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No episódio 78, Alexandre, Fred e Sergio Gonçalves juram nunca mais passar fome em outro Réveillon, nem que para isso precisem roubar comida de uma festa vizinha. Enquanto bebem uma cidra, eles discutem um dos maiores clássicos do cinema americano, o mais que famoso “E o Vento Levou” (Gone With The Wind, 1939) . Com produção de David O. Selznick e direção de Victor Fleming, George Cukor e Sam Wood, o longa sobreviveu à prova do tempo e até hoje é daqueles filmes que mesmo os “não-cinéfilos” já ouviram falar dele. Vivien Leigh, Clark Gable, Leslie Howard e Olivia de Havilland formam o quarteto principal que vive os personagens criados pela autora Margaret Mitchell, escritora de um dos maiores best-sellers americanos de todos os tempos. Vencedor de 8 estatuetas do Oscar e dois prêmios honorários, “E o Vento Levou” foi por muito tempo o maior vencedor de prêmios da Academia e até hoje se sustenta como a maior bilheteria do cinema, quando se corrigem os valores pela inflação.
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Para finalizar o ano trazemos no episódio 77 a filmografia de um dos times de comédia mais caóticos do cinema americano. Fred e Alexandre se unem ao músico Pedro Bizelli para discutir os filmes deixados pelos hilariantes Irmãos Marx. Groucho e suas tiradas irônicas, Harpo e sua pantomima e Chico e seu sotaque italiano fizeram grande sucesso nos anos 30. Com seu humor anárquico e anti-establishment, os Irmãos Marx desfilavam um tipo de comédia um tanto avançada para seu tempo e bastante atual para os dias de hoje. Este episódio conta com clássicos como “Gênios da Pelota” (Horse Feathers, 1932), “Diabo à Quatro” (Duck Soup, 1933), “Uma Noite na Ópera” (A Night at the Opera, 1935), “Um Dia nas Corridas” (A Day At The Races, 1937) entre muitos outros.
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No episódio 76, Alexandre e Fred se juntam novamente ao músico Willian de Andrade para tratar da filmografia de Ingmar Bergman e abordam o período que é considerado por muitos como sua fase mais prolífera no cinema. Por cerca de sete anos, o sueco escreveu e dirigiu filmes como “Noites de Circo” (Gycklarnas afton, 1953), “O Sétimo Selo” (Det sjunde inseglet, 1957), “Morangos Silvestres” (Smultronstället, 1957), “O Rosto” (Ansiktet, 1958) e “A Fonte da Donzela” (Jungfrukällan, 1960) que se tornariam obras apreciadas ao redor do mundo inteiro e que dariam a Bergman diversos prêmios e a fama de gênio que continua até os dias de hoje. Com exceção de “Morangos Silvestres”, que já foi tema de epísódio único em nosso podcast, debatemos todos os filmes entre “Noites de Circo” e “O Olho do Diabo” (Djävulens öga, 1960).
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Depois de algum tempo voltamos a fazer o Dicas Triplas do PFC, neste que é o episódio de número 75. Alexandre e Fred partem para o sexto bate-papo onde indicam três ótimos filmes de nacionalidades diversas e que hoje são pouco lembrados entre os cinéfilos em geral: “A Embriaguez do Sucesso” (Sweet Smell of Sucess, 1957 - Tempo: 00:03:30), “O Portal do Inferno” (Jigokumon, 1953 - Tempo: 00:34:33) e “A Balada do Soldado” (Ballada o Soldate, 1959 - Tempo: 00:52:15) . O nosso ouvinte frequente sabe que não precisa se preocupar com os “spoilers” neste tipo de episódio, pois estes são cuidadosamente separados para o final (eles só começam a partir de 01:10:42 minutos de áudio). Desta maneira você fica à vontade para interromper a audição neste ponto, caso não tenha visto algum dos filmes e pode sempre retornar após seguir nossa dica e tiver visto estes ótimos filmes. Venha conosco conhecer e debater sobre mais alguns clássicos que o tempo não apagou!
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No episódio 74, Alexandre, Fred e o jornalista e blogueiro Rafael Amaral (Blog Palavras de Cinema) estão presos no Marrocos Francês e precisam de salvos-condutos para embarcar pra Lisboa e voltar ao Brasil. Enquanto esperam e esperam, se encontram no Rick’s Cafè para discutir um dos mais memoráveis clássicos do cinema americano, o romance “Casablanca” (1942), longa produzido pela Warner Brothers durante a Segunda Guerra Mundial e até hoje considerado um dos maiores filmes já realizados. Fundamental para estabelecer os atores Humphrey Bogart e Ingrid Bergman como estrelas de Hollywood, o longa foi dirigido por Michael Curtiz e produzido por Hal B. Wallis, que exerceu importante papel em manter de pé uma produção que começou sem nem mesmo ter um roteiro pronto. O resultado, um tanto inesperado, foi um clássico vencedor de importantes estatuetas no Oscar e um filme para ser apreciado por gerações futuras de cinéfilos.
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No episódio 73, Fred e Alexandre convidam o músico Willian de Andrade para iniciar uma jornada de quatro episódios sobre a carreira e vida de um dos diretores mais respeitados da sétima arte, o sueco Ingmar Bergman. O cineasta possui extensa carreira, tendo dirigido cerca de 70 filmes entre o cinema e a televisão sueca. Ele também fez sucesso encenando mais de 170 peças de teatro e escrevendo cerca de 100 livros. O Podcast Filmes Clássicos começa essa série de homenagens tratando neste episódio das doze primeiras produções de Bergman, entre elas a sua estreia com “Crise” (Kris, 1946), aquele que é considerado o primeiro filme com sua marca autoral, “Juventude” (Sommarlek, 1951) e o longa mais aclamado deste período e que o tornou conhecido internacionalmente, intitulado “Mônica e o Desejo” (Sommaren med Monika, 1953).
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Este é o episódio número 72 e nele Alexandre e Fred recebem de volta o podcaster Marcos Noriega (Masmorra Cine) para mais um bate-papo sobre um clássico germânico. Desta vez adentramos o mundo distorcido e hipnótico daquele que é considerado por muitos o primeiro filme de terror e a película seminal do Expressionismo Alemão na telona. Com abordagem criativa em seus cenários e na estrutura de seu roteiro, “O Gabinete do Dr. Caligari” (Das Cabinet des Dr. Caligari, 1920) é um dos marcos do cinema mundial e possivelmente um dos filmes mais influentes da Sétima Arte. Com um time criativo de colaboradores como os roteiristas Hans Janowitz e Carl Mayer, o cenógrafo Hermann Warm, o lendário produtor Erich Pohmmer e as atuações de Werner Krauss (Dr. Caligari) e Conrad Veidt (Cesare), o diretor Robert Wienne conseguiu juntar todas as peças e montar um filme único que até hoje deslumbra espectadores e é objeto de estudo por todos que tem qualquer interesse pelo cinema como arte.
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O cinema indiano chega ao Podcast Filmes Clássicos através da trilogia essencial de seu maior diretor. No episódio 71, Fred e Alexandre mergulham nos três filmes conhecidos como “A Trilogia de Apu”, obras-primas do cineasta bengali Satyajit Ray, um diretor muitas vezes comparado a outros titãs de seu tempo: Ingmar Bergman, Akira Kurosawa e Federico Fellini… Esta trinca de clássicos consiste nos fabulosos “A Canção da Estrada” (Pather Panchali, 1955), “O Invencível” (Aparajito, 1956) e “O Mundo de Apu” (Apur Sansar, 1959), películas que fizeram enorme sucesso ao redor do mundo e que até hoje são veneradas por cineastas, cinéfilos e críticos como clássicos fundamentais da sétima arte. Ao se distanciar do cinema de Bollywood, Satyajit Ray escreveu seu nome entre os grandes do cinema e atraiu os olhos do resto do mundo para a produção de seu país e de seu povo.
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Alexandre e Fred chegam ao episódio 70 do Podcast Filmes Clássicos para fechar uma das mais influentes carreiras do cinema, a do diretor japonês Akira Kurosawa. Ao longo deste período, depois de viver momentos conturbados em sua vida pessoal, chegando até mesmo a tentativa de suicídio, Kurosawa conseguiu reerguer sua vida profissional com a ajuda de ilustres cineastas americanos e o resultado foi um ótimo fechamento para uma filmografia quase irretocável. Neste áudio, passamos por todos os seus filmes de 1963 a 1993, entre eles “Céu e Inferno” (Tengoku to jigoku, 1963), “O Barba Ruiva” (Akahige, 1965), “Kagemusha, A Sombra de um Samurai” (“Kagemusha”, 1980) e “Ran” (Ran, 1985). Outros como “Sonhos” (Yume, 1990), “Rapsódia em Agosto” (Hachi-gatsu no rapusodî, 1991) e seu último filme, “Madadayo” (Madadayo, 1993) também passam por aqui. Com este terceiro e último episódio sobre obra e vida de Akira Kurosawa, o Podcast Filmes Clássicos se torna o primeiro podcast brasileiro a se debruçar sobre a totalidade da carreira de um dos mais brilhantes diretores que o cinema conheceu.
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Fred e Alexandre foram transportados para uma estação soviética no espaço, onde encontram o músico Pedro Bizelli e recebem a missão de analisar “Solaris” (Solyaris), ficção científica de 1972 realizada pelo renomado diretor russo Andrei Tarkovsky e até hoje considerado um de seus melhores filmes. Muitas vezes visto como uma resposta ao clássido de Stanley Kubrick, “2001, Uma Odisséia no Espaço”, o filme de Tarkovsky propõe outras reflexões e se preocupa em investigar o interior desconhecido do próprio ser humano, quando em contato com uma inteligência alienígena que não tem capacidade de compreender. Estrelado por Donatas Banionis e Nathalya Bondarchuk, o filme foi indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1972 e acabou levando o grande prêmio do Júri naquela mesma oportunidade.
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