"Não dá para ficar parado. Música afro-portuguesa. Celebração, conflito e esperança" é o título do livro do jornalista, crítico musical e cronista Vítor Belanciano.O trabalho, realizado no ambito do projecto Memoirs, que investiga a segunda e terceira geração de afrodescendentes em vários países europeus e de que forma é que as memórias coloniais se inscrevem nas diferentes práticas artísticas, foi recentemente editado em Portugal pelas Edições Afrontamento.
Até meados de Fevereiro está em exibicao na Rádio Moçambique, uma rádio novela sobre mensagens extraídas do Alcorão para contrapor as versões deturpadas e usadas pelos terroristas como estratégia de persuasão.A iniciativa é da Fundação MASC, Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil que pretende assim desencorajar a sociedade a aderir aos movimentos extremistas e a combater o terrorismo.
Numa altura em que na capital guineense são várias as exposições de artes plásticas a reportagem da rfi ouviu artistas e a respectiva associação em torno das dificuldades com que se depara a classe: muitas vezes confrontada com dificuldades que lhe são próprias como a aquisição de materiais ou a necessidade de escoar os seus produtos.
Luís Cília é uma referência incontornável da música de intervenção. O cantor e compositor que nasceu no Huambo, em 1943, e viveu em Luanda, aos quinze anos deixa Angola rumo a Portugal.
Portugal decretou esta quarta-feira dia de luto nacional pela perda de um dos maiores filósofos portugueses. As cerimónias fúnebres decorreram ao longo do dia no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.
O fotógrafo moçambicano Mauro Pinto é um dos 14 artistas contemporâneos moçambicanos, seleccionados pela editora portuguesa Hangar Books, para figurar no livro "Atlântica: Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora" lançado em Lisboa a 27 de novembro, ou a arte como "ferramenta de resistência e rebelião", um livro que associa artistas a investigadores e curadores "sinergias que podem alavancar mais as artes" segundo Mauro Pinto, que nos fala também das suas últimas exposições "Blackmoney" e "Dá licença".
O actor e realizador luso-guineense Welket Bungué foi na semana passada distinguido com o prémio do melhor actor no Festival Internacional de Cinema de Estocolmo, pelo seu papel no filme "Berlim Alexanderplatz" de Burhan Qurbani, que obteve o prémio do melhor filme.
Welket Bungué fala-nos do seu último filme "Cacheu Cuntum", um confronto com o passado esclavagista da Guiné-Bissau em Cacheu e com a realidade animista do ritual fúnebre ToKa Tchur em Cuntum Madiana nos arredores de Bissau, para repôr a verdade histórica do país, mas também na busca da identidade do autor.
Em tempos de confinamento, o livro é um “bem essencial”, mesmo que em França as livrarias tenham sido obrigadas a fechar. Na Bélgica, pelo contrário, confinamento não rima com fecho de livrarias, como conta Jorge Pinto, co-autor – com Eduardo Viana - da banda desenhada “Amadeo – a vida e obra entre Amarante e Paris”. Uma novela gráfica que conta a vida do pintor português da vanguarda do início do século XX.
No passado dia 6 de Novembro, a artista cabo-verdiana Elida Almeida que em 2015 foi laureada com o prémio RFI Découvertes, lançou o seu novo álbum "Gerasonobu" - "Nova Geração".
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