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E pra conversar com a gente sobre esse tema, convidamos o Rabino Uri Lam. Uri é Rabino na Congregação Israelita "Templo Beth-El" em São Paulo. É formado em Psicologia com Mestrado em Filosofia, faz parte do Conselho Nacional de Diálogo Católico-Judaico, é presidente do Conselhos Rabínicos dos Movimentos Reformista (CRRB) e também casado e pai de três filhos lindos.
Na última quinta-feira, o exército israelense matou Yahya Sinwar durante uma operação terrestre na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. Na ocasião, três membros do Hamas também foram mortos. Sinwar passou mais de duas décadas nas prisões israelenses, tempo suficiente para um homem desaparecer na obscuridade. Mas, no caso dele, foi exatamente o oposto: ele saiu das sombras da prisão para assumir o controle de Gaza e se tornar um dos principais líderes do Hamas e o arquiteto do massacre de 7 de outubro.
Quem era Sinwar, de fato? Como um jovem palestino de Khan Younis se transformou no líder mais temido do Hamas? Para conversar com a gente, convidamos Nelson Burd, jornalista brasileiro que mora em Israel há 19 anos, doutorando em História e editor-chefe do portal de notícias Israel de Fato.
No dia em que gravamos o podcast, faz um ano do 7 de outubro, um dos dias mais tristes da história de Israel, quando o grupo terrorista Hamas colocou em curso um ataque que vitimou mais de 1200 pessoas, com 101 reféns que ainda seguem em cativeiro, em Gaza.
Nos meses que se seguiram, a guerra já vitimou milhares de pessoas, deixando famílias enlutadas e muitas incertezas sobre o futuro da região. Uma guerra que se intensifica ainda mais com a escalada do conflito no norte do país, com envolvimento do Hezbollah, e à sombra de uma constante ameaça iraniana. Para conversar com a gente sobre o tema, convidamos a Paula Frenkel, que mora em Israel há 9 anos, trabalha na Havaia, com educação e turismo e também é ex-porta-voz do Exército israelense.
Estamos entrando na temporada dos Iamim Noraim, que significa "Dias Terríveis" ou "Dias de Temor". É o período entre Rosh Hashaná (o Ano Novo Judaico) e Yom Kipur (o Dia da Expiação ou Dia do perdão), considerada a principal data do calendário judaico. Ao mesmo tempo que se aproximam essas importantes festas, também se aproxima o trágico dia 7 de outubro, marcando um ano do pior atentado terrorista da história de Israel.
Até o momento da gravação deste episódio, 101 reféns israelenses ainda permanecem nas mãos do grupo terrorista Hamas em Gaza, e Israel vive a maior escalada no norte do país no conflito com o Hezbollah, que ataca o país diariamente desde 8 de outubro de 2023, deixando cidades no norte de Israel praticamente inabitáveis. Como celebrar as grandes festas em um dos períodos mais difíceis da história do povo judeu? Para conversar com a gente sobre o tema, convidamos, mais uma vez, ao nosso podcast, o rabino Natan Freller, eterno madrich, que, depois de quase uma década de estudos e trabalhos rabínicos nos Estados Unidos e Israel, retornou ao Brasil e está atuando como rabino na CIP/Congregação Israelita Paulista.
Quando falamos sobre reféns no Oriente Médio, um nome vem imediatamente à cabeça: Gilad Shalit. Em 25 de junho de 2006, durante uma emboscada na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, Shalit, então um jovem soldado de apenas 19 anos, foi capturado pelo Hamas. O que se seguiu foram mais de cinco anos de cativeiro, marcados pela incerteza, pelo sofrimento e por uma negociação diplomática que entraria para a história.
Pra conversar com a gente, nós convidamos Rony Rechtman, que foi Primeiro Sargento de Infantaria pela Brigada Guivati 2009-2011 Formado pelo Curso de Comandantes de Infantaria em 2010, atuando nas regiões de Beit Furik-Awarta - Nablus, na Cisjordânia, em Gaza na região de Nahal Oz-Kfar Aza e na região do Hermon.
Há 23 anos, o mundo entrava em estado de choque ao ver um avião colidindo contra o edifício mais alto de Nova York. Minutos depois, houve uma nova colisão. Foram quase 3 mil mortos. Danos gigantescos nos arredores do World Trade Center. E uma mudança de cenário irreversível no mundo inteiro.
Os Estados Unidos se colocam como um bastião da guerra contra o terror em todo o mundo. Quanto o 11 de setembro influenciou nesse processo?
Nossa convidada hoje é Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM).
A Shoá, o Holocausto, não apenas moldou a compreensão do genocídio e da opressão, mas também pode servir como ponto de partida para discussões sobre regimes autoritários na América Latina.
Utilizar o estudo do Holocausto como uma forma de abordar questões sociais pode ser vital para educar novas gerações sobre a importância da memória histórica e a defesa dos direitos humanos, além de auxiliar na análise de outros eventos traumáticos, incluindo as ditaduras militares do Cone Sul. Quem traz perspectivas sobre esse tema hoje é a nossa convidada, Julia Amaral, Doutoranda em História Social pelo PPGHIS/UFRJ. Faz parte do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos (NIEJ/UFRJ), do Núcleo Anne Frank de Minas Gerais, coordenou o Laboratório Estudos Judaicos: Novas abordagens, do IBI no Campus, vinculada ao NIEJ e à Open Society Foundation.
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