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No segundo episódio de O Tempo Virou – Rumo à COP30, o cientista Carlos Nobre fala sobre o aquecimento global e o ponto de não retorno da Amazônia. Ele discute os riscos, as oportunidades da bioeconomia e o papel do Brasil na transição climática global. Com sua visão única, Nobre reflete sobre os desafios políticos, a urgência da ação climática e as expectativas para a COP30 em Belém, quando a Amazônia assume o centro das decisões sobre o futuro do planeta.
Na série especial O Tempo Virou rumo à COP30, gravada direto do Espaço Conceito Banco do Brasil, a gente estreia com Natália Mapuá, mulher indígena e ativista amazônida. Ela fala sobre suas raízes na Ilha do Marajó, o resgate da identidade do povo Mapuá e o papel da juventude na luta climática — na conferência que, pela primeira vez, acontece em sua casa: Belém.
No episódio que encerra a temporada de O Tempo Virou, a conversa é com Kananda Eller — química, divulgadora científica e criadora da Deusa Cientista. Diretamente do Rio Negro, a bordo do Grand Amazon, Kananda fala sobre ciência, justiça climática e adaptação, mostrando como a crise ambiental afeta de forma desigual diferentes populações e como o conhecimento pode transformar realidades.
No episódio de hoje de O Tempo Virou, a gente atravessa o rio junto com We’e’ena Tikuna — artista, cantora, palestrante e criadora da primeira grife indígena do Brasil. We’e’ena leva a cultura e a cosmovisão Tikuna pro mundo com arte, resistência e reinvenção, lembrando que a tradição também constrói o futuro.
No novo episódio de O Tempo Virou, recebemos Rener Oliveira, jornalista e editor-chefe da Nordestesse, pra falar sobre moda como reflexo da sociedade. Conversamos sobre pertencimento, sustentabilidade e o papel das raízes do Norte e Nordeste na criação de novas estéticas. Um papo que tira a moda do rótulo de futilidade e revela sua potência política e cultural.
No episódio de hoje do Tempo Virou, conversamos com Fernanda Lima sobre essência, sabedoria e presença. Da sua trajetória na TV, sempre desafiando padrões, à maternidade consciente, ela compartilha escolhas corajosas, práticas de autocuidado, conexão com a natureza e como constrói amor e intimidade na família. Uma conversa sobre viver com propósito, aprender com o mundo e inspirar adolescentes e adultos a refletirem sobre suas próprias jornadas.
No novo episódio de O Tempo Virou, a gente recebe a bióloga e criadora de conteúdo Mari Krüger, que transformou sua paixão pela ciência em um espaço enorme de diálogo nas redes, alcançando milhões de pessoas. A conversa passa pela forma como a indústria inventa padrões de consumo, pelas promessas milagrosas sem pé nem cabeça e pelo impacto da desinformação — da pandemia ao negacionismo climático. Tudo isso costurado com humor, contradições e boas histórias, que fazem da Mari uma das vozes mais interessantes do nosso tempo.
A quinta temporada está de volta em grande estilo. O episódio de estreia foi gravado ao vivo, com plateia, diretamente do auditório do Grand Amazon, durante uma travessia pela Amazônia. Quem abre a temporada é Tainara Kambeba, jovem liderança indígena da UNICEF e representante do povo Omágua-Kambeba, às margens do Rio Negro. Ela conduz um inspirador trabalho de resgate identitário com crianças e jovens, além de promover vivências e intercâmbios culturais em sua comunidade.
A quinta temporada de O Tempo Virou estreia na terça, dia 9!
Foram meses de encontros, conversas e reflexões profundas que só se tornaram possíveis graças à parceria da Íbero Star, Diversa Turismo e da Grand Amazon Expedition 🌿✨
Entre estúdio e Amazônia, entre paisagens e microfones, descobrimos que o tempo continua a nos atravessar. Sempre em movimento, sempre em transformação. 🍃
Te espero dia 9!
Nesse episódio, gravado direto do Rio Negro, eu tive a honra de conversar com a incrível Vanda Witoto — professora, ativista ambiental, educadora política e uma importante liderança indígena. No meio da imensidão do Parque Nacional de Anavilhanas, Vanda compartilhou com a gente as lutas pelo território, a força da ancestralidade e a cosmovisão do povo Witoto. Um papo necessário, bonito e potente. Confere aí.
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