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Vivemos cercados de imagens, opiniões e respostas imediatas, e, ainda assim, com uma dificuldade crescente de manter encontros reais. Nesse episódio, falamos sobre a fadiga de ser visto o tempo todo, a confusão entre presença e performance, e o que se perde quando tudo precisa virar uma espécie de vitrine. A partir de Byung-Chul Han, Winnicott e Hannah Arendt, pensamos como o colapso entre o público e o privado empobrece os vínculos e torna o outro cada vez menos suportável em sua inteireza. No final, recorremos à literatura e compartilhamos uma reflexão pessoal sobre a internet, a exposição e a necessidade de preservar zonas não capturáveis do ser.
By Alexandre Patricio de Almeida5
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Vivemos cercados de imagens, opiniões e respostas imediatas, e, ainda assim, com uma dificuldade crescente de manter encontros reais. Nesse episódio, falamos sobre a fadiga de ser visto o tempo todo, a confusão entre presença e performance, e o que se perde quando tudo precisa virar uma espécie de vitrine. A partir de Byung-Chul Han, Winnicott e Hannah Arendt, pensamos como o colapso entre o público e o privado empobrece os vínculos e torna o outro cada vez menos suportável em sua inteireza. No final, recorremos à literatura e compartilhamos uma reflexão pessoal sobre a internet, a exposição e a necessidade de preservar zonas não capturáveis do ser.

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