
Sign up to save your podcasts
Or


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (02):
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), cancelou a sabatina de Jorge Messias para o STF, alegando que o governo Lula (PT) não enviou os documentos oficiais da indicação. Apesar das críticas ao Planalto, o gesto é visto como um aceno de reaproximação, especialmente diante do risco de derrota do indicado no Senado.
O PL suspendeu as negociações com Ciro Gomes para o governo do Ceará após críticas de Michelle Bolsonaro. Segundo André Fernandes, o ruído interno e a restrição de comunicação de Jair Bolsonaro, preso na PF, dificultaram o acordo. Flávio Bolsonaro chegou a pedir que o pai interviesse para conter a ex-primeira-dama.
O presidente Lula (PT) ligou para Donald Trump e pediu o fim das tarifas e sanções que ainda afetam produtos brasileiros. Segundo o Planalto, a conversa durou 40 minutos e foi considerada “muito boa”. Lula tratou de segurança e buscou cooperação com os EUA diante da crise envolvendo a Venezuela e o crime organizado.
A oposição articula incluir a prisão perpétua na PEC da Segurança Pública. A proposta tem apoio de parlamentares de direita e de governadores como Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado. O governo resiste, mas a ideia ganha força como resposta ao avanço do crime organizado.
Às vésperas da apresentação do relatório da PEC da Segurança, Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado criticaram a proposta enviada pelo governo Lula. Eles afirmam que o texto tira autonomia dos estados e, segundo Caiado, representa um “presente para facções criminosas”.
Os Correios suspenderam a contratação do empréstimo de R$ 20 bilhões após o Tesouro recusar ser fiador devido aos juros elevados. A estatal deve retomar negociações com bancos, enquanto o senador Jorge Seif pede que o TCU investigue possível favorecimento a instituições financeiras.
Douglas Alves da Silva, preso por atropelar e arrastar Tainara Souza Santos na Marginal Tietê, afirmou à polícia que atingiu a jovem “por engano”. Ele diz que queria atropelar outra mulher que o teria ameaçado. Testemunhas relatam que o crime foi motivado por ciúmes e que Douglas aumentou o atrito do carro sobre o corpo da vítima. Tainara teve as pernas amputadas e segue internada em estado grave.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (01):
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou o governo Lula (PT) e acusou o Planalto de tentar interferir no Congresso. Ele também rebateu a narrativa de que parlamentares negociam apoio em troca de cargos. Horas depois, a ministra Gleisi Hoffmann negou as acusações e tentou conter a crise.
Após críticas de Michelle Bolsonaro às alianças regionais do PL, os três filhos mais velhos de Jair Bolsonaro — o senador Flávio, o vereador Carlos e o deputado federal Eduardo Bolsonaro — reagiram publicamente e classificaram a postura dela como autoritária e desrespeitosa. A crise levou a cúpula do PL a convocar uma reunião de emergência.
A crítica da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro às alianças do PL nos estados gerou reação imediata dos três filhos mais velhos de Jair Bolsonaro — Flávio, Carlos e Eduardo. Eles classificaram a postura como autoritária e desrespeitosa e tentam conter a crise dentro do partido, que convocou reunião de emergência após o episódio.
A Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, propôs a criação de uma Guarda Nacional comandada pelo governo federal para atuar em ações de GLO. A ideia prevê substituir militares em operações e já enfrenta resistência entre especialistas e integrantes das Forças Armadas, que veem risco de uso político da nova força.
O Congresso deve votar nesta semana a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, aumentando a pressão sobre o governo Lula. A oposição e o centrão articulam mudanças que podem ampliar o desgaste do Planalto, sobretudo após a derrota do governo na Câmara com o texto antifacção.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (28):
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ainda nos Estados Unidos, admitiu pela primeira vez que pode apoiar Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) na eleição presidencial de 2026. Em entrevista ao Grupo Folha, afirmou que o governador paulista representa uma alternativa de voto anti-Lula (PT) e declarou: “Onde Lula estiver de um lado, eu estarei do outro.”
O governador Tarcísio de Freitas defendeu a adoção da prisão perpétua no Brasil durante encontro com agentes do mercado financeiro. Segundo ele, os brasileiros “não estão se sentindo seguros”, e a segurança pública será um dos temas centrais da disputa eleitoral de 2026. Tarcísio também elogiou o modelo de combate ao crime adotado por Nayib Bukele em El Salvador.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o relatório da PEC da Segurança será apresentado na próxima semana. O texto, elaborado pelo relator Mendonça Filho (União-PE), deve endurecer regras como prisão em segunda instância e critérios das audiências de custódia.
O Ministério da Justiça enviou ao relator Alessandro Vieira (MDB-SE) um documento apontando dez problemas considerados essenciais no texto do PL Antifacção aprovado pela Câmara. Segundo o governo, há risco de redução de recursos para a Polícia Federal e sobreposição de legislações. A expectativa é que o Senado analise o projeto na próxima semana.
O indicado de Lula ao STF, Jorge Messias, intensificou a articulação no Senado enquanto o relator da CCJ, Weverton Rocha (PDT-MA), sinaliza parecer favorável. Mesmo assim, Messias teria buscado apoio para adiar a sabatina marcada para 10 de dezembro, temendo não alcançar os 41 votos necessários. Nos bastidores, comenta-se que Davi Alcolumbre, que defendia a indicação de Rodrigo Pacheco, teria se recusado a recebê-lo.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou ao Supremo Tribunal Federal embargos infringentes para tentar reverter a condenação no caso do golpe de Estado. O recurso pede absolvição e solicita que o processo seja levado ao plenário, onde os 11 ministros participam do julgamento.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (27):
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que Tarcísio de Freitas não é de direita e defendeu Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como nome para a disputa presidencial. Ele criticou a antecipação da sucessão e disse que a direita precisa preservar coerência ideológica, reacendendo tensões internas no campo conservador.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assumiram a articulação do projeto que reduz penas dos condenados do 8 de Janeiro. Eles intensificaram conversas com o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), e líderes do Centrão para acelerar o texto, numa tentativa de unificar a oposição após a prisão de Jair Bolsonaro (PL).
No Senado, aliados de Jair Bolsonaro avançam com um projeto paralelo ao da dosimetria para reduzir penas dos condenados do 8 de Janeiro. A proposta, do senador Carlos Viana (Podemos-MG), estabelece punição máxima de seis anos e pode evitar que Bolsonaro cumpra pena em regime fechado.
O Congresso Nacional impôs uma série de derrotas ao governo Lula (PT) ao derrubar vetos presidenciais e restaurar trechos sensíveis para o orçamento. Parlamentares rejeitaram vetos ao programa de renegociação das dívidas dos Estados e a pontos centrais do novo marco do licenciamento ambiental.
O governo Lula voltou a descartar qualquer possibilidade de privatizar os Correios, mesmo diante da previsão de um rombo de cerca de R$ 10 bilhões. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a venda da estatal “não está em cogitação”.
O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), anulou o voto do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na sessão que derrubou vetos de Lula. O parlamentar registrou presença e votou pelo Infoleg mesmo estando fora do país.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, deixará o cargo em 1º de dezembro. A saída foi comunicada ao governador Tarcísio de Freitas e será oficializada em evento comemorativo do aniversário da ROTA, onde Derrite iniciou sua trajetória antes da política.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (26):
Um ataque a tiros próximo à Casa Branca deixou membros da Guarda Nacional feridos. A polícia prendeu um suspeito, mas a motivação do crime ainda não foi esclarecida. Em pronunciamento, Donald Trump chamou o autor de “um animal”, afirmou que ele está gravemente ferido e garantiu que “pagará um preço muito alto” pelo ataque.
Autoridades dos Estados Unidos detalharam, em coletiva, que dois membros da Guarda Nacional foram baleados e levados ao hospital. O suspeito está sob custódia, e as investigações continuam em Washington para determinar as circunstâncias do ataque.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) criticou a antecipação do debate eleitoral e afirmou que o foco deve ser a aprovação da anistia no Congresso. Ele pediu respeito ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e reiterou que sua prioridade segue sendo a gestão em São Paulo.
O Senado retomou a discussão da PEC que extingue a reeleição para presidente, governadores e prefeitos. O relator Marcelo Castro (MDB-PI) avançou nas conversas com Davi Alcolumbre (União-AP), e o texto deve ser reavaliado na CCJ ainda este mês. A proposta não afetaria a disputa presidencial de 2026 nem uma eventual tentativa de reeleição de Lula (PT).
O Centrão decidiu romper de vez com o governo Lula (PT) após uma série de atritos e desgaste acumulado. A movimentação aumenta a pressão sobre o Planalto em meio ao avanço de pautas sensíveis no Congresso e ocorre enquanto líderes do bloco discutem punições internas e novas alianças para 2026.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (25):
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados começaram o cumprimento das penas após as decisões judiciais mais recentes. O movimento reacende a mobilização política em Brasília e intensifica a articulação pela anistia no Congresso. Parlamentares da oposição afirmam que o processo é injusto e prometem reagir. A ofensiva deve marcar a agenda da direita nas próximas semanas e elevar a tensão entre Poderes.
Durante visita à Superintendência da Polícia Federal, Jair Bolsonaro afirmou aos filhos que “não tem motivo para prisão”. Carlos e Flávio Bolsonaro relataram que o pai está “devastado psicologicamente”. A declaração ocorre no início do cumprimento da pena e reforça a mobilização da oposição pela anistia.
Após visitar o ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que Bolsonaro pediu diretamente aos presidentes Hugo Motta e Davi Alcolumbre que coloquem o projeto de anistia em votação. Segundo ele, a cobrança já havia sido feita durante a eleição dos dois para o comando das Casas. A pressão reacende o debate sobre o perdão aos condenados do 8 de Janeiro.
Mesmo negando disputar a Presidência, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) ganha força entre aliados que já discutem possíveis nomes para vice em 2026. O governador reafirma lealdade a Jair Bolsonaro e diz que sua prioridade é a reeleição em São Paulo. A movimentação aumenta a pressão política e mantém o debate sobre sucessão no centro das articulações.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para 10 de dezembro a sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula (PT) ao STF, acelerando o rito da votação. A decisão amplia o desgaste entre Senado e Planalto, que queria mais tempo para construir apoio. Senadores reclamam da falta de consulta e avaliam que o governo pode enfrentar resistência na aprovação do nome.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), rompeu com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), após o deputado insistir em destacar o PL Antifacção equiparando facções a grupos terroristas. Segundo a Folha, Motta enviou mensagem dizendo que o PL “não conte mais” com ele. O impasse ocorre em momento decisivo para votações sobre dosimetria e anistia, ampliando a tensão política no Congresso.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (24):
A prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) na manhã de 22 de novembro provocou uma mobilização imediata da oposição no Congresso. Em nota, aliados classificam a medida como “ataque à democracia” e prometem resistir. Nas reuniões em Brasília, o foco passa a ser a anistia e a reorganização para 2026.
A oposição e o Centrão avaliam duas frentes para responder à pressão por mudanças nas condenações dos atos de 8 de Janeiro: acelerar a anistia ou reduzir penas por meio de emendas. Parlamentares articulam ajustes no texto para ampliar o alcance da proposta e garantir votos suficientes na Câmara.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), rompe com o governo e acentua o atrito entre o Planalto e o Congresso. A decisão ocorre após movimentos da base governista que desagradaram líderes parlamentares e ampliaram o desgaste institucional.
Os Estados Unidos declararam Nicolás Maduro e aliados do regime venezuelano como integrantes de organizações terroristas. A decisão amplia a pressão internacional e eleva o risco de ações militares na Venezuela. A medida atinge figuras ligadas ao chamado Cartel de los Soles, acusado de tráfico e cooperação com grupos armados.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (21):
Diante do risco de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro, a oposição e o Centrão se articulam para aprovar o projeto que reduz as penas dos condenados de 8 de janeiro — iniciativa que pode beneficiar Bolsonaro em razão de seu estado de saúde. O programa detalha a nova ofensiva parlamentar e os bastidores das negociações no Congresso Nacional.
A defesa de Bolsonaro pediu ao STF prisão domiciliar humanitária, alegando fragilidade clínica. Enquanto Nikolas Ferreira afirma que o ex-presidente pode morrer caso seja preso, Carlos Bolsonaro relata episódios de soluço e vômito.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que Bolsonaro está fora da disputa de 2026, dizendo que “eleição é para quem está elegível”. Em aceno ao Centrão, Kassab defendeu a união em torno de nomes como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior, indicando um possível esfacelamento da direita sem a liderança direta do ex-presidente. O programa analisa a estratégia do PSD e as projeções para o futuro da direita no Brasil.
Kassab também projetou um eventual quarto mandato de Lula, classificando-o como “mais progressista” e “irresponsável fiscalmente”.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rompeu de vez com o governo após a indicação de Jorge Messias ao STF e reagiu com uma “pauta-bomba” que pode custar até R$ 200 bilhões ao Planalto.
Os Correios aprovaram um plano de reestruturação bilionário que prevê um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia do Tesouro Nacional, além de demissões e fechamento de agências.
A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, declarou que o presidente Lula conversou “com seriedade e altivez” com Donald Trump, “derrotando” Jair e Eduardo Bolsonaro. A oposição, porém, minimiza o papel do Itamaraty e sustenta que a decisão do governo norte-americano decorreu de fatores internos dos EUA.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (20):
O deputado federal Guilherme Derrite participou ao vivo do programa para detalhar o PL Antifacção, que endurece penas contra o crime organizado e a lavagem de dinheiro. Ele criticou a “falsa narrativa” do governo sobre o projeto, afirmou que o Planalto não o procurou para debater o texto e classificou como “amadorismo” a postura da base, reforçando que o governo “enxerga o traficante como vítima” ao se posicionar contra uma proposta que aumenta o rigor penal.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, rebateu críticas do governo e defendeu o PL Antifacção, destacando que o Congresso está alinhado à população no combate às facções. O programa também analisou a reação do Senado, que articula mudanças para desidratar o texto aprovado pela Câmara.
A indicação de Jorge Messias ao STF abriu nova crise no Congresso. A escolha de Lula frustrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que apoiava outro nome. O Planalto admite não ter os 41 votos necessários, expondo fragilidade da base aliada e reacendendo o debate sobre ativismo judicial e critérios políticos para indicações à Corte.
A imprensa internacional criticou as falhas de infraestrutura da COP30, após o incêndio que atingiu o Pavilhão Azul em Belém. Autoridades deixaram o local às pressas, e a principal suspeita é de curto-circuito em equipamento eletrônico.
O deputado Eduardo Bolsonaro foi inscrito na Dívida Ativa da União por faltas na Câmara, podendo enfrentar restrições de crédito e até leilão de bens. Para analistas do programa, o caso é trivial, mas simboliza desgastes internos na direita, que também discute o impacto da candidatura de Tarcísio de Freitas e a relação com a família Bolsonaro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ordem executiva retirando tarifas de 40% sobre carne e café brasileiros, revertendo sanções anteriores. A decisão, com efeito retroativo, reflete o pragmatismo do governo norte-americano e a atuação do lobby das commodities.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (19):
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou a reação ao PL Antifacção, ignorando pesquisas que apontam apoio popular a medidas mais duras de segurança. No Planalto, a avaliação é de que o projeto relatado por Guilherme Derrite (Progressistas-SP) enfraquece a Polícia Federal e favorece a atuação do crime organizado.
Nas redes sociais, o presidente Lula reforçou críticas ao texto aprovado, afirmando que ele “enfraquece o combate ao crime”. Já a oposição alerta que o governo utilizará “toda e qualquer manobra” política e regimental para barrar o avanço do projeto na Câmara e no Senado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a escolha de Guilherme Derrite como relator do PL, destacando sua experiência no combate direto às facções. Segundo Motta, era necessário alguém com conhecimento prático para fortalecer a legislação e empoderar as forças de segurança.
A Câmara também aprovou um trecho do PL Antifacção que, na prática, impede presos condenados em segunda instância de votarem nas eleições — mudança que altera a regra atual, que garante o voto apenas aos presos provisórios.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) manifestou apoio à candidatura de Caroline de Toni (PL-SC) ao Senado, afirmando que ambos seguem alinhados no objetivo de representar o eleitorado conservador no Congresso.
A Comissão de Direitos Humanos do Senado afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) corre risco à integridade física e à vida caso seja levado ao presídio da Papuda, em Brasília, citando superlotação, condições insalubres e ausência de atendimento médico emergencial adequado.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
From the publisher's feed
O programa da Jovem Pan que revolucionou o jeito de noticiar política e economia, abordando os temas de modo crítico, em um formato de bate-papo e discussão aberta. Os Pingos nos Is alcançou a…
Ranked by our users in the last 21 days

11 Listeners

109 Listeners

4 Listeners

11 Listeners

77 Listeners

7 Listeners

5 Listeners

0 Listeners

228 Listeners

41 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

4 Listeners

2 Listeners

23 Listeners

0 Listeners

168 Listeners

25 Listeners

36 Listeners

28 Listeners

86 Listeners

64 Listeners