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A sexta edição da Gala de Homenagem “Nô Sta Djunto” realiza-se no próximo dia 28 de Março, em Bissau, com o objectivo de reconhecer figuras que se têm destacado no panorama sociocultural da Guiné-Bissau. Em entrevista à RFI, o presidente da organização, Carel Baptista, sublinha a importância de valorizar os protagonistas ainda em vida.
“O objectivo desta gala é reconhecer e homenagear as pessoas que têm vindo a trabalhar para o desenvolvimento sociocultural da Guiné-Bissau, reconhecer as pessoas enquanto estiverem vivas, para continuarem a dar o seu máximo”, afirmou.
O processo de selecção dos nomeados combina monitorização de actividades no terreno e participação do público. Segundo o responsável, a organização acompanha “os trabalhos a partir das redes sociais” e conta com colaboradores em Bissau ligados à cultura, ao empreendedorismo e ao activismo. A isto soma-se a opinião dos seguidores: “Pedimos opiniões em cada categoria sobre quem merece ser reconhecido. Depois fazemos uma lista que passa por um processo de filtragem até chegarmos aos três finalistas.”
Entre as categorias a concurso estão música, humor, artes plásticas, literatura, dança moderna, moda, impacto sociocultural, empreendedorismo, desporto, design gráfico, personalidade jovem e edificação das comunidades, além da distinção de Mérito e Honra.
Sob o lema “A cultura como factor de unidade nacional”, a edição deste ano surge num contexto político conturbado. Carel Baptista considera que a iniciativa pode desempenhar um papel de aproximação: “Escolhemos este lema porque o país não está num bom momento. Queremos que as pessoas reflictam que a cultura é fundamental para a reconciliação e para a unidade.”
A iniciativa, que arranca dia 28 de Março às 18h00 locais, pretende voltar a afirmar-se como um momento de celebração e reconhecimento. “É um evento que une a Guiné-Bissau”, concluiu o organizador, deixando o convite à participação de toda a comunidade.
By RFI PortuguêsA sexta edição da Gala de Homenagem “Nô Sta Djunto” realiza-se no próximo dia 28 de Março, em Bissau, com o objectivo de reconhecer figuras que se têm destacado no panorama sociocultural da Guiné-Bissau. Em entrevista à RFI, o presidente da organização, Carel Baptista, sublinha a importância de valorizar os protagonistas ainda em vida.
“O objectivo desta gala é reconhecer e homenagear as pessoas que têm vindo a trabalhar para o desenvolvimento sociocultural da Guiné-Bissau, reconhecer as pessoas enquanto estiverem vivas, para continuarem a dar o seu máximo”, afirmou.
O processo de selecção dos nomeados combina monitorização de actividades no terreno e participação do público. Segundo o responsável, a organização acompanha “os trabalhos a partir das redes sociais” e conta com colaboradores em Bissau ligados à cultura, ao empreendedorismo e ao activismo. A isto soma-se a opinião dos seguidores: “Pedimos opiniões em cada categoria sobre quem merece ser reconhecido. Depois fazemos uma lista que passa por um processo de filtragem até chegarmos aos três finalistas.”
Entre as categorias a concurso estão música, humor, artes plásticas, literatura, dança moderna, moda, impacto sociocultural, empreendedorismo, desporto, design gráfico, personalidade jovem e edificação das comunidades, além da distinção de Mérito e Honra.
Sob o lema “A cultura como factor de unidade nacional”, a edição deste ano surge num contexto político conturbado. Carel Baptista considera que a iniciativa pode desempenhar um papel de aproximação: “Escolhemos este lema porque o país não está num bom momento. Queremos que as pessoas reflictam que a cultura é fundamental para a reconciliação e para a unidade.”
A iniciativa, que arranca dia 28 de Março às 18h00 locais, pretende voltar a afirmar-se como um momento de celebração e reconhecimento. “É um evento que une a Guiné-Bissau”, concluiu o organizador, deixando o convite à participação de toda a comunidade.

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