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Neste último episódio da série "Quanto Tempo o Tempo Tem?", os professores Marcelo Silveira e Pedro Guimarães nos convidam a refletir sobre o tempo permanente e como vivê-lo de maneira plena. O que significa estar atento ao instante? Como perceber o impacto de momentos fugazes que podem transformar nossas vidas?
Com uma abordagem filosófica e prática, o episódio discute a dificuldade de olhar profundamente para a vida e para o outro, destacando que "a duração do tempo depende mais da psique e de nossos elementos psicológicos do que do relógio". Através de exemplos cotidianos e de reflexões inspiradas na filosofia de Platão, os professores mostram como nossa atenção pode nos levar ao centro da experiência humana, muitas vezes esquecida na correria do dia a dia.
Para encerrar, o episódio apresenta o poema "Motivo", de Cecília Meireles, que nos lembra da transitoriedade da vida e da eternidade presente no instante vivido com profundidade.
Poesia: "Motivo", de Cecília Meireles Eu canto porque o instante existe E a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias, Não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias No vento.
Se desmorono ou se edifico, Se permaneço ou me desfaço,
Não sei, não sei. Não sei se fico Ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo:
Mais nada.
Participantes: Marcelo Silveira e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Autoria de Mário André, voluntário da Nova Acrópole
By Nova Acrópole do Brasil5
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Neste último episódio da série "Quanto Tempo o Tempo Tem?", os professores Marcelo Silveira e Pedro Guimarães nos convidam a refletir sobre o tempo permanente e como vivê-lo de maneira plena. O que significa estar atento ao instante? Como perceber o impacto de momentos fugazes que podem transformar nossas vidas?
Com uma abordagem filosófica e prática, o episódio discute a dificuldade de olhar profundamente para a vida e para o outro, destacando que "a duração do tempo depende mais da psique e de nossos elementos psicológicos do que do relógio". Através de exemplos cotidianos e de reflexões inspiradas na filosofia de Platão, os professores mostram como nossa atenção pode nos levar ao centro da experiência humana, muitas vezes esquecida na correria do dia a dia.
Para encerrar, o episódio apresenta o poema "Motivo", de Cecília Meireles, que nos lembra da transitoriedade da vida e da eternidade presente no instante vivido com profundidade.
Poesia: "Motivo", de Cecília Meireles Eu canto porque o instante existe E a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias, Não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias No vento.
Se desmorono ou se edifico, Se permaneço ou me desfaço,
Não sei, não sei. Não sei se fico Ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo:
Mais nada.
Participantes: Marcelo Silveira e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Autoria de Mário André, voluntário da Nova Acrópole

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