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O seu paciente precisa de Hemoculturas ? nesse episódio William e Jordan conversam sobre quando é mandatório coleta de hemoculturas, quantas amostras, a quantidade necessária, a diferença entre contaminantes e situações que é importante valorizar o agente isolado e muito mais.
Bibliografia : https://doi.org/10.1093/cid/ciaa039
A Cólera é até hoje uma doença de impacto mundial além de grande relevância histórica. Nesse contexto Will e Mafê conversam sobre fatos marcantes e resumem os quadro clínico e manejo do Vibrio cholerae.
Site global Task force Cholera control: https://www.gtfcc.org/
Neste episódio inaugural da primeira temporada do InfectoCast, lançado em 2017 quando os podcasts ainda eram novidade, exploramos o que significa ser infectologista. 💡✨ Vamos revisitar este clássico onde compartilhamos as motivações, desafios e recompensas de seguir uma carreira dedicada ao estudo e tratamento de doenças infecciosas.
Neste episódio, discutimos as responsabilidades diárias, as situações mais comuns encontradas no dia a dia de um infectologista, e a importância dessa especialidade na medicina moderna. Desde o diagnóstico até o tratamento e a prevenção de infecções, abordamos como esses profissionais desempenham um papel crucial na saúde pública e na medicina clínica. 🏥🌍
Reviva conosco este episódio pioneiro, onde destacamos as habilidades essenciais, as áreas de atuação e as trajetórias de carreira possíveis dentro da infectologia. 🎓🔬
Junte-se a nós para entender o que motiva esses profissionais dedicados e como eles enfrentam os desafios de uma área em constante evolução. Não perca esta viagem no tempo para o começo do InfectoCast e descubra por que ser infectologista é uma vocação tão apaixonante e vital. 🔬🧑⚕️
Disponível agora para você ouvir e se inspirar! 🎧🔥
Neste episódio especial do InfectoCast, nos voltamos para os recentes eventos catastróficos no Rio Grande do Sul, onde enchentes devastadoras deixaram um rastro de desafios imensos para a saúde pública. Exploraremos o cenário de infecções associadas a desastres naturais, guiados por um framework que divide a timeline em três fases críticas: impacto (0-4 dias), pós-impacto (4 dias a 4 semanas) e recuperação (após 4 semanas).
Durante a fase de impacto, discutiremos como lesões traumáticas, como lacerações e perfurações, ocorrem frequentemente enquanto as pessoas tentam escapar do perigo iminente ou realizam os primeiros reparos e limpezas. Essas lesões podem ser portas de entrada para infecções agudas.
A fase de pós-impacto, que se estende das primeiras semanas até um mês após o evento, é particularmente crítica. É nesse período que a maioria das infecções agudas, incluindo aquelas em feridas ou relacionadas ao deslocamento de populações, tende a surgir. Abordaremos as doenças transmitidas por vetores, como dengue e malária, e infecções menos comuns relacionadas à contaminação ambiental, como a leptospirose.
Por fim, na fase de recuperação, veremos como doenças com períodos de incubação mais longos ou períodos latentes, como certas infecções virais, começam a emergir, desafiando os esforços de recuperação e exigindo uma resposta prolongada de saúde pública.
Este episódio visa não apenas informar sobre os riscos e a prevenção de infecções após enchentes, mas também apoiar a frente de trabalho que atua incansavelmente para restaurar a saúde e a segurança das comunidades afetadas no Rio Grande do Sul. Junte-se a nós para uma discussão aprofundada com especialistas em infectologia e trabalhadores de campo que estão na linha de frente deste desafio.
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