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Alexandre e Fred se reúnem mais uma vez para fazer uma trilogia, desta vez a chamada “Trilogia Americana”, três clássicos absolutos de Hollywood lançados na década de 50 e dirigidos pelo californiano George Stevens. Considerado por Chaplin um retrato fiel da América de então, “Um Lugar ao Sol” (A Place in the Sun) chegou aos cinemas em 1951 trazendo juntos pela primeira vez Montgomery Clift e Elizabeth Taylor, assim também como foi importante na carreira de Shelley Winters. Um clássico de seu próprio gênero, “Os Brutos Também Amam” (Shane, 1953) fez história ao ver o oeste americano através dos olhos de uma criança e trouxe de volta aos holofotes o ator Alan Ladd. O terceiro filme, de 1956, foi “Assim Caminha a Humanidade” (Giant), um ótimo épico sobre o Texas e contou não só com a volta de Elizabeth Taylor num filme de Stevens, mas com a presença marcante de Rock Hudson e a despedida do cinema de James Dean, que ao final da produção sofreu um acidente de carro fatal.
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No episódio 86, Alexandre, Fred convidam o músico Pedro Bizelli para viajar a Tóquio, Japão. É na capital japonesa que se passa um dos melhores filmes de Yasujiro Ozu, um dos mestres do cinema nipônico ao lado de Akira Kurosawa e Kenji Mizoguchi. Estamos falando – é claro – de “Era uma Vez em Tóquio” (Tôkyô monogatari, 1953) considerado em listas como a da Sight & Sound um dos melhores filmes já feitos e uma das mais importantes obras do cinema asiático. Com nomes marcantes do cinema japonês como Setsuko Hara e Chishû Ryû (este um colaborador frequente de Ozu, tendo feito mais de 50 filmes com o mestre japonês) este clássico se mantém atual até hoje, por examinar ao melhor estilo Ozu, as relações intrínsecas entre duas gerações de uma família japonesa quando os pais resolvem visitar seus filhos na capital do Japão.
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Fred e Alexandre trazem Rafael Amaral (do Blog “Palavras de Cinema”) no episódio 85 para debater a carreira de Marcel Carné, um dos grandes nomes por trás do chamado Realismo Poético Francês, movimento cinematográfico que saiu da França nos anos 30 para influenciar cinemas mundo afora. Algumas das mais inspiradas obras desta tendência de se fazer cinema foram dirigidas por Marcel Carné, como os principais filmes discutidos neste áudio. “Cais das Sombras” (Le Quai des Brume, 1938), “Trágico Amanhecer” (Le Jour se Lève, 1939), “Os Visitantes da Noite” (Les visiteurs du soir, 1942) e “O Boulevard do Crime” (Les enfants du paradis, 1945) foram obras influentes no cinema francês e mundial desse período e este último longa até hoje é considerado um dos melhores filmes franceses de todos os tempos. Atores como Jean Gabin, Michele Morgan, Arletty, Michel Simon, Jean-Louis Barrault, Pierre Brasseur e Louis Jouvet também marcam presença em filmes memoráveis de Carné discutidos neste episódio do Podcast Filmes Clássicos.
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Alexandre, Fred e Marcelo Rennó estão cruzando território hostil numa diligência e tentam não levar flechadas dos Apaches enquanto discutem sobre um dos filmes mais influentes do cinema hollywoodiano. “No Tempo das Diligências” (Stagecoach, 1939), filme dirigido por John Ford, foi visto cerca de 40 vezes por Orson Welles antes deste fazer sua obra prima, “Cidadão Kane”. O longa foi fundamental para solidificar a carreira de John Ford e com um plano, o diretor lançou John Wayne ao estrelato em Hollywood no papel de Ringo Kid, um prisioneiro que foge da cadeia para vingar a morte de sua família. Claire Trevor, Thomas Mitchell, John Carradine, George Bancroft e Andy Devine completam o elenco de um western inspirado, o primeiro de John Ford na locação que depois se tornaria o pano de fundo de boa parte do oeste americano, o Monument Valley.
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Alexandre e Fred recebem mais uma vez o músico Willian de Andrade para fechar a filmografia completa de Ingmar Bergman, tornando o Podcast Filmes Clássicos o primeiro cast da América Latina a tratar de forma completa a obra cinematográfica de um dos maiores diretores que o cinema já viu. Somando-se os quatro episódios, totalizamos mais de 8 horas de áudio sobre Bergman e nesta parte final começamos por “A Hora do Amor” (Beröringen, 1971), mas nos detemos mais em filmes como “Gritos e Sussurros” (Viskningar och rop, 1972), “Sonata de Outono” (Höstsonaten, 1978) e o brilhante canto de cisne da carreira cinematográfica do sueco, “Fanny & Alexander” (Fanny och Alexander, 1982), seu último filme na telona. Comemore conosco o centenário de Ingmar Bergman no melhor estilo PFC!
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Fred e Alexandre cruzam a fronteira entre Estados Unidos e México no episódio 82 do Podcast Filmes Clássicos para investigar um dos filmes mais importantes do cinema policial americano. “A Marca da Maldade” (Touch of Evil), filme dirigido pelo brilhante Orson Welles, é tido como o marco final do período clássico do Film Noir, que por volta de 1958 já não gozava de tanto prestígio entre as produções de Hollywood. Lançado como um filme menor após ter sido mutilado pela Universal Pictures, o filme conseguiu resistir à prova do tempo a ponto de em 1998, receber uma versão definitiva, mais próxima das intenções que Welles declarava em famoso memorando aos produtores na época. Hoje, “A Marca da Maldade” é considerado um dos grandes filmes do diretor e conta com atuações inspiradas do próprio Orson Welles, Charlton Heston, Janet Leigh, Akim Tamiroff, Joseph Calleia e Marlene Dietrich.
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Alexandre e Fred voltam com força total para fazer mais um Dicas Triplas do PFC, no episódio número 81 deste Podcast. Hoje trazemos três ótimos filmes, um deles pouquíssimo visto fora de seu país e nunca lançado no Brasil. Abrimos os trabalhos com o filme italiano de Elio Petri, intitulado “Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita” (Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto, 1970 - Tempo: 00:02:44) e depois adentramos terra quase virgem com “Here’s Your Life” (Här har du ditt liv, 1966 - Tempo: 00:26:50), filme pouquíssimo conhecido do sueco Jan Troell. Fechamos este áudio com o western americano de William A. Wellmann chamado “Consciências Mortas”(The Ox-Bow Incident, 1943 - Tempo: 00:53:58), um longa bastante diferente dentro do gênero “faroeste”. Como de costume, deixamos os “spoilers” separados para o final da audição (começam a partir de 01:12:02 de áudio). Desta maneira você fica à vontade para interromper a audição neste ponto, caso não tenha visto algum dos filmes e pode sempre retornar após seguir nossa dica e tiver visto estes ótimos filmes.
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No episódio 80, Fred, Alexandre e o músico Willian de Andrade dão sequência à série de episódios sobre a filmografia e vida de Ingmar Bergman, diretor sueco que a esta altura já gozava de prestígio entre críticos e colegas de profissão. É durante este período que Bergman começa a colaborar com aquele que seria seu braço direito na direção de fotografia, o magnífico Sven Nykvist. Esta também é uma fase na carreira do diretor marcada por colaborações com seus atores mais memoráveis, como Bibi Andersson, Liv Ullmann, Max Von Sydow, Gunnar Björnstrand, Harriet Andersson, Gunnel Lindblom, Ingrid Thulin, Erland Josephson e muitos outros, em filmes como “Através de Um Espelho” (Såsom i en spegel, 1961), “Luz de Inverno” (Nattvardsgästerna, 1963), “O Silêncio” (Tystnaden, 1963), “Quando Duas Mulheres Pecam” (Persona, 1966) e “A Hora do Lobo” (Vargtimmen, 1968). Escute a penúltima parte de nossa maratona sobre o diretor sueco mais famoso da história.
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Chegamos ao episódio 79, onde Fred e Alexandre contratam Marcos Noriega (do Podcast Masmorra Cine) para ajudá-los a solucionar “O Assalto ao Trem Pagador”, filme nacional dirigido por Roberto Farias e lançado em 1962. Os investigadores do Podcast Filmes Clássicos fazem de tudo para se aprofundar nesta produção brasileira que em muito lembra os melhores filmes policiais americanos do subgênero “filme de assalto”. O filme retrata com certa precisão o famoso assalto ao trem que levava o pagamento dos funcionários da ferrovia no Rio de Janeiro que foi magistralmente transposto para a tela grande por Roberto Farias. Estrelado por Reginaldo Farias, Eliezer Gomes, Luiza Maranhão e Grande Othelo, este clássico brazuca venceu a prova do tempo (muito embora seja pouco conhecido dos cinéfilos em geral) e por isso mesmo recebe merecidamente esta homenagem em áudio do PFC.
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No episódio 78, Alexandre, Fred e Sergio Gonçalves juram nunca mais passar fome em outro Réveillon, nem que para isso precisem roubar comida de uma festa vizinha. Enquanto bebem uma cidra, eles discutem um dos maiores clássicos do cinema americano, o mais que famoso “E o Vento Levou” (Gone With The Wind, 1939) . Com produção de David O. Selznick e direção de Victor Fleming, George Cukor e Sam Wood, o longa sobreviveu à prova do tempo e até hoje é daqueles filmes que mesmo os “não-cinéfilos” já ouviram falar dele. Vivien Leigh, Clark Gable, Leslie Howard e Olivia de Havilland formam o quarteto principal que vive os personagens criados pela autora Margaret Mitchell, escritora de um dos maiores best-sellers americanos de todos os tempos. Vencedor de 8 estatuetas do Oscar e dois prêmios honorários, “E o Vento Levou” foi por muito tempo o maior vencedor de prêmios da Academia e até hoje se sustenta como a maior bilheteria do cinema, quando se corrigem os valores pela inflação.
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