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Em um dia como hoje, em um 4 de novembro, o primeiro ministro de Israel, Yitzhak Rabin, discursava em uma praça no centro de Tel Aviv. Na ocasião, ele foi orientado a colocar um colete à prova de balas. Com a bandeira da paz, ele preferiu não usar e passar uma mensagem. Mas a decisão custou caro demais. Em 4 de novembro de 1995, Rabin foi assassinato por um israelense que era contra as iniciativas de paz do primeiro ministro. Há 25 anos sem Rabin, Israel se vê cada dia mais longe do diálogo e da paz com os palestinos. O primeiro-ministro ainda é a marca mais forte de paz no país. Nossa convidada é Revital Poleg, ex-presidente da Agência Judaica no Brasil, até dois anos e meio atrás. Ela foi diplomata e trabalhou com Shimon Peres durante os acordos de Oslo. Hoje é o CEO da Wikimedia Israel. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann, a Malka.
A Segunda Guerra Mundial, talvez o auge da extrema direita na Europa, acabou há 75 anos. Mas isso não quer dizer que a ideologia que levou Hitler e outros líderes radicais ao poder tenha acabado também.
Nesse episódio do ‘E eu com isso?’, vamos tentar entender o que é a extrema direita hoje na Europa e como isso se reflete em outros lugares do mundo.
Hoje temos dois convidados, a Letícia Duarte, jornalista radicada em Nova York, mestra em Política e Assuntos Internacionais pela Universidade de Columbia, que estuda a ascensão da extrema-direita diversos países do mundo. E também Milton Blay, jornalista, correspondente em Paris e autor do livro “A Europa Hipnotizada: a escalada da extrema direita”.
Há mais de dez anos, o sequestro de um jovem soldado Israelense tomou conta do noticiário em Israel e no mundo. Gilad Shalit foi capturado na Faixa de Gaza durante um ataque contra um posto militar em 25 de junho de 2006. A operação deixou dois outros soldados israelenses e dois palestinos mortos.
Shalit só saiu de seu cativeiro em Gaza cinco anos mais tarde, aos 24 anos, depois de intensas negociações com o Hamas, que exigiu que o estado israelense libertasse 1027 homens e mulheres palestinas em troca de Gilad. Mas o que esse sequestro simbolizou para a sociedade israelense na época e qual a sua importância ainda hoje?
Nossa convidada hoje é a Gaby Glazman, Representante da Agencia Judaica para o cone sul.
Se você vem acomapnhando o "E eu com isso?" há algum tempo, já sabe que a situação política em Israel anda um pouco… caótica. Múltiplas eleições, casos de corrupção, problemas econômicos por conta da pandemia e agora, manifestações constantes pelas ruas.
O pivô desse contexto tem sido Benjamin Netanyahu, primeiro ministro que ainda passa por julgamento por corrupção, a ser resumido em janeiro de 2021. Qual o futuro de toda essa revolta e incerteza? O que podemos esperar dentro dos próximos meses?
Nosso convidado hoje é Rodrigo Baumworcel, mestrando na Universidade Hebraica de Jerusalém, onde estuda educação judaica, e estudante de rabinato.
No dia 15 de novembro, brasileiros de todas as cidades do país vão às urnas para eleger vereadores e prefeitos. Em caso de segundo turno, voltam no dia 29 para decidir mais uma vez. E como votam os judeus? É importante eleger um judeu para te representar na câmara municipal?
E quais são os interesses que dizem respeito à comunidade judaica? Como os políticos se relacionam com os judeus - além de ir às sinagogas nas grandes festas?
Nosso convidado é o Ricardo Berkinstat, presidente-executivo da Federação Israel do Estado de São Paulo, a FISESP.
Quando se fala em Cabala, muitos dizem que é o lado mais místico do judaísmo. A prática e o estudo dessa filosofia se popularizaram depois que a cantora pop Madonna e outras celebridades se tornaram adeptas. Daí, surgiram instituições como o Kabbalah Centre no Brasil, prometendo ensinar Cabala a quem os procurasse.
Anita: Mas o que é realmente a Cabala? E até que ponto transformar um saber milenar em uma cartilha comercializável não banaliza o próprio judaísmo? Eu sou Anita Efraim, sou jornalista, e esse é o 'E eu com isso?', podcast do Instituto Brasil-Israel.
Amanda: E eu sou Amanda Hatzyrah, estudiosa de cultura judaica e sociedade israelense. Nosso convidado hoje é o Felipe Pinchas Grytz, mais conhecido como Pipo, que é maestro e compositor formado pela Faculdade Santa Marcelina, e também já foi chazan do Colégio Renascença e diretor musical da Congregação Israelita Paulista. Hoje em dia ele estuda e ensina Cabala.
No dia 3 de novembro, os Estados Unidos vão às urnas escolher quem será presidente do país pelos próximos quatro anos. De um lado, o republicano Donald Trump tenta a reeleição. Do outro está Joe Biden, democrata que foi vice de Barack Obama. Grande aliado de Israel, os Estados Unidos tem 5 milhões de judeus, maior comunidade judaica fora de Israel.
Por isso, a gente vai tentar entender como essa eleição influencia o mundo judaico como um todo, além da política externa israelense. Esse é o ‘E eu com isso?’, podcast do Instituto Brasil Israel.
Nosso convidado hoje é Roberto Simon, diretor senior de políticas públicas do Conselho das Américas, de NY e é analista de política internacional, além de mestre em políticas públicas pela Universidade de Harvard.
Se aproximam dois dos feriados mais importantes do calendário judaico: Rosh Hashana, o ano novo, e Iom Kippur, o dia do perdão, quando judeus passam 25 horas em jejum. São também os dias em que sinagogas de todo o mundo recebem centenas de pessoas. Acontece que, em 2020, tudo isso deve ser diferente.
Os grandes jantares em família para quebrar o jejum e celebrar a chegada de um novo ano também devem ser reformulados. O coronavírus deve ser responsável por mudanças intensas na forma de comemorar os chaguim, ou seja, as festas judaicas.
Nosso convidado hoje é o rabino Adrian Gottfried, da comunidade Shalom, comunidade masorti da cidade de São Paulo. Adrian, seja muito bem vindo ao nosso podcast.
Todos os anos, no mês de setembro, líderes de diversos países do mundo se reúnem em Nova York para participarem da Assembleia Geral das Nações Unidas. Esse ano, com a pandemia do coronavírus, o evento deve ser diferente: por vídeo.
Nosso assunto hoje é a relação entre Israel e a ONU, qual o papel no país nesse encontro de líderes mundiais. E a gente ainda aproveita nosso convidado pra falar um pouco do Brasil, claro.
Nosso convidado hoje é o jornalista Jamil Chade, que é correspondente internacional e tem uma coluna no portal UOL.
Há 15 anos Israel se dividia em duas opiniões diferentes: os que eram contra e os que eram a favor da retirada unilateral da Faixa de Gaza. A decisão, todos já sabem qual foi. Israel tirou as forças militares da região.
Depois de tantos anos, como está a Faixa de Gaza e o que ela significa para a sociedade israelense? Como é para um israelense viver tão perto de uma região considerada tão perigosa?
Nosso convidado hoje é o Marki Levy, ele foi sheliach, ou seja, enviado do movimento judaico juvenil Hashomer Hatzair. E se você não sabe exatamente o que é um movimento juvenil, você pode encontrar um episódio nosso sobre isso. Além disso, ele vive em Israel desde 1971, no kibutz Zikim, a três quilômetros da Faixa de Gaza.
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