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A selecção senegalesa venceu o Campeonato Africano das Nações de futebol masculino por 1-0, após prolongamento, frente ao país anfitrião, Marrocos.
O público presente no Estádio Príncipe Moulay Abdellah acabou por assistir a um jogo com uns picos de emoções, tanto de um lado como do outro.
Nos 120 minutos que durou a final, isto sem falar do tempo adicional que chegou aos 25 minutos na segunda parte, as emoções estiveram à flor da pele e as polémicas também não faltaram.
Durante cerca de 90 minutos, o jogo acabou por ser bem disputado entre duas equipas que procuravam abrir o marcador.
O Senegal rapidamente esteve em evidência com a superestrela Sadio Mané a provocar suores frios aos marroquinos.
Durante o decorrer da segunda parte foi a selecção marroquina que acabou por ter as melhores oportunidades com remates de Ayoub El Kaabi e de Abde Ezzalzouli a não encontrarem o caminho da baliza do guarda-redes senegalês, com origens guineenses, Édouard Mendy, ele que inclusive foi convocado pela Guiné-Bissau antes de escolher o Senegal.
A polémica do encontro aconteceu aos 96 minutos de jogo, já no tempo adicional da segunda parte, quando o árbitro acabou por conceder uma grande penalidade a favor de Marrocos por uma falta cometida pelo defesa El-Hadji Malick Diouf sobre o avançado marroquino Brahim Díaz.
Os senegaleses contestaram a decisão arbitral durante cerca de 15 minutos, abandonando o relvado e ameaçando desistir da final.
Após vários minutos de discussões, Sadio Mané, estrela senegalesa, pediu aos colegas de equipa para regressarem ao relvado.
Aos 90+24 minutos, isto significa 24 minutos para além do tempo regulamentar, Brahim Díaz foi autorizado a apontar a grande penalidade que acabou por.. falhar. O avançado marroquino tentou uma ‘panenka’ que foi defendida por Édouard Mendy.
O jogo foi decidido no prolongamento com um tento apontado por Pape Gueye, médio senegalês, aos 94 minutos de jogo com um remate de pé esquerdo à entrada da área que acabou no fundo da baliza de Yassine Bono, guarda-redes marroquino que tinha sido imperial até este remate.
O Senegal venceu por 1-0 o país anfitrião, Marrocos, e conquistou o segundo título da sua história após o CAN-2021 que decorreu em Janeiro-Fevereiro de 2022 nos Camarões.
A RFI falou com Luís Gonçalves, treinador de futebol, hoje Quadro da Direcção Técnica Nacional da FRMF - Federação Real Marroquina de Futebol, colocado como Director-Técnico do Olympic Club de Safi.
Em entrevista exclusiva à RFI, Luís Gonçalves fez um balanço da prova, mas igualmente da final que, apesar do triunfo senegalês, ficou marcada pela polémica em torno das ameaças dos jogadores senegaleses em deixar definitivamente o relvado devido a uma decisão arbitral.
De referir ainda que a Nigéria ficou no terceiro lugar na prova após derrotar o Egipto por 4-2 na marcação das grandes penalidades num encontro que terminou com um empate sem golos.
A próxima edição do Campeonato Africano das Nações organizada pela CAF - Confederação Africana de futebol - decorre em 2027 no Quénia, na Tanzânia e no Uganda.
Aliás, uma selecção lusófona vai participar na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos de apuramento para o próximo CAN: São Tomé e Príncipe que terá pela frente a Etiópia em Março num duelo em duas mãos.
By RFI PortuguêsA selecção senegalesa venceu o Campeonato Africano das Nações de futebol masculino por 1-0, após prolongamento, frente ao país anfitrião, Marrocos.
O público presente no Estádio Príncipe Moulay Abdellah acabou por assistir a um jogo com uns picos de emoções, tanto de um lado como do outro.
Nos 120 minutos que durou a final, isto sem falar do tempo adicional que chegou aos 25 minutos na segunda parte, as emoções estiveram à flor da pele e as polémicas também não faltaram.
Durante cerca de 90 minutos, o jogo acabou por ser bem disputado entre duas equipas que procuravam abrir o marcador.
O Senegal rapidamente esteve em evidência com a superestrela Sadio Mané a provocar suores frios aos marroquinos.
Durante o decorrer da segunda parte foi a selecção marroquina que acabou por ter as melhores oportunidades com remates de Ayoub El Kaabi e de Abde Ezzalzouli a não encontrarem o caminho da baliza do guarda-redes senegalês, com origens guineenses, Édouard Mendy, ele que inclusive foi convocado pela Guiné-Bissau antes de escolher o Senegal.
A polémica do encontro aconteceu aos 96 minutos de jogo, já no tempo adicional da segunda parte, quando o árbitro acabou por conceder uma grande penalidade a favor de Marrocos por uma falta cometida pelo defesa El-Hadji Malick Diouf sobre o avançado marroquino Brahim Díaz.
Os senegaleses contestaram a decisão arbitral durante cerca de 15 minutos, abandonando o relvado e ameaçando desistir da final.
Após vários minutos de discussões, Sadio Mané, estrela senegalesa, pediu aos colegas de equipa para regressarem ao relvado.
Aos 90+24 minutos, isto significa 24 minutos para além do tempo regulamentar, Brahim Díaz foi autorizado a apontar a grande penalidade que acabou por.. falhar. O avançado marroquino tentou uma ‘panenka’ que foi defendida por Édouard Mendy.
O jogo foi decidido no prolongamento com um tento apontado por Pape Gueye, médio senegalês, aos 94 minutos de jogo com um remate de pé esquerdo à entrada da área que acabou no fundo da baliza de Yassine Bono, guarda-redes marroquino que tinha sido imperial até este remate.
O Senegal venceu por 1-0 o país anfitrião, Marrocos, e conquistou o segundo título da sua história após o CAN-2021 que decorreu em Janeiro-Fevereiro de 2022 nos Camarões.
A RFI falou com Luís Gonçalves, treinador de futebol, hoje Quadro da Direcção Técnica Nacional da FRMF - Federação Real Marroquina de Futebol, colocado como Director-Técnico do Olympic Club de Safi.
Em entrevista exclusiva à RFI, Luís Gonçalves fez um balanço da prova, mas igualmente da final que, apesar do triunfo senegalês, ficou marcada pela polémica em torno das ameaças dos jogadores senegaleses em deixar definitivamente o relvado devido a uma decisão arbitral.
De referir ainda que a Nigéria ficou no terceiro lugar na prova após derrotar o Egipto por 4-2 na marcação das grandes penalidades num encontro que terminou com um empate sem golos.
A próxima edição do Campeonato Africano das Nações organizada pela CAF - Confederação Africana de futebol - decorre em 2027 no Quénia, na Tanzânia e no Uganda.
Aliás, uma selecção lusófona vai participar na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos de apuramento para o próximo CAN: São Tomé e Príncipe que terá pela frente a Etiópia em Março num duelo em duas mãos.

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