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Jonathan David Haidt é professor de liderança ética na Sterns School of Business da Universidade de Nova Iorque. Foi ele o criador da “metáfora do ginete e do elefante”, que diz o seguinte: dois sistemas independentes funcionam em nosso cérebro, ao mesmo tempo, influenciando um ao outro. De um lado está a parte racional e reflexiva, de outro a emocional e instintiva. Consciente e subconsciente. A primeira pensa e analisa a realidade, a segunda é movida por emoções, dor e prazer.
Quando os dois sistemas seguem em harmonia pelo mesmo caminho, em busca da mesma coisa, sem conflitos, é uma maravilha. Sabe aquele seu amigo que tem um trabalho que ama? Pois é… Mas quando cada sistema tem suas necessidades, a confusão começa.
A metáfora de Haidt diz que o sistema racional é o ginete (o condutor do elefante), e o sistema emocional é o elefante. O elefante é monstruoso, forte, impulsivo. O ginete é pequeno e fraco, mas muito esperto. Por sua inteligência, o pequeno ginete consegue controlar o grande elefante, dirigindo-o e comandando. Mas se o elefante decidir tomar alguma iniciativa por conta própria, não há ginete que segure …
Na sociedade, o ginete são as minorias militantes que sabem que precisam visar a maioria passiva. Os elefantes. Por exemplo, meia dúzia de bandidos é capaz de paralisar uma cidade com milhões de habitantes, se executarem com perícia seu terror.
Essas minorias criam e mantêm um conflito e antagonismo com a maioria poderosa e impotente, enquanto constroem a narrativa de que elas, as minorias, são as que têm o poder de guiar a maioria na luta contra os poderosos que as oprimem.
Para isso, as minorias criam categorias e rótulos que dividem a sociedade entre maus e bons. Falam em nome do povo, mesmo que o povo não se sinta representado por elas.
E não perdem a oportunidade de manter uma relação de conflito e antagonismo com a parte da maioria que detém o poder. As minorias militantes sempre são contra tudo isso que está aí. E as narrativas as transformam nas únicas forças capazes de derrubar os criminosos que nos oprimem.
Você entendeu o jogo, hein?
Enquanto isso a maioria observa.
E daí? Você é o ginete ou o elefante?
Esta reflexão continua neste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=BPZ9fVr3DHI
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Em setembro de 2017 publiquei o primeiro destes cafezinhos. O tema era “sobre falar bobagens”. Nele eu explicava que o que leva alguém a falar bobagem em público ou é ignorância, ou burrice, ou soberba, ou estratégia ou canalhice.
Nem lembro mais o que me levou a escrever aquele texto, provavelmente eu estava indignado com a exposição de bobagens em redes sociais.
Dois anos antes, em 2015, durante a cerimônia de outorga do prêmio de doutor honoris causa na Universidade de Torino, na Itália, o romancista, filósofo e teórico da literatura e da linguagem Umberto Eco deu uma declaração que lhe custou caro: “a internet deu voz a uma legião de imbecis”. A patota internética caiu matando, a maioria dos que o atacaram nem mesmo sabia quem era Umberto Eco. Devia ser um velho ranzinza ultrapassado, não é? Cancela ele!
Pois bem. De lá para cá o que se viu foi a ampliação da quantidade de imbecis que ganhou voz na internet. E depois dos furacões políticos e da pandemia, perdeu-se qualquer resquício de pudor que os imbecis por acaso tivessem.
Agora temos muito mais imbecis letrados, gente inteligente, estudada, que fala bonito e escreve bem, espalhando imbecilidades de todos os tamanhos e formas. E eles atacam em bandos, vorazes como Walking Deads, tentando de todas as formas transformar você num deles...
Esse é o preço da liberdade: conviver com gente com quem não concordamos. Ouvir os maiores absurdos. Assistir gente ignorante, maldosa e até mesmo canalha, pintando e bordando na internet.
Pois é... até os canalhas têm direitos.
Concorda? Não? Então vou continuar com esta argumentação neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=nL59GrWkeDw
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Cara, tudo que eu queria era ouvir um “não”. Sabe por quê? Porque diante dele, eu sei que tenho de buscar alguma alternativa. Parto para outra. Mas não. As pessoas perderam a capacidade de dizer “não”. Para dizê-lo precisam estar ancoradas em alguma decisão maior que lhes retire a culpa...
E nem estou me referindo ao “não” por avaliação minuciosa da situação, mas ao “não” por educação.
Por favor, diga-me não.
Tá esquisito? Explico.
Alguma coisa aconteceu com a etiqueta do mundo dos negócios, que fez com que o relacionamento entre as pessoas se transformasse em relacionamento entre avatares, entre robôs, desprovidos de sentimentos, de educação e de respeito. Uma demanda não é recebida como algo que precisa ser respondido. Não. Só merece atenção se puder prejudicar quem a recebeu. Ou se representar um ganho estupidamente irresistível. Não sendo assim, a demanda é algo a ser colocado num canto, para caducar.
Entro em contato com um potencial cliente, patrocinador, parceiro, colaborador. Mando a demanda. Ele recebe e não responde. Silêncio. Sei que leu, sei que entendeu, mas não responde.
Cara, por favor, diga-me não!
Não quero, não interessa, não é bom, não vi valor, não é hora. O não é uma palavrinha mágica, sabe por quê? Porque ele libera a gente para cuidar da vida, investir em outras paradas. O não é libertador.
Se for um “não” calcado numa avalição cuidadosa da minha proposta, ficarei satisfeito em recebe-lo. Provavelmente junto com ele vem um feedback precioso.
Se for um “não” por preguiça, ignorância, preconceito ou simplesmente burrice, ficarei desapontado, mas... seguirei em frente.
Quando o “não” não vem, é substituído por um silêncio sepulcral, pela não-resposta, indica que estou recebendo o pior dos sentimentos: a indiferença. Para a pessoa, eu não existo. Fico num vácuo.
O não liberta.
Dê-me um não, por favor...
Você também se incomoda? Então fique comigo que continuo esta reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=V5P-5B-NX64
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Um artista que fez uma das capas de um de meus livros antigos gentilmente se recusou a fazer a capa do novo, pois é de esquerda e não quer ser identificado comigo. E hoje pela manhã, um grupo de teatro que fez trabalhos para mim no passado, se recusou a orçar uma nova ação, pois integrantes mais radicais se recusam a se identificar comigo.
Tudo porque eu sou "de direita", logo, um agente contaminante.
Em meados de 2020, uma pesquisa realizada pelo Cato Institute nos Estados Unidos, mostrou que 62% dos norte-americanos tinham medo de compartilhar suas opiniões políticas. E 32% tinham medo de perder oportunidades de trabalho por causa de opiniões políticas. Dois terços dos norte-americanos diziam que o clima político os impedia de dizer coisas nas quais acreditavam, porque outras pessoas poderiam se sentir ofendidas. 50% dos esquerdistas mais extremos eram a favor de que quem fez doações para a campanha de Donald Trump fosse demitido. 36% dos direitistas mais extremos eram a favor que os doadores para a campanha de Joe Binden fossem demitidos. 44% dos norte-americanos com menos de 30 anos apoiavam demitir alguém por suas posições políticas, mas esse número caía para 22% para os que tinham mais de 55 anos.
Você entendeu? A intolerância é muito maior na geração que mais teve liberdade na história da humanidade, a que se diz a mais tolerante, mas não perde uma oportunidade de cassar a voz de quem pensa diferente. Mas esses números são de quase dois anos atrás. Uma pesquisa realizada pelo Ipec pouco tempo atrás, mostrou que, no segmento entre 16 e 34 anos, 6 em cada 10 brasileiros preferem não comentar sobre política pelo medo de serem perseguidos e "cancelados".
Quem queria incutir o medo na sociedade, conseguiu. A “polícia secreta” pode estar em sua casa, sentada à mesa com você... Isso preocupa? Então vou continuar nesse assunto na sequência deste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=0tTWzxohGpM
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No próximo dia 29 de setembro, completaremos 40 anos de um crime que chocou o mundo. Naquele dia, em 1982, três mortes foram registradas por envenenamento com cianeto de potássio em um subúrbio de Chicago. Descobriu-se que as três haviam tomado um comprimido de Tylenol.
Nos quatro dias posteriores, mais quatro mortes foram registradas, com a mesma causa. Sete mortes em quatro dias.
Uma investigação descobriu que os frascos de Tylenol expostos em várias prateleiras de farmácias, lojas de conveniências e mercados de Chicago tinham sido envenenados com cianeto de potássio. Alguém injetou o veneno nos frascos.
A Johnson & Johnson, fabricante do produto, imediatamente tomou decisões drásticas: retirou 31 milhões de frascos que estavam em circulação em Chicago, enquanto instruía as pessoas a parar de adquirir o produto ou devolver às lojas. Foi uma ação que custou à empresa milhões de dólares. Essa decisão foi tomada pela diretoria sem qualquer reunião de conselho ou coisa parecida.
Mas o mais importante: a empresa abriu suas portas totalmente para a imprensa, mostrando que não tinha qualquer receio de seu processo de fabricação.
O culpado pela adulteração dos frascos nunca foi encontrado, a empresa incorporou proteções às embalagens, que foram adotadas como padrão pela indústria de medicamentos dos EUA.
E o caso do Tylenol envenenado entrou para a história como uma das grandes ações de Relações Públicas de uma empresa, ao enfrentar uma crise sem precedentes.
Vou continuar com essa história na sequência deste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=WEq9k4rUM2w
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Um dos grandes desafios nos nossos processos de tomada de decisão é quando os cenários mudam. Por qualquer razão. Pode ser por uma crise econômica, por uma mudança nos consumidores, pelo surgimento de uma tecnologia nova, pela aparição de um concorrente. É como quando estamos relaxados boiando na piscina e alguém faz onda. Atrapalha tudo, não é? Tem gente que se perde, e tem gente que não se aperta.
Certamente você já reparou como nos jogos de basquete o técnico pede tempo, reúne os jogadores, faz um rabisco numa prancheta e devolve a equipe para a quadra. É mais ou menos como se ele dissesse assim: provoquem o movimento A, se o adversário reagir com o B, vocês fazem a jogada C. Cesta.
E os lutadores do UFC, que condicionam seus gatilhos de decisão? Sempre que o adversário fizer um movimento específico, não precisa olhar para o técnico, reaja imediatamente com uma combinação bastante treinada. É quase como um reflexo, que é acionado conforme as condições se apresentam. Sacou? Se o adversário vem agressivo, fazemos assim. Se vem defensivo, fazemos assado. Se tentar um direto com a cabeça abaixada, dê uma joelhada de encontro. Se for para o chão, adotamos outra sequência. Por isso ele treinam um repertório quase infinito de movimentos, abrangendo todas as artes marciais. Estão sempre prontos para a surpresa que o adversário está preparando. E como são lutadores de alto nível, performando no máximo de suas habilidades, só precisam de um segundo para mudar completamente o resultado da luta. Uma piscadela e bum! Nocaute.
Então, como é que essa turma se prepara tão bem para esses momentos de incerteza? Vou dar uma especulada na continuidade deste vídeo.
https://www.youtube.com/watch?v=ebFHBjSk2XE
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Cara, estou impressionado como a figura de Elon Musk cresceu de importância e impacto no mundo. A princípio um bilionário tecnológico que, onde mete a mão causa uma revolução, Musk passou a influenciar inclusive a esfera política, com sua manifesta defesa intransigente do direito de expressão. Basta dar uma olhada nas posições de Elon Musk ao longo da história para perceber que ele sempre arrastou a asa para a esquerda. Ou melhor, para o progressismo, que fica mais simpático. Mas seu progressismo tem limites, e ele está deixando claro que não toca no mesmo tom de seus colegas bilionários tecnológicos.
Um documentário na Netflix dá bem uma ideia de como funciona a cabeça de Elon Musk. Ele é um visionário que consegue, a partir de sua fortuna, colocar em prática as ideias mais absurdas, e com isso causa revoluções. Ele inventou o sistema de pagamento do PayPal. Ele revolucionou os carros elétricos com sua Tesla, e está virando de cabeça para baixo o uso de eletricidade, com baterias e captadores solares que vão tornar acessível e muito, mas muito barata, a energia solar. E ele botou na cabeça que vai levar o homem para Marte. Para isso, decidiu criar uma empresa, a SpaceX. Foi chamado de maluco, de marqueteiro, de inconsequente, de tudo aquilo que os inovadores são chamados por quem não entende sua visão. Encontrou resistência de todos os lados, mas o bicho é teimoso. E o que nós vimos foi a SpaceX lançar o primeiro foguete de combustível líquido com financiamento privado a alcançar a órbita; a ser a primeira empresa privada a lançar, orbitar e recuperar com sucesso uma espaçonave; a primeira empresa privada a enviar uma espaçonave para a Estação Espacial Internacional; a primeira decolagem vertical e pouso propulsivo vertical para um foguete orbital; a primeira reutilização de um foguete orbital e a primeira empresa privada a enviar astronautas para a órbita e para a Estação Espacial Internacional. A SpaceX já lançou e reutilizou a série de foguetes Falcon 9 mais de 100 vezes.
Cara, essas loucuras não são feitas só com dinheiro. Quer saber como é que faz? Continue a me acompanhar neste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=dpODFnrrbUs
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Em meu tempo de executivo de marketing em empresa de autopeças, eu fazia questão de trazer colegas de outras áreas para que passassem períodos dentro de nosso departamento, que acompanhassem nossos promotores em visitas a clientes e participassem de nossas reuniões. Quando isso acontecia, a imagem que as pessoas tinham do departamento de marketing mudava completamente, trazendo uma compreensão dos processos, que reduzia atritos drasticamente.
Quando as pessoas não entendem o que você faz, fica muito difícil que aceitem suas limitações, avaliem suas possibilidades e valorizem seu trabalho. E fica mais difícil ainda que cheguem a um entendimento.
É muito fácil mergulhar profundamente em seu metro quadrado e se esquecer do impacto e influência que você causa nas pessoas que estão à sua volta. Quando isso acontece, sem levar em consideração como as pessoas percebem o seu trabalho, torna-se um tremendo gatilho para provocar a não colaboração. Cada ação ou falta de ação que você pratica, afeta as pessoas conforme o entendimento que elas têm do trabalho que você faz. Se elas não sabem o que, ou como você faz, criarão em suas mentes uma realidade que lhes seja conveniente. E aí tudo parecerá fácil, barato e rápido. Vão pedir coisas impossíveis, para ontem e de graça. Afinal, o trabalho que você faz é barbada...
Por isso, o planejamento de seu trabalho precisa ter uma espécie de ação de catequização das pessoas sobre o que, como e por que você faz. Isso tornará a colaboração muito mais fácil.
Você já passou por isso? Então siga meu raciocínio neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=irxvacQg1M8
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Você já ouviu falar no viés de confirmação? Ele acontece quando uma pessoa interpreta uma situação de acordo com suas próprias crenças pré-existentes. Também conhecido como viés atribucional, o viés de confirmação é um olhar enviesado que ignora informações que invalidam sua opinião. Cada novo conjunto de evidências serve para provar o que a pessoa já acredita, reforçando o preconceito pessoal e estereótipos.
Normalmente fazemos julgamentos e suposições sobre as razões de as pessoas se comportarem de determinadas maneiras, e é normal que essas avaliações não reflitam a realidade, pois estamos sujeitos a erros de interpretação, no nosso dia a dia. Dona Maria foi pega roubando leite no mercado. Você imediatamente atribui o ato à desonestidade dela. Mas a questão é que seus filhos estavam sem alimentos e ela se viu obrigada a roubar. Pronto. Essa informação muda sua percepção da realidade. O roubo aconteceu, mas a razão é nobre.
Os crentes de qualquer religião podem ver as ocorrências diárias como prova de suas convicções religiosas. Eventos positivos são vistos como milagres, enquanto tragédias são vistas como "testes de fé". Por outro lado, as pessoas que não pertencem a nenhuma religião podem ver os mesmos eventos como um reforço de sua falta de fé.
Não importa o quão aleatória ou inócua a evidência seja, as pessoas que têm um viés de confirmação vão usá-la para validar o que acreditam.
Isso é especialmente perigoso quando estamos trabalhando com planejamento, e quem desenha os planos, está longe da realidade, não está no campo em contato com clientes.
Afinal o papel aceita tudo, não é?
Você já passou por isso? Então siga meu raciocínio neste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=j06bmLjm1Ek
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Num livro sensacional chamado O Roubo do Espírito, de Carl Hammerschlag, lia a história do encontro do autor com uma velhinha num museu. Ele havia perdido o trem e precisou permanecer na cidade. Foi ao museu e, curioso com a disposição de uma velha senhora, ouviu dela que “Os tênis são o segredo da vida”. Ele reparou que a senhora estava usando um par de tênis. “Como assim tênis são o segredo da vida?” ele perguntou. E ela respondeu: “Não dá pra usar tênis sem se movimentar. Eles são desconfortáveis se você ficar parado”.
O segredo da vida são os tênis. Você precisa se manter em movimento para que eles sejam confortáveis. E a conclusão dele é que em vez de ficar permanentemente planejando o destino, olhe onde você está, curta o momento, e continue se movendo. Ele perdeu o trem e encontrou o segredo da vida... E ele explica: temos no corpo um sistema linfático que é o principal sistema de defesa do organismo. Ele é constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), uma rede complexa de vasos, responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório. Além disso, o sistema linfático possui outras funções como a proteção de células imunes, absorção das gorduras e equilíbrio dos fluidos nos tecidos. É por esse sistema que circulam os anticorpos que combatem os vírus, bactérias e toxinas que nos atacam todo o tempo. E diferente do sistema circulatório, que é bombeado pelo coração, o sistema linfático é ativado pelo movimento muscular. São seus músculos que ativam seu sistema imunológico! Se você para de se movimentar, torna mais lenta a resposta imunológica. Sacou? Tênis são o segredo da vida!
O recado é: mexa-se!
Mas pra onde? Pra qualquer lado? De qualquer jeito? A qualquer custo? Olha, mexer-se é que é o negócio...mas se você puder se mexer na direção de algo produtivo, é melhor ainda. Por isso o segredo é: tenha uma visão, se mexer para que? Pra chegar onde? Depois desenvolva a habilidade para se mexer. Na sequência, crie incentivos para se mexer. E, por fim, você precisa ter recursos e um plano de ação. Planeje para se mexer com eficiência.
Sacou? Visão, habilidades, incentivo, recursos e plano de ação. O nome disso é pla-ne-ja-men-to! E na sequência deste vídeo, tenho umas dicas pra passar.
Esta reflexão continua no vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=91K0jocd12E
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