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O ano desportivo de 2024 ficou marcado por vários eventos relevantes, no entanto os mais marcantes acabaram por ser os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que decorreram em Paris, a capital francesa.
Juntamente, as duas competições são as mais vistas no mundo e em 2024 isso não fugiu à regra. Todos os olhos estavam postos em Paris durante todo o Verão europeu, de Julho até Setembro.
O primeiro evento foram os Jogos Olímpicos em que a nação com o maior número de medalhas foram os Estados Unidos com 126, no entanto no que diz respeito apenas às medalhas de ouro, os norte-americanos partilharam a liderança com a China, conquistando ambos 40 medalhas desse prestigioso metal.
No que diz respeito aos países lusófonos, o Brasil terminou no 20° lugar com 20 medalhas, contabilizando três de ouro, sete de prata e dez de bronze.
Portugal ficou na 50ª posição com quatro medalhas, contabilizando uma de ouro, duas de prata e uma de bronze.
Por fim, Cabo Verde aparece pela primeira vez nesta classificação com uma medalha de bronze, a primeira medalha na história dos cabo-verdianos nos Jogos Olímpicos.
O atleta que conquistou a medalha de bronze foi David de Pina no boxe na categoria de menos de 51 quilos.
Em entrevista exclusiva à RFI, Bruno Carvalho, treinador português de David de Pina, realçou o excelente desempenho do seu atleta, mas lembrou que para chegar a este nível são necessários meios financeiros.
Ao microfone da RFI, Bruno Carvalho também fez um balanço geral dos Jogos Olímpicos em Paris e mais especificamente da modalidade do boxe.
Bruno Carvalho, treinador português de David de Pina, atleta que conquistou a primeira medalha para Cabo Verde nos Jogos Olímpicos.
De notar ainda que todos os países da África Lusófona tiveram representantes em Paris: Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
No que diz respeito aos Jogos Paralímpicos, a China acabou por esmagar a concorrência com 220 medalhas, inclusive 94 de ouro.
O Brasil terminou no quinto lugar com 89 medalhas, contabilizando 25 de ouro, 26 de prata e 38 de bronze.
Portugal ficou na 43ª posição com sete medalhas, contabilizando duas de ouro, uma de prata e quatro de bronze.
Todos os países da África Lusófona estiveram presentes, mas sem nenhuma medalha conquistada.
A próxima edição dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos será em 2028 em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Passamos para o futebol africano,Em 2024 decorreu o Campeonato Africano das Nações com a presença inédita de quatro países lusófonos: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
Os guineenses e os moçambicanos ficaram pela fase de grupos, enquanto Cabo Verde e Angola foram eliminados nos quartos-de-final. Um feito inédito para ambas as selecções neste formato com 24 equipas em que depois da fase de grupos temos os oitavos-de-final, um jogo a mais em relação às edições em que havia apenas 16 nações presentes.
A RFI falou com o antigo futebolista angolano, Cláudio Ricardo Borges, para fazer o balanço de 2024 em que os Palancas Negras fizeram história no CAN.
Angola terminou no primeiro lugar no Grupo D com sete pontos, antes de vencer pela primeira vez um jogo na fase de eliminação directa com um triunfo por 3-0 perante a Namíbia, isto antes de perder por 0-1 perante a Nigéria.
Cláudio Ricardo Borges, de 41 anos, dirige as academias Boost Campus Academy em território luso.
O antigo defesa explicou-nos como têm evoluído as academias em que até jogadores profissionais passam como o internacional angolano Gelson Dala.
Recorde-se que enquanto jogador, Cláudio Ricardo Borges representou o Petro de Luanda, o Kabuscorp, o Benfica de Luanda, a Académica do Lobito e o Bravos do Maquis em Angola, e igualmente o Leça, o Limianos, o Macedo de Cavaleiros, o Freamunde e o Marinhas em Portugal.
De notar que em 2025 em Marrocos, a África Lusófona vai contar com duas nações lusófonas: Angola e Moçambique.
Para fechar, esta lista não exaustiva, o andebol feminino,
A selecção angolana de andebol feminino venceu pela 16ª vez o Campeonato Africano das Nações que decorreu na República Democrática do Congo. Na final, as angolanas venceram o Senegal por 27-18.
Quinto título consecutivo para Angola no CAN de andebol feminino. Após 2016, 2018, 2021 e 2022, as angolanas venceram a 26ª edição que decorreu na RD Congo.
Com este triunfo, Angola apurou-se para o Campeonato do Mundo da modalidade que vai decorrer em 2025 na Alemanha e nos Países Baixos.
Quinto título consecutivo, mas sobretudo 16° troféu conquistado em 26 edições. Aliás, o feito é ainda mais histórico para as angolanas que arrecadaram 16 dos últimos 19 torneios realizados, falhando apenas em 1991 com o triunfo nigeriano, em 1996 com a vitória marfinense, e em 2014 com a conquista tunisina.
De referir ainda que a selecção cabo-verdiana também participou no CAN de andebol feminino, terminando no 10° lugar, na terceira participação na prova.
Chegamos assim ao fim deste Balanço Desportivo 2024. O ano de 2025 será ainda intenso a nível de competições com o Campeonato Africano das Nações de futebol, o Campeonato do Mundo dos Clubes de futebol ou os Campeonatos do Mundo de Andebol Masculino e Feminino com representantes lusófonos em todas as vertentes.
By RFI PortuguêsO ano desportivo de 2024 ficou marcado por vários eventos relevantes, no entanto os mais marcantes acabaram por ser os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que decorreram em Paris, a capital francesa.
Juntamente, as duas competições são as mais vistas no mundo e em 2024 isso não fugiu à regra. Todos os olhos estavam postos em Paris durante todo o Verão europeu, de Julho até Setembro.
O primeiro evento foram os Jogos Olímpicos em que a nação com o maior número de medalhas foram os Estados Unidos com 126, no entanto no que diz respeito apenas às medalhas de ouro, os norte-americanos partilharam a liderança com a China, conquistando ambos 40 medalhas desse prestigioso metal.
No que diz respeito aos países lusófonos, o Brasil terminou no 20° lugar com 20 medalhas, contabilizando três de ouro, sete de prata e dez de bronze.
Portugal ficou na 50ª posição com quatro medalhas, contabilizando uma de ouro, duas de prata e uma de bronze.
Por fim, Cabo Verde aparece pela primeira vez nesta classificação com uma medalha de bronze, a primeira medalha na história dos cabo-verdianos nos Jogos Olímpicos.
O atleta que conquistou a medalha de bronze foi David de Pina no boxe na categoria de menos de 51 quilos.
Em entrevista exclusiva à RFI, Bruno Carvalho, treinador português de David de Pina, realçou o excelente desempenho do seu atleta, mas lembrou que para chegar a este nível são necessários meios financeiros.
Ao microfone da RFI, Bruno Carvalho também fez um balanço geral dos Jogos Olímpicos em Paris e mais especificamente da modalidade do boxe.
Bruno Carvalho, treinador português de David de Pina, atleta que conquistou a primeira medalha para Cabo Verde nos Jogos Olímpicos.
De notar ainda que todos os países da África Lusófona tiveram representantes em Paris: Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
No que diz respeito aos Jogos Paralímpicos, a China acabou por esmagar a concorrência com 220 medalhas, inclusive 94 de ouro.
O Brasil terminou no quinto lugar com 89 medalhas, contabilizando 25 de ouro, 26 de prata e 38 de bronze.
Portugal ficou na 43ª posição com sete medalhas, contabilizando duas de ouro, uma de prata e quatro de bronze.
Todos os países da África Lusófona estiveram presentes, mas sem nenhuma medalha conquistada.
A próxima edição dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos será em 2028 em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Passamos para o futebol africano,Em 2024 decorreu o Campeonato Africano das Nações com a presença inédita de quatro países lusófonos: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
Os guineenses e os moçambicanos ficaram pela fase de grupos, enquanto Cabo Verde e Angola foram eliminados nos quartos-de-final. Um feito inédito para ambas as selecções neste formato com 24 equipas em que depois da fase de grupos temos os oitavos-de-final, um jogo a mais em relação às edições em que havia apenas 16 nações presentes.
A RFI falou com o antigo futebolista angolano, Cláudio Ricardo Borges, para fazer o balanço de 2024 em que os Palancas Negras fizeram história no CAN.
Angola terminou no primeiro lugar no Grupo D com sete pontos, antes de vencer pela primeira vez um jogo na fase de eliminação directa com um triunfo por 3-0 perante a Namíbia, isto antes de perder por 0-1 perante a Nigéria.
Cláudio Ricardo Borges, de 41 anos, dirige as academias Boost Campus Academy em território luso.
O antigo defesa explicou-nos como têm evoluído as academias em que até jogadores profissionais passam como o internacional angolano Gelson Dala.
Recorde-se que enquanto jogador, Cláudio Ricardo Borges representou o Petro de Luanda, o Kabuscorp, o Benfica de Luanda, a Académica do Lobito e o Bravos do Maquis em Angola, e igualmente o Leça, o Limianos, o Macedo de Cavaleiros, o Freamunde e o Marinhas em Portugal.
De notar que em 2025 em Marrocos, a África Lusófona vai contar com duas nações lusófonas: Angola e Moçambique.
Para fechar, esta lista não exaustiva, o andebol feminino,
A selecção angolana de andebol feminino venceu pela 16ª vez o Campeonato Africano das Nações que decorreu na República Democrática do Congo. Na final, as angolanas venceram o Senegal por 27-18.
Quinto título consecutivo para Angola no CAN de andebol feminino. Após 2016, 2018, 2021 e 2022, as angolanas venceram a 26ª edição que decorreu na RD Congo.
Com este triunfo, Angola apurou-se para o Campeonato do Mundo da modalidade que vai decorrer em 2025 na Alemanha e nos Países Baixos.
Quinto título consecutivo, mas sobretudo 16° troféu conquistado em 26 edições. Aliás, o feito é ainda mais histórico para as angolanas que arrecadaram 16 dos últimos 19 torneios realizados, falhando apenas em 1991 com o triunfo nigeriano, em 1996 com a vitória marfinense, e em 2014 com a conquista tunisina.
De referir ainda que a selecção cabo-verdiana também participou no CAN de andebol feminino, terminando no 10° lugar, na terceira participação na prova.
Chegamos assim ao fim deste Balanço Desportivo 2024. O ano de 2025 será ainda intenso a nível de competições com o Campeonato Africano das Nações de futebol, o Campeonato do Mundo dos Clubes de futebol ou os Campeonatos do Mundo de Andebol Masculino e Feminino com representantes lusófonos em todas as vertentes.

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