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No episódio 57, Fred e Alexandre retornam para caguetar tudo sobre a Eve, a personagem de Anne Baxter no clássico americano “A Malvada” (All About Eve, 1950), filmaço de 1950 dirigido por Joseph L. Mankiewicz e estrelado por Bette Davis em um de seus melhores papéis em Hollywood, como Margo Channing, uma diva do teatro que tem sua posição cobiçada pela fã Eve Harrington. O longa é até hoje um dos recordistas em indicações ao Oscar, quando teve 14 oportunidades de faturar a estatueta (só Titanic e La La Land conseguiram este feito até a presente data). Independente do prestígio alcançado na época, “A Malvada” continua encantando novos cinéfilos por suas atuações e roteiro bem amarrado.
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Os criminosos andam soltos no episódio 56 do Podcast Filmes Clássicos e Alexandre e Fred têm a missão de informar nossos ouvintes sobre o período mais produtivo do gênero, os chamados “filmes de gangsters“, que datam do final dos anos 20 e início dos 30. Trazemos uma coleção de clássicos desse subgênero do filme criminal, entre eles “Alma no Lodo” (Little Caesar, 1931), “Inimigo Público” (Public Enemy, também de 31), “Scarface – A Vergonha de uma Nação” (Scarface, 1932), “Anjos de Cara Suja” (Angels With Dirty Faces, 1938), “Heróis Esquecidos” (The Roaring Twenties, 1939) entre outros. Geralmente estrelados por Edward G. Robinson, James Cagney e/ou Humphrey Bogart e produzidos pelo estúdio Warner Bros., estes longas são retratos de suas épocas e trazem personagens que foram os precursores da figura moderna do anti-herói.
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No episódio 55, Alexandre e Fred introduzem mais uma filmografia na lista de episódios do Podcast Filmes Clássicos, desta vez contando com a presença ilustre de Fernando Brito, curador da Versátil e profundo conhecedor do cinema italiano. O cineasta Luchino Visconti tem a primeira parte de sua obra dissecada neste episódio, que vai desde seu primeiro longa metragem, “Obsessão” (Ossessione, 1943) até o belíssimo “Noites Brancas” (Le Notti Bianche, 1957), película de maravilhosa fotografia assinada por Giuseppe Rotunno. Passamos por todos os filmes deste período, inclusive nos atendo a outros importantes longas como “A Terra Treme” (La Terra Trema, 1948) e “Sedução da Carne” (Senso, 1954), seu primeiro filme colorido. Conheça a obra de um dos mais importantes diretores do cinema e um dos expoentes máximos do cinema italiano.
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Viramos o ano com mais uma trilogia para nossa coleção, desta vez Fred e Alexandre recebem de volta Sergio Gonçalves e o podcaster Marcelo Zagnoli (TigreCast) para trocar algumas palavras sobre uma das mais incríveis trilogias do cinema clássico! O primeiro filme dos três dirigidos por Francis Ford Coppola foi baseado no romance homônimo de Mario Puzo e foi lançado em 1972 com o título de “O Poderoso Chefão” (The Godfather). Em 1974, após muita conversa com a Paramount, Coppola aceita dirigir o segundo filme, desta vez com maior controle da produção e assim surge “O Poderoso Chefão – Parte II” (The Godfather – Part 2). Dezesseis anos mais tarde o próprio diretor aceita novo convite para produzir, dirigir e roteirizar a terceira parte desta fantástica trilogia, resultando no longa “O Poderoso Chefão – Parte 3 (The Godfather – Part 3, 1990). Seja parte da família do Podcast Filmes Clássicos e aceite esta proposta que você não poderá recusar: escute este episódio em troca de cultura cinematográfica e entretenimento!
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O episódio 53 é sobre o que entendemos ser a segunda parte “clássica” da franquia 007. Alexandre e Fred recebem de volta Marcelo Rennó para debater os sete filmes estrelados pelo ator Roger Moore. Começamos em “Com 007, Viva e deixe Morrer” e seguimos por “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (The Man With The Golden Gun, 1974), “007, O Espião Que Me Amava” (The Spy Who Loved Me, 1977), “007 Contra o Foguete da Morte” (Moonraker, 1979), “007, Somente Para Seus Olhos” (For Your Eyes Only, 1981), “007 Contra Octopussy” (Octopussy, 1983) e terminamos com “007 Na Mira dos Assassinos” (A View To a Kill, 1985). Exploramos também a produção paralela que teve Sean Connery de volta na pele do agente secreto James Bond em 1983, no filme “007, Nunca Mais Outra Vez (Never Say Never Again, 1983).
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Na Viena do pós-guerra, Fred e Alexandre buscam descobrir quem é “O Terceiro Homem”, no filme do britânico Carol Reed intitulado originalmente de “The Third Man” (1949). Co-produzido por Estados Unidos e Reino Unido, este clássico é por vezes subestimado quando se compila uma lista dos maiores filmes do cinema, mas é invariavelmente lembrado como um dos três maiores longas ingleses de todos os tempos. Estrelado por Joseph Cotten, Alida Valli, Orson Welles e Trevor Howard, muitas vezes etiquetado na prateleira dos film noir, “O Terceiro Homem” é um filme essencial que transcende gêneros e que todo cinéfilo deveria ver e rever ao longo de sua vida. A produção levou o Oscar de melhor fotografia em 1951, o Gran Prix do Festival de Cannes em 1949 e o BAFTA de melhor filme em 1950.
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Este é o episódio 51, no qual Fred e Alexandre concluem a filmografia completa do mestre Billy Wilder. No último de uma série de três episódios, os dois podcasters iniciam o bate-papo analisando o filme de 1960 e ganhador de Oscar de melhor filme, “Se Meu Apartamento Falasse” (The Apartment) e seguem por “Cupido Não Tem Bandeira” (One, Two, Three, 1961), “Irma La Douce” (1963), “Beija-me Idiota” (Kiss Me, Stupid, 1964), “Uma Loura Por Um Milhão” (The Fortune Cookie, 1966), “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (The Private Life of Sherlock Holmes, 1970), “Avanti!… Amantes à Italiana” (Avanti!, 1972), “A Primeira Página” (The Front Page, 1974), “Fedora” (1978) e seu último filme, “Amigos, Amigos, Negócio à Parte” (Buddy, Buddy, 1981). A carreira brilhante de Billy Wilder está agora completa nos arquivos do Podcast Filmes Clássicos!
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Nesta marca importante de nosso podcast não poderíamos deixar de fazer algo especial! Promovemos uma eleição entre nossos ouvintes, que primeiro indicaram 10 filmes e depois votaram para eleger “Um Corpo Que Cai” (Vertigo, 1958) como o assunto a ser debatido no nosso episódio #50. Não perdemos tempo e convocamos o quarteto original do Podcast Filmes Clássicos para dar conta desse bate-papo: Marcelo, Sergio, Fred e Alexandre se reuniram para gravar nosso quinquagésimo áudio sobre o que talvez seja o melhor filme do cineasta inglês Alfred Hitchcock, o chamado “Mestre do Suspense”. Vertigo foi eleito por nossos ouvintes, mas quatro anos antes já havia sido consagrado pela crítica cinematográfica mundial que o elegeu, através da revista Sight & Sound, como o primeiro de sua lista de melhores filmes da sétima arte, desbancando o longo reinado de “Cidadão Kane”. Dito isto, vamos ouvir o cast e rever o filme!
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Fred e Alexandre vão desta vez para Itália onde revisitam o clássico absoluto de Federico Fellini, “Oito e Meio”. O filme de 1963, intitulado “Otto e Mezzo” em seu idioma original, é possivelmente um dos marcos do cinema mundial, delineou os filmes auto-biográficos do diretor que vieram a seguir e serviu de inspiração para todo cineasta que vez ou outra esbarrou com uma crise de criatividade ao longo de sua carreira. Marcello Mastroianni faz o papel de Guido, o alter ego de Fellini na tela, que através de suas memórias, delírios e devaneios – enquanto tenta produzir seu próximo filme – nos revela um Fellini complexo, tentando lidar com suas frustrações abertamente. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e aclamado mundialmente até hoje, “8 1/2” é uma obra-prima que não teria como ficar de fora do PFC.
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Fred e Alexandre voltam com Fernando Brito, curador da Versátil (uma das melhores distribuidoras de home video do Brasil e que lançou recentemente o box “A Arte de Carl Th. Dreyer”) para discutir a seleta filmografia do diretor dinamarquês Carl Th. Dreyer, agora completando a obra deste grande cineasta em nossa galeria. Neste segundo e último episódio desta série, o Podcast Filmes Clássicos passa brevemente por seus curtas e analisa os filmes “Dias de Ira” (Vredens Dag, 1943), “A Palavra” (Ordet, 1955) e seu último trabalho, “Gertrud” (Gertrud, 1964). Carl Theodor Dreyer foi influência para diversos cineastas de seu tempo, como Jean Luc Goddard, Eric Rohmer, Andrei Tarkovski entre tantos outros.
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