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Print de WhatsApp vale como prova? Um DNA mitocondrial encontrado na cena pode condenar quem não estava lá? O que acontece quando a polícia mexe no celular antes de lacrar?
Neste episódio, gravado durante o encontro de fim de ano da Comunidade Criminal Player, conversamos com Carlos Eduardo Becker e Fernanda Sawitzki, sócios da Becker e Sawitzki Perícias, sobre o que o criminalista precisa entender de perícia hoje — e o que está mudando rápido.
Da diferença entre DNA nuclear e mitocondrial (e por que isso muda o desfecho de um caso) até as falhas mais comuns na apreensão de dispositivos eletrônicos, passando por reconstrução de acidentes, validade jurídica de prints, fraudes em reconhecimento facial bancário e a postura do assistente técnico no plenário do júri.
Um conteúdo direto sobre como a prova técnica se constrói — e como ela se desconstrói.
Tópicos abordados:
Becker e Savitsky Perícias no Instagram: @beckerpericias
Mais de 1 milhão de processos no SEEU. Menos de 700 mil advogados cadastrados. E a maioria sem domínio real da fase de execução.
Thiago conversa com Thaísa Monari, advogada especializada em execução penal, sobre o que essa fase exige na prática: estratégia, prova, cadeia de custódia dentro do presídio, modelos de cobrança de honorários e o que muda para o criminalista que decide atuar com seriedade nessa especialidade.
Um episódio prático para quem quer entender execução penal como negócio e como diferencial na advocacia criminal.
O que é, de fato, um erro judiciário? Uma condenação de inocente? Uma prisão que resulta em absolvição? Uma prova ilícita que contamina um processo?Essas perguntas estão no centro da tese de doutorado de Luiz Cani, desenvolvida em parceria com Alexandre Morais da Rosa, e publicada no livro que serviu de base para este episódio.Lilian recebe Luiz Cani para discutir o conceito de erro judiciário a partir do zero: como ele foi construído historicamente, por que o direito brasileiro ainda não o consolidou e o que é necessário para que o Estado reconheça sua responsabilidade quando priva alguém da liberdade sem razão suficiente.A conversa percorre três casos concretos que marcam esse debate: os Irmãos Naves, o Caso Evandro e o caso de Marcos Mariano, preso por 18 anos sem processo, sem denúncia e sem determinação judicial.Entre os temas:• O que distingue erro judiciário de nulidade, prova ilícita e condenação injusta• Por que o erro não acontece só ao final do processo, mas se acumula ao longo dele• O papel da tortura na obtenção de confissões e o que isso revela sobre a cadeia de custódia da prova• A discussão sobre indenizabilidade dos erros e por que ela ainda não está consolidada no Brasil• A jurisprudência pioneira construída por Alexandre Morais da Rosa na terceira turma recursal de Santa Catarina──────────────────────────🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios.Acesse o Criminal Player: https://criminalplayer.com.br/
Dirigir em alta velocidade é dolo eventual? E com embriaguez? E os dois juntos, com ultrapassagem na contramão e sem habilitação?
Esse acúmulo de elementos virou uma fórmula não escrita em delegacias e promotorias pelo Brasil. O problema: nenhum desses fatores, isolado ou somado, prova que alguém assumiu o risco de matar.
Neste episódio, Marcelo Almeida Ruivo conversa com o professor Rodrigo Faucz — especialista em Tribunal do Júri — e com o professor Luiz Cani — doutor com tese sobre erro judiciário — para discutir o que é dolo eventual de verdade, como diferenciá-lo da culpa consciente e o que a defesa precisa fazer desde a fase investigativa para evitar uma pronúncia injusta.
Entre os temas abordados:
• Dolo como consciência x dolo como consciência + vontade — o que muda na prática
• Por que alta velocidade, embriaguez e falta de habilitação não são indícios de dolo eventual
• Como o arrependimento, as câmeras e os laudos podem ser usados na defesa
• O caso do Mato Grosso do Sul que foi decidido por 4 a 3 — e o que teria acontecido com um voto a menos
• A diferença entre assumir um risco e aceitar um resultado
Um episódio essencial para quem atua ou quer atuar no Tribunal do Júri.
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Você sabe que existe uma perícia sendo usada como prova absoluta em crimes sexuais, com margem de erro de 37%, e o juiz não sabe disso?
Nesse episódio, o Alfeu Kronbauer, coordenador da Clínica de Estudos Sexuais da Criminal Player, entra fundo em um dos temas mais desafiadores da advocacia criminalista: como analisar criticamente os laudos periciais em crimes sexuais.
A gente fala sobre:
Laudos emitidos sem contraditório e tratados como verdade absoluta
O protocolo NICHD aplicado com viés confirmatórioPensamento mágico como fonte de prova e condenaçãoA hipervalorização da palavra da vítima e as decisões recentes do STJ
Como usar falsabilidade e verificabilidade para impugnar uma perícia
Esse episódio não é para quem quer conforto. É para quem tem coragem de fazer a defesa certa, mesmo quando o tribunal inteiro está contra você.
🎙️ Criminal Player Podcast |
O compliance criminal abriu uma nova fronteira para o advogado criminalista. Neste episódio, Thiago Schutz e Carlo Luchione conversam por que prevenção, IA, prova digital e gestão de riscos já fazem parte do presente da advocacia criminal.
Neste episódio especial do Criminal Player Podcast, gravado diretamente do Criminal Trends em Florianópolis, reunimos dados inéditos sobre a advocacia criminal brasileira e discutimos as principais tendências que vão impactar 2026. A partir de uma pesquisa nacional que analisou percepção da advocacia, legislação e jurisprudência constitucional, Lilian Soares recebe os embaixadores Moacyr Fialho e Dellano Souza para interpretar cenários, identificar oportunidades e falar sobre carreira, tecnologia, honorários e o papel do advogado na era digital.
A conversa percorre desde a realidade dos jovens profissionais até o impacto da inteligência artificial, da gestão e do empreendedorismo na rotina jurídica. Com relatos pessoais, experiências de mercado e reflexões práticas, o episódio mostra como alianças, atualização constante e mentalidade empreendedora podem romper estagnações e elevar o nível da atuação criminal no país.
Um diálogo potente sobre dados, futuro e, acima de tudo, sobre o fator humano que sustenta a advocacia.
O que realmente acontece entre o réu, o advogado e o jurado no Tribunal do Júri?
Neste episódio do Criminal Player, Auri Lopes Jr. recebe Augusto César Mendonça, advogado e psicólogo, para abrir a caixa-preta do júri: percepções, bastidores, erros que condenam e estratégias que salvam.
Você vai entender:
• Por que o júri começa antes do júri
• Como a psicologia interfere em cada fala, gesto e tese
• A importância real de produzir prova em plenário
• O perigo da paixão nos crimes de feminicídio e por que isso se repete tanto
• Como selecionar jurados e construir narrativas que funcionam
• O “estado de júri”, o desgaste emocional que ninguém conta
• A mudança que poderia transformar o Tribunal do Júri no Brasil
Se você atua ou quer atuar no júri, este episódio é obrigatório. É direto ao ponto, sem romantização, com técnica e vivência de quem faz júri todo mês.
Assista agora e compartilhe com quem precisa elevar o nível no Tribunal do Júri.
Comente qual ponto mais te provocou. Sua interação ajuda o episódio a chegar a mais players.
Reflexões sobre honorários maculados, criminalização da advocacia e os impactos no exercício profissional. Um debate firme sobre a defesa das prerrogativas, com Aury Lopes Jr. e Alex Schmidel, especialista em defesa em crimes de lavagem de capitais e coordenador regional de defesa de prerrogativas da Grande Florianópolis.
Mais conteúdos práticos para estruturar fluxos, aperfeiçoar decisões e trabalhar com mais inteligência: https://criminalplayer.com.br/
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