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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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  • VÍRUS DA NEGATIVIDADE

    VÍRUS DA NEGATIVIDADE

    Observamos momentos bem delineados e frequentemente antagônicos nesses tempos turbulentos.

    O impacto criado pelas primeiras notícias da pandemia gerou reações e movimentos opostos. De um lado, a crença de que seríamos invulneráveis e que se tratava apenas uma gripezinha. No oposto, o pânico geral, desorientação e a certeza de que chegamos ao fim do mundo.

    À medida em que fomos nos encharcando de informações sobre a pandemia e completamos o ciclo psicológico de um ano, uns permaneceram no pânico e se enveredaram para a descrença e outros ativaram a consciência e se adaptaram à nova realidade por meio da autotransformação.

    7 min
  • SIGNIFICADOS DO AMOR EM NOSSAS VIDAS

    Por Irmão Sandro Pinheiro

    O amor é uma das leis espirituais ou cósmicas que regem a humanidade e o universo. Ela é a lei fundamental da criação. Uma ideia relativa ao propósito da lei da evolução e ao propósito da vida é a de aumentar nossa capacidade de amar. O amor divino habita dentro de todas as pessoas. Ele é a essência subjacente que determina a qualidade de nossa compreensão da vida e da beleza. O propósito da vida visa a que o amor divino domine nossa inteligência. A inteligência divina, então, une-se à sabedoria divina. A lei do amor é pouco compreendida e pobremente praticada. O Mestre Jesus enunciou essa lei para a humanidade quando nos incitou a amar nosso próximo como a nós mesmos. Ainda não compreendemos profundamente nem praticamos sinceramente esse ensinamento. Devemos despender esforço e tempo para contemplar o significado dessa lei de uma perspectiva espiritual e prática, a fim de que a alma revele sua sabedoria. Quando amamos somente aqueles que nos amam, ou quando damos amor somente àqueles de quem esperamos receber amor em troca, nossa consciência é dominada por um estado de egoísmo. Nosso criador nos destinou a amar incondicionalmente. Essa lei espiritual nos incita a amar os outros porque dentro de cada pessoa está o amor de Deus e uma alma divina que é essencialmente perfeita. Essa mesma alma e esse mesmo amor de Deus estão igualmente dentro de nós e nos unem. O amor presta um serviço cósmico que só pode surgir de um coração de pura boa vontade. O amor nos inspira a ser mais tolerantes, amáveis, atenciosos, generosos e respeitosos. Ele também nos impede de tentar moldar um outro ser à nossa própria imagem. Em vez disso, o amor gera o desejo de ajudar o outro a se tornar o melhor de si mesmo, o seu eu superior. O ideal de nosso amor evolui e traz consigo a percepção de Deus em tudo o que é belo. Ele traz uma percepção maior de Deus. O amor se torna um arco-íris, trazendo esperança para os céus nublados da vida, quando nossos ideais são semelhantes a Deus.

    15 min
  • HERMETISMO E ALQUIMIA NO REAA (I)

    “Apesar da extinção das doutrinas alquímicas no Ocidente, certos ensinamentos herméticos cuidadosamente disfarçados de um simbolismo conveniente, passaram a integrar os rituais das sociedades iniciáticas ativas, por exemplo, a Maçonaria.” (Masson, pág. 184, 1975)

    INTRODUÇÃO

    Nos momentos precedentes à Iniciação no Templo, durante nossa estada na Câmara de Reflexão, é possível divisarmos entre as várias mensagens e símbolos ali presentes, a palavra V.I.T.R.I.O.L., uma fórmula alquímica-hermética, uma sigla que certamente para a grande maioria dos que por aquele reduto passarem irão contemplá-la com o ineditismo da primeira vez. Depois de um tempo, nossa curiosidade em saber o que cada uma daquelas letras representa, só tende a aumentar.

    Onde mais o candidato poderia se deparar com aquela sigla anteriormente? Somente se ganhasse acesso ao “script” de como se realiza uma Iniciação maçônica em seus mínimos detalhes, ou conhecedor do Hermetismo, ou ainda, da Alquimia. Afora o que foi citado, seria muito difícil descobrir o seu significado, no entanto, há sim mais uma possibilidade: nos tempos atuais basta um pouco de curiosidade e a vontade de navegar na Internet para que tudo seja passível de descoberta.

    Este artigo só quer ter o mérito de oferecer ao leitor Maçom e que aprecie a cultura maçônica, uma série de informações importantes reunidas que falam sobre a natureza do hermetismo e da alquimia, às quais andam em conjunto, suas influências sobre outras escolas esotéricas, entre elas a Maçonaria, e dentro deste contexto, particularmente com relação ao o R.E.A.A. Além disso, mostrar mais detalhes da fórmula V.I.T.R.I.O.L., citada ainda há pouco a título de exemplo, da mística dos quatro elementos, das mensagens ocultas por trás dos muitos símbolos que são originariamente hermético-alquímicos, e quando se voltar mais propriamente para a Alquimia, com relação ao seu ramo mais filosófico fazer uma analogia entre os propósito de uma e de outra _ Alquimia e Maçonaria _ eis que, por esse ângulo são notórios os objetivos em comum: a busca do caminho para a transformação interior, a abertura da consciência para estágios superiores, o atingimento mais elevado do que entendemos por espiritualidade.

    E ainda responder à pergunta: a Maçonaria não é conhecida como a Arte Real? E Arte Real não é também um outro nome para a Alquimia?

    19 min
  • VOCÊ PODE VENCER UMA DISCUSSÃO?

    Queridos Irmãos!!!

    Trago mais uma vez um tema para nossa reflexão. Até porque temos visto muitas discussões entre nós.

    Você acha (isso mesmo – acha) que pode vencer uma discussão? Eu acredito que não é vou demonstrar.

    Dale Carnegie (Como fazer amigos & influenciar pessoas), diz claramente que “você não pode vencer uma discussão”, e traz algumas situações para demonstrar isso. Vejamos: Ele cita que sendo administrador de uma pessoa importante foi acompanhá-la em uma recepção, e ele (Dale) sentou ao lado de outra pessoa que lhe relatou um caso que girava em torno da seguinte afirmativa: “Há uma divindade que protege nossos objetivos, traçando-os como os desejamos”.

    A pessoa que me relatou disse que tal frase era da Bíblia. Eu disse que não era, e sim de Shakespeare, isso para demonstrar minha superioridade. Ele insistiu que era da Bíblia e eu que era de Shakespeare.

    Ao lado deles estava o Sr. Gammond que conhecia toda a obra de Shakespeare. Assim os dois, que continuavam a discutir, concordaram em submeter a questão ao Sr. Gammond. Ao ser questionado sobre o assunto respondeu o Sr. Gammond: Dale você esta errado!

    Momentos depois Dale disse ao Sr. Gammond. A frase é de Shakespeare. Ao que ele respondeu: Sim, naturalmente – Hamlet, ato V, cena 2. Mas acrescentou: Nós éramos convidados numa ocasião festiva, porque provar aquele homem que ele estava errado? Isso iria fazer com que ele gostasse de você? Por que não evitar que ele ficasse envergonhado? Não pediu sua opinião. Não a queria. Por que discutir com ele?

    Você não pode vencer uma discussão. Não pode porque, se perder, perdeu mesmo, e, se ganhar, também perdeu. Por quê? Suponha que ganhou sobre outra pessoa e arrasou seus argumentos. Que acontece? Você o fez sentir-se inferior. Você feriu o amor-próprio. Ressentirá seu triunfo. E.... Um homem convencido contra a vontade, conserva sempre a opinião anterior.

    Nove vezes em dez, uma discussão termina com cada um dos contestantes convencido, mais firmemente do que nunca, de que está absolutamente certo.

    Portanto meus Irmãos, temos que exercitar a refrear nossa linguagem e evitar disputas verbais.

    O debate (divergência) é saudável, nos faz aprender e crescer, mas temos que nos limitar a isso, e procurar não ultrapassar o limite.

    Para tanto, algumas sugestões para evitar que a divergência se transforme em discussão:

    1 – Acolha a divergência.

    2 – Desconfie de sua primeira impressão instintiva.

    3 – Controle seus impulsos.

    4 – Ouça em primeiro lugar;

    5 – Procure áreas de concordância, de convergência.

    6 – Seja honesto.

    7 – Prometa que pensará sobre as idéias de seu oponente.

    8 – Agradeça ao seu oponente pelo interesse no debate.

    9 – Adie a ação para dar tempo a ambas as partes de repensar o problema.

    O sábio Irmão Benjamim Franklin dizia: “Quando você discute, inflama-se e se contradiz, você pode, algumas vezes, conseguir uma vitória; mas será uma vitória sem proveito, porque nunca contará com a boa vontade do seu oponente”.

    Saudações Fraternais!!!

    Valdir Massucatti

    Eminente Grão Mestre Adjunto da Grande Loja Maçônica do Estado do Espírito Santo

    5 min
  • SIGNIFICADO DO TERMO NEÓFITO

    Uma explicação possível

    Do grego νεόφυτος Neóphitos - plantado recentemente.

    Do latim neòphytus - planta jovem, noviça.

    Definições de novatos:

    Neófito se refere a algo novo, recentemente admitido ou incorporado.

    Novo adepto de uma doutrina ou partido.

    Na igreja primitiva, novo pagão, convertido.

    Pode se referir à classificação inicial de alguma organização ou ordem.

    Jovem cristão na Idade Média.

    Na primeira igreja católica, esse termo era usado para designar aqueles que haviam abandonado recentemente o judaísmo ou o paganismo para abraçar o cristianismo e, na igreja romana, esse também era o nome daqueles que acabavam de ser admitidos à comunhão.

    Por essas razões, este termo tem sido usado para indicar jovens discípulos de qualquer arte ou ciência.

    Na Maçonaria simbólica, o candidato à iniciação é designado por este termo até que seja proclamado Aprendiz e convidado a ocupar seu lugar. A sequência do leigo para se tornar maçom é, portanto, esta: candidato, neófito, aprendiz.

    Uma frase alquímica afirma que o Neófito entende uma "volatização fixa", N uma instabilidade intencional de um material anteriormente relativamente inerte como uma etapa necessária em sua transformação.

    Como candidatos à iniciação, o tempo parece uma eternidade, a ansiedade e a expectativa aumentam ainda mais a expansão temporal. Após a cerimônia de iniciação, percebemos que temos uma longa jornada pela frente. Que percepção o neófito tem do tempo?

    A iniciação é realmente um momento mágico em que o tempo parece parar e todo o universo conspira a nosso favor. É um momento sublime, tão inexplicável que ao final da cerimônia permanecemos absortos e comprometidos em entender o ocorrido.

    Como candidatos, o acúmulo de expectativas sobre uma etapa tão importante, o compromisso com o novo, o pacto que estamos prestes a selar e toda uma série de pensamentos representam um fardo para nós.

    Como neófitos, somos capturados por uma mistura de emoções que invadem nosso ser. É talvez o surgimento de nossa boa consciência?

    É no momento de assumir o nosso compromisso que devemos recorrer sempre que falhamos. Não devemos ser enganados pelo pensamento de que, uma vez iniciados, criamos uma barreira protetora contra o mal. A luta deve ser diária e se não ocorrer uma mudança interior no neófito, como se uma faísca fosse acesa, o maçom permanecerá profano por dentro, hermeticamente o chumbo permanecerá como chumbo mesmo que coberto de ouro.

    Fonte: Athanor

    4 min
  • A MAÇONARIA E O POMO DA DISCÓRDIA.

    Amados irmãos, lendo sobre a história das Ordens Iniciáticas, me deparei com uma peremptória e contumaz situação, comum a todas elas: O Secessionismo.

    Na Mitologia Grega, o Pomo da Discórdia ilustra com uma análise exegética ímpar, tais dicotomizações que acometem continuadamente tais Instituições. Apenas à título de conhecimento dos irmãos, farei aqui um preâmbulo elucidativo.

    Pomo da discórdia é quando uma pessoa, grupo de pessoas, ou coisas que provocam uma desavença. Pomo foi uma maçã oferecida pela deusa Discórdia que gerou uma grande disputa. Na festa de núpcias de Tétis e Peleu, todas as divindades estavam presentes, menos a deusa Discórdia, que não fora convidada. Ela ao se sentir humilhada e Irritada pela ofensa, apareceu repentinamente na hora do banquete, e jogou sobre a mesa uma maçã (= pomo, daí a palavra pomar) de ouro com a seguinte inscrição: “À mais bela”. As deusas Juno, Minerva e Vênus começaram a brigar pela maçã. Júpiter, o pai dos deuses, teve de intervir. Encarregou o deus Mercúrio de levar as rivais para Frígia e de submeter o caso a julgamento do primeiro mortal que fosse encontrado.

    Adivinha quem foi? Páris, é claro (aquele troiano mesmo)

    Assim estavam as coisas até surgirem diante de Páris as 3 divindades em suas formas mais reluzentes e magníficas.

    Todas tentaram persuadi-lo com oportunidades infinitamente gloriosas. Em troca da maçã de ouro, Atena ofereceu a Páris a chefia de uma histórica e vitoriosa guerra. Já Hera ofereceu também a ele a glória de ser o Rei absoluto de toda a Europa e Ásia. E Afrodite por sua vez, garantiu mais uma vez a ele o amor da mais bela mulher do mundo.

    Páris então, confuso em meio a tantas maravilhas oferecidas a si, concedeu o título a Afrodite. E a deusa, ignorando solenemente a presença de Enone, pois ela não ofereceu e agiu da forma certa, realizou o desejo do jovem. A deusa sabia exatamente onde se encontrava a mais bela mulher do mundo: era Helena, casada com o rei de Esparta, Menelau. O Restante da historia todos conhecemos: A Guerra de Tróia.

    9 min
  • FALANDO DE ZARATHUSTRA: REFLEXÕES SOBRE DUALIDADE

    Por Simon Weissenberger, 32°

    Há muito tempo sou um devoto da meditação. Prefácio este artigo com este comentário, pois cheguei a uma importante compreensão durante uma de minhas meditações auxiliadas por exercícios respiratórios. Em uma tarde quente de primavera na Itália, reservei algum tempo para meditar. Depois de cerca de meia hora, percebi repentinamente o conceito de dualidade, que desempenha um papel importante em nosso plano material e mental. Essa é uma ideia que todos nós podemos ter inata dentro de nós (como Platão diz sobre o conhecimento em Mênon), mas pode ser necessária meditação para trazer essa consciência a um nível mais íntimo. Essa dualidade se manifesta com nossa percepção das leis da natureza, como escuridão e luz, homem e mulher e - de forma mais abstrata - bem e mal. Na Maçonaria, um dos símbolos mais notáveis dessa dualidade é o pavimento em mosaico do piso xadrez com quadrados pretos e brancos alternados, reflexo do Zoroastrismo, que é retomado mais adiante em nossos Graus do Rito Escocês.

    A percepção que tive naquele dia combinou percepção psicológica e espiritualidade. Ao longo de nossa educação, fomos expostos a uma ampla variedade de noções de nossos pais e familiares e, posteriormente, de colegas e professores. Algumas dessas idéias são benéficas, enquanto outras são muito limitantes e podem nos levar a apuros. Ambos, no entanto, tornam-se internalizados e, assim, tornam-se parte de nossa narrativa interna. Por um lado, um pai pode ensinar uma nova habilidade: uma virtude como bravura ou uma apreciação da humanidade. Professores e amigos também podem cumprir esse papel altamente positivo. Um conceito crucial geralmente ensinado em um grau ou outro pelos pais, bem como pela maioria das religiões do mundo, é a dualidade de bem e mal, certo e errado, caos e ordem.

    9 min
  • AUDI, VIDE, TACE!


    Ouça, veja, fique em silêncio!

    As palavras latinas Audi, Vide, Tace costumam servir como o lema encontrado em medalhas e documentos maçônicos, traduzido para o inglês como "Ouça, veja, seja silencioso". Para ver o mérito do segredo e do silêncio, basta olhar para o exemplo do Arquiteto Supremo do Universo, que tão especificamente preserva Seus próprios segredos para Si mesmo, nunca deixando ninguém saber o que pode acontecer no dia seguinte. Portanto, imaginamos que a Divindade está satisfeita com o sigilo, e não menos que o Rei Salomão, de acordo com a Sabedoria deuterocanônica de Salomão, reconheceu “os propósitos secretos de Deus” (2:22, RSV) em O Caminho do Artesão, W. Kirk MacNulty observa que, embora muitas pessoas hoje possam ver o sigilo como "ocultar alguma atividade sinistra", em uma inspeção mais detalhada, o sigilo e o silêncio são vitais para o desenvolvimento pessoal e também para a criatividade: "Os artistas criativos aplicam regularmente este princípio [sigilo] ao conter seu trabalho , segurando-o perto até que esteja pronto para se manifestar. ” Por essas razões, aqueles que consideram as virtudes do segredo e do silêncio sagradas são muito reverenciados na Maçonaria.

    9 min
  • O CONCEITO MAÇÔNICO DE IGUALDADE

    Por Carlo Quattrocchi

    A palavra "igualdade", para a generalidade dos livres e especialmente para o maçom, carrega consigo uma força sugestiva e evocativa inegável, muito forte, nutrida desde os longínquos tempos de escola, quando aprendemos o lema inspirador da Revolução Francesa: " Liberté, egalité, fraternité.

    E nessa iconografia consolidada ficou inculcada na mente de cada um de nós, com isso infelizmente perdendo (como acontece toda vez que um conceito de profundo valor esotérico é massificado e cristalizado com sua transformação em algo que é mais parecido com um slogan do que não a um pressuposto filosófico) seu profundo potencial de especulação, bem como a possibilidade - precisamente porque agora está hipostasiado como parte integrante e inseparável - de desenvolver com propriedades e plenitude todas as declinações e nuances possíveis úteis para o crescimento pessoal e plena consciência da mensagem nele contida.

    No caminho de nosso estudo, atento aos antigos traços de beleza que tive a oportunidade de enfrentar em meu passado maçônico, considero oportuno oferecer à reflexão dos Irmãos algo mais do que o que se pode traçar sobre este tema tanto no os textos bibliográficos mais difundidos e habitualmente consultados de inspiração maçônica quanto ao que se pode extrair de uma pesquisa na internet, mas nem sempre é fácil distinguir à primeira vista o que pode ter significado e utilidade para nossa pesquisa daquilo que, na ao contrário, só traz confusão e indução de erro.

    Em primeiro lugar, gostaria de examinar rapidamente esse conceito dentro da tríade mencionada e, em seguida, passar para análises mais específicas da mesma. Nesse contexto, a palavra "egalité" atua, como premissa menor aristotélica, como traço silogístico de união entre a premissa maior "liberté" e a conclusão "fraternité".

    Em suma, o primeiro pressuposto do pressuposto em questão e, portanto, a primeira característica a ser traçada no indivíduo, seria a liberdade (um assunto sobre o qual temos uma referência maçônica precisa na definição das características que devem ser reconhecidas no knocker), elemento essencial e necessário para se chegar a realizar o trabalho de integração em fraternidade, ponto de chegada daquele processo evolutivo em que a egalité representa, por assim dizer, algo a meio caminho entre uma etapa intermediária e uma etapa acessória e secundária premissa comparada à premissa maior "liberté".

    No entanto, tudo isto não nos permite de modo algum fazer um exame específico sobre o conceito de base da questão em questão: é necessário, portanto, analisar alguns outros elementos de distinção que nos permitem entrar mais diretamente no assunto.

    12 min
  • CIRO, O GRANDE: FILÓSOFO E CONSTRUTOR DE IMPÉRIOS

    CIRO, O GRANDE: FILÓSOFO E CONSTRUTOR DE IMPÉRIOS

    Por John M. Bozeman

    “Há um desejo profundo - e geralmente frustrado - no coração de todos de agir com benevolência em vez de egoísmo, e um bom caso de generosidade pode inspirar dezenas de outros. Portanto, eu estabeleci uma corte real onde meus amigos pudessem mostrar respeito uns aos outros e cultivar a cortesia até que a harmonia florescer.”



    8 min

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