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Não há como ficar indiferente à sua voz. A delicadeza, a força, a sensibilidade e uma verdade imensa no mundo do desamor, fazem dela uma das vozes mais ouvidas e elogiadas da música portuguesa contemporânea. Cresceu nas artes e é na música, na voz e nas palavras que a vemos brilhar em tudo o que faz.
Depois de 4 discos, em 2020 editou um livro chamado “As estradas são para ir”, uma espécie de auto-retrato literário, feito para iluminar os nossos recantos mais escuros. Bem-vinda, Márcia.
Rita Carmo é fotógrafa profissional da cena musical há quase 30 anos. Desde 1992 que assina muitos dos retratos que vemos na revista Blitz (na altura ainda jornal). Não há banda internacional que passe por cá que não se tenha cruzado com a sua lente e não há artista nacional que não deseje ser fotografado por ela.
Tem trabalhos editados em várias publicações um pouco por todo lado, já lançou livros, é formadora, já foi curadora e teve exposições suas. A imagem é a sua arte e a câmera a sua forma de comunicar com os outros.
Estudou teatro e jornalismo, é atriz, já foi locutora de rádio e apresentadora de televisão. Estreou-se no cinema há já 20 anos, mas os palcos são também a sua casa. É uma voz ativa da nossa cultura, divulgando causas nobres, fazendo a diferença e estando ao lado de iniciativas que procurem contribuir para um mundo cultural e social mais digno.
Está à frente da Companhia de Atores e é a diretora artística do Teatro Municipal Amélia Rey Colaço. É a Cláudia Semedo.
A arte está-lhe no sangue, mas é com trabalho, dedicação e memória que chega até nós. Desde cedo nos palcos, é com discrição, elegância e precisão que se desafia a cada momento e também é assim que chega cada vez mais longe.
Atriz, mas também realizadora, Catarina Wallenstein já se experimentou em muitas realidades diferentes. Hoje, traz a sua verdade ao Femina, numa conversa de cultura, identidade e intimidade.
Artista, ilustradora, designer. É mestre em pintura, estudou banda desenhada e tem um interesse especial pelas histórias das mulheres. O seu propósito é criar imagens que promovam a saúde mental, uma relação descomplicada com o corpo e contar narrativas femininas sempre através de um trabalho audaz e colorido.
A ilustração tem sido o seu foco principal já há mais de 9 anos e é dessa maneira que ela nos mostra a missão bem definida que tem para o seu presente. Silvia Rodrigues ajuda-nos a perceber, com a sua arte, também a nossa própria narrativa.
É uma das vozes mais acarinhadas da rádio Antena 3, sítio onde trabalha há mais de 10 anos. Depois da Rádio Renascença, do Canal Q, da Time Out e do Expresso, veio a televisão generalista com apresentação do programa “Traz P’ra Frente” na RTP Memória. Agora, vai estrear-se como apresentadora do programa “5 Para a Meia-Noite”.
Inês Lopes Gonçalves faz o que faz de coração aberto, sempre com humor, liberdade, opinião e determinação. E é assim que ela quer continuar a fazer, sempre diferente.
Matilde Campilho nasceu em Lisboa mas sempre quis ir para o mundo. Para o seu próprio universo interior mas também, literalmente, para o outro lado do mundo. Foi para o Rio de Janeiro em 2010 – na altura para lá ficar 15 dias; acabou por ficar 3 anos. Por lá viveu, trabalhou e começou a partilhar alguns textos com amigos.
Foi esse passo decisivo que a ajudou a dedicar-se inteiramente à escrita daquele que viria a ser o seu primeiro livro. Um conjunto de poemas chamado “Jóquei”, que a apresentou como uma revelação literária nacional. Em 2020 editou uma nova obra, diferente, a que chamou “Flecha”.
É cantora, compositora, multi-instrumentista a e escreve sobre o amor, sobre o crescimento e até sobre isto de ser mulher. Na música, já viajou pelas bandas-sonoras, já fez espectáculos específicos e ao quarto disco a solo, experimentou-se pela primeira vez a cantar na nossa língua.
Cruzando-se com imaginários místicos, mágicos e também com a realidade do presente, conhecemos Rita Pereira, a mulher forte, emancipada, vulnerável e sensível que conhecemos como Rita Redshoes.
Estudou na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa, mas depois disso dedicou-se ao jornalismo e estudou ainda teatro e cinema em Londres. Trabalhou em várias rádios e em 1991 começou a fazer televisão. Hoje, conhecemo-la principalmente através da apresentação de vários programas de entretenimento, mas isso não invalidou que, em 2012, fundasse uma associação sem fins lucrativos (Corações Com Coroa) que pretende combater a violência e lutar pelos direitos humanos, em especial através de projetos dedicados a raparigas e mulheres.
Catarina Furtado é tudo isto e é também Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População. É ainda autora da série documental “Príncipes do Nada”.
Ela vem de uma família de músicos e o som sempre foi elemento presente na vida de Nádia Schilling. Arquitecta paisagista de profissão, talentosa por natureza e sensível de feitio, foi ao lado da dor que aprendeu a comunicar pela música.
Com o jazz sempre por perto, Nádia Schilling rodeou-se de músicos nacionais de renome para editar, em 2017, o seu primeiro álbum. “Above the Trees” é um disco de sensibilidade, amor e pormenor, feito para nos ajudar, também, a ultrapassar as nossas próprias dores.
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