezembro de 2020. Tem colaborado regularmente em publicações e catálogos de arte contemporânea.
As suas publicações recentes incluem “As One takes one's pulse”, “The Technology of Asemantic Writing”, Centre d'art de Genève (2019); “Unskilled Beauty or Ugly Truth?” (Drawing, Research, Theory Practice, 2020), entre outros.
Joana P. R. Neves está atualmente a trabalhar no seu primeiro livro, The Female Drawing Machines”, sobre o desenho como tecnologia a partir de uma perspetiva feminista (2026, Bloomsbury). Lançou o podcast Exhibitionistas em janeiro de 2024, onde falam sobre exposições individuais como forma de explorar o corpo de trabalho de um artista.
Links:
https://exhibitionistaspodcast.com/
https://worldingproject.com/
https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025
https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves
https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes
https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf
http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/
https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/
https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/
https://www.drawingnowparis.com/
https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/
https://www.drawingnowparis.com/evenements/
https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/
https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/
Episódio gravado a 07.02.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Water · Johnny Flynn and Laura Marling · Letra Johnny Flynn · Produção Ryan Hadlock
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
As pinturas e instalações de Ana Manso (Lisboa, 1984) navegam nos espaços entre a contaminação, a intersecção e a troca, atendendo ao potencial infinito que emerge nos detalhes muitas vezes esquecidos e silenciosos da vida quotidiana. Enraizado principalmente na abstração e estendendo-se ocasionalmente da tela ao mural, o seu trabalho emerge de momentos sensoriais sem plano pré-determinado.
O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas: Buraco (Lisboa, 2024); NEVVEN, (Gotemburgo, 2024); Pedro Cera (Lisboa); Consultório (Chamusca, 2023); Galleria Umberto Di Marino (Nápoles); Centro de Arte Oliva (São João da Madeira, 2022); MARQUISE (Lisboa, 2019); Mudam (Luxemburgo, 2020); UPPERCUT (Lisboa, 2019); Universidade do Minho (Braga, 2019); Museu de Serralves (Porto, 2017); FUTURA (Praga, 2016); Uma Certa Falta de Coerência (Porto, 2016); Ar Sólido (Lisboa, 2016); Museo Nazionale di Capodimonte (Nápoles, 2014); Fondazione Rivolidue (Milão, 2014); Museu da Electricidade (Lisboa, 2011); ou Spike Island (Bristol, 2008); citando alguns. Participou no Prémio EDP Novos Artistas e Prémio Fidelidade Jovens Pintores, em 2011. Ana Manso desenvolveu projetos em residências artísticas em Nova York (International Studio & Curatorial Program, 2022); Málaga (Casa Mahare, 2019); ou Madrid (Matadero Madrid, 2018).
Links:
https://www.anamanso.com/
https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum
https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449
https://pedrocera.com/artists/ana-manso
https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/
https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/
https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand
Episódio gravado a 07.03.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: In Our Sleep · Laurie Anderson Bright Red ℗ 1994 Warner Records Inc.
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
António Poppe (Lisboa, 1968)
Artista visual, performer e poeta, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou escultura e desenho no Royal College of Arts, em Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema na School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.Autor de um trabalho híbrido entre artes visuais, performance e poesia, que apresenta desde 1991 em instituições como o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa e GIAJG, entre outras. Publicou cinco livros: "Torre de Juan Abad" (Assírio & Alvim), "Livro da Luz" (Documenta), "Medicin" (Douda Correria), "Come Coral" (Douda Correria) e "O Agitador e a Corrente" (com Mumtazz, Mariposa Azual). Destacam-se a exposição antológica "Mil Órbitas" (2019) na ZDB, com curadoria de Natxo Checa, e a participação no projeto performativo "DE CORPO PRESENTE" (2022), a convite do Museu da Cidade do Porto. Trabalhou com o grupo de performance Goat Island (Chicago) e colaborou com artistas como Vera Mantero (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), Mumtazz (6ª edição dos "Encontros para Além da História", CIAJG, Guimarães), Musa Paradisíaca (Quetzal Art Centre, Holanda) e La Familia Gitana (Boca Bienal e Futurama Alentejo, 2021). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao projeto "EM VOZ ALTA", desenvolvido com apoio da DGArtes em parceria com BOCA, Osso, Casa de Gigante, Aderno e ZDB, aprofundando a fusão entre as várias disciplinas que compõem a sua prática.
Links:
https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe
https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug
https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec
https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/
https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/
https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas
https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/
https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade
Episódio gravado a 27.02.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: The Homeless Wanderer · Tsegue-Maryam Guebrou Ethiopiques, vol. 21: Emahoy (Piano Solo) ℗ Tsegue-Maryam Guebrou / Buda Released on: 1963-01-01 Composer: Tsegue-Maryam Guebrou
*verso de Canção IV, Luís Vaz de Camões
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
André Romão nasceu em Lisboa em 1984, cidade onde vive. O seu trabalho assume sobretudo a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Partindo da emoção e da intuição, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo indefinido entre os domínios literário e natural.
O seu trabalho tem sido apresentado em diferentes instituições como o Museu de Serralves (Porto), Centre d'art Contemporain Genève, Liverpool Biennial 2021, MAAT (Lisboa), Museu Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), Macro (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC (Bordéus), Spike Island (Bristol), Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas em 2007 e o BES revelação em 2013. Foi artista residente na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014) e Gasworks, Londres (2020), entre outros.
A obra de Romão está representada em colecções como a Fundação de Serralves, Fundação Gulbenkian, FRAC Franche-Comté, entre outras.
Links:
https://andreromaonet.wordpress.com/
https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/
https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html
https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/
https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi
https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/
https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers
https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/
https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007
Episódio gravado a 21.02.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Crass - Mother Earth (1979) – interpretada por Crass / letra Crass, Eve Libertine (aka Bronwen Jones), Joy De Vivre, Steve Ignorant / produzida por Crass Records
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Paula Brito Medori, Porto, 1962. Licenciada em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em comunicação cultural, tendo construído uma carreira sólida na área da imprensa e dos museus. Atualmente, é responsável pelo Gabinete de Comunicação do Atelier-Museu Júlio Pomar, no âmbito da EGEAC. Entre 2011 e 2019, exerceu a mesma função no Museu Nacional de Arte Antiga, onde coordenou campanhas de grande impacto, como “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo”, uma das mais bem-sucedidas angariações de fundos para aquisição de património em Portugal. Antes de se dedicar à comunicação institucional, dirigiu e chefiou redações em diversas publicações culturais e científicas, incluindo as revistas L+arte, Arte Ibérica e QUO, bem como a Agenda Cultural de Lisboa. Trabalhou dez anos no jornal Semanário, tendo sido editora das secções Sociedade e Cultura entre outras funções.
Links:
https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/
https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148
https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=178069&img=14522
https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533
https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/
https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf
https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980
http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo
https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/
Episódio gravado a 12.02.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Here Comes The Summer · The Fiery Furnaces EP ℗ The Fiery Furnaces Records Released on 2005-01-25
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
A Galeria Miguel Nabinho abriu em 2000 e é hoje uma das principais galerias de arte contemporânea da Península Ibérica, representando alguns dos seus artistas de percurso mais consolidado (Ana Jotta, Luisa Cunha, Pedro Cabrita Reis, Jorge Molder, entre outros). Apesar de ter a sua base de colecionadores institucionais e privados baseada em Espanha e Portugal, os seus artistas são reconhecidos internacionalmente através de mostras nas mais conceituadas instituições na Europa e EUA.
Os conteúdos de divulgação (entrevistas, vídeos, publicações, fotografias) que a Galeria Miguel Nabinho produz para os seus artistas permite que a sua comunicação digital esteja a par com as maiores galerias, museus e instituições do mundo. Isto contribui para um enorme crescimento da galeria e dos seus artistas nos últimos anos.
O sucesso da Galeria Miguel Nabinho deve-se principalmente à estreita relação que tem com os seus artistas, permitindo-lhes a liberdade e a confiança para fazerem o seu melhor trabalho.
O fundador da galeria, Miguel Nabinho, estudou Gestão na Universidade Católica Portuguesa e chegou a ter dois restaurantes nos quais estabeleceu uma parceria com a livraria Assírio Alvim, até abrir a sua galeria, que inicialmente se chamou Lisboa 20, a actual galeria Miguel Nabinho. Entretanto abriu uma produtora de filme e fotografia e utilizando estas sinergias lançou dois programas, um na área das artes que se chama “Sem título” e outro sobre política que se chama “Que país é este”. As suas entrevistas a artistas são já documentos fundamentais para quem estuda e trabalha na área das artes.
Links:
https://www.miguelnabinho.com/pt/artists
https://www.youtube.com/user/miguelnabinho
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho
https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064
Episódio gravado a 29.01.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Alphaville - Forever Young (Version 1) from the 1984 album 'Forever Young'
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Luís Paulo Costa (Abrantes, 1968) vive e trabalha entre Lisboa e S. José das Matas. Licenciado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1996), iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A sua obra é representada pelas galerias 111(Lisboa), Pedro Oliveira (Porto) e Krinzinger (Viena). Em 2020, realizou uma residência artística na Krinzinger Projekte, na Áustria. A sua prática pictórica é um exercício físico e conceptual que investiga a relação entre realidade e representação. Através da pintura, procura tornar as imagens mais reais, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade, presença e ausência. O seu trabalho frequentemente assume uma dimensão escultórica, instaurando uma atmosfera de silêncio e incerteza. Está representado em diversas coleções institucionais e privadas, incluindo a Fundação de Serralves, a Fundação EDP/MAAT, o Museu Marta Herford (Alemanha), a Coleção Norlinda e José Lima, a Coleção Teixeira de Freitas, a Fundação Carmona e Costa, a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, a Coleção Manuel de Brito, a Fundação Leal Rios, a Coleção José Carlos Santana Pinto, a Coleção Alberto Caetano, a Coleção Figueiredo Ribeiro e a Coleção SILD, entre outras coleções internacionais. Expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2003), no Centro de Artes Visuais de Coimbra (2006), na Appleton Square (Lisboa, 2010), no Museu do Côa (2014), no Pavilhão Branco (Lisboa, 2014), na Fundação Leal Rios (Lisboa, 2015 e 2016), na Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2018), na Krinzinger Projekte (Viena, 2021), e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2022).Participou em exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, no Centro de Arte Oliva, no Centro Cultural de Belém e na Fundação EDP, entre outras.Tem neste momento patente na galeria 111, em Lisboa, a exposição individual "Flores e outras pinturas" até dia 8 de março de 2025.
Links:
https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/
https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810
https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story
https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa
https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/
https://appleton.pt/luis-paulo-costa/
https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/
https://www.ramastudios.pt/invited-artists
Episódio gravado a 30.01.2025
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Musica Blue Train · John Coltrane Blue Train: The Complete Masters ℗ 2012 Capitol Records, LLC
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
Nuno Centeno (n. 1979, Porto, Portugal), fundador/director da Galeria Nuno Centeno, foi nomeado pela Artnet como Europe’s 10 Most Respected Art Dealers em 2016. Em 2018, foi galardoado com o Frieze New York Focus Prize, sendo descrito como “arrojado” e “apresentando o trabalho de artistas com um diálogo interessante”, resultando numa “frescura equilibrada”. Nesse mesmo ano, Nuno foi selecionado como 40 Under 40 Europe 2018 da Apollo International Art Maganize, que celebra a próxima geração de inovadores, inspiradores e líderes empreendedores do mundo da arte. Integrou o comité de seleção da feira de arte ARCO Lisboa, assim como o conselho consultivo do departamento de cultura e arte da Câmara Municipal do Porto. Nuno Centeno é filho de Sobral Centeno, um artista português de renome.
A Galeria Nuno Centeno foi fundada por Nuno Centeno em 2007, inicialmente com o nome Reflexus Contemporary Art, situada numa moradia, no Porto. O impacto cultural da galeria rapidamente criou um crescimento rápido de visibilidade e reconhecimento, levando à sua expansão e mudança para instalações maiores, em 2009. Em 2011, o nome foi alterado para Galeria Nuno Centeno, como é conhecida atualmente. Nesse mesmo ano, a galeria começou a representar um grupo de artistas internacionais emergentes e consagrados. Nos últimos anos, Nuno Centeno fundou e dirigiu o espaço Artist Book Gallery (um projeto dedicado a livros de artista de edição única) e co-fundou o The Spot (um projeto ao ar livre).
Desde o início do seu percurso profissional, Nuno Centeno já realizou cerca de 200 exposições, tanto a nível nacional, como internacional. Participou em múltiplas feiras e eventos internacionais de arte, como a Frieze London & New York; Independent Brussels & New York; Miami Art Basel; ARCO Madrid & Lisboa; Artissima; Art Brussels; Zona Maco Mexico; Liste Basel; CONDO London e CONDO São Paulo; Friend Of a Friend Warsaw; Drawing Room Lisboa.
Links:
https://www.nunocenteno.com/
https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno
https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/
https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/
https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/
https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html
https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery
https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Mindtrain de Yoko Ono
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
O processo de trabalho de Sara Bichão liga-se a canais emocionais: curar, purgar, perpetuar, brincar. As obras são escultóricas com uma atmosfera cromática própria que, por vezes, são activadas pela artista através de acções performativas. Os materiais utilizados são muitas vezes recolhidos/oferecidos/roubados, ou provenientes de outros recursos reciclados e orgânicos. Mais recentemente, Sara Bichão tem vindo a explorar também a escrita experimental.
Sara Bichão está atualmente a desenvolver uma colaboração a longo prazo com La S Grand Atelier - Art Brut et Contemporain, na Bélgica.
Foi artista residente na Residency Unlimited (Nova Iorque, EUA) e Finisterrae (Ouessant, FR) em 2022, e participou noutras residências nos últimos anos, incluindo: Porta 33 (2020, Madeira, Portugal); Cité Internationale des Arts (2019, Paris, FR); Artistes en Résidence (2017, Clermont Ferrand, FR). Recebeu bolsas de estudo do Instituto Francês (2019, 2022), da Fundação Calouste Gulbenkian (2014) e da Fundação Luso-Americana (2022).
Uma seleção das suas exposições individuais inclui: Lightless, Fundação de Serralves, (2024, Porto); Before I Get Sick na MEEL, Press (2021, Lisboa); What is the thing, What is it na Galeria Filomena Soares (2020, Lisboa); Find me, I kill you na Fundação Calouste Gulbenkian (2018, Lisboa); (2017) Coastal na Barbara Davis Gallery (2017, Houston); My Sun Cries na Fundação Portuguesa das Comunicações (2016, Lisboa); Somebody's Address na Rooster Gallery (2014, Nova Iorque).
Participou em exposições colectivas no Museu de Arte Contemporânea de Lyon (2019 e 2024, França); na Galeria Martin Janda (Viena, 2023); no 68 Art Institute (2022, Copenhaga); Passerelle Centro de Arte Contemporânea (2022, França); Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia MAAT (2017 e 2022, Portugal); BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas (2021, Portugal); Porta33 (2021, Portugal); Centro de Arte Contemporânea em Troyes (2019, França); Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, Portugal); Diagrama (2015, México); Kulturni Centar Beograda (2015, Sérvia); Galeria Rita Urso (2014, Itália) e Galeria Arevalo (2012, EUA). Sara Bichão foi selecionada para o Prémio de Desenho FLAD (2021), Anteciparte'09 (2009), Fidelidade Mundial - Jovens Pintores (2009), BPI - FBAUL (2008).
O seu trabalho faz parte de colecções de arte como: Fundación ARCO, Espanha, Coleção Antoine de Galbert, França; MidFirst Bank Collection, Arizona, EUA, CACE (Coleção de Arte Contemporânea do Estado); FLAD (Fundação Luso Americana); Fundação PLMJ; Fundação EDP - MAAT; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; em Portugal
Links:
https://sarabichao.com/
https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/
https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k
https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/
https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/
https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz
https://air351.art/residencies/sara-bichao/
https://sarabichao.com/umbigo-20-years/
Episódio gravado a 20.12.2024
Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão
Créditos música final: Things Behind the Sun - Brad Mehldau - Live in Tokyo ℗ 2004 Nonesuch Records Inc. Writer: Nick Drake
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes
© Appleton, todos os direitos reservados
From the publisher's feed

13 Listeners

10 Listeners

16 Listeners

88 Listeners

0 Listeners

7 Listeners

29 Listeners

7 Listeners

11 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners