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No episódio 68, Alexandre e Fred esperam a chegada do trem do meio-dia que traz o cinéfilo Marcelo Rennó e juntos os três irão atrás de eliminar mais uma pendência da galeria do Podcast Filmes Clássicos. Chegou a vez – e a hora – de abordarmos o western americano intitulado no Brasil “Matar ou Morrer” (High Noon, 1952). Mais do que um simples faroeste, o filme se tornou um clássico absoluto do cinema sob a direção de Fred Zinnemann e a produção de Stanley Kramer. Gary Cooper, um ator em momento crítico na carreira, interpreta o delegado Will Kane, papel que lhe rendeu seu segundo e derradeiro Oscar. Grace Kelly assume seu primeiro papel de destaque no cinema e a partir deste filme irá decolar para o estrelato. Outros atores veteranos como Thomas Mitchell, Otto Krueger e Lon Channey Jr. compõe o brilhante elenco deste western-drama-suspense escrito para as telas por Carl Foreman, o roteirista que usou os problemas gerados pela caça aos comunistas como inspiração para o filme que até hoje é tido como um dos melhores do gênero.
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Alexandre e Fred chegam no episódio 66 acompanhados do podcaster Marcelo Zagnolli (TigreCast) para dar continuidade à expressiva carreira do diretor japonês Akira Kurosawa. Nesta jornada, passamos pela fase áurea do cineasta, com um conjunto de filmes que representam o que há de melhor em sua filmografia. Começamos com “Hakuchi, O Idiota” (Hakuchi, 1951) e fechamos com “Sanjuro” (Sanjuro, 1962) totalizando nove filmes neste período, entre eles os fenomenais “Viver” (Ikiru, 1952), “Trono Manchado de Sangue” (Kumonosu-jô, 1957), “A Fortaleza Escondida” (Kakushi-toride no san-akunin, 1958), “Homem Mau Dorme Bem” (Warui yatsu hodo yoku nemuru, 1960) e “Yojimbo, O Guarda-Costas” (Yojimbo, 1961). Lembramos que não incluímos aqui o filme “Os Sete Samurais”, pois este já foi debatido em episódio exclusivo no Podcast Filmes Clássicos.
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Chegamos ao episódio 65 do Podcast Filmes Clássicos e a dupla Fred/Alexandre entram no submundo do crime devidamente acompanhados do podcaster Marcos Noriega (direto do Masmorra Cine) para tentar prender um dos assassinos seriais mais famosos do cinema, Hans Beckert, mais conhecido como “M, O Vampiro de Dusseldorf” (M, 1931). O clássico de Fritz Lang é alvo do nosso podcast, que hoje chega para discutir o legado do longa para o cinema falado e suas influências no film noir, subgênero americano no qual o diretor alemão será uma das peças chave, depois de chegar ao Estados Unidos fugindo da ascensão do nazismo em sua terra natal. Na Alemanha, M é até hoje considerado um dos principais filmes já produzidos no país e foi fundamental para a carreira do ator que protagonizou o assassino, Peter Lorre, que também fez considerável sucesso no cinema de Hollywood anos mais tarde, interpretando papéis em filmes como “Relíquia Macabra” e “Casablanca”.
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O episódio 64 saiu no parto, após diversas incomunicabilidades e tentativas de gravar ao longo de três dias! Alexandre e Fred recebem novamente o poeta e músico Bruno Kohl para um bate-papo sobre a trilogia mais famosa de Michelangelo Antonioni, a chamada “Trilogia da Incomunicabilidade”, composta de três excelentes filmes: “A Aventura” (L’Avventura, 1960), “A Noite” (La Notte, 1961) e “O Eclipse” (L’Eclisse, 1962). Estes longas trouxeram uma nova forma de se utilizar a técnica cinematográfica, sugerindo outra maneira de se fazer cinema e por isso mesmo serviram de influência para diversos novos cineastas que surgiam na época e até hoje são celebrados como alguns do melhores filmes italianos. Grandes atores passam pela trilogia como Marcello Mastroianni, Jeanne Moreau, Alain Delon e – principalmente – Monica Vitti. Os filmes versam sobre a dificuldade do ser humano de se comunicar em diferentes estágios de um relacionamento a dois.
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O episódio 63 do Podcast Filmes Clássicos chega em águas turbulentas, com Alexandre e Fred recebendo a bordo dois voluntários para debater um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e o primeiro filme a superar a marca de U$ 100 milhões em arrecadação nos Estados Unidos. O cinéfilo Sergio Gonçalves e a apresentadora do canal do Youtube, "Luz, Câmera, Arte", Rachel Rocha (primeira voz feminina a surfar nas ondas do PFC) se juntam ao barco para nos ajudar com "Tubarão" (Jaws, 1975), o clássico de Steven Spielberg que não só catapultou a carreira de um dos mais bem sucedidos diretores americanos, mas também promoveu o início do fim da chamada "Nova Hollywood". Acompanhe este papo imperdível sobre mais um clássico eterno do cinema mundial e traga seu colete salva-vidas e cilindro de oxigênio (de preferência acompanhado de um rifle) para embarcar no "Orca" com a gente!
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Este é o episódio 62, no qual Fred e Alexandre partem para o Japão onde começam uma saga de três episódios explorando a brilhante e influente filmografia do diretor nipônico Akira Kurosawa. Kurosawa-san teve sólida carreira por cerca de 50 anos e foi um dos responsáveis por abrir as portas do cinema asiático ao ocidente, contribuindo para o cinema de vários diretores contemporâneos como Steven Spielberg, George Lucas, Francis Ford Coppola, Martin Scorsese entre inúmeros outros. Neste primeiro episódio começamos com “A Saga do Judô” (Sugata Sanshiro, 1943) e seguimos por mais 10 longas de Kurosawa, até o filme de 1950, Rashomon (Vencedor do Festival de Veneza e de um prêmio especial da Academia, antes que existisse a categoria de Oscar para filme estrangeiro). Durante este período estão também outros grandes filmes como “Anjo Embriagado” (Yoidore Tesnhi, 1948) e “Cão Danado” (Nora Inu, 1949) e uma série de películas de menor importância, mas ainda assim de ótima qualidade, como “Duelo Silencioso” (Shizukanaru kettô, 1949) e “Nenhum Pesar por Nossa Juventude” (Waga seishun ni kuinashi, 1946), isso só pra citar alguns.
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O episódio 61 chega direto do Sri Lanka, com outro excelente filme, agora parte de nossa galeria de áudios. Alexandre e Fred recebem de volta o cinéfilo Marcelo Rennó para discutir a produção do filme anglo-americano “A Ponte do Rio Kwai” (The Bridge on the River Kwai, 1957), o filme anti-guerra de David Lean que o tornou um diretor famoso fora do Reino Unido. Este, que é o primeiro épico do cineasta, faturou 7 Oscars da Academia e até hoje é considerado um dos grandes clássicos do cinema. A produção de Sam Spiegel foi um sucesso absoluto de bilheteria e conseguiu recuperar todo o investimento feito, além de compensar todos os diversos problemas que surgiram ao longo das filmagens, realizadas num ambiente hostil e perigoso. Excelente direção, fotografia, roteiro, direção de arte, atuações soberbas e – principalmente – autenticidade são as principais características deste filmaço que agora consta da filmografia do Podcast Filmes Clássicos. Lembre-se de ouvir até o final, pois “há sempre o inesperado”!
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Fred e Alexandre viajam até a Alemanha no Episódio 60 para tratar da obra de Fredrich Wilhelm Murnau, um dos grandes expoentes do cinema mundial, nome fundamental do expressionismo alemão e um dos maiores diretores do cinema mudo. F. W. Murnau – como era mais conhecido – fez clássicos como “Nosferatu – Uma Sinfonia do Horror” (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, 1922), “A Última Gargalhada” (Der letzte Mann, 1924), “Fausto” (Faust: Eine deutsche Volkssage, 1926) e “Tabu” (Tabu: A Story of the South Seas, 1931), todos estes tratados neste episódio. É dele também um dos filmes mais importantes do cinema mudo americano, “Aurora” (Sunrise: A Song of Two Humans, 1927) película esta que já foi tema do Podcast Filmes Clássicos no episódio 31 e que portanto fica de fora deste áudio sobre a carreira e vida de Murnau.
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Concluímos a filmografia de Luchino Visconti neste que é o 59º episódio do PFC. Alexandre e Fred voltam a falar do cineasta italiano, debatendo todos os filmes que não foram abordados no primeiro episódio e passam por algumas de suas melhores obras, como “Rocco e Seus Irmãos” (Rocco e i suoi fratelli, 1960), “O Leopardo” (Il gattopardo, 1963), “Morte em Veneza” (Morte a Venezia, 1971) entre outras, como “Vagas Estrelas da Ursa”(Vaghe Stelle dell’Orsa, 1965) e “Os Deuses Malditos”(La Caduta Degli Dei, 1969). Se a primeira parte desta série do Podcast Filmes Clássicos focou na faceta mais “neo-realista” de Visconti, este episódio em particular se caracteriza em boa parte por filmes de época que estão entre dos melhores do cinema mundial.
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Episódio 58, no qual Alexandre e Fred são expulsos da sala do juri de “Doze Homens e Uma Sentença” e mesmo assim se encontram para conversar sobre o magnífico Twelve Angry Men, filmaço de 1957 que marcou a estreia no cinema do diretor americano Sidney Lumet. Escrito originalmente para a TV, o filme ganhou vida depois que o astro Henry Fonda decidiu produzi-lo independentemente, convocando Lumet para dirigir e o autor da teleplay, Reginald Rose, para assinar o roteiro e co-produzir o longa. Indicado a três Oscars (filme, direção e roteiro) e estudado por escolas de administração mundo afora, “12 Homens” é até hoje um dos grandes clássicos do cinema e não poderia deixar de ser julgado pelo tribunal do Podcast Filmes Clássicos. Quer saber nosso veredito final? Escute mais este episódio de nosso cast…
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