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Este episódio fala sobre a Jurema, uma planta alucinógena que originou uma religião indígena e que pode revolucionar o tratamento da depressão.
Na seiva da Jurema corre uma substância chamada N, N-dimetiltriptamina - a DMT, que acredita-se ser uma das responsáveis pelos nossos sonhos. Ela também está presente na ayahuasca, que, quando ingerida, pode provocar alucinações.
A Jurema, porém, vai muito além do seu potencial alucinógeno e se diferencia de outras plantas parecidas. Ela é a protagonista de uma religião ancestral, que se misturou a cultos de matriz africana e passou anos escondida.
Neste episódio de podcast, falamos sobre como uma substância psicodélica, que tem o potencial de revolucionar o tratamento de depressão, deu origem a um conjunto de crenças e rituais que se constituem numa das religiões mais brasileiras que existem.
Mergulhe mais fundo
A Ciência Encantada de Jurema (link para compra)
Entrevistados do episódio
Marcelo Leite
Jornalista de ciência e ambiente, colunista da Folha de S. Paulo, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”.
Luiz Assunção
Doutor em antropologia e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Draulio Araujo
Professor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Sua atuação é focada nos estudos de alteração de consciência provocados pela ayahuasca e o potencial da substância como antidepressivo.
Rodrigo Grünewald
Antropólogo e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Autor do livro "Jurema".
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Cânticos entoados por: Joanah Flor e Thulny Fulni-ô
Este episódio mergulha no universo das apostas esportivas e tenta entender o fenômeno das bets no Brasil.
As bets foram eleitas pela opinião pública como as grandes vilãs do Brasil. De acordo com o Banco Central, beneficiários do Bolsa Família depositaram R$3 bilhões em casas de apostas somente em agosto de 2024. Foram 5 milhões de pessoas apostando, 10% das mais de 50 milhões beneficiadas pelo programa.
Os números são alarmantes, e, ao menos desde 2018, as casas de aposta vêm ganhando muito dinheiro dentro do nosso país. Apesar disso, a discussão sobre o mercado de apostas no Congresso e na sociedade civil pouco avançou desde 2018, quando as apostas foram legalizadas em território nacional.
Se 80% dos apostadores ficam no prejuízo, por que tantos seguem apostando? Como o Brasil, de acordo com pesquisa da H2 Gambling Capital, se tornou o sétimo maior mercado de apostas no planeta?
Neste episódio de podcast, fazemos um mergulho no universo das apostas esportivas, e buscamos entender o porquê de os humanos se interessarem por apostas.
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Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas (link para o artigo)
Entrevistados do episódio
Fernando Resende Cavalcante
Doutorando em educação física pela Universidade de Brasília (UNB). Autor do artigo "Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas".
Daniel Leite
Apostador esportivo profissional. Criador do "Guia das Apostas".
Ficha técnica
Produção e edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio parte de golpes com frutas inexistes e ataques a hortas urbanas para mergulhar na nossa relação com aquilo que comemos.
O Mercado Municipal de São Paulo já foi um importante entreposto de alimentados da cidade. Hoje, sobrevive como marco arquitetônico e também como armadilha para turistas que caem no conto do sanduíche de mortadela ou na lábia dos vendedores de fruta que cobram preços proibitivos.
A partir de uma incursão neste espaço, a jornalista de gastronomia Priscila Pastre investiga como o golpe da fruta do mercadão se relaciona com ataques a uma horta urbana. E reponde o que, afinal, é o famigerado kiwi-banana.
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Comida Comum – Neide Rigo (Link para compra)
Entrevistados do episódio
Luis Fernando Revers
Doutor em Ciências Biológicas e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Neide Rigo
Nutricionista, agricultora urbana e escritora.
Ficha técnica
Reportagem: Priscila Pastre
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Este episódio acompanha a viagem de um repórter para a Argentina, em busca dos golpistas de 8 de janeiro.
Dois anos após a tentativa de golpe em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes divulgou que 898 pessoas foram responsabilizadas criminalmente pelos atentados contra a democracia. Dos condenados, 371 tiveram penas com restrição de liberdade.
O problema é que só pouco mais da metade deles foram presos, enquanto o restante está na condição de foragido da justiça. A Argentina, governada pelo extremista de direita Javier Milei, é o destino favorito.
E apesar de um juiz argentino já ter acatado o pedido do Brasil e emitido mandados de prisão contra boa parte desses foragidos, apenas cinco foram presos.
Neste episódio de podcast, fruto da parceria entre a Rádio Escafandro e o The Intercept Brasil, o repórter Paulo Motoryn viaja à Argentina para fazer o que a polícia de Milei não tem sido capaz: encontrar os golpistas condenados pelo 8 de janeiro.
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#109 - General bom, general mau
#129 - Os generais salvaram a pátria?
Entrevistados do episódio
Rafael Mafei
Advogado e professor de direito da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Autor do livro “Como remover um presidente: história e prática do impeachment no Brasil".
Ficha técnica
Reportagem em Buenos Aires: Paulo Motoryn
Captação de áudio em Buenos Aires: Anita Pouchard Serra
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Este episódio fala sobre como a narrativa do apocalipse pelas máquinas serve de cortina de fumaça pra ocultar problemas reais e imediatos trazidos pela popularização da inteligência artificial.
Nos últimos anos, cientistas de renome, políticos, jornalistas e até os próprios desenvolvedores de programas como o Chat GPT têm alertado para os riscos de longo prazo da IA. Para um futuro em que as máquinas vão ser mais inteligentes do que os humanos, o que pode gerar todo o tipo de catástrofe, sendo a aniquilação da nossa espécie, a pior delas.
Ao mesmo tempo, quem de fato estuda os avanços e os problemas trazidos pela inteligência artificial, costuma ter uma visão diferente. Por um lado, refuta a ideia de que os programas de IA, da forma como estão sendo desenvolvidos hoje, possam evoluir pra se tornar tão inteligentes, ou até mais inteligentes do que os humanos.
Por outro, argumentam que a popularização desses programas já causa uma série de problemas, concretos e atuais, que precisam ser enfrentados o quanto antes.
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90: Era uma vez um Google bonzinho
96: Trabalhadores do futuro não sangram
132: Bilionazis
Mergulhe mais fundo
A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação
Desmistificando a inteligência artificial - Dora Kaufman (link para compra)Nexus: Uma breve história das redes de informação, da Idade da Pedra à inteligência artificial - Yuval Noah Harari (link para compra)
A descrição do teste do GPT-4 (em inglês)
Entrevistados do episódio
Dora Kaufman
Jornalista, pós-doutora em impactos sociais da inteligência artificial, e professora da PUC-SP. Autora dos livros "A inteligência artificial irá suplantar a inteligência humana?" e "Desmistificando a inteligência artificial".
Rafael Zanatta
Pesquisador de direito digital e diretor da Data Privacy Brasil. Mestre e Doutor pela USP e Pesquisador de Pós-Doutorado em filosofia e teoria geral do direito pela USP. Autor do livro “A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação”
Matheus Viana Braz
Psicólogo e professor do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Autor dos livros "Trabalho, Sociologia Clínica e Ação: alternativas à individualização do sofrimento" e "Paradoxos do Trabalho: as faces da insegurança, da performance e da competição".
Ficha técnica
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Elon Musk chocou o mundo durante um evento comemorativo da segundae vitória de Donald Trump. Por duas vezes, o homem mais rico do planeta levantou seu braço à frente do corpo e na altura da cabeça - uma saudação que ficou famosa por sua ligação com o nazismo.
Trump, que se elegeu com um discurso de extrema-direita mais acentuado do que em seu primeiro governo, deu "as chaves da Casa Branca" a Elon Musk. Além do dono da Tesla e da SpaceX, outros bilionários agora lideram departamentos decisivos do governo dos Estados Unidos, e interferem politicamente em todo o mundo.
E muitos desses bilionários compartilham mais do que a proximidade com o poder. Da busca pela vida eterna à colonização de Marte, passando pela ideia de que o mundo tem de ser governado por homens fortes e que esses homens têm a obrigação de passar seus genes adiante numa prole numerosa.
Este episódio de podcast fala sobre como parte dos bilionários compartilha uma ideologia comum que muitos chamam de Iluminismo das Trevas. E sobre como essa ideologia se aproxima do fascismo.
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42: A vida, o universo e tudo o mais
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Elon Musk - por Walter Isaacson (link para compra)
Entrevistados do episódio
Tatiana Poggi
Doutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória.
Reinaldo José Lopes
Jornalista especializado em biologia e arqueologia, autor de livros de divulgação científica, e colunista da Folha de S. Paulo.
Ficha técnica
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
O maior acervo genealógico do planeta se chama FamilySearch. Ele é mantido pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, que guarda mais de 3 bilhões de documentos num cofre no oeste dos Estados Unidos.
O projeto que deu origem ao FamilySearch começou em 1894, apenas seis anos após a assinatura da Lei Áurea, que pôs fim à escravidão no Brasil. Os documentos desse período, no entanto, são escassos. O que se sabe é que o poder não mudou de mãos nos últimos 150 anos.
O Projeto Escravizadores, da Agência Pública, investigou 116 autoridades do Brasil (entre presidentes, senadores e governadores), e descobriu que ao menos 33 delas têm antepassados que tiveram relação com pessoas escravizadas. Alguns sequer sabiam da existência desses laços familiares.
Apesar de ser um assunto tabu, a escravidão moldou o mundo e o Brasil, foi o pilar da construção de muitas esferas de poder e traz impactos até hoje.
Este episódio de podcast, fala sobre como o racismo foi moldado por diferenças irrelevantes do ponto de vista genético, mas impactou o mundo a ponto de permitir que humanos tenham sido escravizados por séculos.
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#30 - Polícia para quem?
Entrevistados do episódio
Diogo Meyer
Doutor em biologia e professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Especialista em genética de populações humanas e evolução molecular.
Hebe Mattos
Historiadora, professora e coordenadora do Laboratório de História Oral e Imagem (Laboi) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Ficha técnica
Reportagem: Bianca Muniz e Bruno Fonseca
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Episódio publicado originalmente em 3 de outubro de 2023.
Por que sentimos que não temos tempo para nada? Como o nosso estilo de vida faz parecer que tudo está acelerado? O que o modo de produção capitalista e a economia moderna têm a ver com essa percepção? E como isso se relaciona com a entropia: um dos conceitos mais interessantes, misteriosos e importantes da física.
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Sem tempo para nada (link para compra)
Entropia Social: Uma termovisão do mundo
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#43 – Corra, humano, corra!
Entrevistados do Episódio
Luiz Mauro Sá Martino
Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero e autor do livro “em tempo para nada: Como tudo ficou acelerado, por que estamos tão cansados e as alternativas realistas para mudar” (Vozes, 2022).
Luiz Tadeu Fernandes Eleno
Professor da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), doutor em ciência e engenharia de materiais, pós doutor em física.
Ficha técnica do episódio
Locução adicional: Priscila Pastre.
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Apoio de produção: Ana Carolina Maciel.
Apoio de edição: Matheus Marcolino.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Episódio publicado originalmente em 3 de março de 2021.
Você tem a sensação de que o tempo passa cada vez mais rápido? De que o mundo está cada vez mais acelerado? De que tudo está ficando mais complicado? De que por mais que você corra, sempre existem mais tarefas pela frente? Pois seus problemas acabaram!
Ou melhor. Seus problemas serão explicados. Em parte. Em um episódio que fala sobre como nós percebemos o tempo, sobre as razões por trás da aceleração do mundo, e sobre os efeitos dessa aceleração na nossa vida, na sociedade, na política e, enfim, na espécie humana.
*****
– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.
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– Entrevistados do episódio
André Cravo
Psicólogo, doutor em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo com um estágio na Universidade de Oxford. Realizou seu Pós-Doutorado no Instituto de Radiologia da FMUSP. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do ABC.
Sigmar Malvezzi
Psicólogo, mestre em psicologia social PUC de São Paulo (1979), Doutor pela University of Lancaster, Livre Docência na Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, professor visitante da Universidade Icesi de Cali, professor visitante – Universidad de Belgrano e professor visitante – Universidad Tecnologica Nacional.
Rane Morais
Advogada, doutoranda na área de Teoria do Direito na PUC Minas e pesquisadora no grupo Sociedade de Informação e Governo Algorítimico na UFMG. Pesquisa a teoria da Aceleração Social e a atuação do Tribunal Superior Eleitoral nas demandas sobre Fake News em eleições.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Clique aqui.
Neste episódio de podcast, falamos sobre as artimanhas usadas para burlar os direitos dos consumidores, e sobre a pressão política feita por empresas e empresários no Congresso para moldar leis a favor deles.
Promulgado em 1990, o Código de Defesa do Consumidor foi um marco no estabelecimento de direitos para os cidadãos brasileiros. Trinta e quatro anos depois, as relações entre vendedores e consumidores seguem extremamente desiguais - o que mudou, de alguma maneira, foi a forma.
A pesquisa sobre satisfação de clientes mais recente da agência Hibou apontou que apenas 14% dos clientes estão plenamente satisfeitos com a experiência de consumo. Além disso, 63% dos consumidores não querem comprar de uma marca que esteja em sites de reclamações. O Reclame Aqui, site mais conhecido do gênero, já tem mais de 600 mil empresas e 30 milhões de pessoas registradas.
Por que existem tantos consumidores insatisfeitos? Por que parece que sempre tem alguém tentando enganar o cliente? Os interesses do consumidor estão sendo representados no Congresso Nacional?
No primeiro episódio natalino da história da Rádio Escafandro, falamos das artimanhas que os empresários usam pra limpar nossa contas. De propagandas enganosas a pressões políticas, passando pela boa e velha prática de vender e não entregar.
Episódio relacionado
#117 - Os planos de saúde têm de acabar?
Entrevistado do episódio
Igor Britto
Advogado, professor de direito do consumidor e direito rmpresarial do Centro Universitário IESB, em Brasília, e diretor do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
Ficha técnica
Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
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