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É possível transformar a viagem em uma experiência filosófica? Mesmo quando o objetivo é apenas descansar e quebrar a rotina? Neste novo episódio, vamos entender que viajar é uma grande oportunidade de viver a virtude da investigação e de viver profundamente novas experiências. Uma jornada interna, uma oportunidade de ampliar horizontes, investigar culturas, comparar épocas e conhecer diferentes formas de viver e enxergar o mundo.
Desenvolver o "olhar de viajante" é resgatar a curiosidade e o encantamento de uma criança, tornando extraordinários até os momentos mais simples e isso deve ser aplicado à nossa vida cotidiana. Para isso, é necessário cultivar abertura interior, criar momentos de silêncio e manter uma disposição sincera para aprender. Viajar não apenas fisicamente, mas também de forma simbólica por meio de livros, conversas e reflexões e permitir que as experiências de outras pessoas se tornem fonte de crescimento. Dessa forma passamos a viver com mais consciência, profundidade e sentido, levando esses aprendizados para todas as áreas da nossa vida.
Participantes: Emerson Queiroz, Felixsandra Alves e Pedro Guimarães
*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id= "request-WEB:0c5732a0-eb97-4044-ada3-8be718fbc420-6" data-testid= "conversation-turn-6" data-scroll-anchor="true" data-turn= "assistant">Trilha Sonora: Schubert – Impromptus, D. 899 (Op. 90) nº 3 em Sol bemol maior, Andante
By Nova Acrópole do Brasil5
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É possível transformar a viagem em uma experiência filosófica? Mesmo quando o objetivo é apenas descansar e quebrar a rotina? Neste novo episódio, vamos entender que viajar é uma grande oportunidade de viver a virtude da investigação e de viver profundamente novas experiências. Uma jornada interna, uma oportunidade de ampliar horizontes, investigar culturas, comparar épocas e conhecer diferentes formas de viver e enxergar o mundo.
Desenvolver o "olhar de viajante" é resgatar a curiosidade e o encantamento de uma criança, tornando extraordinários até os momentos mais simples e isso deve ser aplicado à nossa vida cotidiana. Para isso, é necessário cultivar abertura interior, criar momentos de silêncio e manter uma disposição sincera para aprender. Viajar não apenas fisicamente, mas também de forma simbólica por meio de livros, conversas e reflexões e permitir que as experiências de outras pessoas se tornem fonte de crescimento. Dessa forma passamos a viver com mais consciência, profundidade e sentido, levando esses aprendizados para todas as áreas da nossa vida.
Participantes: Emerson Queiroz, Felixsandra Alves e Pedro Guimarães
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