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Jacinto Figueira Júnior, conhecido como o Homem do Sapato Branco, foi um dos precursores do sensacionalismo na TV brasileira, com programas que apelavam a crimes, barracos de vizinho e confusões na rua.
O personagem é o tema do livro "O Homem do Sapato Branco: A Vida do Inventor do Mundo Cão na Televisão Brasileira" (ed. Todavia), do jornalista, crítico de TV e colunista da Folha Mauricio Stycer, que é o convidado do Ilustríssima Conversa deste sábado (10).
"Sempre me interessaram as ondas de sensacionalismo na história da TV brasileira", diz Stycer. "Em diferentes momentos, há um excesso de apelação e, depois, um refluxo."
Escolheu Jacinto porque, a partir da trajetória dele, é possível ver como esse tipo de programa se estabeleceu no país.
Entre os anos 1960 e os anos 1990, com intervalos e um período de ostracismo no meio, o apresentador teve várias encarnações na TV, dos primórdios da TV Cultura —que ainda tinha Assis Chateaubriand como dono— aos primeiros passos da TV Globo e do SBT.
O apresentador até promoveu inovações na TV ao trazer para o debate público assuntos que não eram retratados ou ao mostrar o que acontecia nas ruas, mesmo com câmeras difíceis de tirar do estúdio. Mas também deixou heranças problemáticas, que podem ser vistas no trabalho de herdeiros atuando hoje na televisão.
Na entrevista ao Ilustríssima Conversa, Stycer conta a trajetória do Homem do Sapato Branco, discute os problemas dos programas sensacionalistas na TV e analisa os dilemas da mistura entre jornalismo e entretenimento. O autor também discute a moda das produções sobre crimes reais, as questões éticas envolvidas na exposição da violência –e como fica o trabalho da crítica de TV no meio disso.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Folha de S.Paulo4.8
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Jacinto Figueira Júnior, conhecido como o Homem do Sapato Branco, foi um dos precursores do sensacionalismo na TV brasileira, com programas que apelavam a crimes, barracos de vizinho e confusões na rua.
O personagem é o tema do livro "O Homem do Sapato Branco: A Vida do Inventor do Mundo Cão na Televisão Brasileira" (ed. Todavia), do jornalista, crítico de TV e colunista da Folha Mauricio Stycer, que é o convidado do Ilustríssima Conversa deste sábado (10).
"Sempre me interessaram as ondas de sensacionalismo na história da TV brasileira", diz Stycer. "Em diferentes momentos, há um excesso de apelação e, depois, um refluxo."
Escolheu Jacinto porque, a partir da trajetória dele, é possível ver como esse tipo de programa se estabeleceu no país.
Entre os anos 1960 e os anos 1990, com intervalos e um período de ostracismo no meio, o apresentador teve várias encarnações na TV, dos primórdios da TV Cultura —que ainda tinha Assis Chateaubriand como dono— aos primeiros passos da TV Globo e do SBT.
O apresentador até promoveu inovações na TV ao trazer para o debate público assuntos que não eram retratados ou ao mostrar o que acontecia nas ruas, mesmo com câmeras difíceis de tirar do estúdio. Mas também deixou heranças problemáticas, que podem ser vistas no trabalho de herdeiros atuando hoje na televisão.
Na entrevista ao Ilustríssima Conversa, Stycer conta a trajetória do Homem do Sapato Branco, discute os problemas dos programas sensacionalistas na TV e analisa os dilemas da mistura entre jornalismo e entretenimento. O autor também discute a moda das produções sobre crimes reais, as questões éticas envolvidas na exposição da violência –e como fica o trabalho da crítica de TV no meio disso.
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