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Nos últimos dias, a discussão sobre o aborto tomou conta do país depois que uma menina de apenas 10 anos passou pelo procedimento, em Recife. Ela foi abusada sexualmente por um tio desde os 6 anos de idade e acabou engravidando. Semana passada, protestos tomaram conta das ruas em Israel, após o estupro coletivo de uma adolescente vir à tona. O crime no Brasil é mais comum do que se pensa, o que leva 6 meninas entre 10 e 14 anos de idade a abortar todos os dias.
Em Israel, as leis sobre aborto são mais flexíveis se comparadas à legislação brasileira. Aqui o procedimento só é permitido em casos de estupro, anencefalia do feto e quando existe risco à vida da gestante. Mesmo assim, não é raro que nesses casos o Estado e até mesmo a Igreja tente intervir para que a interrupção da gravidez não aconteça, como vimos ser noticiado. Mas como o Judaísmo enxerga a questão do aborto? Como a discussão sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres é vista a partir de uma perspectiva judaica e feminista? Nossos convidados são Rogério Cukierman, que é rabino na Congregação Israelita Paulista, e Bruna Zolfan, feminista e ativista pelos direitos das mulheres.
Apresentação: Anita Efraim e Ana Clara 'Malka' Buchmann
O que diz a lei israelense sobre o aborto: http://institutobrasilisrael.org/noticias/comportamento/o-que-diz-a-legislacao-israelense-sobre-o-aborto
No dia 13 de agosto de 2020, Israel e Emirados Árabes Unidos anunciaram um acordo de normalização diplomática. O acordo entre Benjamin Netanyahu e o xeque Mohammed Bin Zayed foi mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entre as consequências dos chamados Acordos de Abraham, Israel suspendeu a anexação dos territórios da Cisjordânia. Mas no que mais impacta esse acordo? Quem fala sobre esse assunto é o jornalista Diogo Bercito, repórter, doutorando em História na Universidade Georgetown, foi correspondente em Jerusalém pela Folha em 2013 e 2014, e autor do blog Orientalíssimo, na Folha de S. Paulo. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah
Os três primeiros episódios da nossa série sobre conversão falaram sobre linhas liberais do judaísmo. Nesse quarto episódio, vamos saber mais sobre a conversão na ortodoxia.
Quais as diferenças desse processo na linha ortodoxa? Por que a opção por esse caminho?
Nosso convidado hoje é o Erick Abenbahen.
Esse é nosso terceiro episódio da série sobre conversão. No primeiro, falamos sobre as questões religiosas envolvendo esse processo. No segundo, a Luiza Rizzi contou sobre sua história de aproximação com o judaísmo. Hoje é dia de mais uma história, mas dessa vez, diferente. É a história do resgate de uma herança familiar, que nunca se perdeu pelo caminho.
Nosso convidado hoje é o Leonardo Bueno, que se sentiu inspirado para contar sua história depois do nosso primeiro episódio.
Esse episódio é o segundo sobre nossa série de conversão. Depois de explicar a visão religiosa do judaísmo sobre a conversão, é dia de ouvirmos uma história de alguém que concretizou essa escolha.
Conversamos com a Luiza Rizzi, brasileira que vive em Israel já um ano e meio e está prestes a começar a estudar psicologia na Universidade Hebraica de Jerusalém.
Se você conhece outras histórias de conversão que são interessantes e legais de serem contadas, conta pra gente. Lá pelo instagram do IBI, @institutobrasilisrael.
Hoje começamos mais uma série aqui no “E eu com isso?”. Nosso tema é Conversão. Nesse primeiro episódio você vai entender como o judaísmo encara o processo de escolher ser judeu, mesmo não sendo uma religião proselitista. Quem foi a primeira pessoa a se converter na história do judaísmo? quais os processos atuais para a conversão?
E ao longo dos próximos episódios vamos contar histórias e pessoas que optaram pela conversão. Quais os motivos, como foi esse caminho e se hoje, depois de tudo isso, elas se sentem realizadas. Esse é o “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel. Eu sou Anita Efraim, sou jornalista e já aproveito pra te contar que tive que passar por um processo de conversão pra ser considerada judia pela minha comunidade.
Nosso convidado hoje é o rabino Ariel Kleiner, do movimento masorti ou conservador.
Talvez você tenha visto nas suas redes sociais vários conhecidos divulgando candidaturas ao Congresso Sionista Mundial. Mas o que é isso? Por que votar é importante? E como votar? A Ana Clara Buchmann explicou tudo isso pra gente!
Atenção! Para votar, é preciso se inscrever e as inscrições vão até domingo, dia 19. Registre-se neste link: https://wzofed.secure.force.com/Clearance/?countrycode=br
As chapas que estão concorrendo são:
Arzenu: https://www.facebook.com/arzenubr
Avodá: https://www.facebook.com/avodabrasil
Confederazia
Hanoar Hatzioni - Netzah Israel
Likud: https://www.facebook.com/likudbrasil
Mizrachi Brasil: https://www.facebook.com/mizrachibr
Meretz: https://www.facebook.com/Meretz.Brasil
Quando você entra numa sinagoga, durante um serviço religioso, quem você imagina no pulpito? Provavelmente, um rabino. Um homem. É verdade que os homens são a maioria dos líderes religiosos no judaísmo, mas isso não quer dizer que não haja mulheres que ocupam esse lugar. Há, sim, rabinas. E em todas as linhas judaicas. Mas será que elas sempre existiram? Será que o caminho para uma rabina é diferente do que para um rabino? Esse é o ‘E eu com isso?’, podcast do Instituto Brasil Israel. Por aqui falamos sobre judaísmo, cultura judaica, Israel e muito mais.
Hoje temos duas convidadas: a rabina Fernanda Tomchinsky e Andrea Kulikovsky, estudante do rabinato reformista.
O judaísmo vai além de religião. É também cultura. Tem culinária judaica, literatura judaica, música judaica e tem também o humor judaico. Mas de onde vem essa característica? Por que judeus criaram uma forma específica de humor? Será que o humor é, também, uma tentativa de escape? Nosso convidado hoje é o humorista e mágico Ben Ludmer. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Anita Efraim
Você já reparou que vários judeus não comem carne de porco, frutos do mar e não misturam carne com leite? Essas restrições fazem parte de um conjunto de leis judaicas chamada KASHRUT. Quem segue a kashrut ou comida que está dentro dessas leis é kasher.
E mesmo aquilo que é considerado kasher deve passar por uma série de inspeções. O abate dos animais, por exemplo, deve ser supervisionado por um rabino e segue regras específicas. Alguém que segue a kashrut compra um tipo específico de carne, por exemplo. Mas, para algumas pessoas, ser kasher vai além da alimentação, tem a ver com atitudes do dia a dia. Essas restrições, compõem uma tradição milenar ou têm relevância para os judeus no séc XXI?
Kashrut é nosso tema desse episódio do “E eu com isso?”, o podcast do Instituto Brasil-Israel. Nosso convidado hoje é o rabino Natan Freller.
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