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O Brasil eliminou mais de 300 mil cargos de gerentes e diretores nos últimos anos.
Não é moda, é reengenharia. A escada corporativa analista > coordenador > gerente > diretor está sendo reconstruída.
Por quê? Tecnologia e pressão econômica.
Com juros altos e crédito caro, estruturas pesadas ficaram inviáveis. A liderança não acabou; mudou.
Saem cargos de supervisão e repasse de informação. Entram profissionais que: interpretam dados, tomam decisões estratégicas, integram áreas e entregam resultado tangível.
Hierarquia formal vale menos; impacto vale mais.
Pergunta direta: você está desenvolvendo competências que criam valor real ou depende de uma estrutura que pode evaporar?
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Imagine um país com a população do Uruguai, mas que sozinho desafia a produção de soja dos EUA. Esse “país” existe e se chama Mato Grosso.
Muitos pensam em Mato Grosso apenas como um estado grande e distante. É hora de atualizar essa visão. Estamos falando de um dos maiores motores do crescimento brasileiro, uma potência agroexportadora que atua no cenário mundial.
Líder na produção de soja, milho e algodão, e um gigante na proteína animal. Apenas o valor da sua produção agropecuária equivale ao PIB inteiro da Bolívia ou do Paraguai. Mas não se engane: não é só sobre volume, é sobre tecnologia de ponta. A produtividade por hectare está entre as mais altas do planeta e continua crescendo.
Conectado ao mundo por corredores logísticos, Mato Grosso é um dos grandes responsáveis pelo superávit da nossa balança comercial. Mais do que um estado, é uma plataforma global de alimentos, fibras e energia, fundamental para a segurança alimentar do planeta.
#matogrosso #agro #economia #estadosbrasileiros #ricardoamorim #proprios #video #vp #2m
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Em apenas 9 meses, os três Poderes aumentaram as despesas em R$ 33 bilhões. É dinheiro suficiente para bancar estados inteiros — mas que não se traduz em mais eficiência.
Quando o gasto com pessoal cresce mais que a arrecadação, a conta chega. E chega para todos nós: mais impostos, mais inflação e juros mais altos. É como dirigir com o acelerador e o freio pressionados ao mesmo tempo. O setor público gasta mais, o Banco Central sobe os juros e a economia perde ritmo.
Com o orçamento cada vez mais travado em despesas obrigatórias, sobra menos espaço para investir no que realmente faz o país crescer.
Isso não é ideologia. É matemática. E matemática sempre fecha a conta.
Quer inflação menor e juros mais baixos? O caminho passa por controlar gastos com eficiência.
#economia #congresso #impostos #gastospublicos #ricardoamorim #2m #proprios #video #vp
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Enquanto você corta custos, o governo abre a carteira. Com o seu dinheiro.
Na semana passada, o Senado aprovou um “pacote de bondades”: 17 mil novos cargos públicos e reajustes salariais. Custo inicial para 2026? R$ 5,3 bilhões. E isso é só o começo.
A desculpa é nobre: a maior parte das vagas seria para a Educação. Mas a verdade está nos detalhes: dos R$ 5,3 bilhões, apenas R$ 1,1 bilhão é para os novos cargos. O restante? R$ 4,2 bilhões para reestruturar carreiras e aumentar salários de quem já está lá.
Em resumo: em pleno ano eleitoral, governo e Congresso se unem para fazer média com o funcionalismo. Uma manobra política que não resolve problemas estruturais, apenas infla a máquina pública.
A conta, como sempre, será paga por você, por mim e pelo próximo governo. Não é sobre ser contra o serviço público, é sobre ser a favor da responsabilidade com o dinheiro que financia o país.
#gastospublicos #economia #congresso #ricardoamorim #governo #vp #video #1m #proprios
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Cripto sem montanha-russa? Stablecoins parecem a solução para quem quer usar cripto sem a volatilidade das criptomoedas tradicionais e, em muitos casos, são mesmo.
Elas permitem automatizar pagamentos no momento da assinatura de um contrato, reduzem riscos para as duas partes e possibilitam estruturas como smart escrow, em que o dinheiro só é liberado quando etapas pré-definidas são cumpridas. A liquidação é rápida, a operação funciona 24 horas por dia e há menos intermediários, o que reduz custo e prazo. Além disso, facilitam o acesso a ativos e investimentos internacionais.
Só que é importante entender o outro lado. Stablecoins são passivos privados. Não têm garantia de Banco Central nem proteção do FGC. A estabilidade depende do lastro, da liquidez e da transparência. Em momentos de estresse, o resgate pode não ser tão simples quanto parece.
Stablecoins vieram para ficar. A diferença está em entender como usar e, principalmente, onde estão os riscos.
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m 2021, o STF derrubou a regra que previa o pagamento de custas por quem perde a ação. Com isso, o incentivo econômico mudou. Quando não há custo para perder, mais processos passam a ser movidos, inclusive aqueles que antes não seriam.
Esse aumento de litígios não fica restrito ao Judiciário. Ele se espalha pela economia. Empresas incorporam esse risco jurídico aos seus custos. O resultado aparece em salários menores, preços mais altos e, no fim da cadeia, mais inflação. Para conter essa inflação, os juros sobem.
Não se trata de ser contra o trabalhador. Pelo contrário. Trata-se de criar um sistema que funcione melhor para quem tem razão. Regras que desestimulam ações sem fundamento ajudam a proteger direitos legítimos e tornam a justiça mais eficiente e sustentável.
Se quisermos uma economia com preços mais baixos, salários melhores e juros menores, precisamos alinhar os incentivos. Um sistema que premia quem tem razão e desestimula o uso excessivo do Judiciário beneficia toda a sociedade.
justiça #judiciario #empregos #economia #ricardoamorim #vp #2m #proprios #video
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O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece.
Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra.
Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados.
Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação.
Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
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Reduzir a jornada de trabalho sem reduzir salários parece uma ideia atraente. Quem não gostaria de trabalhar menos e ganhar o mesmo? O problema é que economia não funciona por mágica.
Salários e preços fazem parte do mesmo equilíbrio. Empresas precisam cobrir seus custos para continuar operando. Quando a jornada diminui sem redução salarial, o custo por hora trabalhada aumenta. Esse custo não desaparece. Ele acaba indo para algum lugar: para preços mais altos, para margens menores ou para menos empregos.
Estimativas indicam que, no Brasil, uma mudança desse tipo poderia gerar entre R$178 bilhões e R$267 bilhões adicionais por ano em custos para as empresas.
Experiências internacionais ajudam a entender o que pode acontecer. Em Portugal, a jornada no setor público foi reduzida para 35 horas semanais sem corte de salários. O resultado foi aumento de 9,2% no custo por hora trabalhada. As vendas caíram 3,2%, o emprego recuou 1,7% e os salários reais diminuíram. A produtividade até subiu 7,9%, mas não foi suficiente para compensar o aumento de custos.
Se algo parecido acontecesse no Brasil, estimativas indicam que até 1,8 milhão de empregos poderiam desaparecer. Vale lembrar que o país já tem uma das menores jornadas médias da América Latina.
No fim das contas, decisões de política pública têm consequências muito concretas no bolso das empresas e no poder de compra das famílias. A escolha é simples: trabalhar mais e gerar mais renda, ou trabalhar menos e aceitar uma economia mais pobre. Ignorar essa conta costuma sair caro e a fatura aparece na forma de inflação, menos empregos e salários menores.
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A Suíça realizará um plebiscito em junho para decidir se estabelece um teto populacional de 10 milhões de habitantes. Hoje, o país tem cerca de 9 milhões.
A população suíça cresceu 10% em apenas 10 anos, ritmo bem superior ao da União Europeia. Grande parte desse aumento foi impulsionada pela imigração. Atualmente, um terço dos moradores nasceu fora do país.
A proposta em votação prevê endurecer regras de asilo, restringir a reunião familiar e pode até levar ao rompimento do acordo de livre circulação com a União Europeia.
As pesquisas indicam 48% de apoio à medida, mas o governo suíço é contrário. O argumento é que a economia do país depende fortemente de trabalhadores estrangeiros, inclusive altamente qualificados.
O debate traz uma lição mais ampla: países com baixa natalidade que fecham suas portas à imigração tendem a empobrecer e enfrentar crises previdenciárias.
Esse é um alerta que vale não apenas para a Europa, mas também para Estados Unidos, China e, possivelmente em menos de 15 anos, para o Brasil.
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A partir de 2040, a população brasileira deve começar a encolher. E em alguns lugares isso já está acontecendo.
No Rio de Janeiro, em 2024 nasceram apenas 1,1 bebê para cada falecimento.
No Rio Grande do Sul, 1,2.
Nas capitais Rio de Janeiro e Porto Alegre, a situação já virou: houve mais mortes do que nascimentos.
Grande parte do Sul, Sudeste e Nordeste já apresenta taxas de natalidade de 2,1 filhos ou menos por mulher, nível insuficiente para manter a população estável.
Por que isso importa? Porque demografia é destino econômico. Sem pessoas, não há produção e sem produção, não há PIB. E diferente da economia, a demografia não muda de um ano para o outro.
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