O Ibovespa fechou em queda de 3,21% na última sexta-feira, a 115.067 pontos. Essa foi a maior desvalorização do benchmark em um dia desde 28 de outubro, quando o Ibovespa registrou perdas de 4,25%. Na semana, o índice caiu 1,97%. Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,71% a R$ 5,47 na compra. No mês, a moeda dos EUA se apreciou em 5,51% ante o real.
O Ibovespa registrou queda no pregão de ontem de 0,50%, fechando em 115.882 pontos, em um dia marcado por forte volatilidade e atenções divididas entre a onda de vendas em Wall Street e a busca por ações mais baratas na bolsa brasileira, após fortes correções nos últimos dias. Os principais destaques positivos do índice foram as ações de CIEL3 (+13,3%), AZUL4 (+5,5%) e EZTC3 (+4,0%). Em linha com o exterior, o dólar comercial saltou 1,52% a R$ 5,40.
O Ibovespa fechou em queda pela quinta vez consecutiva nesta terça-feira (26), aos 116.464 pontos, na esteira da queda dos ADRs na bolsa de Nova York, enquanto a B3 ficou fechada na segunda-feira. Por outro lado, o dólar fechou em queda de 3,3% aos R$ 5,32, com a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central e diante de falas do governo federal no sentido de compromisso com a responsabilidade fiscal.
Com a bolsa brasileira fechada por conta do feriado do aniversário de São Paulo, os índices de ações dos Estados Unidos fecharam com leves ganhos nesta segunda-feira, com os investidores na espera da bateria de resultados desta semana. O Dow Jones fechou com queda de 0,12%, enquanto o S&P 500 avançou 0,36%. Já o principal índice de ADR’s do Brasil teve forte queda de 1,73%, em meio à notícia de que o CEO da Eletrobras renunciou ao cargo.
O Ibovespa fechou em queda de 1,1% nesta quinta-feira aos 118.328 pontos, a terceira consecutiva e novamente na contramão do desempenho registrado pelas bolsas internacionais. Além disso, com essa baixa, o índice atingiu seu menor patamar de fechamento em 2021, o que já acende um sinal de alerta sobre uma reversão no otimismo que tomou conta dos investidores no fim de 2020. O dólar também depreciou e subiu 0,99% cotado agora aos R$/US$ 5,36.
O Ibovespa registrou queda de 0,82% no pregão de ontem, fechando em 119.646 pontos, na contramão do exterior. Se, por um lado, as bolsas americanas atingiram máximas históricas com a posse de Joe Biden, a bolsa brasileira foi marcada pelo aumento de riscos domésticos associados à piora da pandemia e a consequente dificuldade do governo em aplicar seu programa de imunização.
Ibovespa fechou em queda de 0,5% na terça-feira, a 120.623 pontos, na contramão de mercados internacionais, em meio a ruídos políticos no Brasil. Já as taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em alta nos vértices longos, o que gerou ganho de inclinação na curva. Pesaram para o movimento o contínuo risco fiscal, o câmbio, o IGP-M elevado e a espera pelo comunicado do Copom após a reunião de hoje. DI jan/22 fechou em 3,26%; DI jan/24 encerrou em 5,99%; DI jan/26 foi para 6,86%; e DI jan/28 fechou em 7,37%.
m meio ao início da vacinação contra o coronavírus no Brasil e aos dados econômicos positivos da China, o Ibovespa fechou o dia de ontem em alta de 0,74%, aos 121.241 pontos. O dólar comercial ficou praticamente estável, com leve variação positiva de 0,01%, aos R$ 5,30.
O Ibovespa fechou em queda na última sexta-feira (15), consolidando uma baixa de 3,78% na semana, a maior desde a semana entre 25 e 30 de outubro, quando o benchmark despencou 7,22%. A semana fora marcada por tensões políticas nos Estados Unidos e pelo avanço do coronavírus globalmente, com efeitos preocupantes no Brasil.
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