
Sign up to save your podcasts
Or


Aqui tem informação – sem enrolação! – a partir de pesquisas, políticas públicas, eventos e de tudo o que acontece no campo da ciência e tecnologia. Confira matérias sobre o Fashion Purple Day, combate ao AVC, a crítica de Guilherme de Almeida entre os assuntos neste que é o programa número 30:
#Pauta Principal: o pesquisador e professor Li Li Min, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, fala sobre epilepsia, como pacientes lidam com a doença nos dias de hoje, e uma ação que propõe unir arte, moda e informação para combater o preconceito contra a doença.
#Reportagem: conheça uma experiência de mostras de ciência no Rio Grande do Sul, como driblaram o desafio do financiamento e mobilizaram escolas, estudantes e professores do ensino básico. Esta é uma participação do programa web rádio TransCiência, parceiro do Oxigênio.
#Caleidoscópio: no início do século XX o cinema era uma novidade no Brasil e as críticas escritas por Guilherme de Almeida entre 1926 e 1942 compõem um panorama sobre o pensamento da época. Conheça o livro que aborda essa importante personalidade para a história do cinema no país.
#Coluna: na última participação da médica neurologista Elizabeth Quagliato, o quadro “AVC Sem Mistério” explica a importância do socorro imediato às vítimas de AVC e da mudança de hábitos para prevenir novos episódios da doença.
Aqui tem notícias, cultura, história e curiosidades da ciência e tecnologia para ler e ouvir, online e offline. Ouça e envie comentários sobre o que você achou desta edição! Ajude a divulgar o programa dando a sua avaliação pelo aplicativo do celular e acompanhe as novidades nas nossas páginas no Twitter ou Facebook. É só dar o play!
O Banco de Alimentos de Campinas foi o assunto desta entrevista com a nutricionista Bruna Saleh de Angelis, das Centrais de Abastecimento (Ceasa Campinas). A conversa, com a repórter Ana Paula Zaghetto, aconteceu no dia 22 de outubro e você pode ouvir na íntegra clicando no player acima.
Coordenadora no Banco de Alimentos de Campinas, de Angelis explicou que a instituição funciona desde 2013 por meio de um convênio entre a prefeitura – a quem pertence – e a Ceasa – que o administra.
Cabe ao Banco de Alimentos receber doações de produtos, fazer a triagem e a distribuição garantindo que estejam seguros para o consumo em entidades como casas de atenção a idosos, crianças e pessoas em tratamento.
O Banco de Alimentos de Campinas tem sido referência para outros municípios do país que buscam criar instituições do gênero. “Já recebemos representantes de Maceió/AL, Poços de Caldas/MG, Itu/SP, Mogi Mirim/SP, Jundiaí/SP. As prefeituras vêm, conhecem nossa estrutura e nossos projetos para depois implementar em seus municípios”, diz de Angelis.
Em parceria com universidades, estudantes de nutrição desenvolvem projetos de estágio nas entidades assistenciais, sob supervisão do Banco de Alimentos e da universidade de origem. As empresas parceiras, oferecem doações e podem receber benefícios fiscais.
O banco atende atualmente a 105 entidades assistenciais, que são previamente cadastradas na Secretaria de Assistência Social de Campinas. De Angelis explica que as doações são direcionadas de acordo com o perfil dos beneficiários a fim de evitar desperdícios. O banco verifica nas entidades: o número de atendidos, tipos de alimentos normalmente consumidos, suas necessidades nutricionais, se já recebem assistência de outros órgãos, entre outras questões.
Além do gerenciamento e distribuição das doações, a instituição faz visitas técnicas frequentes nas entidades para levantar as necessidades de doações. O banco desenvolve ainda projetos de educação alimentar e de prevenção ao desperdício na forma de palestras e cursos.
“Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem ligar para o Banco de Alimentos para retirarmos a doação no local”, informa Angelis. Os interessados podem entrar em contato com a instituição pelo telefone (19) 3746-1063 ou pelo site. Para quem é de outras cidades, a dica é se informar sobre os bancos de alimentos ou instituições similares da região.
Oxigênio na SNCT
Esta entrevista fez parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Cultura, ciência e tecnologia para você ler e ouvir, online e offline. Avalie o Oxigênio pelo seu aplicativo de celular, envie seus comentários e siga o programa nas redes sociais! Clique aqui para acessar nosso Twitter, e aqui para ir direto à nossa página no Facebook.
A qualidade do que encontramos no supermercado depende do interesse do consumidor e de mudanças nos hábitos alimentares, ressaltaram Jorge Behrens e Cinthia Betim, ambos da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “O dia em que o mercado começar a fazer exigências mais realistas, a própria indústria vai se transformando; ela não vai sobreviver se não colocar um produto que seja adequado”, acredita Behrens. “No passado, a preocupação da indústria era quantitativa, produzir o maior número possível, hoje, o objetivo é mais a qualidade”, pontua Betim.
Os comentários fizeram parte da entrevista realizada pela repórter Kátia Kishi no dia 22 de outubro. Ouça na íntegra clicando no player acima.
E qual o peso da publicidade e da mídia na escolha dos consumidores? Na análise de Betim, o Ministério da Saúde tenta coibir abusos na publicidade e na propaganda. No entanto, há muito apelo para o público com a profusão de blogs e outras mídias sociais que difundem, por exemplo, dietas perigosas para o emagrecimento.
Behrens nota o perigo da criação de um círculo vicioso em que a sociedade cria demandas, que são atendidas pela mídia e pela indústria, e ao mesmo tempo, move o mercado motivado pela conveniência e indulgência.
Outro ponto comentado na entrevista é quanto ao Programa Nacional de Alimentação Escolar. Referência internacional, a iniciativa está inserida na cadeia produtiva envolvendo pequenos produtores no fornecimento dos alimentos para as merendas nas escolas.
No entanto, a execução do programa ainda tem problemas. “A merenda é uma representação social da alimentação escolar fortemente enraizada em nossa cultura”, diz Behrens. “Só que ela remete a um passado assistencialista, quando a ideia era fornecer alimentação a uma criança sem recursos como uma espécie de caridade prestada pelo estado”.
Essa visão traz prejuízos amplos, da gestão à formação dos alunos. Para Bahrens é preciso ver a alimentação escolar como direito do estudante em que a qualidade das refeições e também a educação alimentar devem ser enfatizadas.
Oxigênio na SNCT
Esta entrevista fez parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Cultura, ciência e tecnologia para você ler e ouvir, online e offline. Avalie o Oxigênio pelo seu aplicativo de celular, envie seus comentários e siga o programa nas redes sociais! Clique aqui para acessar nosso Twitter, e aqui para ir direto à nossa página no Facebook.
Além de qualidades nutritivas, os alimentos funcionais ajudam a prevenir doenças ou a manter a saúde dos indivíduos. Nossa convidada para falar sobre o assunto foi a pró-reitora de pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA), Glaucia Pastore.
A entrevista foi realizada pelos repórteres Simone Pallone e Gustavo Almeida no dia 18 de outubro. Ouça na íntegra clicando no player acima.
A pesquisadora explicou que para um produto alimentício ser comercializado como funcional é preciso que suas propriedades sejam comprovadas em pesquisas. A partir disso, o produto deve ser registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as dicas para os ouvintes apresentadas na entrevista, Pastore explicou que o consumo do alimento integral é preferível ao dos componentes ativos isolados – salvo em casos de indicação médica. O motivo é que o alimento integral tem outros compostos que podem facilitar a absorção e a disponibilidade dos componentes ativos.
Ela ressaltou também a importância da ingestão de frutas e verduras variadas para prevenir e corrigir disfunções metabólicas, conforme tem sido verificado em pesquisas. “É extremamente importante que estejam disponíveis para crianças nas escolas e em casa. São importantes também frente ao envelhecimento da população”, disse.
Ao falar sobre maneiras de aproveitar as características funcionais dos alimentos, a pesquisadora explicou que nem sempre produtos in natura (crus) são mais saudáveis do que aqueles que passaram por algum processamento. Isso acontece porque o processamento, em certos casos, pode eliminar o efeito funcional e, em outros casos, pode intensificá-lo.
O alho cru, por exemplo, tem propriedade vasodilatadora, de redução da pressão arterial. Essa característica se perde com o cozimento. Um contra-exemplo é o tomate: na forma de molho, com o aquecimento, são liberados pigmentos como licopeno oferecendo mais funcionalidades do que o tomate cru. O mesmo ocorre com a cenoura, com sua fervura, o beta-caroteno fica mais disponível.
Em outro momento da entrevista, Pastore também esclareceu que não há estudos conclusivos em relação ao benefício de alimentos orgânicos sobre os convencionais quanto às características funcionais. O diferencial é em relação à presença de resíduos de agrotóxicos. Para a pesquisadora o acesso e disponibilidade de produtos orgânicos deverá ser feito por meio de programas governamentais.
Oxigênio na SNCT
Esta entrevista fez parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Cultura, ciência e tecnologia para você ler e ouvir, online e offline. Avalie o Oxigênio pelo seu aplicativo de celular, envie seus comentários e siga o programa nas redes sociais! Clique aqui para acessar nosso Twitter, e aqui para ir direto à nossa página no Facebook.
A aquicultura, o cultivo de organismos aquáticos – peixes, algas, camarões e outros – de modo controlado, tem crescido no mundo a um ritmo maior do que outros setores consolidados como a criação de bovinos e aves.
Para falar sobre o assunto, a repórter Simone Pallone entrevistou, no dia 20 de outubro, Juliana Schober, professora da Universidade Federal de Sergipe (UFS) onde desenvolve pesquisas sobre aquicultura orgânica. Ouça essa conversa na íntegra clicando no player acima.
A aquicultura produz alimentos de alta qualidade e é também fonte importante de recursos econômicos, especialmente em nações mais pobres, no hemisfério Sul. Segundo, Schober, como as populações de muitos desses países são ligadas à pesca, sua dieta baseia-se fortemente em pescados, o que contribui para o desenvolvimento acelerado da aquicultura.
O trabalho desenvolvido pela pesquisadora procura entender as formas de produção dos cultivos aquáticos. A partir disso, visa introduzir conceitos agroecológicos no sistema com melhorias que diminuem seu impacto ambiental, além de promover condições sociais e econômicas aos produtores.
Atualmente o modo de produção da aquicultura assemelha-se mais aos sistemas convencionais do agronegócio, mas, segundo Schober, uma mudança está em curso para inserir os pequenos produtores. Para eles, a produção representa uma importante fonte de proteínas e também de renda.
A pesquisadora ressaltou que um desafio importante nesse campo é a comunicação sobre a aquicultura para ampliar o conhecimento dessa produção entre diferentes públicos, além do envolvimento das universidades realizando pesquisas no setor.
Oxigênio na SNCT
Esta entrevista fez parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Cultura, ciência e tecnologia para você ler e ouvir, online e offline. Avalie o Oxigênio pelo seu aplicativo de celular, envie seus comentários e siga o programa nas redes sociais! Clique aqui para acessar nosso Twitter, e aqui para ir direto à nossa página no Facebook.
From the publisher's feed

106 Listeners

166 Listeners

120 Listeners

77 Listeners

8 Listeners

230 Listeners

41 Listeners

34 Listeners

168 Listeners

5 Listeners

19 Listeners

14 Listeners

104 Listeners

14 Listeners

3 Listeners