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A questão dos agrotóxicos desperta muita polêmica. O assunto foi pauta do programa Oxigênio em entrevistas com diferentes pesquisadores da área. Um deles é Hamilton Humberto Ramos, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), entrevistado pelo repórter Erik Nardini no dia 20 de outubro.
Nesta conversa (que você ouve na íntegra clicando no player acima), ele destacou as técnicas e métodos que devem ser aplicados para atingir apenas a cultura para a qual o pesticida foi desenvolvido e, assim, diminuir os impactos ambientais e os danos à saúde do trabalhador.
A ideia central foi a seguinte: a aplicação de agrotóxico não se resume a comprar o produto e espalhar pela plantação.
Segundo Ramos, a tecnologia da aplicação ajuda a tornar o uso de agrotóxicos mais seguro e econômico visando a que o produto aplicado chegue exatamente onde está a praga ou a doença.
Para ele não deve haver conflito entre a agricultura convencional com aplicação de agrotóxicos e a orgânica. Há espaço para ambos, cada um atendendo às diferentes necessidades do mercado e da população.
O pesquisador também destaca que não se pode depender somente de agrotóxicos, devendo se utilizar outras medidas como o manejo integrado de pragas e o controle biológico.
Nos próximos dias, nós publicaremos também outras entrevistas que comentam sobre o uso de agrotóxicos. Acompanhe aqui!
Esta entrevista fez parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Cultura, ciência e tecnologia para você ler e ouvir, online e offline. Avalie o Oxigênio pelo seu aplicativo de celular, envie seus comentários e siga o programa nas redes sociais! Clique aqui para acessar nosso Twitter, e aqui para ir direto à nossa página no Facebook.
Toda a cadeia de produção de alimentos tem um papel importante na sociedade, no meio ambiente, na economia, e outros campos. Uma perspectiva adotada no setor é a da agricultura de precisão, assunto da entrevista do pesquisador e professor Paulo Graziano, Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) à repórter Patricia Santos no dia 18 de outubro.
De acordo com o professor, a agricultura de precisão envolve técnicas e tecnologias que são utilizadas para entender como as características que interferem na produção mudam de um ponto a outro do terreno: acidez, níveis de nutrientes, densidade, etc.
Esse monitoramento é feito em áreas menores que na produção tradicional, algo entre 1 a 5 hectares. Em vez de se trabalhar com uma média no modelo convencional, verifica-se como os valores variam ao longo da área de plantio.
A partir disso, a aplicação de fertilizantes, por exemplo, pode ser feita em níveis específicos: mais fertilizante onde há menos nutrientes no solo e menos onde há mais.
“Isso evita o desperdício e a contaminação do ambiente. Princípio semelhante é utilizado para a aplicação de agrotóxicos, verificando como a presença e a intensidade de pragas varia em cada ponto da cultura”, afirma Graziano.
A agricultura de precisão é mais aplicada em grandes culturas como milho e soja, mas produções menores com alto valor agregado, como o cultivo de uva para vinhos também podem se beneficiar.
Essa prática começa antes do plantio e segue mesmo após a colheita, como explica o professor na entrevista que você pode ouvir na íntegra clicando no player acima.
Esta entrevista foi realizada como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
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A relação entre água, alimento e produção de energia é o assunto desta entrevista com a doutoranda Tatiane Tobias, realizada no dia 23 de outubro pelos repórteres Gustavo Almeida e Simone Pallone.
Na Unesp de Guaratinguetá-SP, ela desenvolve pesquisa relacionada com análises energéticas e técnicas de captura e armazenamento de CO2. O estudo tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Sabemos que água, energia e alimentos são recursos fundamentais para nossa vida. E também sabemos que vivemos em um planeta com recursos finitos. Para Tatiane Tobias, está mais do que na hora de começarmos a pensar em como fazer uso desses recursos de maneira mais consciente.
Como a produção de alimentos, por exemplo, impacta no uso da água? Qual o consumo de energia para abastecer uma cidade com água? Essas são questões indissociáveis, segundo a pesquisadora.
“Não tem muito como separar isso, uma coisa está ligada à outra. E, a partir do momento em que o cidadão tem consciência das interligações dessas questões, fica mais fácil para ele ver como pode ajudar, como pode usar esses recursos de uma maneira melhor para contribuir para o desenvolvimento sustentável, para o futuro das próximas gerações que estão vindo para que tenham acesso também a energia, água e alimentos”, disse Tatiane na entrevista (confira na íntegra clicando no player acima).
Na entrevista, Tatiane também falou sobre o projeto de pesquisa de que participa com foco na análise da percepção de crianças e jovens sobre o nexo entre alimento, água e energia. A iniciativa está associada à uma competição internacional que premiará estudantes pelos melhores vídeos sobre o tema “Alimentação, água e energia na minha vida cotidiana”. Confira:
Agência Fapesp: Unesp e University of Birmingham promovem competição entre jovens videomakers
Food-Water-Energy Challenge
Esta entrevista foi realizada como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016) por meio do projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio”. Foi uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto contou também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
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Esta edição de Oxigênio tem um sabor diferente. Ela é dedicada inteiramente ao projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio” realizado por nossa equipe durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, entre 17 e 23 de outubro. Foram duas entrevistas diárias, transmitidas ao vivo, a partir do Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O tema dessas conversas foi o mesmo da SNCT 2016: “Ciência alimentando o Brasil”. Especialistas de diversas áreas conversaram conosco sobre alimentos e alimentação sob abordagens variadas: cultura, meio ambiente, nutrição, saúde, economia, política, entre outras.
Clique no player acima e ouça no programa 29 os melhores momentos das seguintes entrevistas e temas:
Tatiane Tobias (Unesp-Guaratinguetá)
Paulo Graziano (Feagri/Unicamp)
Hamilton Humberto Ramos (IAC)
Filipe Salvetti Nunes (Esalq/USP)
Glaucia Pastore (FEA-PRP/Unicamp)
Wilon Mazalla Neto (Rede de Agroecologia/Unicamp)
Marcia Tait (DPCT/Unicamp)
Cinthia Betim e Jorge Behrens (FEA/Unicamp)
Alline Tribst (NEPA/FEA-Unicamp)
Julicristie Machado de Oliveira (FAC/Unicamp)
Juliana Schober L. Gonçalves (UFS/Labjor)
Bruna de Angelis (Ceasa/Campinas)
Ao longo da semana, publicaremos também aqui no site as entrevistas na íntegra.
O projeto “1, 2, Feijão com Arroz, 3, 4, Ciência no Rádio” é uma realização do programa Oxigênio web rádio e podcast por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp em parceria com a Web Rádio Unicamp. O projeto conta também com Helena Gomes na produção da vinheta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da universidade na produção de pautas e conteúdos, e financiamento via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Governo Federal.
Saiba mais:
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Nova edição de Oxigênio no ar! Aqui você acompanha novidades sobre diferentes áreas da ciência e tecnologia, além de conhecer história e curiosidades. Confira o que nós preparamos para o programa número 28:
#PautaPrincipal: a falta de médicos na rede pública é assunto conhecido. Mas uma pesquisa demográfica traz dados sobre a situação atual desses profissionais no país e quais são as tendências no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).
#Reportagem: novamente, o Oxigênio compartilha matérias de outros programas de rádio e podcasts de ciência. Nesta edição, o Podcast Unesp traz uma análise sobre o desempenho das escolas no ENEM.
#Arquivo da Ciência: a trajetória da engenheira agrônoma Johanna Döbereiner é retratada nesta sessão do programa. Conheça a importância dos trabalhos desta cientista e os principais momentos de sua carreira.
#Coluna: a sessão “AVC Sem Mistério” traz um tema oportuno para este dia 29 de outubro, Dia Mundial de Combate ao AVC. A médica neurologista Elizabeth Quagliato fala sobre os sintomas que aparecem antes de um episódio da doença que também é conhecida como derrame cerebral.
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