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Kenneth Rogoff, ex-economista-chefe do FMI e professor em Harvard, fez uma previsão ousada: a dominância do dólar está com os dias contados. A tese dele é direta: o endividamento colossal e as divisões políticas nos EUA estão espantando investidores globais. O mundo está deixando de ser unipolar para se tornar multipolar, e isso vale para o dinheiro também. Enquanto muitos apostam nas criptomoedas como sucessoras, Rogoff discorda veementemente. Para ele, “em uma economia legal, elas nunca substituirão o dólar”. Governos têm poder regulatório de sobra para impedir isso. Então, quem assume o trono? Segundo ele, o futuro é um palco dividido entre o dólar, o euro e, principalmente, o yuan chinês. E não, a China não precisa de uma abertura de mercado total para isso. Rogoff lembra que os EUA mantiveram fortes restrições de capital nas décadas de 40, 50 e 60, e nem por isso o dólar deixou de ser a moeda de reserva mundial. A mudança tectônica nas finanças globais já começou. Não se trata mais de “se”, mas de “quando” e “como” o mundo vai operar com um dólar menos soberano. E as implicações disso para seus investimentos, sua empresa e seu futuro são gigantescas.
#dolar #eua #yuan #china #economia #ricardoamorim #video #vp #proprio #2m
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O dólar caiu abaixo de R$5 pela primeira vez em mais de dois anos e isso é consequência de vários movimentos. Quem me acompanha não está surpreso, pois eu vinha comentando há um tempo. A menor aversão a risco com a expectativa de redução das tensões entre EUA e Irã ajudam, assim como a estratégia americana de enfraquecer o dólar para reduzir seu déficit, ainda mais com limitações recentes às tarifas, tornou o Brasil um dos principais beneficiados, com queda nas tarifas médias de exportação para os EUA, juros elevados que atraem capital para renda fixa e uma Bolsa ainda barata em dólares. Ao mesmo tempo, mercados como Rússia, China e até Índia estão menos acessíveis, redirecionando recursos para cá. Some a isso commodities em alta e o Brasil cada vez mais forte como megaexportador, com potencial de superar os EUA no agro. Se o cenário global não piorar, o dólar pode caminhar para R$4,50.
#dolar #economia #agro #juros #brasil #ricardoamorim #proprios #vp #video #4m
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Esqueça o preço da gasolina por um instante. O conflito entre EUA e Irã pode ter uma consequência muito mais profunda: o fim do sistema petrodólar, a viga mestra da economia global desde 1974.
Por que o mundo poupa e negocia em dólar? Porque a principal commodity do planeta, o petróleo, é precificada em dólar. Um acordo com a Arábia Saudita selou esse destino: petróleo por dólares e dólares por segurança militar americana, simples assim. Mas o tabuleiro está virando.
Até aliados estão diversificando: a própria Arábia Saudita explora alternativas de pagamento, como o projeto m-Bridge.
O conflito atual joga gasolina nessa fogueira. Se a capacidade dos EUA de garantir a segurança no Golfo Pérsico for posta em dúvida, o acordo de 50 anos pode ruir. Já há rumores sobre a exigência de pagamento em yuans, a moeda chinesa, para transitar pelo Estreito de Ormuz.
Menos dólar no comércio e nas reservas dos países. Não estamos falando apenas de um conflito regional e sim testemunhando o possível início de uma transição estrutural de todo o sistema financeiro. A era do “Petroyuan” pode estar mais perto do que imaginamos.
#irã #guerra #economia #petroleo #dolar #ricardoamorim #videos #proprios #vp
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Aquela bola de neve de dívidas que assombra pessoas físicas? Ela chegou com força total ao mundo corporativo. E não são empresas pequenas. Estamos falando de gigantes da nossa bolsa que estão, na prática, respirando por aparelhos.
A triste realidade: um levantamento mostra que quase 1/4 das companhias listadas no Brasil já não conseguem gerar caixa suficiente para cobrir suas despesas financeiras.
Como chegamos aqui? Simples. Entre 2020 e 2021, com a Selic a 2% ao ano, o dinheiro ficou barato e muitas empresas se endividaram até o pescoço. Agora, com a taxa de juros no maior patamar em quase 20 anos, a conta chegou e ela é impagável para muitos.
O caixa que entra já está 100% comprometido com a dívida. Elas operam, mas não vivem. O Banco Central começou a cortar os juros, mas o ritmo e o tamanho da queda dependem da guerra no Irã e, principalmente, do compromisso fiscal do próximo governo. A incerteza é a única certeza.
O cenário é um campo minado para investidores e um teste de fogo para líderes.
#juros #inflaçao #economia #empresas #ricardoamorim #proprios
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Lembra quando “paraguaio” era sinônimo de algo falsificado? Pois é, o jogo virou. Hoje, nosso vizinho atrai investidores globais, capital brasileiro qualificado e ostenta resultados que deveriam nos fazer chorar. Como? Com o básico que o Brasil insiste em ignorar: reformas econômicas, estabilidade e impostos baixos. Abrir e manter uma empresa lá custa uma fração do que custa aqui. O resultado: inflação controlada, contas públicas em ordem e um crescimento anual do dobro do brasileiro nas últimas duas décadas. Eles conquistaram o selo de “grau de investimento” que nós perdemos, sinalizando ao mundo que lá é um porto seguro para o dinheiro. Claro, o Paraguai ainda tem problemas sérios como corrupção e informalidade, mas a direção é clara: eles estão melhorando, enquanto nós patinamos. Cada vez mais empreendedores e empresas brasileiras cruzam a fronteira, levando consigo qualificação e capital que deveriam estar impulsionando nosso próprio país. A virada paraguaia não é mágica, é método. E serve como um tapa de luva para o Brasil.
#economia #paraguai #brasil #investidores #negocios #ricardoamorim #video #proprios #3m #vp
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O que separa quem chega lá de quem fica pelo caminho não é o cenário. É a preparação. O Brasil não tem neve. Mesmo assim, conquistou suas primeiras medalhas Paralímpica e Olímpica de inverno. Enquanto alguns treinam nas condições ideais, outros criam as condições possíveis, e é aí que está a diferença. Cristian Ribera treina no asfalto, adapta a rotina, evolui com consistência. Ele não esperou o ambiente perfeito. Construiu o resultado com o que tinha. Isso não é só sobre esporte, é sobre carreira, negócios e acima de tudo sobre nossas vidas. Quem espera o momento ideal, fica para trás. Quem se prepara, chega. Parabéns pela conquista, Cristian. Obrigado também pela lição.
#paralimpico #esporte #altaperformance #disciplina #estrategia #resultados #brasil #inspiracao #ricardoamorim #proprio
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Imagine o governo ameaçando tirar a Globo, o SBT e a Record do ar por “razões editoriais”. Parece um roteiro distópico, certo? Pois é exatamente isso que o chefe da FCC, o órgão regulador de mídia dos EUA, está ameaçando fazer com grandes emissoras americanas. O argumento? A cobertura sobre a guerra no Irã. A consequência? Um precedente perigosíssimo para o mundo todo. Nos EUA, a liberdade de expressão sempre foi considerada sacrossanta. Agora, o próprio estado, que deveria ser seu guardião, usa o poder da caneta para ameaçar a imprensa. O modelo de concessão pública, similar ao do Brasil, está sendo usado como arma para controlar a narrativa. Isso importa para você aqui no Brasil? Sim, e muito. Se o pilar da liberdade de expressão começa a ruir no país que é sua maior referência, não se iluda: o efeito dominó será global e devastador. Em nosso caso, onde a liberdade já anda capenga, seremos os próximos da fila. A questão não é sobre um lado ou outro da guerra no Irã. É sobre até onde um governo pode ir para silenciar vozes dissonantes. E você, se preocupa com isso?
#eua #sociedade #imprensa #governo #brasil #ricardoamorim #proprios #vp
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Guerra, alta do petróleo e ameaça de greve. Parece um replay dos anos 70, a crise que nos levou à chamada “década perdida”, com hiperinflação e explosão da dívida externa, mas foi justamente essa crise que ajudou a construir parte da força que o Brasil tem hoje.
Pressionado, o país reagiu:
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Em um salto que pegou o mundo de surpresa, o Brasil escalou 37 posições no ranking global de atratividade para investimentos em mineração, tornando-se o líder na América Latina.
O que mudou? O mundo finalmente abriu os olhos para duas coisas: nossa imensa riqueza mineral e uma melhora – ainda que surpreendente – no nosso ambiente de negócios.
O timing não poderia ser melhor. Em plena corrida global por terras raras, os minerais essenciais para carros elétricos, data centers e até o smartphone na sua mão, o Brasil se destaca com a segunda maior reserva do planeta, atrás apenas da China.
O potencial é gigantesco: podemos adicionar R$ 243 bilhões ao nosso PIB anualmente.
Isso significa mais empregos, desenvolvimento e uma posição estratégica na nova economia mundial.
Deixamos de ser apenas o “país do futuro” para nos tornarmos uma oportunidade do presente. Atrair capital para explorar essa riqueza de forma inteligente e sustentável é o nosso próximo grande desafio.
#mineraçao #economia #terrasraras #brasil #ricardoamorim #proprios #2m #video #vp
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Pense na Bahia. Você provavelmente pensou em praias e carnaval. Justo. Mas a verdadeira força do estado é uma potência econômica multifacetada que o Brasil subestima.
Com 15 milhões de habitantes, a Bahia tem uma população maior que a da Grécia ou do Chile. Se fosse um país, estaria entre as 60 maiores economias do mundo.
· Indústria: abriga um dos maiores complexos petroquímicos do Hemisfério Sul.
· Agronegócio: o Oeste Baiano tem produtividade de soja, milho e algodão comparável à elite agrícola dos EUA.
· Energia: é líder nacional isolada em energia eólica e solar, posicionando-se na vanguarda da transição energética.
· Logística e turismo: portos estratégicos e um turismo em escala global geram um fluxo constante de emprego e renda.
Salvador, sua capital, pulsa como um centro de serviços, tecnologia e economia criativa.
A Bahia não é apenas um estado; é uma plataforma econômica completa, com diversidade produtiva, liderança em energia limpa e integração global. É uma peça essencial e estratégica para o crescimento sustentável do Brasil.
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