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Zia Soares é atriz, criadora e diretora artística do Teatro Griot, uma companhia de atores que desenvolve um trabalho que surge da tensão entre corpo e território, entre memória coletiva e memória individual, entre imaginário colectivo e imaginário individual.
A inclusão, representatividade e a comunicação de novas narrativas são alguns dos objetivos deste grupo de trabalho que Zia Soares criou, com missão, através da sua intuição.
Zia Soares lê um excerto do poema “O Anel das Folhas” de Conceição Lima.
Começou a escrever aos 5 anos e desde então, tem-se reinventado pelas palavras, mas também pelos palcos. Cláudia Lucas Chéu escreve – da poesia à crónica, e também é atriz.
Neste episódio do FEMINA, Cláudia Lucas Chéu fala-nos da importância de ensinar os afectos, da toxicidade das redes sociais e da importância de sermos mulheres assertivas.
Cláudia Lucas Chéu lê uma frase da obra “Orlando”, de Virginia Woolf. Sugere o seu mais recente livro “A Mulher Sapiens” e ainda “No Jardim do Ogre”, de Leïla Slimani. No cinema, Cláudia Lucas Chéu sugere “Saló ou os 120 dias de Sodoma” de Pasolini e na música “As Variações Goldberg” (Bach) por Glenn Gould.
Luísa Sobral venceu, com o irmão, o Festival da Canção e o Festival da Eurovisão em 2017 com o tema “Amar pelos dois”, canção escrita por si. Mas disseram-lhe, há muito tempo, que nunca ia ser cantora.
No FEMINA, Luísa Sobral conta como ultrapassou momentos de incerteza e rejeição, sempre com o apoio extraordinário da família. Luísa partilha ainda como educa na liberdade e para a igualdade, de como se orgulha de não tolerar a sua própria insatisfação e de como, por isso, segue em frente, confiando no instinto.
Luísa Sobral lê um excerto da letra da canção “Valsinha” de Chico Buarque. Sugere o livro “A Amiga Genial” de Elena Ferrante; o disco “Farsa (género imposible)” de Silvia Pérez Cruz e o filme “La vita davanti a sé” de Edoardo Ponti. Para além de cantora e compositora, Luísa Sobral é também autora do podcast “O Avesso da Canção”.
É a voz dos Clã, sempre cristalina, doce, assertiva. Neste episódio, falamos das suas memórias da infância, da importância dos pais como exemplos, do curso de Direito que não se tornou profissão. Falamos da justiça, da independência e autonomia como valores de vida e de como a razão e o instinto podem funcionar em sintonia numa mulher. Ainda, do orgulho em seguir em frente, do medo, coragem e clareza de espírito. Da certeza que é franqueza que se está bem.
Manuela Azevedo lê um poema de Arnaldo Antunes incluído no livro de poemas “As Coisas”. Sugere o livro “D. Quixote” de Miguel de Cervantes e ainda um conto: “A Salvação de Wang-Fô” de Marguerite Yourcenar. Na música, Manuela Azevedo escolhe o disco “The Tide’s Magnificence: Songs and Poems of Molly Drake” e no cinema, sugere “Barbara” de Christian Petzold e “Girl” de Lukas Dhont. No palco, Manuela Azevedo recomenda o espectáculo “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” de Tiago Rodrigues e ainda “Os Três Irmãos” de Victor Hugo Pontes.
É uma das vencedoras da edição de 2018 do Festival da Canção. Mas Isaura é, há muito, mulher da música, da composição e de talento. Há mais ou menos 10 anos a sua vida mudou, depois da sua entrada e participação num programa de televisão de descoberta de talentos.
Agora, sensivelmente dez anos depois, a vida volta a mudar. As circunstâncias são outras mas, tal como os ciclos, Isaura é uma mulher em evolução que nos ensina que a mudança é sempre o melhor caminho.
Começou pelo teatro já lá vão 20 anos. Veio depois a representação na televisão, os projetos novos no cinema e só depois a apresentação. Foi a primeira VJ da MTV, estreando-se como apresentadora do canal. Mas ao mesmo tempo – o teatro, sempre – como oxigénio para si.
Chama-se Filomena Cautela e hoje quer levar a sua voz diferente, mais consciente, a outros lugares ainda por descobrir em si mesma e nos outros.
Teresa Tavares é personagem constante nos nossos ecrãs. Há mais de 20 anos que é atriz – desde o trabalho nos palcos onde aprendeu com os melhores – à experiência imensa no cinema e na televisão.
À sua sede de trabalho e de cultura, soma-se a vontade de mudar o mundo, a luta pelos direitos humanos, pela liberdade e pelas mulheres.
Nasceu em 1994 e é uma das atrizes mais promissoras da atualidade. Começou o seu trabalho pelos palcos, em Viseu, na Companhia Paulo Ribeiro e depois de estudar na Escola Superior de Teatro e Cinema, estudou em Nova Iorque, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.
Mia Tomé tem o amor pelo palco, pela palavra, pela música, pela cultura – e tudo isto faz parte dela enquanto mulher artista.
É uma das vozes mais melódicas e harmoniosas da nossa música, de guitarra ao peito, para nos ensinar que é na simplicidade que encontramos a felicidade. A sensiblidade, a folk, a pop, a vulnerabilidade e aceitação dão-nos pistas de uma mulher que se reinventa e que não se cansa de ir à procura.
Editou um disco em 2018 e em 2020 um novo EP, um lugar onde também ela se recicla. Ela é a Catarina Falcão, a voz de Monday.
Estudou música e canto, também ballet, mas estreou-se como atriz ao lado de grandes nomes do nosso teatro. Foi galardoada com prémios importantes pelas suas prestações, que também nos deram a conhecer o seu trabalho no cinema e na televisão.
Há uns anos descobriu uma nova paixão – a encenação, e é lá que se descobre feliz. Sara Carinhas é a mulher de hoje no Femina.
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