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A Sauber esbarrou em limitações na última etapa da temporada 2025 da Fórmula 1, mas o que chamou atenção foi uma declaração recente do chefe, Jonathan Wheatley, ao analisar o desempenho de classificação de Nico Hülkenberg. Na visão do britânico, as constantes perdas para o companheiro de equipe, Gabriel Bortoleto, é "passageiro". Isso, contudo, nos leva a uma importante análise: será que os resultados do brasileiro são circunstanciais?Na outra ponta da tabela, a McLaren faz contas e aguarda o GP de Singapura, que pode colocar de vez Max Verstappen na briga pelo título. E experiente no assunto, Toto Wolff resolveu dar aquele conselho amigo ao dizer que se o neerlandês perceber que está na briga, a situação muda de figura.Estes são os temas do WGP desta quinta-feira (25), o programa comandado pelas jornalistas do GRANDE PRÊMIO. Luana Marino apresenta, com comentários de Carol Vergílio, que assina a produção. Assista!
Com as portas da Fórmula 1 cada vez mais fechadas, Felipe Drugovich decidiu seguir outros rumos na carreira e assinou com a Andretti para competir na Fórmula E a partir da temporada 2025/26. Mas apesar de todo talento, o brasileiro certamente terá alguns desafios pela frente, incluindo a adaptação à categoria e ao carro da equipe, como também o embate contra Jake Dennis, que já ergueu o troféu de campeão.
Então, será que essa mudança aconteceu na hora certa? Drugovich tem condições de obter sucesso na Fórmula E? Essas e outras questões serão respondidas no TTGP desta quarta-feira (24), que conta com a apresentação de Vicente Soella e os comentários de Bernardo Castro e Caio Cavalcante.
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CHEFÃO GP, O BOLÃO DA TEMPORADA 2025 DA FÓRMULA 1 https://www.grandepremio.com.br/chefao/
Diante da espiral de fracassos da Ferrari na F1 2025, o debate em torno da equipe de Maranello passa a ser constante sobre o futuro. Alguem ainda acredita que dará certo? E a McLaren já está incomodada com a retomada da Red Bull. Tem motivos para se preocupar? JP Nascimento e Kaio Esteves debatem no Paddock Sprint de hoje.
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CHEFÃO GP, O BOLÃO DA TEMPORADA 2025 DA FÓRMULA 1 https://www.grandepremio.com.br/chefao/
A edição 433 do Paddock GP, a mesa redonda composta por jornalistas do GRANDE PRÊMIO para debater as últimas novidades do esporte a motor, vai ao ar nesta segunda-feira (22), às 20:00 (horário de Brasília. GMT -3), no canal do GP no YouTube.
Victor Martins apresenta, com comentários de Evelyn Guimarãe e Gabriel Carvalho.
O Paddock GP tem produção de Gabriel Carvalho. A direção é de Rodrigo Berton e o podcast é hospedado no feed do GRANDE PRÊMIO nos principais agregadores.
O caos que se esperava após uma das classificações mais acidentadas da história da Fórmula 1 não aconteceu, e Max Verstappen controlou tranquilamente o GP do Azerbaijão neste domingo (21). Largando na pole, o piloto da Red Bull não se deixou ameaçar por Carlos Sainz na largada e controlou também o único reinício para vencer a segunda consecutiva na temporada 2025 — e novamente com superioridade clara em relação à McLaren. O espanhol foi o terceiro, superado por grande pulo estratégico de George Russell, o segundo.A equipe britânica, que não foi capaz de definir o título do Mundial de Construtores em Baku, viveu mais um dia difícil — e que começa a colocar algumas pulgas atrás da orelha de Andrea Stella. Oscar Piastri queimou a largada, parou o carro em seguida e despencou, tudo isso antes de estampar o muro ainda na volta inicial. Lando Norris, sem ritmo para buscar algo muito melhor, perdeu terreno em relação ao grid de largada e não passou da sétima colocação.A quarta posição ficou com um valente Andrea Kimi Antonelli, logo à frente de Liam Lawson e Yuki Tsunoda. Norris finalizou em sétimo, com a dupla da Ferrari — em nova etapa decepcionante — em oitavo e nono, respectivamente com Lewis Hamilton e Charles Leclerc. Por fim, Isack Hadjar completou o top-10, uma posição à frente de Gabriel Bortoleto.O brasileiro da Sauber orbitou as primeiras posições fora do top-10 durante toda a corrida e chegou a andar na zona de pontuação antes do pit-stop. Ao trocar pneus, aproveitou a aderência dos compostos médios para ganhar posições novamente, mas não conseguiu subir o suficiente para somar pontos. Mais uma vez, terminou à frente do companheiro Nico Hülkenberg, 16º colocado.Com o GP do Azerbaijão finalizado, a Fórmula 1 terá um fim de semana de descanso até a próxima etapa da temporada. Carros e pilotos voltam às pistas entre os dias 3 e 5 de outubro, para o GP de Singapura, com cobertura completa do GRANDE PRÊMIO.Verstappen passeia em dia trágico de Piastri e vence GP do Azerbaijão. Bortoleto é 11º https://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/max-verstappen-passeia-dia-tragico-oscar-piastri-vence-gp-do-azerbaijao-gabriel-bortoleto-11o/
O roteirista da Fórmula 1 até tentou trazer um teaser completo do que seria o grid invertido na categoria, mas Max Verstappen foi certeiro e conseguiu a volta limpa que tanto almejou e ficou com a pole-position do GP do Azerbaijão, driblando vento e até chuva no fim. Na classificação deste sábado (20), ele anotou 1min41s117, 0s478 à frente de Carlos Sainz. Liam Lawson ficou em terceiro.
O vento, na verdade, foi o grande adversário dos pilotos. Com quase 30 km/h de velocidade média, foi um verdadeiro desafio para todos manterem o carro na linha de corrida, e não faltaram batidas aqui e ali desde o Q1. Foram três bandeiras vermelhas só na primeira parte da sessão.
Adversidades climáticas à parte, a briga foi bastante acirrada, principalmente porque a Red Bull acertou a mão no carro de Verstappen. Se Baku põe as equipes em uma sinuca de bico entre ter um equipamento com pouca asa para voar nas retas ou com mais carga aerodinâmica para ser mais rápido no setor sinuoso, o #1 conseguiu performance equilibrada nos dois trechos, tanto que tomou somente 0s009 de Norris no Q1.
Os pneus também entraram na equação. Com o C6 na gama fazendo a vez dos compostos macios, o que se viu foi uma aposta quase total nos médios, e foram eles que ajudaram a colocar Verstappen de vez no jogo. No Q2, ele foi o mais rápido e superou Norris em 0s141.
Veio o Q3, e os erros continuaram. Mais duas bandeiras vermelhas bagunçaram totalmente o jogo e limaram da disputa dois peixes graúdos: Charles Leclerc e Oscar Piastri. Até então, Sainz, Lawson e Isack Hadjar eram os únicos com voltas registradas, já que todos os outros tiveram de levantar o pé por causa das interrupções. A sessão demorou tanto que deu tempo até de chover, mas não o bastante para deixar a Williams na pole. Verstappen encaixou a volta que precisava, e Norris dessa vez não fez nem cócegas.
Gabriel Bortoleto, em um fim de semana mais discreto comparado ao visto na Itália, parou no Q2 e vai largar em 13º, logo atrás de Lewis Hamilton, para desespero da Ferrari. A parte boa é que o brasileiro mais uma vez superou o companheiro de equipe, Nico Hülkenberg, que parou no Q1, mas a Sauber sofreu para achar ritmo em volta rápida.
O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP do Azerbaijão AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Lewis Hamilton resolveu trazer um pouco de esperança ao torcedor da Ferrari nesta sexta-feira (19) e liderou o treino livre 2 do GP do Azerbaijão, 0s074 mais rápido que o companheiro de equipe, Charles Leclerc, ao virar 1min41s293. O duo aproveitou os problemas da McLaren para liderar com 0s4 sobre George Russell, que terminou em terceiro.Ao contrário da primeira atividade do dia, bastante comprometida por uma longa bandeira vermelha por conta de detritos na pista, os pilotos tiveram uma segunda sessão limpa, ainda que o muro não tenha passado tão ileso assim. Lando Norris e Oscar Piastri que o digam, já que os dois acertaram as barreiras de proteção em pontos diferentes do traiçoeiro traçado azeri.No caso de Norris, a batida na curva 2 foi mais forte, tanto que chegou a danificar a suspensão. Já Piastri foi mais contido ao longo da sessão, principalmente depois do problema de motor no TL1 que comprometeu o começo da atividade.Com a McLaren fora de combate, foi o momento ideal para as rivais brilharem, e quem melhor se aproveitou foi a Ferrari. É justo, no entanto, dizer que desde o começo, Leclerc e Hamilton se revezaram na primeira colocação, mas o que chamou atenção foi a Ferrari forte não somente nos setores 1 e 3, mais velozes por conta das retas. Lewis foi somente 0s073 mais lento que Norris na área mais sinuosa, que pega as ruas da cidade histórica.Um começo, portanto, animador para os carros vermelhos, e também para a Mercedes, que veio na sequência, mas a 0s4 de distância da Ferrari. A Red Bull, por sua vez, vai ter de trabalhar um pouco mais na configuração para colocar Max Verstappen na briga, pois ele ficou 0s6 atrás de Hamilton.Já Gabriel Bortoleto teve desempenho semelhante ao visto no TL1. Com a melhor volta registrada de médios, ocupou o 15º lugar, com Nico Hülkenberg, que rodou de macios, em 18º.O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades da 17ª etapa da temporada AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.Quer saber tudo o que aconteceu nos treinos livres do GP do Azerbaijão da Fórmula 1? Briefing, o programa do GRANDE PRÊMIO, conta e faz uma análise profunda do fim de semana em Baku.
A Fórmula 1 está no Azerbaijão, e a etapa pode selar o título da McLaren no Mundial de Construtores. Basta que ela abra mais 9 pontos para a Ferrari, que vai tentar de todas as formas jogar água no champanhe papaia e conta com a longa reta azeri para dar o bote. Será o bastante para surpreender?Paralelo a isso, a patacoada do GP da Itália ainda repercute, e Oscar Piastri reiterou que "merecia ser terceiro" por conta do ritmo. Mas será que haverá momento oportuno para o australiano contra-atacar? Estes são os principais temas do WGP desta quinta-feira (18), programa apresentado pelas jornalistas do GRANDE PRÊMIO. Luana Marino apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães e Carol Vergílio. Assista!
Atravessando um dos momentos mais difíceis da carreira na Fórmula 1, Lewis Hamilton quer deixar a má fase com a Ferrari para trás o quanto antes e, para isso, admitiu que vai entrar em contato com Sebastian Vettel para pedir alguns conselhos. Mas será que o alemão, que competiu pelo time de Maranello entre 2015 e 2020, pode ajudar o heptacampeão?
Além disso, o TTGP desta quarta-feira (17) também analisa o impacto da chegada de Laurent Mekies à Red Bull após 2 meses. Será que as mudanças podem mudar os rumos futuros da equipe?
O programa conta com a apresentação de Vicente Soella e os comentários de Kaio Esteves e Marcos Gil.
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CHEFÃO GP, O BOLÃO DA TEMPORADA 2025 DA FÓRMULA 1 https://www.grandepremio.com.br/chefao/
A Fórmula 1 anunciou nesta terça-feira (16) o calendário das sprints da temporada 2026. A grande surpresa ficou por conta da ausência de Interlagos, praça que costuma oferecer as melhores corridas curtas do campeonato. Além de São Paulo, também ficaram de fora Bélgica, Estados Unidos (Austin) e Catar.
Por outro lado, Canadá, Inglaterra, Países Baixos e Singapura são novidades no cronograma das sprints de 2026. Será que a F1 acertou nessas mudanças? O Paddock Sprint, com JP Nascimento na apresentação e Giovani Danjo nos comentários, debate.
Além disso, a Red Bull promete promover uma dança das cadeiras e modificar a escalação de ambas as equipes da marca para o ano que vem. Enquanto a expectativa, de acordo com o portal Auto Motor und Sport, é de que Arvid Lindblad suba para a F1 e Isack Hadjar vá para o time principal, Liam Lawson e Yuki Tsunoda devem batalhar pela última vaga na Racing Bulls. O Paddock Sprint também comenta a situação em Milton Keynes.
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